Pandemia da COVID-19 2021

Mais de quatro mil casos de Covid-19 associados a festival com Gorillaz, Foals e Jorja Smith, em Inglaterra​

Nos dias posteriores ao festival Boardmasters, que juntou 50 mil pessoas na Cornualha, houve 4700 casos de Covid-19. O uso de máscara não foi obrigatório, mas o certificado de vacinação sim.

Ainda não é certo que haja uma ligação direta, mas a verdade é que entre as 50.000 pessoas que estiveram durante cinco dias em Newquay, Cornualha, a ouvir Gorillaz, Foals e Jorja Smith, por exemplo, 4.700 ficaram infetadas com Covid-19.

A faixa etária mais atingida do público que assistiu ao festival de música e surf Boardmasters é a dos 16 aos 21 anos, representando três quartos das infeções. Contudo, os responsáveis de saúde pública local afirmam à BBC News que só nos próximos dias é que vão ter uma melhor noção do número total de infetados.

A organização do Boardmasters Festival — que decorreu entre 11 e 15 de agosto — exigiu certificado de vacinação, teste PCR negativo, ou prova de imunidade a todos os detentores do bilhete com idade superior aos 11 anos. Já o uso de máscara não foi obrigatório, mas apenas aconselhado.

Além destas condições, foi também pedido um segundo teste negativo ao público que acampou no festival. Um porta-voz da organização disse que “mais de 450 pessoas que estariam em risco de transmitir o vírus não entraram, ou saíram do festival mais cedo”.

 
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Uma boa notícia, e vinda de investigadores Portugueses :thumbsup: Oxalá seja devidamente apoiado e vá para a frente!

Descoberta de portugueses pode reduzir covid-19 a uma constipação.​

Hoje às 07:44

Uma equipa de investigadores portugueses do Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa (ITQB NOVA), em Oeiras, descobriu três compostos que podem reduzir o impacto da covid-19 a uma constipação.

Em entrevista à Lusa, a investigadora coordenadora Cecília Arraiano salienta que "cada um dos compostos em ação individual reduz 60 a 70% a atividade do vírus SARS-CoV-2", num projeto que aponta numa direção distinta das vacinas e que está em fase de registo de patentes e tem perspetivas de poder chegar rapidamente ao mercado, porque dois estão aprovados para uso em outras doenças pelo regulador americano: a FDA [Food and Drugs Administration].

"A vacina é uma abordagem diferente, porque põe o hospedeiro a lutar contra o vírus e nós lutamos diretamente com o vírus, porque atacamos a 'maquinaria' interior. A vantagem é que [a nossa] é mais independente da resposta imunitária do hospedeiro", nota a geneticista, continuando: "A covid-19, que está tão grave, passa a ser como uma constipação. Se uma pessoa não tiver outras complicações, não vai para o hospital com uma constipação".

O trabalho desta equipa, que contou com a colaboração do Laboratório Nacional de Referência de Saúde Animal do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), assenta na especialização dos investigadores em RNA e ribonucleases, isto é, as moléculas que controlam os níveis de RNA na célula. E na base da investigação está a existência de duas ribonucleases no SARS-CoV-2, que desempenham um papel essencial na replicação do vírus.


"O nosso objetivo era pôr o nosso conhecimento de forma a poder ajudar a controlar a multiplicação do vírus e tornar esta doença - que tem sido tão perigosa - mais ligeira", frisa Cecília Arraiano, destacando a "garantia de futuro" destas descobertas: "Quando entra nas células, o vírus normalmente pode ter mutações e esta 'maquinaria' funcional é sempre conservada, o que dava uma garantia de ser uma forma de atacar com futuro".

Com a ajuda da colega investigadora Margarida Saramago, Cecília Arraiano conta que o projeto arrancou ainda durante o primeiro confinamento, em abril/maio de 2020, com os três fármacos a serem 'encontrados' nas bases de dados internacionais, que contêm muitos milhares de compostos químicos. E, sustenta a investigadora, todo este processo "foi uma grande aventura" para a instituição e os profissionais.

"As minhas colaboradoras fizeram um 'screen' e começaram a ver, tendo em conta as características destas ribonucleases, quais seriam aqueles que poderiam - como uma chave numa fechadura - encaixar nos sítios vulneráveis e fazer com que se ligasse e não funcionasse bem", refere, sem deixar de enfatizar que a ambição é que seja rapidamente utilizado pelas pessoas para se poder "voltar à normalidade que havia antes desta pandemia".

Com a investigação laboratorial terminada nesta fase, o futuro passa agora pelo registo de patentes e pelo diálogo com as farmacêuticas. A investigadora coordenadora do ITQB Nova adianta que já foi obtida uma "patente provisória" na semana passada e que dentro de alguns dias devem avançar pedidos similares para os outros dois compostos.

"Até estar tudo seguro e conversado com as farmacêuticas, não podemos divulgar porque, senão, qualquer país do mundo agarra e faz. Como foi tudo 'made in Portugal' temos muito orgulho e queremos manter 'made in Portugal'", indica a geneticista.

Esta patente provisória já permite encetar conversações com as farmacêuticas, embora seja um processo sobre o qual pendem algumas obrigações, além de estar ainda 'presa' por alguns detalhes. Apesar disso, Cecília Arraiano confirma que serão feitas "três patentes diferentes" - uma por cada composto descoberto -, expressando a sua convicção de que agora este tema não passa de uma questão burocrática.

"O que gostávamos era que as farmacêuticas testassem isto (que nós já sabemos que se faz em células de macaco com o vírus) em testes clínicos com pessoas com covid. Tendo em conta a rapidez com que foram desenvolvidas estas novas vacinas de RNA, em um ano, tenho a grande esperança de que seja também tudo muito rápido", indica, finalizando: "Esperamos mesmo é ver isto no mercado o mais rápido possível".

 
Talvez não fosse má ideia dar uma vista de olhos às sentenças proferidas por este chanfrado...

 
O dia de ontem foi péssimo ao nível de efeitos secundários, com febre, dores musculares, dificuldades em movimentar e dores de cabeça intensas. Curiosamente, hoje de manhã só sentia uma dor no braço que levou a dose, que desapareceu nas duas horas seguintes... :eek:
 
The BioNTech/Pfizer vaccine will be marketed under the brand name Comirnaty, which the companies have said represents a combination of the terms community, Covid, immunity and mRNA.

“We plan to take a thoughtful approach to marketing and advertising Comirnaty to the public during this time, with the goal of increasing confidence in vaccination as we continue to combat the deadly Covid-19 pandemic,” Pfizer said, declining to comment on the size and scope of the new team.
Pfizer is likely to market its Covid jab in a variety of ways, including through television, online and social media adverts as well as on billboards.

The drugmaker is working with New York-based advertising agency Ogilvy, who said the company was “proud to support” global communications on Pfizer’s Covid vaccine.

As well as targeting boosters for adults, Pfizer is focusing its marketing efforts on parents with children aged 12 to 15 and eventually five to 11, according to one job description. Another noted that key requirements included working to “lead competitive readiness” and running “initiatives to maintain market share”.

Pfizer ramps up its US salesforce in battle of vaccine boosters
 
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Finalmente, após várias semanas de estabilização total do número de casos, parece que, nos últimos dias, a incidência, tanto a 14 dias como a 7 dias, está com uma clara tendência de descida, à medida que o país atinge os 75% de população totalmente vacinada. A única região que tem, neste momento, uma tendência de subida é a região do Norte, sendo que o surto que houve nos últimos dias em Marvão e que fez disparar a incidência no Alentejo parece já estar controlado. :w00t:
Nas restantes regiões a incidência está a diminuir, e a diminuição mais expressiva desde meados de agosto é sem dúvida alguma a dos Açores. Há 14 dias, os Açores tinham uma incidência superior a 270 casos por 100.000 habitantes e agora o valor encontra-se ligeiramente acima dos 140 casos. Na Madeira, a incidência também diminui de forma brusca nos últimos 5 dias, descendo em pouco tempo dos 250 casos no dia 25 para os 212 de hoje. Vendo a comparação com países com níveis de vacinação tão altos ou mais altos do que o nosso, como os Emirados Árabes Unidos, as semelhanças nas últimas semanas são abismais, com uma estabilização ou crescimento ligeiro seguido de uma queda abrupta ali a partir dos 75% de totalmente vacinados. :pray: