Pandemia da COVID-19 2021

Vacinados com Janssen vão receber dose de reforço contra a Covid-19​



Levar outra dose para ter 40.5ºC de febre, dores do corpo, tonturas como tive, já estou lá :rolleyes:
Agora imaginem que a Humanidade dependia dos homens para se perpetuar...
 
Certo, mas mesmo assim há medidas ridículas, como as que indiquei acima, um não vacinado não pode apresentar teste negativo (melhor até que um certificado que não prova se está ou não infetado naquele momento) vacinados tem que ter também teste negativo em certas alturas... máscaras na rua mesmo com distanciamento, enfim... no fundo todos falam, mas ninguém sabe ao certo o que se passa nem o que fazer... até parece que não confiam nas vacinas... :unsure:
Nem a própria DGS sabe o que fazer, ora 1º a 3ª dose só passados 6 meses agora vai passar para 5 meses, os da Janssen que é de dose única agora vão levar a 2ª dose (dose de reforço) passado 90 dias, depois certamente levam a 3ª dose passado 5 meses e aposto como daqui a algumas semanas se os casos continuarem a subir vão ser chamados todos para a dose de reforço.

Depois, admiram-se que as pessoas comecem a questionar qual a eficácia realmente das vacinas, quando é a própria DGS que mais parece que anda ao sabor das ondas.

Quando a própria DGS compara esta vacina de reforço com a dose de reforço da vacina do tétano em que tem um intervalo de 20 anos e esta tem um intervalo 5/6 meses acho que não tem qualquer semelhança.
 
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Nem a própria DGS sabe o que fazer, ora 1º a 3ª dose só passados 6 meses agora vai passar para 5 meses, os da Janssen que é de dose única agora vão levar a 2ª dose (dose de reforço) passado 90 dias, depois certamente levam a 3ª dose passado 5 meses e aposto como daqui a algumas semanas se os casos continuarem a subir vão ser chamados todos para a dose de reforço.

Depois, admiram-se que as pessoas comecem a questionar qual a eficácia realmente das vacinas, quando é a própria DGS que mais parece que anda ao sabor das ondas.

Quando a própria DGS compara esta vacina de reforço com a dose de reforço da vacina do tétano em que tem um intervalo de 20 anos e esta tem um intervalo 5/6 meses acho que não tem qualquer semelhança.

Estas medidas na Madeira são no fundo uma dupla discriminação, de vacinados e não vacinados, ou seja, um não vacinado não pode apresentar teste negativo em contrapartida ao facto de não ter vacina, um vacinado tem que apresentar teste em certas ocasiões, máscaras na rua para todos, mesmo com a maioria vacinada e nem que estejamos a 50 metros de alguém, certificado ou teste para ir ao supermercado? Que grande confusão para aqui vai... mais vale dizer, não confiamos nas (nestas) vacinas...e pronto...venham outras.. :D

Eu há uns tempos levei também a dose de reforço do tétano, mas a ultima vez que a tomei já tinha sido há uns 10 anos .. :D
 

Governo admite obrigatoriedade de testes para entrar em estádios e discotecas​

Portugueses podem ter de fazer um teste à Covid-19 antes de se entrar numa discoteca ou num estádio. Sobre o futuro, Lacerda Sales garante: "Temos planeamento e estamos preparados para o que aí vem."

Após ter antecipado uma “reforço acentuado das medidas de combate à pandemia, António Lacerda Sales voltou a fazê-lo esta quinta-feira, admitindo a obrigatoriedade de apresentação de testes à Covid-19 para entrar em espaços como estádios de futebol ou discotecas.

“Quando falamos de testagem massiva, obviamente que consideramos todos os cenários”, avisou António Lacerda Sales em declarações aos jornalistas, à margem de uma cerimónia a propósito do Dia Europeu do Antibiótico, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Ainda assim, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde não se compromete e remete para a reunião do Infarmed de amanhã o anúncio oficial de eventuais novas medidas de restrição. O governante volta no entanto a insistir na ideia de um reforço do teletrabalho, uso de máscaras e testagem.

Em declarações aos jornalistas, António Lacerda Sales garantiu ainda que os portugueses não vão enfrentar constrangimentos no acesso a testes gratuitos nas farmácias: “Temos testes suficientes na reserva estratégica e obviamente que as farmácias serão contempladas com esses testes. Não haverá, com certeza, dificuldades”.

 
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Não se trata de acreditar ou não acreditar nas vacinas. Trata-se de objectivamente olhar para os números e adaptá-los à realidade de uma ilha. Em 14 dias o número de internados passou de 5 para 47. O número de internados em UCI passou de 0 para 7.

Hoje vemos que a Alemanha está a enviar doentes para cidades vizinhas noutros países. Os pacientes do Amadora-Sintra vão para o Santa Maria. Do Pedro Hispano vão para o São João. Há transferência de doentes do Algarve para Lisboa. De Viana para o Porto. Na Madeira isso não existe. A pressão num hospital é sempre encarada com maior precaução e preocupação porque não estruturas vizinhas com capacidade de encaixe.

As linhas vermelhas são determinadas pela pressão no sistema de saúde. E foi isso que o governo local fez, não importa a fé nas vacinas, importa os números reais no terreno. E esses números são um aumento grande de internados e ainda uma não redução de casos. Estamos a 1 mês do Natal que é mais uma época crítica. A Madeira não se pode dar ao luxo de chegar ao Natal com 150 internados porque fica sem qualquer capacidade de encaixe para Janeiro. Estas medidas são uma espécie de confinamento com incentivo à testagem em massa e vacinação com vista a não ter que impor maiores restrições numa época de crucial importância económica para a ilha como o Natal e Ano Novo.
 
Todos os países tiveram dúvidas e falhanços em relação à melhor forma de lidar com este vírus. Um coronavirus com 2 anos de existência é muitíssimo recente para saber tudo com certezas.

Criticar muito a DGS (ou a outras entidades que decidem) neste caso é como criticar muito o IPMA numa previsão de um evento convectivo, onde muito pode acontecer e onde vários modelos estão discordantes... Também não gosto de tudo que é dito e feito, mas dou o benefício da dúvida nesta conjuntura muito complexa.
 
Então, com tanta restrição ( a mais ridicula é a dos supermercados e o não poder apresentar teste negativo em eventos no caso dos não vacinados) imagino se não tivessem uma percentagem tão grande de população vacinada.

Desses internados, dá para saber quantos estão (totalmente) vacinados e quantos não estão?

Por acaso, hoje no opinião pública da SIC o programa era sobre as eventuais medidas restritivas, a dada altura falou o director do serviço de urgência e UCI do Hospital de S João no Porto, que confirmou que os internados que estavam lá eram na sua maioria vacinados, o que seria natural uma vez que havia muito mais gente ( em percentagem) vacinada que não vacinada.

Depois falou também outro director, mas dum hospital de Lisboa ( não me recordo qual) que disse precisamente o contrário, a maioria dos internados nesse hospital de Lisboa era de não vacinados, embora houvessem também vacinados, portanto isto varia muito.
Isso de saber o número de internados com vacina e não vacinados nao sei para que nos interessa.
Só se for para dar um trunfo aos negacionistas/antivacinas. Pois com quase 90% de vacinados (Quase 100% nas classes de risco) é fácil haver também bastantes vacinados internados em comparação aos não vacinados... Quase todos os idosos acima de 70 anos estão vacinados. E são precisamente esses que o vírus mais mata...
Só serviria mesmo para a confusão essa estatística.
 
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Governo madeirense não pode discriminar quem não se vacinou, dizem constitucionalistas

Jorge Bacelar Gouveia diz que regiões autónomas não têm competência para restringir direitos fundamentais. Jorge Miranda também tem muitas dúvidas que tal seja possível. Para Pedro Bacelar Vasconcelos estas medidas são “um abuso de poder”.


Dois professores universitários ouvidos pelo PÚBLICO - Jorge Bacelar Gouveia e Pedro Bacelar Vasconcelos – consideram que várias medidas de combate à pandemia anunciadas esta quinta-feira pelo governo regional da Madeira, nomeadamente a proibição de pessoas não vacinadas frequentarem locais como restaurantes, cinemas ou ginásios, violam a Constituição. Um terceiro, Jorge Miranda, também tem muitas dúvidas de que as regiões autónomas possam restringir direitos fundamentais. As medidas vigoram a ... ( continua com notícia paga )


Haja alguém com tino, para ditaduras já chegou no tempo da "outra senhora"

O Salazar deve estar a pensar, nem eu faria uma coisa dessas... :D

Eu se morasse na Madeira recusava-me a usar o certificado, os testes aceitava bem, até para minha própria segurança e dos que me rodeiam.

Então para que servem os testes? Não é isso que se quer? Que as pessoas testem negativo ( e no caso de testarem positivo serem colocadas em isolamento profilático) para não contaminarem outras?

Alguém que diga a esse "Senhor" que os vacinados também se infetam e transmitem a infecção, caso ainda não tenha percebido isso... :rolleyes:

Não deixar um não vacinado apresentar um teste negativo para entrar em determinados eventos...e por outro lado exigir a um vacinado certificado e teste em simultâneo para determinadas situações... o homem não confia nem nos testes, nem nas vacinas, nem nos não vacinados e nem nos vacinados...não confia em ninguém... :D




 
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Isso de saber o número de internados com vacina e não vacinados nao sei para que nos interessa.
Só se for para dar um trunfo aos negacionistas/antivacinas. Pois com quase 90% de vacinados (Quase 100% nas classes de risco) é fácil haver também bastantes vacinados internados em comparação aos não vacinados... Quase todos os idosos acima de 70 anos estão vacinados. E são precisamente esses que o vírus mais mata...
Só serviria mesmo para a confusão essa estatística.


Penso que essa informação deveria ser prestada e inclusivé fazer parte do boletim diário, até para as pessoas saberem como se desenrola a situação, a não ser que se esteja a esconder alguma coisa...

Em Portugal a esmagadora maioria da população aderiu à vacinação, portanto informação completa e credível não me parece ser algo "mau" pelo contrário. Esconder informação da população não acho correto e lembra outros tempos mais sombrios...

Ao dar esta informação, talvez muita gente que anda ai "à vontadinha" percebesse que, apesar de estarem vacinados, podem ir para à cama de um hospital, se não tiverem cuidados.
 
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Governo madeirense não pode discriminar quem não se vacinou, dizem constitucionalistas

Jorge Bacelar Gouveia diz que regiões autónomas não têm competência para restringir direitos fundamentais. Jorge Miranda também tem muitas dúvidas que tal seja possível. Para Pedro Bacelar Vasconcelos estas medidas são “um abuso de poder”.


Dois professores universitários ouvidos pelo PÚBLICO - Jorge Bacelar Gouveia e Pedro Bacelar Vasconcelos – consideram que várias medidas de combate à pandemia anunciadas esta quinta-feira pelo governo regional da Madeira, nomeadamente a proibição de pessoas não vacinadas frequentarem locais como restaurantes, cinemas ou ginásios, violam a Constituição. Um terceiro, Jorge Miranda, também tem muitas dúvidas de que as regiões autónomas possam restringir direitos fundamentais. As medidas vigoram a ... ( continua com notícia paga )


Haja alguém com tino, para ditaduras já chegou no tempo da "outra senhora"

O Salazar deve estar a pensar, nem eu faria uma coisa dessas... :D

Eu se morasse na Madeira recusava-me a usar o certificado, os testes aceitava bem, até para minha própria segurança e dos que me rodeiam.

Então para que servem os testes? Não é isso que se quer? Que as pessoas testem negativo ( e no caso de testarem positivo serem colocadas em isolamento profilático) para não contaminarem outras?

Alguém que diga a esse "Senhor" que os vacinados também se infetam e transmitem a infecção, caso ainda não tenha percebido isso... :rolleyes:

Não deixar um não vacinado apresentar um teste negativo para entrar em determinados eventos...e por outro lado exigir a um vacinado certificado e teste em simultâneo para determinadas situações... o homem não confia nem nos testes, nem nas vacinas, nem nos não vacinados e nem nos vacinados...não confia em ninguém... :D





É tudo muito inconstitucional até o gato ficar escaldado.

O ano passado, quando foi necessário mandar doentes UCI para a Madeira, ou quando tiveram de pedir socorro aos médicos e enfermeiros alemães, os constitucionalistas esqueceram-se das inconstitucionalidades. E houve uma bem gritante e poucas vezes levantada. Em Janeiro milhares de crianças no continente foram enviadas para casa sem internet, sem computador, sem acesso à educação e igualdade de oportunidades. Mas parece que ter que usar máscara é que é uma chatice...Ao menos o "ditador" da Madeira disse que era para as crianças continuarem ir à escola, que o resto da sociedade tinha que fazer pequenos esforços como usar máscara e testagem frequente para garantir esse direito. Mas a pandemia mostrou-nos também que os direitos, liberdades e garantias são um bocado "a la carte".
 
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É tudo muito inconstitucional até o gato ficar escaldado.

O ano passado, quando foi necessário mandar doentes UCI para a Madeira, ou quando tiveram de pedir socorro aos médicos e enfermeiros alemães, os constitucionalistas esqueceram-se das inconstitucionalidades. E houve uma bem gritante e poucas vezes levantada. Em Janeiro milhares de crianças no continente foram enviadas para casa sem internet, sem computador, sem acesso à educação e igualdade de oportunidades. Mas parece que ter que usar máscara é que é uma chatice...Ao menos o "ditador" da Madeira disse que era para as crianças continuarem ir à escola, que o resto da sociedade tinha que fazer pequenos esforços como usar máscara e testagem frequente para garantir esse direito. Mas a pandemia mostrou-nos também que os direitos, liberdades e garantias são um bocado "a la carte".

Concordo que algumas medidas tomadas o ano passado foram muito prejudiciais e até inconstitucionais e inclusive sem as devidas condições para, por exemplo, as crianças ( sobretudo as mais desfavorecidas) terem aulas on-line ( lá está outra situação muito criticável ) ou seja vergonhoso.

Eu apenas critico as medidas que já indiquei, não ponho em causa que são necessárias medidas.

Este ano temos um grande trunfo, que são as vacinas e que não tinhamos o ano passado, há uma grande adesão da população ( somos o país mais vacinado da europa ou pelo menos uns dos mais vacinados) portanto para quê tanto receio?

Peço desculpa, mas obrigar um vacinado a teste e certificado em certas ocasiões e não deixar um não vacinado apresentar um teste recente negativo... o teste só é válido para o vacinado? Que já de si está protegido, precisamente por estar vacinado ? E se o vacinado acusar positivo? Não entra mesmo com o certificado? E um não vacinado com teste negativo, não entra porque não tem certificado? :confused: Eu percebo o que querem :rolleyes:
 
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Concordo que algumas medidas tomadas o ano passado foram muito prejudiciais e até inconstitucionais e inclusive sem as devidas condições para, por exemplo, as crianças terem aulas on-line ( lá está outra situação muito criticável ) ou seja vergonhoso.

Eu apenas critico as medidas que já indiquei, não ponho em causa que são necessárias medidas.

Este ano temos um grande trunfo, que são as vacinas e que não tinhamos o ano passado, há uma grande aderência da população ( somos o país mais vacinado da europa ou pelo menos uns dos mais vacinados) portanto para quê tanto receio?

Peço desculpa, mas obrigar um vacinado a teste e certificado em certas ocasiões e não deixar um não vacinado apresentar um teste recente negativo... o teste só é válido para o vacinado? Que já de si está protegido, precisamente por estar vacinado ? Eu percebo o que querem :rolleyes:

Continuas a falar com base numa realidade que é a do país, descurando o que se passa a nível regional/local. Dá a entender que as vacinas devem ser uma questão de "fé" mesmo que os internamentos estejam a subir em flecha, não se deve fazer nada e confiar só nas vacinas. Isso para mim também não faz sentido. Achas que um país como a Alemanha, uma democracia como a alemã, proibe não-vacinados de se deslocar ao local de trabalho ou de usar transportes públicos de bom grado? Fazem-no porque estão numa situação perigosa em termos de sobrecarga hospitalar. Tal como a Madeira.

Se calhar uma das coisas que querem é isto...


 
as vacinas devem ser uma questão de "fé" mesmo que os internamentos estejam a subir em flecha, não se deve fazer nada e confiar só nas vacinas. Isso para mim também não faz sentido

Concordo plenamente, o ponto é esse, as vacinas ou são ou não são, é como a ciência, não deve ser uma questão de fé mas sim de factos.

E se as vacinas, que ninguém nega que estão a ter um papel importante, não são "perfeitas" , convém alertar as populações disso, é que parece que muita gente ainda não percebeu...e anda aí como se nada fosse, do género, "estou vacinado para quê os cuidados" :D "Não me vacinei para não poder andar à vontade" ...entre outras..:D
 
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