Pandemia da COVID-19 2021

Então não se queixem, pá! Também desatavam a ligar para a linha SNS24 quando achavam que podiam ter gripe? Iam fazer teste de despiste para a gripe? Ficavam em isolamento? Sejam coerentes! Falta de pachorra para esta gente que acha que está tudo normal, fazem a sua vida normal, criticam quem tem cuidados básicos, falam de alarmismo desnecessário e, depois, assim que existe a possibilidade de lhes tocar tocar à porta, ai, Jesus, que não me atenderam o telefone a correr e toca a chamar o 112. Pimenta no fiofó dos outros...
Parvoíce. Antes da pandemia, a DGS recomendava ligar para a linha 24 se achasse que tinha sintomas de gripe ou se tivesse estado em contacto com alguém com gripe? Foi pedido aos cidadãos que seguissem um determinado protocolo, mas o sistema não foi devidamente dimensionado para seguir esse protocolo.
 
Então não se queixem, pá! Também desatavam a ligar para a linha SNS24 quando achavam que podiam ter gripe? Iam fazer teste de despiste para a gripe? Ficavam em isolamento? Sejam coerentes! Falta de pachorra para esta gente que acha que está tudo normal, fazem a sua vida normal, criticam quem tem cuidados básicos, falam de alarmismo desnecessário e, depois, assim que existe a possibilidade de lhes tocar tocar à porta, ai, Jesus, que não me atenderam o telefone a correr e toca a chamar o 112. Pimenta no fiofó dos outros...
Falta de pachorra tenho eu para te aturar e aos teus argumentos ridículos.

Posso não concordar com muitas coisas mas tento seguir os protocolos. Não sou um carneiro e felizmente penso pela minha cabeça.
 
Podes ser directa e dar quote.
Eu não estou alarmado, só preciso de saber se posso ir trabalhar ou se tenho de ficar isolado. É muito simples.
Se chamar o 112 não é estar alarmado... Repito: há excesso de alarmismo é quando toca aos outros. Quando nos toca à porta já é diferente.
 
Falta de pachorra tenho eu para te aturar e aos teus argumentos ridículos.
Basicamente é isto. Eu não deixei de fazer uma vida normal, com mais cuidados (máscara, desinfectar mãos, vacinas, etc). Não deixei de ir a restaurantes, ao cinema, às compras, de férias, de fim-de-semana, ir a eventos, etc.
Quem deixar, bem...nem sei que diga.

Exacto.
Não percebo estas medidas que se andam a tomar.

Quem é que se está a rir?
Temos mais casos, casos graves muito idênticos em % e mortes igual. Porquê este alarmismo todo com a Omicron? Até agora tem sido a 'melhor' variante: mais contagiosa mas menos grave.

Ditto

:)
 
Podes dar quote as vezes que tu quiseres e continuares com essa mania de ser superior e sabedor de tudo.

Eu vivo a minha vida normal e nunca me pus em perigo nem os outros nem sequer estive em perigo de estar infectado. A minha irmã é que veio cá, possivelmente já positiva e não tomou as devidas providências. Mas isso já são outros assuntos que não são para aqui chamados.

Quando existe um protocolo, tenta-se seguir e ele não funcione... claro que os fans do alarmismo têm que vir debitar asneiras.
 
  • Gosto
Reactions: "Charneca" Mundial
Na verdade, o problema não é este caso em particular. O problema é que isto é multiplicado por dezenas de milhares. Já nem falo dos maluquinhos que não se vacinaram porque para esses não há solução (quer dizer, mandá-los para a CUF seria eficaz mas não é possível). São os outros que acham que isto está tudo normal e que criticam quem se furta a ajuntamentos e almoços e jantares de grupo e depois infectam quem lhes aparece pela frente, mesmo que estes últimos tenham tentado fazer tudo bem. Depois são dezenas de milhares a ligar ao mesmo tempo, cheios de pressa porque acham que o seu caso é mais urgente do que as outras dezenas de milhares de casos e os desgraçados da linha SNS24 e nos centros de saúde a fazer trace Covid que os aturem. Eu diria 'estudassem' mas a verdade é que muitos deles, pelo menos teoricamente, até estudaram. Aprender é que parece que não. Lamento por todos os que tentaram fazer o possível para se proteger e proteger os outros e, mesmo assim, têm de arcar com a irresponsabilidade alheia que pode custar a saúde e até vidas.
 
Ha motivos para se ter cautela, e motivos para se estar optimista.

O virus parece matar muito menos, mas cuidado com os idosos, a grande transmissibilidade pode resultar em muitas mortes e entupir os hospitais. Ha um intervalo entre aumento dos casos e as mortes. Resta esperar.

Estimo q Portugal irá atingir um maximo de 45000 casos diarios.

O RU nao é exemplo. Muito mais gente tem imunidade resultante de infeçao prévia, o que pode mais vantajoso com a Omicron, do que as vacinas.

Eu nao tenho receio deste virus para mim, mas continuo a agir com cautela por causa dos outros.
Isto!!
A Omicron é muito mais contagiosa e tem havido surtos um pouco por todo o lado.
Não é preciso alarmismo mas também não podemos cair no outro extremo e achar que não é preciso ter cuidado só porque mata menos.
 
Última edição:
Isto!!
A Omicron é muito mais contagiosa e tem havido surtos um pouco por todo o lado.
Não é preciso alarmismo mas também não podemos cair no outro extremo e achar que não é preciso ter cuidado e levar esta situação como uma mera constipação/gripe só porque mata menos.
Enquanto a taxa de infecciosidade for a que conhecemos, qualquer comparação com a gripe é ridícula. A Ómicron até pode ser menos severa (o que li aparenta indicar isso ainda que não haja dados suficientes para um país tão envelhecido como o nosso) mas se estiver uma quantidade absurda de gente infectada ao mesmo tempo, isso terá consequências. A malta esquece-se que o problema não é só problema se estiverem pessoas a morrer dentro de ambulâncias sem serem assistidas como aconteceu no início do ano passado. E a exaustão dos profissionais de saúde? E a suspensão de actividade médica quotidiana? (em Viseu, por exemplo, já foram canceladas as cirurgias programadas das próximas duas semanas!) e o cancelamento de consultas nas Unidades de Saúde Familiares (e respectivas consequências!) porque nos centros de saúde andam todos assoberbados com o Trace Covid? E a falha de diagnósticos consequência disto tudo? E são os mesmos que querem desvalorizar a situação que depois vêm dizer que o SNS é uma vergonha. Alguns, se calhar, até têm isso como objectivo... Mas a maior parte será vítima indirecta do próprio descaso. O problema é que não são os únicos.
 
Então não se queixem, pá! Também desatavam a ligar para a linha SNS24 quando achavam que podiam ter gripe? Iam fazer teste de despiste para a gripe? Ficavam em isolamento? Sejam coerentes! Falta de pachorra para esta gente que acha que está tudo normal, fazem a sua vida normal, criticam quem tem cuidados básicos, falam de alarmismo desnecessário e, depois, assim que existe a possibilidade de lhes tocar tocar à porta, ai, Jesus, que não me atenderam o telefone a correr e toca a chamar o 112. Pimenta no fiofó dos outros...
Fiz 5 testes nos últimos 20 dias, portanto obviamente que não estou a fazer a vida normal. Mas manter ao máximo a vida normal, não abdicando de fazer tudo o que se fazia e mantendo apenas os cuidados básicos e não limitativos da liberdade de cada um (usar máscara, fazer testes regulares) neste momento é de bom senso básico.
Janeiro de 2021 nunca irá voltar, o vírus está a tornar-se menos virulento, devemos apenas manter o ritmo de infecções pouco rápido para não entupir os serviços de saúde.
 
Fiz 5 testes nos últimos 20 dias, portanto obviamente que não estou a fazer a vida normal. Mas manter ao máximo a vida normal, não abdicando de fazer tudo o que se fazia e mantendo apenas os cuidados básicos e não limitativos da liberdade de cada um (usar máscara, fazer testes regulares) neste momento é de bom senso básico.
Janeiro de 2021 nunca irá voltar, o vírus está a tornar-se menos virulento, devemos apenas manter o ritmo de infecções pouco rápido para não entupir os serviços de saúde.
Penso que pelo menos no médio prazo será esse o caminho. Neste momento (e pala primeira vez desde o início da pandemia) já são vários os positivos à minha volta, alguns de contato próximo, no limiar do considerado risco.
Acabo de fazer o meu 3o autoteste em 15 dias. Ja vi amigos a mandarem-me fotos dos seus Ag positivos (algo que para mim estava no domínio da ficção científica).

Esta pode mesmo ser a explosiva transição endémica, mas nesta fase não vamos mesmo conseguir segurar o vírus. É ter os cuidados básicos para retardar uma infeção quase inevitável.
 
Fiz 5 testes nos últimos 20 dias, portanto obviamente que não estou a fazer a vida normal. Mas manter ao máximo a vida normal, não abdicando de fazer tudo o que se fazia e mantendo apenas os cuidados básicos e não limitativos da liberdade de cada um (usar máscara, fazer testes regulares) neste momento é de bom senso básico.
Janeiro de 2021 nunca irá voltar, o vírus está a tornar-se menos virulento, devemos apenas manter o ritmo de infecções pouco rápido para não entupir os serviços de saúde.
Eu também não deixei de viver. Máscara sempre em espaços fechados, álcool-gel na carteira, testes e nada de ajuntamentos. Almoçaradas e jantaradas de grupo, nicles. Café na rua, dentro de portas se não houver ninguém ou em esplanadas se estiver à pinha. Natal com pouca gente e ninguém se sentou à mesa sem dar negativo ao final da tarde de 24. Não querem cotonete no nariz, não jantam à minha mesa. Amanhã tenho de ir às compras para a passagem de ano. Vou à hora de almoço para evitar multidões. Posso ser infectada amanhã (ou até já estar e não saber) mas se me infectar ou infectar alguém não será porque fui irresponsável. Não quero viver com esse peso. É bem possível que ninguém escape à infecção. Não precisamos é de estar todos infectados ao mesmo tempo. Se não fui infectada até agora, não foi por acaso. Numa parte do meu trabalho não há distanciamento social pelo que tenho de compensar com outros cuidados. Agora, não me peçam para entender gente que passa a vida a desvalorizar a situação que vivemos e o alarmismo depois, quando lhes toca a eles, ai, Jesus. Nope.
 
Eu também não deixei de viver. Máscara sempre em espaços fechados, álcool-gel na carteira, testes e nada de ajuntamentos. Almoçaradas e jantaradas de grupo, nicles. Café na rua, dentro de portas se não houver ninguém ou em esplanadas se estiver à pinha. Natal com pouca gente e ninguém se sentou à mesa sem dar negativo ao final da tarde de 24. Não querem cotonete no nariz, não jantam à minha mesa. Amanhã tenho de ir às compras para a passagem de ano. Vou à hora de almoço para evitar multidões. Posso ser infectada amanhã (ou até já estar e não saber) mas se me infectar ou infectar alguém não será porque fui irresponsável. Não quero viver com esse peso. É bem possível que ninguém escape à infecção. Não precisamos é de estar todos infectados ao mesmo tempo. Se não fui infectada até agora, não foi por acaso. Numa parte do meu trabalho não há distanciamento social pelo que tenho de compensar com outros cuidados. Agora, não me peçam para entender gente que passa a vida a desvalorizar a situação que vivemos e o alarmismo depois, quando lhes toca a eles, ai, Jesus. Nope.
Certo. Mas a verdade é que neste mês já estive em 3 jogos de futebol, dois deles com estádio da Luz quase cheio, já tive 3 jantaradas e os 5 testes que fiz vieram todos negativos. Tu, e qualquer outra pessoa, fazem a sua vida como bem entendem, mas não venham exigir que os outros ajam da mesma forma. Desde que haja bom senso e se cumpram os cuidados básicos, tudo se pode fazer com risco controlado (não há risco zero).