Estive a ver os dados da primeira semana deste mês, e é interessante como a taxa de mortalidade da COVID-19 está tão baixa. A Ómicron, aliada à vacinação e à elevada infeção natural, fizeram com que a taxa de mortalidade reduzisse bastante. Há um ano, a taxa de letalidade era de 2,05%, em outubro era de 0,7%, no final de dezembro de 0,4% e agora é de apenas 0,19%, o que é apenas ligeiramente acima da letalidade da gripe comum em anos normais (relembro que a taxa de letalidade da gripe em anos como 2019 ou 2017 foi até bem acima deste valor atual da COVID-19).
Dois anos depois do grande avanço da pandemia, as restrições a nível mundial estão em valores mínimos. Na Ásia e em África continuam a haver maiores restrições, mas no resto do mundo cada vez há menos. A vacinação mundial com a 1ª dose também já está bem próxima do objetivo dos 70%, com um avanço claro em vários países africanos.
Começa a ser plausível que esta pandemia acabe como a da gripe espanhola - essencialmente acabará quando as pessoas decidirem que o problema já não existe, e não através de critérios científicos. Os meios de comunicação têm um enorme papel nessa perceção social, como também o facto de a doença se ter tornado mais leve.
Dois anos depois do grande avanço da pandemia, as restrições a nível mundial estão em valores mínimos. Na Ásia e em África continuam a haver maiores restrições, mas no resto do mundo cada vez há menos. A vacinação mundial com a 1ª dose também já está bem próxima do objetivo dos 70%, com um avanço claro em vários países africanos.
Começa a ser plausível que esta pandemia acabe como a da gripe espanhola - essencialmente acabará quando as pessoas decidirem que o problema já não existe, e não através de critérios científicos. Os meios de comunicação têm um enorme papel nessa perceção social, como também o facto de a doença se ter tornado mais leve.






