Política e economia internacional 2015

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Mario Draghi surprised his European Central Bank colleagues on Thursday by pushing for an increase in emergency aid to Greek lenders, people familiar with the matter said.

The ECB’s Executive Board had signaled to Governing Council members the previous day that the cap on Emergency Liquidity Assistance of 88.6 billion euros ($96.5 billion) should stay in place, despite a request by the Greek central bank for an extra 1.5 billion euros, the people said, asking not be named as the discussions were private.

(...)

Draghi has form in persuading the Governing Council, which includes the governors of the euro-area’s 19 national central banks, to take decisions contrary to the institution’s planned course of action.

At his first meeting as president in November 2011, when the ECB’s economic staff advised no change in the interest rate, he surprised them and some of the Governing Council turning the debate in favor of a quarter-point cut.

In July 2012, as surging sovereign debt yields strained the euro area’s stability, he said at a conference in London that he would do “whatever it takes” to save the single currency. The comments, which hadn’t been endorsed by the Governing Council, sparked six weeks of hurried negotiations before the announcement of an emergency bond-purchase program.

http://www.bloomberg.com/news/artic...rise-ecb-governors-with-bid-to-ease-greek-aid

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A Comissão Europeia apresenta duas alternativas ao Governo português, se este quiser precaver-se contra uma possível subida dos juros exigidos para emitir dívida pública: manter uma almofada financeira (os tais "cofres cheios"); ou não ir tão longe nos pagamentos antes do tempo que planeia fazer ao Fundo Monetário Internacional (FMI).

No relatório da segunda avaliação pós-programa, os técnicos da Comissão Europeia escrevem que as yields das obrigações portuguesas atingiram mínimos históricos nos primeiros meses deste ano, mas avisa que isso se deveu mais a "factores globais do que a condições específicas de Portugal". Em concreto, é citada a existência de mecanismos europeus de resgate mais credíveis, o programa de alívio quantitativo do Banco Central Europeu (BCE) e um maior apetite pelo risco por parte dos investidores.

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...a_abrandar_pagamentos_antecipados_ao_fmi.html
 
Um extenso relatório que abrange todas as consequências da eventual saída da Grécia da euro foi feito em sigilo ao longo dos últimos meses por uma equipe de funcionários da Comissão Europeia, revelou hoje o jornal grego Kathimerini. O documento secreto relatório admite 200 problemas que poderiam surgir com a saída da Grécia da zona euro, incluindo as consequências sociais potencialmente devastadoras.

O relatório está alegadamente num cofre a poucos metros do escritório do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, no 13º andar do edifício Berlaymont, em Bruxelas, revelam fontes do mesmo jornal grego.

Ele foi compilado no final de Junho por uma equipa de 15 funcionários da Comissão, muitos dos quais já tinham tido envolvimento directo com os programas de resgate grego.

Uma das questões analisada no relatório é caso a Grécia saísse do euro e abandonasse a União Europeia, e, portanto, o Espaço Schengen, como lidar com esta nova realidade.

O conteúdo do estudo terá sido explicado verbalmente por Juncker ao primeiro-ministro Alexis Tsipras antes da reunião de líderes da zona do euro, que teve lugar dois dias após o referendo grego.

Em uma entrevista com Kathimerini e outros jornais europeus na quinta-feira, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse que a Grécia e os seus credores estiveram muito perto na manhã de segunda-feira de não chegar a um acordo para manter o país na zona do euro. "Eu lhes disse: 'Se você parar essa negociação, eu estou pronto para dizer publicamente: a Europa está perto da catástrofe por causa de 2,5 bilhões", disse Tusk de sua mensagem para Tsipras, e para a chanceler alemã Angela Merkel antes de um acordo foi alcançado.

http://economico.sapo.pt/noticias/r...recia-do-euro-preve-200-problemas_224129.html

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Segundo o relatório Global Competitiveness 2014/2015, do Fórum Económico Mundial, o Qatar tem o governo mais eficiente, apesar da discriminação das mulheres, falta de liberdade de expressão e exploração de mão-de-obra estrangeira no rico país em petróleo.

No entanto, para a realização desta lista, o Fórum Económico teve em conta os seguintes critérios: gastos desnecessários, o peso da regulamentação sobre as empresas e a transparência na elaboração de medidas.

Depois do Qatar aparecem Singapura, Finlândia (3), Hong Kong (4), Emirados Árabes Unidos (5), Nova Zelândia (6), Ruanda (7), Malásia (8), Suíça (9) e Luxemburgo (10). Portugal aparece no 36° lugar da lista.

O WEF também divulgou os 10 governos menos eficientes. No podium surge a Venezuela, logo seguida da Itália e da Argentina. Em seguida Líbano (4), Líbia (5), Croácia (6), Angola (7), Chade (8), Mauritânia (9) e, por último, Sérvia (10).

http://economico.sapo.pt/noticias/sabe-qual-e-o-governo-mais-eficiente-do-mundo_224093.html
 

estranhei esta não ter ido para o top 10 do observador.

- o aeroporto foi um investimento privado e não público.
- não foi uma compra directa mas um leilão decidido pelo tribunal.
- o aeroporto custou 450 milhões de euros e não «mais de mil milhões»
- a oferta não inclui a declaração de impacto ambiental necessária para poder operar.

http://www.elconfidencial.com/espan...uerto-de-ciudad-real-por-10-000-euros_932329/
 
esta é que não saiu lá no observador...

«A política interna do Deutsche Bank continua a mesma, nada mudou na questão da manipulação das taxas interbancárias.»

It appears to me that this is a manifestation of…culture that is possibly still characteristic to your bank, i.e. to prefer hiding, covering up or entirely negating problems instead of addressing them openly and actively in order to prevent similar issues in the future

http://www.wsj.com/articles/germany-blasts-deutsche-bank-executives-over-broken-culture-1437068759
 
esta é que não saiu lá no observador...

«A política interna do Deutsche Bank continua a mesma, nada mudou na questão da manipulação das taxas interbancárias.»

Isso é outra coisa interessante. Era bom que houvesse as mesmas críticas entre a corrupção pública e corrupção privada. Pelas críticas de alguns parece que só a primeira é que é danosa. A segunda relaciona-se sempre com casos isolados. No mercado, verdadeiramente, livre não há nada disso. Enfim. É tudo bom gente. Para quê regras e punições?
 
a Valavani tem uma folha de serviços que muitos gostariam de ter - detida e torturada pela junta militar fascista por pertencer ao ilegal KKE. O hotel em Creta existiu mesmo e foi vendido. Não é uma pessoa qualquer.

mas as pessoas podem mudar com o tempo. Gostava de saber quais foram os movimentos de capitais na véspera pois não foram só 200 mil euros da Valavani que sairam do país.
 
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