Martin Shkreli. É este o nome do CEO da Turing Pharmaceuticals, a empresa que adquiriu, em agosto, os direitos do medicamento Daraprim. Shkreli pagou 55 milhões de euros pelo negócio. A seguir, resolveu aumentar o preço da dose de Daraprim de 12 euros… para 671 euros. Um aumento de perto de 5.000 por cento.
The Gulf Arab states will continue to funnel weapons to the opposition groups, he added, but would "not give them with the objective of fighting Russian forces in Syria".
In some other member states it’s very difficult to get structural reforms in relation to labor market implemented. If you discuss with my French friends whether it’s Michel Senpa, whether it’s Emanuel Macron, they can tell you a long story about how difficult it is in French public opinion. And, of course, political parliamentary majorities to convince that factual reforms in the labor market are needed. Spain did. Spain was, by the way, forced by the institutions -- what we used to call troika -- in the programs and it was very successful.
France would be happy if someone could force the parliamentary, but that’s democracy. It’s difficult to get. As long as you give them a way out, you will never get the hard decisions you have to take and that is what I call -- you know, any democratic system, in my long experience, tends to take the more comfortable decision, if you have the alternative to do so. And you have only get tough and long-term needed decision if you have no more comfortable alternative, therefore, I am thinking we must give the right incentives.
Schauble is known as a hard-nosed minister who has been in and out of various German governments since 1984. During his stint as interior minister, his plan to upgrade Berlin's security strategy was referred to as Stasi 2.0.
Within the framework of new anti-terror legislation, the minister intends to expand Germany's surveillance structure significantly and, among other things, give the police automatic access to digital passport photos and fingerprints that will in future be stored on German identification documents.
The minister has also proposed expanding video surveillance of public spaces, and automatic scanning and database comparison of vehicle license plates traveling or parked on public roads.
The German government already gave its approval Wednesday to a draft law that would require telephone operators to save call records for at least six months -- in a move that data protection advocates fear will compromise citizens' rights.
The law, which Zypries said is needed to bring German regulations in line with European Union law, would require saving data regarding who makes contact, and when.
But growing controversy surrounding such plans has prompted Merkel and SDP leader Kurt Beck to call for a round of talks among coalition leaders. Merkel's chief of staff in the chancellery, Thomas de Maiziere, is reported to have been asked to schedule a meeting "as quickly as possible," to give ministers an opportunity to re-establish common ground with regard to anti-terror policies.
While the Christian Democrats still want to see the German constitution changed to allow for German troops to be used as an internal security force, the Social Democrats are vehemently against the plans. Opposition parties also disagree with constitutional changes.
The opposition parties -- the liberal FDP, the Greens and the Left party -- are likewise against the German army, the Bundeswehr, aiding police forces within German borders. The parties warned of a "militarization" of internal security forces.
Schäuble, a member of Chancellor Angela Merkel's Christian Democrats, is eager to relieve pressure on police by using troops to secure venues.
But others, particularly Interior Minister Wolfgang Schäuble, have argued that the military needs a clear constitutional mandate to respond in case of terrorist attack.
"The use of military means must be allowed to defend against attacks that have the quality of a military offensive, even if they aren't carried out by troops aligned to a specific country," Schäuble told SPIEGEL in a 2006 interview. "We have to make the effort to amend the constitution."
Schäuble has been nothing if not persistent in his efforts to keep the debate alive. While a number of his colleagues, including Defense Minister Franz Josef Jung of the CDU and Justice Minister Brigitte Zypries of the SPD, have made noises in favor of allowing domestic military deployment, Schäuble keeps pushing the envelope. He was a backer of a law passed in 2005 to allow the air force to shoot down hijacked planes that pose a threat to populated areas.
Recurso a sondagens mais baratas, com amostras pequenas e através de telefone fixo, resulta em desfasamentos face aos resultados.
leições e referendo na Grécia, referendo da Escócia, últimas eleições no Reino Unido.
O que têm em comum? O desfasamento dos resultados eleitorais face ao que foi divulgado nas sondagens antes da ida à urnas.
No domingo voltou a acontecer na Grécia. Dois dias antes da votação as sondagens apontavam para um empate técnico e não era garantido que os dois partidos que hoje formam Governo (Syriza e os Gregos Independentes) iriam conseguir uma maioria absoluta. Acabou por acontecer o contrário.
As sondagens "falham" e por vezes "há de facto alguma dificuldade em perceber porque acontece", assume a directora de estudos da Marktest, Barbara Gomes. Por isso, os técnicos dos estudos de sondagens "devem ter a preocupação em saber o que falhou" para que se possam afinar e corrigir as questões técnicas e metodológicas. Opinião contrária tem Rui Oliveira Costa: as sondagens "não falham".
Isto porque são o "retrato de um momento" das intenções de voto, "não são previsões de resultados eleitorais", defende. Oliveira Costa não vê, portanto, "nada" para afinar e "nenhum outro método" alternativo para que se cheguem a resultados mais exactos.
Mas Diogo Agostinho, um dos autores do livro "Insondáveis Sondagens" diz que caso os partidos e os meios de comunicação social investissem mais nas sondagens seria possível conseguir resultados mais exactos. "Há uma tendência para recorrer às sondagens mais baratas que têm as amostras mais pequenas e são realizadas apenas através do telefone fixo", alerta. O que acaba por "enviesar os resultados", porque com a limitação do telefone fixo são inquiridos apenas "reformados e jovens, estando excluída a população activa". Além disso, "quem vota à direita sente-se menos à vontade em revelar o sentido de voto", sendo difícil contabilizar estes votos, ao contrário de "quem vota à esquerda que revela com mais facilidade".
Portugal e o empate técnico
A duas semanas dos portugueses irem às urnas as sondagens apontam para um cenário de empate técnico. Os politólogos ouvidos pelo Económico não arriscam uma previsão dos resultados mas salientam o efeito das sondagens junto dos partidos. Já junto das pessoas têm um efeito pouco mobilizador, garantem.
"As sondagens influenciam fundamentalmente os candidatos, as estratégias e as mensagens", diz António Costa Pinto, sublinhando que "são úteis para o futuro" dos partidos. "Há uma influência directa nos partidos porque há um acompanhamento diário que resulta em flutuações de ânimo ou mudanças de estratégia", remata João Cardoso Rosas. O professor de Ciência Política dá mesmo o exemplo de António Costa que radicalizou o discurso nos últimos dias. "O PS tinha um discurso mais brando e a partir do momento que as sondagens não apontam numa mobilização está a endurecê-lo.
Isso é muito visível".
Mas, no que toca em mobilizar o eleitorado, as sondagens não têm o mesmo resultado.
"A abstenção é gerada por causas mais profundas: o desencanto com o sistema e o esvaziamento da democracia", diz Cardoso Rosas. Costa Pinto complementa referindo o "efeito menor" das sondagens junto de um segmento "pequeno da sociedade que aposta sempre em quem vai à frente". Mas lembra: "Ninguém ganha ou perde eleições por causa das sondagens".
Estivessem as sondagens a dar os mesmos resultados que há dois meses (PS destacado na frente) e essa notícia teria saído? Já aqui escrevi, e volto a dizê-lo: de modo esmagador, as sondagens nos últimos anos têm estado bastante certeiras. Claro que se entrevistassem 1 milhão de pessoas através de voto em urna poderiam estar ainda mais certeiras, mas não é esse o objectivo das sondagens.
O jornalista que escreveu o artigo revela uma ignorância extrema em apontar erros nas sondagens no Reino Unido, onde as sondagens acertaram em cheio (os 3 principais partidos tiveram uma votação dentro da margem de erro da última sondagem realizada por cada centro de sondagens).
Estivessem as sondagens a dar os mesmos resultados que há dois meses (PS destacado na frente) e essa notícia teria saído? Já aqui escrevi, e volto a dizê-lo: de modo esmagador, as sondagens nos últimos anos têm estado bastante certeiras. Claro que se entrevistassem 1 milhão de pessoas através de voto em urna poderiam estar ainda mais certeiras, mas não é esse o objectivo das sondagens.
O jornalista que escreveu o artigo revela uma ignorância extrema em apontar erros nas sondagens no Reino Unido, onde as sondagens acertaram em cheio (os 3 principais partidos tiveram uma votação dentro da margem de erro da última sondagem realizada por cada centro de sondagens).

Está a acontecer uma coisa curiosa em relação às sondagens este ano, todas as noticias sobre as sondagens espalhadas pelos canais noticiosos na internet estão cheias de comentários a dizer que são encomendadas, que são forjadas pelo governo ou encomendadas, chega a ser ridículo e ao mesmo tempo comovente ver os xuxualistas a "chorarem" de desespero pelos resultados que as sondagens apresentam.
Quando não se gosta dos resultados as sondagens estas passam a ser forjadas, aldrabadas, enfim...
Mas veremos se as sondagens estão certas, se não estiverem certas será um enorme falhanço e um abalo enorme na credibilidade das entidades que as fazem.
Se teria saído, não faço ideia. Não fui eu que o escrevi. Se eu tinha feito a mesma pergunta? Sim. Não foram apenas estas sondagens a levar-me a questionar. E dentro destas sondagens, nem sequer foi a coligação à frente o que mais me fez franzir o sobrolho. Bloco de Esquerda à frente do PC e ambos com votações baixas, principalmente o PC, foi o que me fez questionar. A ver vamos...