Política e economia internacional 2020

Como já disse, temos de começar a diferenciar países ricos de países com muitos ricos. Não é, de todo, a mesma coisa.



Esse informação que anda a circular é completamente sensacionalista.

A Hart Island é usada para enterrar esse tipo de pessoas há anos e anos, (deve chegar ao milhão as pessoas lá enterradas) não é de agora, nem é por causa do Trump. Aliás, até há pessoas mais ou menos conhecidas lá enterradas.

Agora, naturalmente que os números subiram.
 
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Esse informação que anda a circular é completamente sensacionalista.

A Hart Island é usada para enterrar esse tipo de pessoas há anos e anos, (deve chegar ao milhão as pessoas lá enterradas) não é de agora, nem é por causa do Trump. Aliás, até há pessoas mais ou menos conhecidas lá enterradas.

Agora, naturalmente que os números subiram.

Não é subiram. É subiram em flecha!
São agora mais por dia do que os que aconteciam por semana! E passaram a ser também não só os mortos de ninguém (os John Doe) como os corpos de pessoas cujas famílias não têm posses para providenciar um funeral dito comum que, agora, também já não é comum.
Disse e repito: temos de distinguir entre países ricos e países com muitos ricos. Não são a mesma coisa. Já não eram mas tudo isto deixou essa distinção ainda mais óbvia.
 
Não é subiram. É subiram em flecha!
São agora mais por dia do que os que aconteciam por semana! E passaram a ser também não só os mortos de ninguém (os John Doe) como os corpos de pessoas cujas famílias não têm posses para providenciar um funeral dito comum que, agora, também já não é comum.
Disse e repito: temos de distinguir entre países ricos e países com muitos ricos. Não são a mesma coisa. Já não eram mas tudo isto deixou essa distinção ainda mais óbvia.

Sim, e sempre foi usado para enterrar mortos de pessoas que não tinham dinheiro para os funerais, ou as famílias. Não vejo o porquê de agora de falar nisto. Subiram em flecha, naturalmente. Também está a morrer muito mais gente.
 
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Sim, e sempre foi usado para enterrar mortos de pessoas que não tinham dinheiro para os funerais, ou as famílias. Não vejo o porquê de agora de falar nisto. Subiram em flecha, naturalmente. Também está a morrer muito mais gente.

Bom, se não vês o porquê de se falar de valas comuns nos EUA, não posso fazer nada. Eu acho que valas comuns devem ser sempre notícia. Num país como os EUA, muito mais, naturalmente.
 
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We need capitalism, because we need wealth and technology, we need patriarchy and tradition, to uphold the enforcement of the marital contract without which our population will disappear, and to keep ethnonationalism in line to prevent ethnonationalism from devouring capitalism with socialism and demotism, and we need ethnonationalism to prevent outsiders from devouring our society and our capitalism with it.

FONTE
 

Esta teoria não invalida uma federação europeia liberal que preserve as culturas nacionais étnicas. Mas invalida uma federação global.

Existem vários nacionalismos cívicos que por incorporarem várias nações étnicas nunca podem ser étnicos e que caso alguém no poder queira fingir que sim vai-se dar mal. É o caso do Brasil e dos EUA.
Temos também o Canadá, o México, a Argentina e a Índia.
 
Esta teoria não invalida uma federação europeia liberal que preserve as culturas nacionais étnicas. Mas invalida uma federação global.

Existem vários nacionalismos cívicos que por incorporarem várias nações étnicas nunca podem ser étnicos e que caso alguém no poder queira fingir que sim vai-se dar mal. É o caso do Brasil e dos EUA.
Temos também o Canadá, o México, a Argentina e a Índia.

Existe na Europa um país com várias línguas e duas culturas religiosas distintas, a Suíça, que funciona há séculos. No entanto toda a gente tem uma coisa em comum: a cultura ocidental europeia. Na União Europeia existe um grupo de países que não partilha a 100 por cento esse legado. São os países mais orientais, como a Grécia, Bulgária ou Roménia.
 
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O capitalismo nunca esteve tão mal!

Ou então quem sofre com ele. O capitalismo é inevitável. Esta é, agora, a nossa forma de vida e não me parece que seja possível (talvez até nem desejável) alterá-la substantivamente. Mas alguns limites, principalmente no que respeita à moralidade, não faziam mal nenhum...
 
O capitalismo existe sempre, sempre existirá, mesmo que de forma clandestina.
Nas crises assume a forma mais abutre com as assimetrias de informação e as desigualdades aumentam se não houver regulação. A riqueza que existe não desaparece, os espertos seguram-na e colocam-na nos melhores buracos que houverem, seja off-shores, ouro, criptomoedas.