Política e economia internacional 2020

We need a foreign policy that focuses on core U.S. interests, clarifies our commitment to democratic values both at home and abroad, and privileges diplomacy and working collectively with allies to address shared security concerns.

Withdrawing from Afghanistan is something we must do. My administration will not make critical foreign-policy decisions like this one via tweet, as our current president does. We will work closelywith our partners and allies to design a serious diplomatic and political strategy to stabilize the region, promote more effective and accountable governance, and ensure that threats do not re-emerge after we leave.

Competitors like China and Russia have exploited our forever wars to expand their economic and political influence around the world. In China, an inner circle led by President Xi Jinping has steadily consolidated power, clamping down on domestic political freedom while aggressively promoting its version of authoritarian capitalism abroad. Russia’s President Vladimir Putin has a grandiose vision of restoring the power that Moscow commanded in the Soviet era, something he knows he cannot achieve. But what he can do, what he is trying to do, is to destroy the alliance of liberal democracies in Europe and North America that stand in the way of Russian resurgence.

Na vertente externa, ainda está para haver uma medida minimamente aplicável.

Há anos que os EUA querem sair do Afeganistão. O governo indígena depende em 75% de ajuda externa e é corrupto até ao tutano. Cessando as transferências, o governo não dura muito perante os Talibã e é essa a realidade. Quando se sabe que o dinheiro vai acabar, rouba-se mais ainda e foge-se para o mais longe possível.

Há política externa mais multilateral que a Europeia? E alguém consegue identificar algum sucesso minimamente relevante?

Russos e chineses têm muito sucesso em conquistar regimes por esse mundo fora porque emprestam dinheiro e estão-se a borrifar para as questões internas. Alguém acha que o MNE chinês vai criticar os ataques do governo polaco aos juízes? A corrupção do governo húngaro? A intenção do governo grego em - e isto é verdade - construir um muro flutuante para impedir a chegada de mais migrantes?

A política externa dos EUA tem muitos problemas mas falta de empenho diplomático não é uma delas.

As propostas da esquerda americana podem ser revolucionárias para o típico votante americano. Mas não significam nada para qualquer observador minimamente informado.
 
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Na vertente externa, ainda está para haver uma medida minimamente aplicável.

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The agreement achieved by the US, Europe, Russia and China with Iran is one of the strongest anti-nuclear agreements ever negotiated. It prevented a war and blocked Iran’s path to a nuclear weapon. I would re-enter the agreement on day one of my presidency and then work with the P5+1 and Iran to build upon it with additional measures to further block any path to a nuclear weapon, restrain Iran’s offensive actions in the region and forge a new strategic balance in the Middle East.

I will work to negotiate a step-by-step process to roll back North Korea’s nuclear program, build a new peace and security regime on the peninsula and work towards the eventual elimination of all North Korean nuclear weapons.

My administration will make clear to Russia that additional aggression will force the United States to increase pressure, including expanding beyond current sanctions. For now, our main priority should be to work closely with our European allies to help the new Ukrainian government make good on its promises to reform the economy, improve standards of living, and substantially reduce corruption.

It’s a hard reality that the United States sometimes has to work with undemocratic governments to protect our own security, but we should also recognize that relying on corrupt authoritarian regimes to deliver us security is a losing bet. Democratic governments that are accountable to their own people, which share our values and have open societies make far better partners in the long term.

My administration would support the negotiations between the Maduro government and the opposition, and work with other countries in our region, and the international community, to support the Venezuelan people’s right to build their own future. The United States should support the rule of law, fair elections and self-determination in Venezuela, as we should elsewhere.

-> https://www.cfr.org/article/bernie-sanders

Uma presidência Sanders não trará nada de novo ao mundo.

É o anti-Trump. O caos será dirigido para a política interna, com resultados imprevisíveis (o mesmo ocorrendo com a Warren).

Muita variável para ponderar.

Uma coisa é o Sanders ser eleito numa economia razoavelmente estável e outra numa recessão com défices superiores os 2 triliões anuais.

Reconstruir infraestrutura não traz assim tantos retornos económicos. E está-se para ver que tecnologia será implementada para substituir os combustíveis fósseis. O tal Green New Deal.

Não sejam Greta. Não há alternativas realistas para substituir os combustíveis fósseis e ainda pode demorar muito tempo até isso ser encontrado.
 
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-> https://www.cfr.org/article/bernie-sanders

Uma presidência Sanders não trará nada de novo ao mundo.

É o anti-Trump. O caos será dirigido para a política interna, com resultados imprevisíveis.

Muita variável para ponderar.

Uma coisa é o Sanders ser eleito numa economia razoavelmente estável e outra numa recessão com défices superiores 2 triliões anuais.

Reconstruir infraestrutura não traz assim tantos retornos económicos. E está-se para ver que tecnologia será implementada para substituir os combustíveis fósseis.

Não sejam Greta. Não há alternativas realistas para substituir os combustíveis fósseis e ainda pode demorar muito tempo até isso ser encontrado.

Eu só quero saber das dívidas com educação e saúde monstruosas. Qual é a solução?
O capitalismo americano atingiu o seu limite.
 
Uma coisa tenho a certeza.

Dificilmente os democratas vão voltar a abordar os 'necessários' cortes nos apoios sociais. Pelo menos nesta eleição.

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De qualquer das formas, mesmo que o Sanders perca e não dure muitos mais anos, dificilmente as ideias 'dele' vão desaparecer. O problema é enorme.

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Aqui o presidente é eleito por sufrágio universal e direto.
A assembleia é multi-partidária e o voto é direto. Mais democrático que nos EUA. Sem questionamento.

O voto no colégio eleitoral é directo. Nas últimas eleições concorreram 7 partidos ao Colégio Eleitoral. O Partido Libertário, por exemplo, teve 3,3%. O sistema eleitoral de círculos uninominais prejudica muito os pequenos partidos, mas eles existem.
Os candidatos de cada partido são escolhidos em primárias abertas à população e não em congressos cheios de caciques como acontece por cá.
Nos EUA os juízes são eleitos directamente. Os sheriffs também. Há referendos sobre tudo e mais alguma coisa. Podes criticar o sistema eleitoral - mais criticável na minha opinião os círculos uninominais do que a constituição do Colégio Eleitoral, na minha opinião, mas não podes dizer que aqui somos mais democráticos que nos EUA.
 
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Se os Europeus quiserem continuar a depender do paternalismo americano para tudo dá jeito o Sanders ou qualquer outro Democrata. Para os europeus que estão fartos disso, Trump foi a melhor coisa que aconteceu. Critico muitas medidas do governo de Trump, acho-o uma besta, mas relativamente à política externa é o melhor Presidente em décadas. E a Europa que aproveite o espaço deixado livre pelos EUA para fortalecer a sua posição no contexto internacional e se libertar da dependência atlântica.

Exatamente a minha opiniao!
 
Numa coisa o Francisco tem razao, a Esquerda só está no poder na Dinamarca porque adotou um discurso que foi de encontro 'a maioria da populacao em vez de se focar no progressismo cosmopolita. Sairam imensos artigos nessa altura sobre isso. A extrema direita euroceptica na Dinamarca que era o terceiro partido mais votado tornou-se completamente irrelevante assim que o centro esquerda decidiu por uma vez comecar a discutir o porque dos cidadaos terem reservas quanto 'a imigracao muculmana e aos refugiados, ou quando comecou a discutir assuntos como a qualidade dos servicos publicos. Esta é a realidade. Ja na Suecia e na Finlandia a coisa nao parece estar a correr muito bem.
 
O voto no colégio eleitoral é directo. Nas últimas eleições concorreram 7 partidos ao Colégio Eleitoral. O Partido Libertário, por exemplo, teve 3,3%. O sistema eleitoral de círculos uninominais prejudica muito os pequenos partidos, mas eles existem.
Os candidatos de cada partido são escolhidos em primárias abertas à população e não em congressos cheios de caciques como acontece por cá.
Nos EUA os juízes são eleitos directamente. Os sheriffs também. Há referendos sobre tudo e mais alguma coisa. Podes criticar o sistema eleitoral - mais criticável na minha opinião os círculos uninominais do que a constituição do Colégio Eleitoral, na minha opinião, mas não podes dizer que aqui somos mais democráticos que nos EUA.
Embora concorde que em muitos aspetos o sistema americano seja mais democrático que cá, acho que os círculos uninominais, ainda por cima enormes como são, distorcem imenso a proporcionalidade e a legitimidade da votação. E acho ridículo que haja partidos com mais de 3% a nível nacional que não consigam eleger uma única pessoa em 538 delegados...
 
Ou seja as pessoas nos EUA que se lixem. Que se lixem os estudantes, que se lixe quem precise de saúde.
A desgraça deles é a nossa oportunidade.

Nao foi isso que eu disse. Obviamente que os Americanos que sao contra o Trump nao é 'que se lixem' mas tambem é verdade que a UE precisava de um abanao para ver se acordava para a vida. Temos de deixar de depender da vontade da America de uma vez por todas! Infelizmente parece-me que o acordar tem sido lento e moroso.
 
Embora concorde que em muitos aspetos o sistema americano seja mais democrático que cá, acho que os círculos uninominais, ainda por cima enormes como são, distorcem imenso a proporcionalidade e a legitimidade da votação. E acho ridículo que haja partidos com mais de 3% a nível nacional que não consigam eleger uma única pessoa em 538 delegados...

O sistema Presidencialista pode ter algumas vantagens mas é extrema nao representativo. Basta olhar para o caso da Franca. É verdade que Macron ganhou, mas a sua base de apoio representa 26 ou 27% que é exatamente a popularidade que tem e que representa o apoio ao Liberais. É impossivel, por muito que se tente, ter um Presidente que corresponda 'a maioria dos cidadaos neste tipo de casos. É por isso que considero um sistema Parlamentar muito mais representativo. E tambem defendo um sistema proporcional e nao a fantochada Britanica, onde se houvesse um sistema proporcional, o Bojo nunca teria tido maioria absoluta para seguir com o Brexit!
 
O défice nos EUA é alto, e porque é que os apoios sociais é que têm de ser cortados? Não há impostos para subir ou os EUA também têm pouca riqueza para distribuir?