Pois. That's my point:
O Hollande também ordenou ataques aéreos depois do Charlie Hebdo.
Apenas e só para mostrar determinação política à população.
De resto, há alguns anos que escrevo o mesmo:
O passado teria evitado o presente. Serve de lição para quem tenha ideias semelhantes.
O futuro se calhar vai ser o passado: guerras mediante terceiros.
Problemas económicos forçarão mais isolacionismo.
O preferível é a UE chamar russos e turcos para fazerem as "partilhas", e depois apoiar alguém com pulso firme ou promover a divisão do país, como foi feito no Sudão.
Na Síria há um rivalidade para quem consegue retirar mais riqueza para pagar o investimento: iranianos ou russos.
Nessa fase final a posição negocial já é muito tardia. Já há 'diplomacia' russa do gás na Europa. Queres mesmo acrescentar os migrantes?
O problema turco na Líbia não é só o facto de poder haver mais um acordo de extorsão. A médio/longo prazo seria (será?) mais um ponto de partida para a exportação de terrorismo islâmico para o resto do continente.
Ninguém garante que depois do Erdogan virá um moderado. E as mesquitas que a Turquia está a construir não vão desaparecer.
