É muito mais fácil influenciar quando há abertura a ser influenciado. Quando se confirma expectativas prévias. E nisso os EUA estão num patamar à parte.
É tudo auto-indulgente, claro. É beneficiar para ser beneficiado:
A arqueologia (não teologia) do primeiro templo é mais complicada. Possivelmente construído nos ~700/600? AEC (antes era comum) e destruído em 586 AEC.
A construção do terceiro templo foi abortada ~363 era comum (EC).
Segundo templo (~516 AEC
70 EC).
O Messias tem que ser da linha davídica (relembro que o tipo é basicamente o símbolo da dominação de Judá sobre Israel e acrescento que na altura - Judaísmo do segundo templo - não havia bem uma visão unificada). Como não há qualquer forma de atualmente provar isso, qualquer um terá que ser inventado. É bem possível que os descendentes de David (se existiu) tenham sido eliminados nas subsequentes disputas pelo poder.
Mesmo construindo um novo templo, dificilmente seria como o antigo. Não me refiro à arquitetura. Os antigos templos foram basicamente matadouros. Tendo em conta a chanfradice religiosa poderia haver alguma exceção, mas com as leis modernas de bem estar animal e de higiente dificilmente se repetiria.
Imaginem quando Jesus disse aos apóstolos que o fim estava iminente e que eles iriam reinar sobre as tribos. Depois os apóstolos veem Jesus ser crucificado e o tempo passa e não só o mundo não acaba como morrem sem reinar as ditas tribos. Os tipos prontamente desaparecem dos registos e - quem sabe? - também pensaram que o seu reinado estava iminente. Todos os dias.
Com a reprovação da mitologia cristã, não implico negar outras coisas. Há muita coisa no que a malta chama de espiritismo, vida após a morte, etc que é mais misteriosa, difícil de explicar e também com enorme variabilidade. Há uma enorme ênfase nas experiências após a morte positivas mas também há igualmente muita malta que não passa um bom momento. Por motivos auto-indulgentes, a malta religiosa habitual tende a selecionar o que lhe mais convém e isso acaba por ganhar dominância na cultura popular.
Há também, vá, 'mediuns' que não são aldrabões e que geniunamente conseguem aceder a informações sobre terceiros que não deveriam saber e tenho a felicidade de conhecer mais do que 1. Portanto, recomendo, há que ter mente aberta.
É tudo auto-indulgente, claro. É beneficiar para ser beneficiado:
A arqueologia (não teologia) do primeiro templo é mais complicada. Possivelmente construído nos ~700/600? AEC (antes era comum) e destruído em 586 AEC.
A construção do terceiro templo foi abortada ~363 era comum (EC).
Segundo templo (~516 AEC
70 EC).O Messias tem que ser da linha davídica (relembro que o tipo é basicamente o símbolo da dominação de Judá sobre Israel e acrescento que na altura - Judaísmo do segundo templo - não havia bem uma visão unificada). Como não há qualquer forma de atualmente provar isso, qualquer um terá que ser inventado. É bem possível que os descendentes de David (se existiu) tenham sido eliminados nas subsequentes disputas pelo poder.
Mesmo construindo um novo templo, dificilmente seria como o antigo. Não me refiro à arquitetura. Os antigos templos foram basicamente matadouros. Tendo em conta a chanfradice religiosa poderia haver alguma exceção, mas com as leis modernas de bem estar animal e de higiente dificilmente se repetiria.
Imaginem quando Jesus disse aos apóstolos que o fim estava iminente e que eles iriam reinar sobre as tribos. Depois os apóstolos veem Jesus ser crucificado e o tempo passa e não só o mundo não acaba como morrem sem reinar as ditas tribos. Os tipos prontamente desaparecem dos registos e - quem sabe? - também pensaram que o seu reinado estava iminente. Todos os dias.
Com a reprovação da mitologia cristã, não implico negar outras coisas. Há muita coisa no que a malta chama de espiritismo, vida após a morte, etc que é mais misteriosa, difícil de explicar e também com enorme variabilidade. Há uma enorme ênfase nas experiências após a morte positivas mas também há igualmente muita malta que não passa um bom momento. Por motivos auto-indulgentes, a malta religiosa habitual tende a selecionar o que lhe mais convém e isso acaba por ganhar dominância na cultura popular.
Há também, vá, 'mediuns' que não são aldrabões e que geniunamente conseguem aceder a informações sobre terceiros que não deveriam saber e tenho a felicidade de conhecer mais do que 1. Portanto, recomendo, há que ter mente aberta.
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