Política e economia internacional

Estado
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A cristandade, velha e decadente.

Mas o que tem o tema que trazes a ver com a política e economia internacional?
E com a Cristandade?
Agreste, reveste os temas que trazes com conteúdo e com substância, por favor.
Dislates destes servem apenas para uma coisa: lixo!
 
De todos os países da Europa, a Alemanha diminui no desemprego, enquanto o resto, a maioria aumentou. Um cresce enquanto os outros perdem.

Isto não é uma Europa justa. Uma Europa justa não pode ter um líder, têm que ser uma união de países com países, não de um ou dois países dominando e governando os restantes. O que se passa agora não é nenhuma *união* Europeia.

É o cada um por si, e cada um tenta comer o que pode.

A Alemanha têm coisas boas? Têm. Como qualquer outro país.

Mas é a arrogância da Alemanha de querer ditar o que é melhor para os outros países que me revolta, e usando instrumentos (como o Banco central Europeu) com sede no seu próprio território. Não é justo. É uma concentração de poder que nunca foi submetida a vontade democrática. É a dominância política e económica da Alemanha. E eu estou farto da forma injusta e anti-democrática que esta Europa tomou.

Bruxelas, ou Berlim, ou Londres, ou Paris não podem dominar o resto da Europa. Mas estou a ver que a maioria de nós, portugueses, perdemos o sentido não só da nossa soberania mas da nossa decência em querer uma vida próspera. É uma figura triste a que alguns portugueses fazem lambendo as botas aos governantes alemães.

Sinceramente a minha esperança é mesmo o Reino Unido. Um país que entra para a Europa, mas que quer manter o poder das suas próprias decisões e soberanias. E claro faz muito bem ameaçar uma saída, porque esta Europa está a ser feita de uma forma muito anti-democrática. Forçam-se medidas políticas, económicas e sociais noutros países.


Esta é que é a verdadeira tomada da Grécia pela Alemanha Nazi, não a actual Alemanha, muitíssimo longe daquilo que demagógicamente fazem dela hoje em dia:

EC7hgCS.jpg

:(
Não gosto do que a foto representa, mas a realidade não se pode esconder.
Os alemães são um dos motores da Europa, responsáveis também pela qualidade e patamar de vida que atingimos.
Não podemos fazer deles os "MAUS" do continente Europeu...
 
Volto a repetir: os Alemães não são os "maus" da Europa.

NÓS somos os verdadeiros culpados da crise no nosso país e não eles.

Fazer de um país o "carrasco" da nossa crise é lançar achas para a fogueira e sacudir a água do capote...

Enquanto não percebermos que somos efectivamente aqueles que podem resolver os problemas internos...não vamos lá!:(
 
Aristocrata, nós, quem?

Eu não sou com certeza.
Nunca votei em qualquer um dos partidos que nos governou e causou esta crise. Nunca contraí empréstimos. Nunca usufruí de nenhum dinheiro que fosse um "chulanço". Até de serviços públicos, raramente usufruí. Nem nunca dei o meu dinheiro aos bancos. A dívida pública, a austeridade, o desemprego não têm nada a ver comigo. Mas será que têm a ver com outros "nós", com outros portugueses?

Então Aristocrata, quem é o culpado em Portugal estar como está?
Que portugueses? Não digam que são todos.

Agora sei que toda esta crise têm que ter responsáveis apurados; governos anteriores PS e PSD, ou os bancos, ou a união europeia.

Duvido que tenha sido a maioria do povo directamente responsável por esta crise. Duvido que tenham sido a maioria das pessoas honestas e que trabalham, seja no público ou no privado. Agora, sei que foi uma maioria dessas pessoas honestas que votou nos partidos que nos enfiaram nesta crise, e que apoiaram esquemas que nos levaram a esta crise.

Esquemas como por exemplo, dar poder de decisões políticas e económicas, e até da emissão da moeda (e agora das políticas de austeridade) que é decidida por políticos, economistas e banqueiros europeus, que não são portugueses e e nunca foram eleitos democraticamente.

Apesar disso a nossa perda de soberania foi na verdade decidida pelos portugueses que votaram no PS e PSD que quiseram a entrada nesta Europa unida economicamente e que nos levou à miséria.

Portanto, eu posso culpar a Alemanha, mas mais culpa têm os nossos governos, e mais culpa têm os portugueses que os elegeram.

Mas eu nunca fiz parte em nada disto.

David: cigarras? Não compreendo porque dizes isso. Eu tenho somente resultado do que trabalho, não sou cigarra, mas queixo-me da forma injusta como esta Europa (e governos portugueses que a apoiam) estão a destruir a vida dos portugueses que trabalham e mal ganham para viver a vida.

Quem têm sorte emigra ou já tinha um emprego seguro. Agora eu por exemplo, que se quiser voltar a Portugal, não vou ter qualquer sorte, por mais que me esforce, no público ou com um negócio privado. E a culpa? De quem disse.

Isto nada tem a ver com cigarras e formigas. É mais os leões do poder a comer as presas da população. E no meio alguns com sorte que se safam, como eu e tu.

Agora podes ter a certeza que se não tivesses sorte, ias pensar de forma diferente. Por exemplo, se tivesses um filho e não conseguisses ter um emprego ou continuar o teu negócio.


Volto a repetir: os Alemães não são os "maus" da Europa.

NÓS somos os verdadeiros culpados da crise no nosso país e não eles.

Fazer de um país o "carrasco" da nossa crise é lançar achas para a fogueira e sacudir a água do capote...

Enquanto não percebermos que somos efectivamente aqueles que podem resolver os problemas internos...não vamos lá!:(
 
David: cigarras? Não compreendo porque dizes isso. Eu tenho somente resultado do que trabalho, não sou cigarra, mas queixo-me da forma injusta como esta Europa (e governos portugueses que a apoiam) estão a destruir a vida dos portugueses que trabalham e mal ganham para viver a vida.

Não és tu a cigarra, nem ninguém em concreto, é o Estado português que tem gasto muito mais do que aquilo que devia.
 
Aristocrata, nós, quem?

Eu não sou com certeza.
Nunca votei em qualquer um dos partidos que nos governou e causou esta crise. Nunca contraí empréstimos. Nunca usufruí de nenhum dinheiro que fosse um "chulanço". Até de serviços públicos, raramente usufruí. Nem nunca dei o meu dinheiro aos bancos. A dívida pública, a austeridade, o desemprego não têm nada a ver comigo. Mas será que têm a ver com outros "nós", com outros portugueses?

Só um pormenor.. Quando referes que nunca usufruiste de serviços públicos, enfim, mesmo que isso fosse possível (acho difícil, no mínimo és cidadão português), o que tenho a dizer é o seguinte:

Bem vindo à sociedade! Numa sociedade, existe um governo e o governo caso necessite de receitas, tem de escolher entre 2 critérios ou por misto de:
- princípio do utilizador/pagador
- todos os contribuintes pagam

depois existem variantes alternativas:
- quem consome, paga.
- quem é proprietário, paga.

Chama-se a isto sociedade! Caso contrário, se eu fosse rico e não precisasse de trabalhar, importasse comida, medicamentos, tudo, enfim, não tinha impostos nenhuns! Mas é que se calhar, ando nas estradas com o carro, que produz CO2, se calhar produzo lixo que alguém recolhe e trata, se calhar se tiver um acidente alguém me transporta e trata numa unidade de saúde.

Numa sociedade, todos deveríamos ter os mesmos direitos, mas também deveres!
 
Tanto amor, tanto ódio

Margaret Thatcher foi uma das figuras políticas do séc. XX que mais ódios e amores despertou dentro e fora do Reino Unido. Na sua morte, defensores e detractores reavivaram emoções adormecidas.

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Enfim, a extrema esquerda a manifestar-se, pena é que a herança ficou por cá, e predomina, ironicamente o Reino Unido em breve só irá ser salvo por uma politica em modo de Thatcher. E se a UE for pro buraco em definitivo então será mesmo uma vitória para uma senhora que sempre foi contra tal.
 
Ela salvou o Reino Unido da bancarrota, depois das asneiras socialistas na década de 70. Fez o que lhe competia, defender os interesses do seu país, ao lutar pelas Malvinas. Os líderes portugueses têm sido tão frouxos que nem souberam garantir para si os arquipélagos e ilhas (Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor). Inglaterra não é Portugal. Os maiores inimigos dos portugueses, como se tem visto nos últimos dias, estão cá dentro.
 
A maior parte dos protestantes das imagens, por altura da morte da Margaret Thatcher, ainda não tinha nascido quando ela entrou para o parlamento Britânico, nem sequer queria saber de politicas ou afins quando ela deixou o poder.
São os eternos descontentes que só traduzem a idiotice reinante por toda a Europa.

Continuo a afirmar: somos, povo, aqueles que podem mudar as coisas, que temos a capacidade de inverter este rumo.
Mas temos também de perceber que o rumo que levamos até agora estava errado. Temos de olhar para trás, perceber onde erramos e tomar como lição de futuro comportamentos que não podemos repetir.
Tem sido assim em Portugal e por toda a Europa.

A desindustrialização da Europa e o aburguesamento da sociedade europeia ao mesmo tempo, levaram à crise atual.
Quem quer ser operário nesta sociedade ocidental? Poucos, muito poucos, não só pelos salários médios como pela posição social ocupada pela classe operária.
Não é verdade para a esmagadora maioria das famílias europeias quer os seus filhos diplomados, licenciados, mestres ou doutores? É um símbolo, um status de diferenciação e muitas vezes de engrandecimento do orgulho.
Procura-se ufanamente o dinheiro, os corredores do poder são inundados por pessoas ávidas por controlar os fluxos financeiros para seu bel-prazer.
Nascem assim os grupos, grupelhos, dentros dos partidos políticos.
Procura-se controlar o poder para que não lhes saia das mãos - o povo não pode controlar a vida destes indivíduos...

Somos culpados? Somos...porque em cada um de nós existe um desejo secreto de fazer parte destes corredores do poder. Se houver hipótese de lá entrar aproveitemos a deixa...:rolleyes:
 
Ridículo. Já está tudo pago e bem pago. Já se esqueceram que boa parte da dívida externa grega foi perdoada? Creio que os principais credores eram bancos da Alemanha. E quanto dinheiro os contribuintes alemães enviaram para a Grécia ao longo de décadas? Estes gregos são mesmo estúpidos.
 
A operação de venda do banco do BCP que ocorreu nesta semana, valeu apenas 1milhão de euros, com custos de 800milhões de euros, perante uma sucursal grega com cerca de 2mil milhões de euros de créditos incobraveis! Em termos financeiros a operação foi bem positiva para o bcp, com uma subida de quase 10% das acções, pois livra-se de lixo tóxico. E em termos económicos, quanto vale agora o bcp?

Penso que aquilo que foi perdoado à grécia, por vários países, foi apenas uma almofada para 7meses.. A dívida grega, é um poço muitoooo mais fundo. Quanto vale aquilo que a grécia ajudou a alemanha no pós-guerra, isso não sei!
 
A operação de venda do banco do BCP que ocorreu nesta semana, valeu apenas 1milhão de euros, com custos de 800milhões de euros, perante uma sucursal grega com cerca de 2mil milhões de euros de créditos incobraveis! Em termos financeiros a operação foi bem positiva para o bcp, com uma subida de quase 10% das acções, pois livra-se de lixo tóxico. E em termos económicos, quanto vale agora o bcp?

Penso que aquilo que foi perdoado à grécia, por vários países, foi apenas uma almofada para 7meses.. A dívida grega, é um poço muitoooo mais fundo. Quanto vale aquilo que a grécia ajudou a alemanha no pós-guerra, isso não sei!

Penso que a Banca alemã vai falir se eles saírem do euro.

Pelo que tenho lido, e nisso sou muito cuidadoso para evitar a propaganda anglo-saxónica contra a Grécia e o euro, mas pelo que fui lendo ao longo de anos percebi que aquilo é um país dominado por um pequeno grupo de famílias, corruptas. A classe média não quer pagar impostos e quer emprego na função pública, para a vida e bem remunerado.

Sabem o El Pais é de Esquerda e tem publicado artigos muito bons sobre a Grécia, passam-se lá coisas que não são faladas pela nossa comunicação social. Os imigrantes são torturados, tratados como escravos, alvos de agressões por parte dos patrões e da Extrema Direita, com a complacência das autoridades e da população. Nós portugueses não somos assim.

Não há mobilidade social, tudo funciona com monopólios, oligarquias, esquemas, corrupção. São muito piores que nós.

Creio que o melhor era serem corridos do euro, pois até falsificaram as contas para entrar na moeda única.
 
Ainda estou aqui a tentar encontrar uma palavra que defina uma empresa que fabrica armas específicas para crianças...

Menino de cinco anos mata irmã de dois com arma oferecida

A vítima foi alvejada pelo irmão com um tiro de uma espingarda 'específica' para crianças, um dos vários artigos do género postos à venda por uma firma da Pensilvânia.:huh:


No estado do Kentucky, um menino de cinco anos brincava, na terça-feira, com uma espingarda que lhe tinha sido oferecida pelos anos, no passado mês de Novembro.

A irmã de dois estava por perto e, acidentalmente, foi alvejada com um tiro no peito, acabando por morrer.

Contactado pelo Expresso, o porta-voz da polícia estadual, Billy Gregory, revelou que, contrariamente às recomendações das autoridades, a arma estava carregada e ao dispor das crianças.

O responsável descreveu ainda que, na mesma altura, a mãe estaria a limpar a casa, apercebendo-se da tragédia quando foi até ao exterior despejar restos de comida.

A arma é uma espingarda modelo 22 LR, um das vários artigos fabricados pela "Crickett", marca especializada em armas para crianças. :facepalm:

O Expresso contactou a sede da empresa, localizada no estado da Pensilvânia, mas não obteve qualquer comentário ao incidente, mas soube que o preço da 22 LR ronda os 150 dólares (110 euros).
http://expresso.sapo.pt/menino-de-cinco-anos-mata-irma-de-dois-com-arma-oferecida=f803985
 
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