Política e economia internacional

Estado
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Será que já encontraram o submarino russo avariado ou abandonado no báltico? :bombar:

Não, nem vão:

Sweden’s navy has cancelled its week-long operation in the archipelago off Stockholm after finding no trace of the Russian submarine widely anticipated by military specialists and the media.

“Our assessment is that in the inner archipelago there was a plausible foreign underwater operation,” Rear Adm Anders Grenstad said. “But we believe that what has violated Swedish waters has left.”

Whatever was there could not have been a conventional submarine, Grenstad said, but a “craft of a lesser type”. It was not possible to state how big it was or to what country it belonged, he added. “The operation is substantially complete. The vessels and amphibious units have gone to port and resumed normal preparedness,” he said.

Guardian
 
Quanto a política de segurança. Tendo em conta o reduzido orçamento militar, a expansão da plataforma continental e a posição estratégica de Portugal no Atlântico, um bom nicho de investigação e expansão tecnológica seria navios de segurança automatizados (os drones navais ainda estão muito atrás dos aéreos). Especialmente aqueles construídos a baixo/médio custo.

Já existem pequenas lanchas, navios de guerra estupidamente caros (mas ainda com tripulação) e navios de carga estão no horizonte. Faltam drones navais com capacidade de vigilância semi-permanente (desde controlo da pesca, contra-vigilância e até busca de submarinos).

Esse tipo de embarcações seriam mais úteis para Portugal do que propriamente submarinos, mas isso é a minha opinião.
 
a imagem de um grupo de aviões russos apenas visíveis em radares militares, que não comunicam com ninguém, num modo autenticamente pirata devia ser considerada uma ameaça de tal modo séria que toda a aviação civil teria de aterrar.

Em vez disso, sobra a paranóia da NATO.

É evidente que isto não é toda a verdade.
 
Força Aérea escolta dois bombardeiros russos em Portugal

29.10.2014 - 21:00 , atualizado 29.10.2014 - 21:36

Caças da Força Aérea Portuguesa escoltaram dois bombaredeiros russos no espaço aéreo português, segundo a NATO, que denunciou, esta quarta-feira, "manobras aéreas incomuns" de "grande escala" da aviação militar de Moscovo no espaço aéreo europeu.

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EPA/FORÇA AÉREA NORUEGUESA
Aviões da Força Aérea norueguesa dirigiram-se ao encontro dos aparelhos russos para os identificar.

Segundo a NATO, os aparelhos russos não tinham apresentado planos de voo, não estabeleceram qualquer contacto com as autoridades de aviação civil e não corresponderam às comunicações, o que "representa um risco potencial para os voos civis".

Em comunicado, citado pela agência noticiosa AFP, a NATO adianta que "detetou e controlou quatro grupos de aviões militares russos a realizarem manobras militares significativas no espaço aéreo europeu", entre terça-feira e hoje.

Aeronaves de três países da Aliança Atlântica descolaram de quatro locais diferentes para realizarem as missões de interceção dos quatro grupos de aviões militares russos "em manobras" nos espaços aéreos dos mares Báltico, do Norte e Negro.

A mais importante operação mobilizou aparelhos de três países da NATO, após a detenção de um grupo de oito aviões russos - quatro bombardeiros e igual número de aeronaves de reabastecimento - a voarem em formação sobre o Atlântico. Aviões da força aérea norueguesa dirigiram-se ao encontro dos aparelhos russos para os identificar.

Seis aviões militares russos alteraram as rotas, mas dois outros, bombardeiros Tupolev-95, não mudaram o percurso, levando aparelhos da força aérea britânica a descolarem para os escoltar até serem entregues à Força Aérea Portuguesa, igualmente para escolta, no espaço aéreo português.

Os outros aviões russos foram controlados pelas forças britânicas e norueguesas.

Outra operação foi conduzida pela Força Aérea turca sobre o mar Negro, para controlar um grupo de quatro aeronaves russas, incluindo dois bombardeiros Tupolev-95, disse a NATO.

Caças alemães também intervieram na terça-feira, para controlar um grupo de sete aviões de combate russos em manobras sobre o mar Báltico.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=4209000&page=2
 
Força Aérea escolta dois bombardeiros russos em Portugal

29.10.2014 - 21:00 , atualizado 29.10.2014 - 21:36

Caças da Força Aérea Portuguesa escoltaram dois bombaredeiros russos no espaço aéreo português,

Portugal tem 4 F-16 na Lituânia ao abrigo dos protocolos de cooperação da Nato. Como nenhum dos 3 países do baltico (Estónia, Letónia, Lituânia) tem força aéria própria, a NATO coloca de forma rotativa numa base na Lituânia aviões ao abrigo dos acordos de protecção mútua, desta vez calhou-nos a nós porque temos lá 4 F-16.

isto só para dizer que essa detecção não foi sobre espaço aério português, mas sim sobre o espaço aério que pertence a um desses 3 países do Báltico.

CPMS.
 
Portugal tem 4 F-16 na Lituânia ao abrigo dos protocolos de cooperação da Nato. Como nenhum dos 3 países do baltico (Estónia, Letónia, Lituânia) tem força aéria própria, a NATO coloca de forma rotativa numa base na Lituânia aviões ao abrigo dos acordos de protecção mútua, desta vez calhou-nos a nós porque temos lá 4 F-16.

isto só para dizer que essa detecção não foi sobre espaço aério português, mas sim sobre o espaço aério que pertence a um desses 3 países do Báltico.

CPMS.

Albifriorento há aí uma confusão qualquer. Os F16 descolaram mesmo da base de Monte Real, os aviões efectivamente encontravam-se em espaço Aéreo Português
 
Então provavelmente assumi erradamente, parti do princípio que a situação fosse sobre o Báltico, onde efectivamente caças portugueses já interceptaram aviões Russos.

Mesmo assim, sendo a base Russa mais próxima em Kalinegrado, é um bocado dificil imaginar um plano de voo que saindo daí se extenda ao Atlântico.
Lithuania_in_European_Union.svg

Na foto está a Lituânia, Kalinegrado é o território a Oeste do vermelho (Lituânia).
A questão aqui é, donde é que os sacanas estão a operar... Cuba??

EDIT: A não ser que tenham voado directamente sobre o Polo vindos da Sibéria, o provavelmente terá sido.
 
Última edição:
Excelente imagem que explica as movimentações russas. São dois blocos militares em 'conflito'. Se amanhã a Rússia novamente enviasse mísseis para Cuba como os EUA querem instalar na Polónia, os americanos fariam o mesmo (embargos, vigilância e afins). Mas, a melhor solução, como já vi artigos hoje, é rearmar a NATO. Não é deixar a Ucrânia como estava (isto tudo começou por causa deste país) mas sim entrarmos em modo 'comando'.

A NATO nada mais é que o segundo exército americano. E como tal os Russos nunca gostarão dela. Aliás, só está a contribuir para uma nova divisão do mundo em dois blocos. Como já escrevi várias vezes, os americanos estão a fazer o mesmo aos chineses:

China has warned the United States to end its military surveillance flights near Chinese territory, rejecting claims by Washington that a Chinese fighter jet made several "dangerous" and "unprofessional" passes at a U.S. Navy plane last week.

The U.S. should take "concrete measures" towards ending reconnaissance operations off the coast of China if it wants to improve bilateral ties between the two countries, a spokesperson for China's Defense Ministry, Yang Yujun, said at a regular press briefing in Beijing on Thursday.

CNN

Infelizmente há um duplo critério. Os voos de uns são indício de guerra iminente. Os voos de outros são omitidos das notícias.
 
Vão desembarcar em São Pedro de Moel... amanhã parte um comboio de navios com os palácios já desmontados. Vamos ter uma nova cidade: São Petersburgo de Moel
 
E é um choque verem os russos anexarem a Crimeia e apoiarem a Síria. Kalinegrado está rodeado de países da NATO, a Turquia (membro da NATO) tem o controlo do acesso ao Mar Negro. O único aliado com base naval no Mediterrâneo é a Síria. Sem esse porto só há instalações russas no Círculo Árctico (e isso não resulta muito bem).

Em notícias mais 'alegres'. Mais um conflito a começar em Israel. A mesquita Al-Aqsa (construída por cima do destruído templo de Salomão) foi fechada:

The Al-Aqsa Mosque in Jerusalem has been closed to all worshipers for the first time since 1967. Palestinian leader Mahmoud Abbas called the closure a ‘declaration of war.’

Both Jewish and Muslim worshipers will be prohibited from visiting the site “until further notice,” Israel’s public security minister said. Following the announcement, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu ordered "a significant hike" in the number of police forces patrolling Jerusalem, Naharnet daily reports.

RT

Adição:

Não sou pró-russo. Sou pró-paz. Devo ser o único que pensa que não se pode ir para a guerra (e muito menos ganhar) contra um país com +8000 bombas nucleares...
 
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