Previsão e Seguimento Furacões (Pacífico Leste e Central 2015)

Tópico em 'Tempo Tropical' iniciado por Felipe Freitas 21 Mai 2015 às 06:01.

  1. Orion

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    A minha intervenção foi para confirmar o que escreveste.
     
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  2. StormRic

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    #332 StormRic, 24 Out 2015 às 02:17
    Última edição: 24 Out 2015 às 02:22
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  3. Vince

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    Furacão

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    O mais intenso ciclone tropical continua a ser o Tip, e o mais mortífero continua a ser o Bhola.
    O conceito de pior é uma coisa relativa, uma depressão tropical em certos países causa mais mortos que um categoria 5 noutros.
    Este tornou-se o mais intenso de sempre no Pacífico leste. Note-se que este teve um avião a fazer medições com sondas, o que infelizmente não acontece desde há umas décadas no pacífico ocidental, onde actualmente é tudo por estimativas.
     
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  4. guisilva5000

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    Mas este furacão não tem ventos superiores ao Tip?
     
  5. Vince

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    Medidos por instrumentos, neste caso de um avião de reconhecimento. Daí o que referi, no pacífico ocidental há décadas que só se fazem estimativas por satélite.
    Quem esteja habituado a acompanhar as temporadas no Atlântico sabe como por vezes aparecem valores surpreendentes que se não andasse por lá um avião, ninguém fazia ideia. E às vezes basta meia hora entre duas passagens do avião pelo centro para haver diferenças enormes. O furacão Wilma de 2005 que tem o recorde de mais baixa pressão no Atlântico só foi medido porque andava lá um avião, de contrário a estimativa por satélite seria superior.
     
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  6. StormRic

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    A precipitação já atingia acumulados de 170mm mais de uma hora antes de o furacão entrar em terra. No Nevado de Colima era de 256 mm só até às 20:50 utc, mais de 4 horas atrás.

    http://smn.cna.gob.mx/emas/
     
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  7. StormRic

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    Atenção que as unidades estavam em medidas inglesas, 210 m.p.h, logo 94,3 m/s ou seja 339,5 Km/h !! (valor indicado como suspeito).

    http://mesowest.utah.edu/cgi-bin/dr...1=00&hour1=00&hours=24&graph=0&past=0&order=1

    Esta estação é em Chamela, apenas a cerca de 30 Km a noroeste do ponto de landfall.

    Aquele é um valor de rajada às 23:10 utc, suspeito por ser mais de duas vezes superior ao valor do vento médio, mas meia hora depois, precisamente à hora em que o olho passava mais perto, 23:50 utc, a estação registava vento de 82,7 m/s (298 Km/h) (não é rajada). Entre as 23:50 e as 00:30 deixou de registar o vento e quando retomou apresentava 72,6 m/s (261,4 Km/h).

    Esta estação terá apanhado a parede noroeste do olho. Mas na parede nordeste os valores podem ser superiores.

    Outras estações num raio de 200 milhas:

    http://mesowest.utah.edu/cgi-bin/dr...unit=0&lat=19.49833&lon=-105.04472&radius=200

    Vou tentar compilar os dados de vento e precipitação das estações que conseguir encontrar em toda área atingida.
     
    #337 StormRic, 24 Out 2015 às 02:44
    Última edição: 24 Out 2015 às 03:07
  8. under

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    Esta imagem quando foi postada aqui era a actual?
    Qual a a fonte onde foi retirada?
     
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  9. StormRic

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    Em três horas depois de entrar em terra, a diminuição das dimensões é notável:

    [​IMG]
     
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  10. under

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    Cumulus

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    Mesmo....alguma explicação?
     
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  11. Macuser

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    Ele formou-se repentinamente e está a perder força tão depressa...

    Isto é o quê?

    Só este e a tempestade eletrica na Madeira...

    Dass
     
  12. under

    under
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    #342 under, 24 Out 2015 às 06:58
    Última edição: 24 Out 2015 às 07:34
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  13. Iuri

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    As características do terreno escangalharam-no, refiro-me ao sistema montanhoso junto à costa.
    Se tivesse passado por terreno plano o cenário teria sido muito diferente.
     
  14. Vince

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    Mas é normalíssimo enfraquecer quando chega a terra, no que toca a vento, que a precipitação essa pode subsistir bastante tempo. Estranho seria se não enfraquecesse :)
    Quando o olho dum furacão entra num continente, significa que cerca de metade do sistema já está sobre Terra, pelo essa parte já não é alimentado com a "energia" que obtém do calor da água.
    Já numa pequena ilha ou península pode ser diferente, o centro pode estar sobre terra mas o sistema pode continuar quase todo sobre mar.


    Certo, parcialmente. Mesmo em terreno plano acaba o fornecimento da energia que referi.
    Mas com montanhas além da energia as serras destroem muito rapidamente a circulação dos níveis baixos do ciclone, "escangalham" a estrutura como referes.
    Embora seja de referir que se há montanhas, isso geralmente significa precipitação catastrófica num caso destes. Ar extremamente saturado em humidade a ser atirado a grande velocidade contra serras significa inundações rápidas, enxurradas, deslizamentos de terra, etc.
     
  15. Iuri

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    Certo. Parece que em Guadalajara a precipitação foi muito severa...

     
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