Seguimento - Incêndios 2017

Tópico em 'Biosfera e Atmosfera' iniciado por bigfire 17 Jan 2017 às 18:18.

  1. dahon

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    Nimbostratus

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    @camrov8 Esta imagem foi fornecida pelo director do IPMA numa conferência de imprensa.
    O erro associado é de 4km.
    [​IMG]
     
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  2. Hawk

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    Nimbostratus

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    Do ponto de vista dos seguros, fará diferença o fogo ter tido origem criminosa ou origem natural? Falo particularmente das pessoas que faleceram nos carros...
     
  3. Lousano

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    Curiosa essa imagem.

    Aqueles dois pontos vermelhos ficam ligeiramente a Oeste da minha casa.

    Aqui não existiu qualquer trovoada, nem nuvens existiam para isso.

    Apenas existiam nos locais do costume, surgiam a sul e a sudeste da serra.
     
  4. huguh

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    A esta hora ainda 3 incêndios ativos

    Góis, 1194operacionais
    Lousa, Torre de Moncorvo, 45op
    Cabanas de Cima, Torre de Moncorvo, 73op
     
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  5. guisilva5000

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    Pergunta: raios intra nuvens chegam ao solo?
     
  6. Toby

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    Bom dia,

    Oh sim!
    O seguro cobre as catástrofes naturalidades, não as criminosa.
    Penso que o mecanismo é +/- que na Bélgica: se o governo decretar “a catástrofe naturalidade” as companhias são obrigadas compensar os bens destruídas.
    Normalmente a Europa impõe que cada país um fundo para aquilo (fundo alimentado por uma parte dos prémios de seguros pagada por nós todos)
     
  7. Toby

    Toby
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    Nimbostratus

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    Qualquer é dito!
    Agora é necessário agir.
    Como IPMA diz à página 6: PORTUGAL SEM FOGOS DEPENDE DE TODOS
    Os amadores de meteorologia têm o seu lugar neste combate, como em outros países!

    Como diz os ingleses no texto do blog, (os estrangeiros) não compreendemos que nada não move.
    Desculpar se ofend-os-er mas estou cólera contra esta passividade.
     
    Teya e Prof BioGeo gostaram disto.
  8. slbgdt

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    Cumulus

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    Portugal sem fogos é uma utopia.
    Temos condições ideais para os incendios florestais.
    Sempre os vamos ter.
    O possível e reduzir os danos que produzem
     
  9. slbgdt

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    Cumulus

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    @Snifa o modo de detectar o início de um incêndio é bastante simples.
    O SEPNA da GNR está habituadissima a investigar.
    Basta recolher informação de populares e dos primeiros combatentes.
    Saber como estava a sua chegada.
    Daí ver o vento e a intensidade com que passou.
    Daí chegarem a tal árvore partida pela trovoada e com sinais de o fogo ter pouca intensidade ali.
    Se a PJ (porque é competência desta polícia) juntamente com o SEPNA diz que o fogo começou ali quem terá mais competência e afirmar o contrário?
     
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  10. Toby

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    Nimbostratus

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    É uma expressão como quando diz-se “mais nunca aquilo” como o slogan contra as violências conjugal!
    O risco 0 não existe mas sem estar a agir permanece-se com um risco muito elevado.
    Quando vejo, não atrasado que ontem ao meio-dia, trabalhadores que constroem uma casa FAZEM FOGO PARA COMER com terrenos não limpado menos de 20 m… há um problema!
     
  11. jonas

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    Três incêndios ativos: 2 em Torre de Moncorvo (38 bomb e 75 bomb) e Góis (1200 bomb)
     
    luismeteo3 gostou disto.
  12. slbgdt

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    Cumulus

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    @Toby já estamos a falar num problema diferente.
    Que é a cultura de fogo portuguesa.
    Famalicão da Serra que fez 6 mortos entre os combatentes, começou numa máquina agrícola a limpar um terreno.
    Esse é um problema de cultura e que não é resolvido pelo IPMA mas com tempo nas escolas.
    Assim como a reciclagem
     
  13. David sf

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    Se o erro associado é de 4 km, a única coisa que se prova com este mapa é que entre as 12h e as 15h nenhuma DEA atingiu o solo no concelho de Pedrógão Grande.
     
    WHORTAS, guisilva5000 e jonas gostaram disto.
  14. jonas

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    Cumulonimbus

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    Incêndio em Gois dominado!:)
     
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  15. Snifa

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    Super Célula

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    GNR explica: incêndio "surpreendeu todos" ao atingir EN 236

    O Comando Geral da GNR considera que a Estrada EN-236-1, onde ocorreu um elevado número de mortes no sábado, foi atingida no incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande de forma "inesperada e assustadoramente repentina, surpreendendo todos", vítimas e Guarda.

    Esta é uma das posições defendidas pelo Comando Geral da GNR em resposta ao pedido de esclarecimento urgente feito pelo primeiro-ministro, António Costa, que na terça-feira questionou qual a razão para não ter sido encerrada a EN 236-1, no sábado, durante a fase de expansão do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande, distrito de Leiria.

    No documento agora enviado ao primeiro-ministro, ao qual agência Lusa teve acesso - que será publicado no portal do Governo na Internet e que já foi enviado aos diferentes grupos parlamentares na Assembleia da República -, a GNR salvaguarda que, a par desta primeira resposta a António Costa, está também em curso "um processo de inquérito mandado instaurar pelo Comando Geral que corre os seus termos".

    "Foi num contexto de fenómeno invulgar que terão ocorrido os fatídicos acontecimentos da EN 236-1, uma vez que o fogo terá atingido esta estrada de forma totalmente inesperada, inusitada e assustadoramente repentina, surpreendendo todos, desde as vítimas aos agentes da proteção civil, nos quais se incluem os militares da Guarda destacados para o local", lê-se na parte conclusiva da resposta ao líder do executivo.


    Segundo a explicação da GNR, no quadro do combate ao incêndio de Pedrógão Grande, "as patrulhas da Guarda, face à leitura da situação, havendo perigo para as pessoas e seus bens, e considerando a aproximação do fumo e fogo, cortaram a circulação no Itinerário Complementar (IC) 8 cerca das 18:50".

    "Passado algum tempo, tornando-se insustentável, pela evolução do incêndio, permanecer no mesmo local, a força da GNR foi forçada a recuar para a zona de confluência do referido IC 8 com a EN 236-1, mantendo-se, no entanto, no IC 8, garantindo o corte do itinerário no sentido oeste/leste", refere o Comando Geral.

    Assim, de acordo com a mesma força, "o trânsito proveniente de oeste passava a ser encaminhado para a passagem superior, existindo ali três opções para os automobilistas: retroceder pelo mesmo IC em direção a oeste; tomar a EN 236-1 em direção a Figueiró dos Vinhos; ou a EN 236-1 em direção a Castanheira de Pera".

    Nesta missiva, o Comando Geral da GNR sustenta depois que não havia então "qualquer indicador ou informação que apontasse para a existência de risco potencial ou efetivo em seguir por esta estrada (EN 236-1) em qualquer dos sentidos".

    A GNR aponta ainda dificuldades operacionais na missão de cortar a EN 236-1.

    "Acresce ainda referir que o acesso à EN 236-1 se faz a partir de múltiplos locais, muitos deles provenientes de pequenas localidades e propriedades existentes e não apenas a partir do IC 8", observa-se no documento.

    Ainda segundo o Comando Geral da GNR, "apesar das dificuldades nas comunicações (todas), a Guarda montou em toda a área o socorro e apoio às populações, tendo em conta os múltiplos focos de incêndio e as povoações e casas em risco".

    "É relevante salientar que, durante o período em análise, como tem sido sustentado por vários especialistas, a zona foi alvo de condições meteorológicas verdadeiramente anómalas e adversas, com trovoadas secas e ventos intensos, que provocaram múltiplos focos de incêndios e propagações galopantes e imprevisíveis", acrescenta-se na resposta ao pedido de esclarecimento urgente feito pelo primeiro-ministro.

    http://www.jn.pt/nacional/interior/gnr-explica-incendio-surpreendeu-todos-ao-atingir-en-236-8581518.html


    A justificação mais fácil, e totalmente previsível...não se antecipa o perigo, não se previne... e depois...é o que se chama " sacudir a água do capote":unsure:

    A culpa é da Natureza, pois claro, em Castelo de Paiva, a queda da ponte também foi do excesso de chuva que aumentou o caudal do Douro, ou seja a Natureza.
     
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    #1095 Snifa, 22 Jun 2017 às 11:24
    Editado por um moderador: 22 Jun 2017 às 13:14
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