Yup vi a previsão e era outra ciclogênese explosiva.Dia 6/7 de Fevereiro pode vir outra.
Bem apontado.E também não esquecer que, nesta altura do ano, a noite é maior que o dia, o que torna mais provável que chegue de noite...
Só se apresentares as estatísticas, porque estatísticas de cor são questões de opinião, não servem para esclarecer a questão.Podemos ver as coisas por aí sim, mas sendo sistematicamente a acontecer não acredito nessa teoria.
Não contavam com o Sting Jet, ele é que entrou a sul da Figueira e foi ele o responsável pelos maiores estragos que ficarão na memória, logo a memória ficará que o Kristin entrou a sul da Figueira, mas não é inteiramente verdade. A trajectória do centro real não esteve assim tão longe da prevista, mas Kristin "alargou-se", por assim dizer, e a própria frente fria trouxe bem mais a sul os ventos ciclónicos até a AML mantendo o centro bem longe a norte. Isto não era nem foi um furacão, concentrar a atenção no centro pode ter sido um erro. A mesma frente fria foi responsável por rajadas na Região Sul que rivalizaram em muitos pontos com as atribuídas às zonas de Avisos mais elevados.Tudo indicava que o centro da depressão iria entrar a norte do cabo Mondego.
Consigo ver a outra animação, do Sat24, mas esta não consigo. Por vezes acontece isto com os vídeos do Imgur, sem que eu perceba porque deixo de os ver até quando já os tinha visto uma primeira vez.Animação com imagens de radar do IPMA da passagem da Kristin e respetivo sting jet.

Não, nada a ver com furacão a não ser a intensidade dos ventos. Mas a distinção está nas próprias cartas do NWS que identifica com 'Hurricane Force [Wind]' e não 'Hurricane'. Não confundir sistemas meteorológicos de geração e estrutura diferentes com a semelhança entre intensidades dos parâmetros meteorológicos associados (vento, pressão, por exemplo).isto esteve mais para Furacão Kristin do que Depressão Kristin... E não se esqueçam que já houve furacões no Atlântico em janeiro (2016), e passou nos Açores.
23 Dezembro de 2009, ainda ontem falei nisso aqui.

https://www.cmjornal.pt/portugal/de...cou-pelo-menos-dois-f16-na-base-de-monte-real
A previsão do ECMWF falhou um pouco na localização, parece-me que o núcleo da depressão entrou mesmo sobre a Figueira da Foz, e o previsto, mesmo na saída das 18z, é que entrasse pela ria de Aveiro. Foram cerca de 60 km de diferença, que acabaram por sacrificar Leiria. Mas acho que intuía o sting jet, na medida em que um modelo global o pode fazer. Na imagem de nuvens + precipitação, intuí-se qualquer coisa, e até se vê uma intrusão de ar seco a sul da nebulosidade:Não contavam com o Sting Jet, ele é que entrou a sul da Figueira e foi ele o responsável pelos maiores estragos que ficarão na memória, logo a memória ficará que o Kristin entrou a sul da Figueira, mas não é inteiramente verdade. A trajectória do centro real não esteve assim tão longe da prevista, mas Kristin "alargou-se", por assim dizer, e a própria frente fria trouxe bem mais a sul os ventos ciclónicos até a AML mantendo o centro bem longe a norte. Isto não era nem foi um furacão, concentrar a atenção no centro pode ter sido um erro. A mesma frente fria foi responsável por rajadas na Região Sul que rivalizaram em muitos pontos com as atribuídas às zonas de Avisos mais elevados.
Tenho ideia que aquando dos incêndios eles estavam prontos para descolar se assim se justificasse. Na situação de vento extremo a janela de decisão é mais curta, não podes esperar até ao vento chegar. Talvez quando se percebeu a gravidade da situação já não havia tempo útil para por os aparelhos prontos a voar? Porque não faz muito sentido não os tirar dali numa situação destasSanta Mãe do Céuhttps://www.cmjornal.pt/portugal/de...cou-pelo-menos-dois-f16-na-base-de-monte-real
A FAP tem meteorologistas e o comando sabia (ou devia saber) a resistência dos portões.
Mesmo que não tivesse atingido a força observada, o ciclone continuaria a ter força de furacão.
Os caças que estavam no hangar estavam parados há muito tempo em manutenção, leva dias a metê-los no ar...Tenho ideia que aquando dos incêndios eles estavam prontos para descolar se assim se justificasse. Na situação de vento extremo a janela de decisão é mais curta, não podes esperar até ao vento chegar. Talvez quando se percebeu a gravidade da situação já não havia tempo útil para por os aparelhos prontos a voar? Porque não faz muito sentido não os tirar dali numa situação destas
É difícil crer que já passaram 20 anos, o evento que meteu em mim o bichinho da meteorologiaHá 20 anos atrás a Praia da Claridade amanhecia ainda mais clara, oferecendo-nos a primeira de muitas surpresas que ocorreram naquele domingo. Quis o destino que celebrasse esta efeméride num cenário de calamidade.
Neste dia, que muitos de nós nunca esquecemos de celebrar, expresso o meu deseja de que a Figueira e as restantes áreas afectadas pelos acontecimentos das últimas hora recuperem rapidamente a sua graça, e que o próximo evento meteorológico digno de efeméride seja mais parecido ao de há 20 anos atrás do que com o da noite passada.
Há 20 anos atrás a Praia da Claridade amanhecia ainda mais clara, oferecendo-nos a primeira de muitas surpresas que ocorreram naquele domingo. Quis o destino que celebrasse esta efeméride num cenário de calamidade.
Neste dia, que muitos de nós nunca esquecemos de celebrar, expresso o meu desejo de que a Figueira e as restantes áreas afectadas pelos acontecimentos das últimas hora recuperem rapidamente a sua graça, e que o próximo evento meteorológico digno de efeméride seja mais parecido ao de há 20 anos atrás do que com o da noite passada.
A previsão do ECMWF falhou um pouco na localização, parece-me que o núcleo da depressão entrou mesmo sobre a Figueira da Foz, e o previsto, mesmo na saída das 18z, é que entrasse pela ria de Aveiro. Foram cerca de 60 km de diferença, que acabaram por sacrificar Leiria. Mas acho que intuía o sting jet, na medida em que um modelo global o pode fazer. Na imagem de nuvens + precipitação, intuí-se qualquer coisa, e até se vê uma intrusão de ar seco a sul da nebulosidade.