Seguimento Rios e Albufeiras - 2018

Tópico em 'Seguimento Meteorológico' iniciado por SpiderVV 1 Jan 2018 às 00:36.

  1. Tempestade Jimmy

    Tempestade Jimmy
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    Cirrus

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    Pelo menos já temos mais de metade das barragens com mais de 80% de capacidade, o que já é um grande avanço, o sul também já melhorou bem, agora o problema é se depois de abril começa a não vir chuva durante um longo período de tempo, mas creio que não.
     
  2. criz0r

    criz0r
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    @srr eu não tenho qualquer dúvida, em como a Celtejo e afins continuam a efectuar descargas poluentes. Por um lado, esta situação de instabilidade que se viveu nas ultimas semanas só veio a ajudar a "disfarçar" a pouca vergonha que esta empresas andam a fazer com o Tejo. A água no açude de Abrantes é verde com manchas castanhas.
    É triste, ver a inoperância dos sucessivos Governos relativamente a um assunto tão grave e importante como este.. os lobbys da Celulose falam mais alto.
     
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  3. srr

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    Nimbostratus

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    Eu todos os dias vou ao Tejo, adoro a paisagem ver o rio vivo a correr, a fauna e a flora o cheiro agradavel.

    Mas nos ultimos anos é a degradação exponencial, tem dias que o proprio cheiro dá vomitos.
     
  4. Tempestade Jimmy

    Tempestade Jimmy
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    Cirrus

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    O governo não faz nada, ignora um assunto muito grave, é com cada descarga poluente no Tejo que até dói, o ministro do ambiente quando foi ao Tejo em abrantes, falou de uma maneira ridícula, é triste ver um rio que era muito bom ter ficado assim, o rio está cheio de manchas castanhas e de espuma, é horrível isto e a ignorância do governo é ainda mais grave.
     
  5. Manuel Amador

    Manuel Amador
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    Cumulus

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    Praia Fluvial dos Cardigos

    Época baixa.[​IMG][​IMG][​IMG][​IMG]

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  6. Tempestade Jimmy

    Tempestade Jimmy
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    Cirrus

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    Os agricultores do perímetro de rega da Vigia, no Alentejo, uma das albufeiras mais afetadas pela seca, já vão poder semear culturas de primavera/verão, graças à chuva deste mês que aumentou os níveis da barragem.

    "A perspetiva ainda não é de uma campanha de regadio a 100%", porque vai ter "cerca de 30% de limitações", mas "o panorama já é mais animador", disse hoje à agência Lusa Luís Bulhão Martins, responsável da associação de beneficiários da Obra da Vigia, no concelho de Redondo, distrito de Évora.

    Em fevereiro, lembrou, "a perspetiva" dos cerca de 100 agricultores deste perímetro de rega para as culturas de primavera/verão "era assustadora", devido ao reduzido nível de água armazenado na albufeira da Vigia, que se encontrava a 13% da sua capacidade, mas a chuva que caiu este mês veio "salvar a situação".

    Na altura, Luís Bulhão Martins admitiu à Lusa que as culturas de primavera/verão, como o milho ou o tomate, poderiam não vir a ser semeadas, devido à seca e à falta de água.

    "Vamos aconselhar vivamente os agricultores a não as fazerem porque as possibilidades de haver água para elas são muitíssimo escassas", disse, a 21 de fevereiro, o responsável pela associação de beneficiários, prevendo "seríssimos problemas", caso não houvesse "uma mudança climática expressiva".

    Agora, com as chuvadas deste mês, congratulou-se hoje Luís Bulhão Martins, a barragem armazena já "sete milhões de metros cúbicos", o que equivale a "43%" da capacidade total, que ronda os 17 milhões de metros cúbicos de água.

    A campanha de regadio vai, pois, avançar, mas, por enquanto, "com os 30% de limitações", frisou.

    Os agricultores, precisou, têm duas opções: "Ou reduzem em cerca de 30% a sua área máxima de regadio ou limitam em 30% as quantidades de água para regar, é este o quadro atual".

    Segundo Bulhão Martins, esta situação da barragem, que serve para a rega agrícola e para o abastecimento público do concelho de Redondo, ainda pode vir a melhorar, caso chova durante a Páscoa.

    "Uma precipitação como [a que] se prevê para o final da semana" e para "o domingo de Páscoa" pode vir a "melhorar este panorama, que ainda é limitativo", admitiu.

    As terras localizadas junto da albufeira, continuou, "estão cheias de água", pelo que, se vier nova chuva, vai escorrer "para a barragem numa percentagem apreciável" e facilitar o armazenamento de "mais um ou dois milhões de metros cúbicos".

    "É o que nos falta, cerca de 1,5 milhões de metros cúbicos" e aí os agricultores já poderão fazer "uma campanha de rega com normalidade", assinalou.

    O abastecimento público a partir da Vigia "está garantido", graças à ligação desta albufeira ao sistema do Alqueva, que injeta "100 litros de água por segundo" durante 24 horas por dia, disse à Lusa, em fevereiro, o presidente da Câmara de Redondo, António Recto.

    Pelo menos já melhoraram os campos, já estão mais verdejantes.
     
  7. Manuel Amador

    Manuel Amador
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    Cumulus

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    Tejo sem Tágides, mas com água. Se tivesse uma maquina do tempo, sempre gostaria de ver como era o Tejo e outros rios antes de terem barragens.[​IMG][​IMG][​IMG][​IMG][​IMG][​IMG]

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  8. Tonton

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    Nimbostratus

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    Não é necessário tanto...;)

    Basta ir aos arquivos da RTP:

    https://arquivos.rtp.pt/conteudos/cheias-na-regiao-do-vale-do-tejo/
     
  9. Manuel Amador

    Manuel Amador
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    Cumulus

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    Curioso o Hélder Antunes que é aqui de Samora. Ah mais eu queria ir mais atras, a altura das Viagens na Minha terra do Garret (que no fundo é subir o Tejo), e ainda mais para trás.
     
  10. Cinza

    Cinza
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    Cumulus

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    Tribunal substituiu multa aplicada pela IGAMAOT à Celtejo por admoestação

    Coima de 12.500 euros é reduzida para 6.000 euros, mas acaba por ser substituída por admoestação. Celtejo vê assim levantados cinco processos de contraordenação


    O Inspetor Geral da IGAMAOT disse em Santarém que foram levantados cinco processos de contraordenação à Celtejo, dois deles já decididos e impugnados judicialmente, com o Tribunal a decidir, num deles, substituir o pagamento da coima por uma admoestação.

    Nuno Banza, que participou quarta-feira à noite numa sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Santarém dedicada ao rio Tejo e que contou com a presença do ministro do Ambiente, afirmou que a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) tem ainda três desses processos (dois relativos a 2016 e um a 2017, que foram apensados "por economia processual") em fase de decisão.

    Respondendo a uma questão de deputado municipal Francisco Madeira Lopes, eleito pela CDU, o responsável da IGAMAOT afirmou que a empresa de celulose situada em Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) recorreu judicialmente dos dois processos já decididos administrativamente, sendo que num deles lhe foi aplicada uma coima de 12.500 euros e no outro, ainda a aguardar decisão do Tribunal, de 48.000 euros.

    No caso da coima de 12.500 euros, o Tribunal reduziu esse valor para 6.000 euros "e decidiu substituir o pagamento da coima por uma admoestação, ou seja, por uma repreensão escrita", declarou.


    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2...licada-pela-IGAMAOT-a-Celtejo-por-admoestacao

    https://www.jn.pt/nacional/interior...a-celtejo-por-repreensao-escrita-9221783.html

    :angry::angry::mad::mad:
     
  11. JCARL

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    O link seguinte poderá ter interesse para os "Link's úteis".

    http://sir.dgadr.gov.pt/reservas

    É do "SIR — Sistema de Informação de Regadio - Reserva de água nas albufeiras", um site da responsabilidade da Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural enquanto Autoridade Nacional do Regadio.
    Que actualmente tem o "Boletim das Albufeiras actualizado a 23/03/2018" em formato excel para download. O ficheiro contém informação de 44 barragens que abastecem Aproveitamentos Hidroagrícolas.
     
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  12. luismeteo3

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    Chuva repôs níveis das barragens e evitou "catástrofe" no Alentejo
    A chuva deste mês repôs os níveis das barragens no Alentejo e evitou uma "catástrofe" na agricultura, devido à seca, mas esta água deve ser "usada eficientemente", alertou hoje o responsável regional da Agência Portuguesa do Ambiente.


    Lusa29 de março de 2018 às 14:44


    "Foi uma bênção que caiu do céu" e, "neste momento, as disponibilidades hídricas são maiores para a agricultura, mas não são ilimitadas", disse à agência Lusa André Matoso, director da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Alentejo, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

    Com a seca, continuou, o abastecimento humano, considerado prioritário, não estava em risco, mas, se a região tivesse "continuado naquele cenário" que estava a ter "até final de Fevereiro, certamente haveria zonas em que não se poderia regar".

    As "grandes povoações", afirmou, "não iriam ficar sem água para abastecimento", mas a agricultura e o abeberamento de gado iriam sofrer "uma repercussão muito grande".

    "Essa catástrofe [para a qual] estávamos a caminhar, felizmente, está completamente ultrapassada. Esta água está reservada, está armazenada e, agora, é saber geri-la e usá-la com parcimónia", continuando "a regar como se houvesse pouca para que ela dure mais tempo", frisou.

    André Matoso explicou à Lusa que a queda de precipitação verificada desde o dia 28 de Fevereiro e ao longo deste mês não foi "normal" no Alentejo e teve um efeito "particularmente importante" para a região, que está "em seca desde 2015".

    "Em 10 dias deste mês, choveram dois meses de Março seguidos na região", ou seja, "choveu o dobro do que chove num mês de Março normal", indicou, acrescentando, também como exemplo, que na zona de Portalegre, no dia 28 de Fevereiro, quando começou a mudança climática, "choveu mais do que em todo o mês de Janeiro".

    Este Março "húmido" e com "precipitação muito abundante", destacou, foi "muito importante para tudo", não só "para o abastecimento humano, regadio, abeberamento do gado e fauna cinegética", mas também "do ponto de vista ecológico, das linhas de água, da vegetação e dos ecossistemas ribeirinhos".

    As albufeiras alentejanas tiveram, obviamente, uma evolução "muito favorável", assinalou o responsável regional da APA, aludindo à Barragem do Monte Novo (Évora), cujo nível "nem chegava aos 30% no fim de Fevereiro e que atingiu o máximo da sua capacidade, a 10 de Março", encontrando-se, desde essa data, "a descarregar".

    A albufeira do Monte da Rocha, em Ourique (Beja), que "era a situação mais gravosa", com 8% de água em Fevereiro, está, esta semana, "com 26,4%", um nível também superior ao do ano passado, na mesma altura, quando atingia os 20%, disse.

    Outra das barragens da região mais afectadas pela seca, a da Vigia, em Redondo (Évora), acrescentou, estava a 15% da sua capacidade, em Fevereiro, e tem hoje "quase 43% de armazenamento", o que é igualmente superior ao mês homólogo de 2017 (35,7%).

    "O Alqueva também ganhou muita água", atingindo quase os 80%, e "o mesmo aconteceu com as albufeiras de Pego do Altar e Vale do Gaio", no concelho de Alcácer do Sal (Setúbal), que "já estão com mais de 50% das suas reservas hídricas", indicou André Matoso.

    Ainda assim, o director da ARH insistiu nos alertas: "Pelo facto de as albufeiras e os aquíferos estarem a evoluir favoravelmente, não podemos esquecer o passado recente. Agora que a água cá está, temos de a preservar".
    http://www.jornaldenegocios.pt/econ...strofe-no-alentejo?ref=HP_DestaquesPrincipais
     
  13. joralentejano

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    Sem dúvida!! Sinceramente, não sei o que seria disto se não fossem estas chuvas.
    Fala-se sempre mais no Alentejo mas grande parte do país não estava melhor, como seria no caso, por exemplo, dos incêndios, com cursos de água e barragens quase ou até sem água?! Horrível mesmo...
    Foi uma coisa que ninguém esperava, algo excelente. Num mês, tudo ganhou vida novamente, uma alegria! :thumbsup:
     
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  14. luismeteo3

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    Fatima (320m)
    E o melhor é que a chuva vai continuar em Abril! :D
     
  15. david 6

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    Super Célula

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