Seguimento Rios e Albufeiras - 2020

slbgdt

Cumulus
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E será assim tão dificil desobstruir as mesmas comportas, e tornar a fechá-las, depois queixam-se que não há água no rio Mondego.

O Açude de coimbra, como indica o nome, não é um armazenamento de água.
Está ali para criar um nível artificial de água.
O mesmo acontece no cavado e os sucessivos açudes.
O armazenamento do Mondego resume se à aguieira e essa ainda tem bastante água..
 


DaniFR

Nimbostratus
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Algumas fotos que mostram o estado actual do rio Mondego na zona de Coimbra. Com as comportas do açude abertas o nível de água baixou cerca de 1,5m a 2m, são visíveis alguns bancos de areias e muita madeira acumulada nas pontes que veio rio abaixo com a cheio.
Se na tivesse sido feito o desassoreamento, acredito que hoje o rio seria só areia.


Com o nível baixo, a CMC aproveita para fazer limpezas e avaliar os estados dos muros das margens.

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Pedro1993

Super Célula
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7 Jan 2014
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O Açude de coimbra, como indica o nome, não é um armazenamento de água.
Está ali para criar um nível artificial de água.
O mesmo acontece no cavado e os sucessivos açudes.
O armazenamento do Mondego resume se à aguieira e essa ainda tem bastante água..

Quando falei em armazenamento de água, não me estava a referir á questão das barragens, mas sim, da função que este açude, tal como tantos outros, que é manter um nível de água aceitável, dentro das cidades pelo menos.
 

guisilva5000

Super Célula
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16 Set 2014
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Algumas fotos que mostram o estado actual do rio Mondego na zona de Coimbra. Com as comportas do açude abertas o nível de água baixou cerca de 1,5m a 2m, são visíveis alguns bancos de areias e muita madeira acumulada nas pontes que veio rio abaixo com a cheio.
Se na tivesse sido feito o desassoreamento, acredito que hoje o rio seria só areia.


Com o nível baixo, a CMC aproveita para fazer limpezas e avaliar os estados dos muros das margens.

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Ainda vai dar muito trabalho...
 

algarvio1980

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Algarve. Seca extrema obriga a recorrer à água de barragem de abastecimento agrícola

https://www.rtp.pt/noticias/pais/al...e-barragem-de-abastecimento-agricola_v1196703

O problema não será resolvido com uma nova barragem, mas sim com a dessalinização da água do mar, a barragem de Odelouca é a prova disso, que passados 10 anos, a situação é a mesma e a preocupação com a falta de água continua.

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trovoadas

Cumulonimbus
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loule-caldeirao
Algarve. Seca extrema obriga a recorrer à água de barragem de abastecimento agrícola

https://www.rtp.pt/noticias/pais/al...e-barragem-de-abastecimento-agricola_v1196703

O problema não será resolvido com uma nova barragem, mas sim com a dessalinização da água do mar, a barragem de Odelouca é a prova disso, que passados 10 anos, a situação é a mesma e a preocupação com a falta de água continua.
Se tivessem acabado este verão, por exemplo, uma hipotética barragem na Foupana, com estas chuvas teria enchido o volume morto, 10 a15% talvez, o que não serviria de nada. A barragem a médio/longo prazo pode ser solução mas tem de ser pensada, sair do papel, passar a fase de construção e depois esperar que chova para armazenar alguma água já nem digo encher. A curto prazo não existem soluções milagrosas a não ser que chova de modo a encaixarmos mais alguns hm3. Ninguém quer acreditar num cenário muito grave de rutura total mas que estamos a caminhar para isso é inegável. Neste momento as reservas dão claramente até Setembro mas acho que é impensável termos um cenário de seca idêntico ao do ano passado. É a descida ao abismo!
Temos de avançar com a dessalinização (primeiro e rápido) e paralelamente pensar na Foupana também rápido. Obviamente que se amanhã cair uma carga de água descomunal e que encha tudo, tudo isto será esquecido.
 

cepp1

Cumulus
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26 Jul 2017
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Leiria
Algarve. Seca extrema obriga a recorrer à água de barragem de abastecimento agrícola

https://www.rtp.pt/noticias/pais/al...e-barragem-de-abastecimento-agricola_v1196703

O problema não será resolvido com uma nova barragem, mas sim com a dessalinização da água do mar, a barragem de Odelouca é a prova disso, que passados 10 anos, a situação é a mesma e a preocupação com a falta de água continua.

.

a dessalinização em Portugal só está prevista para 2080, até lá terás mais lagos artificias e transvases
 

trovoadas

Cumulonimbus
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dahon

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Voltando a este assunto, que era para ter respondido mais cedo mas a maldita da gripe apanhou-me e depois acabei por me esquecer.

Ontem lembrei-me e dei uma leitura, admito que foi um pouco na diagonal, do relatório da ordem dos engenheiros, "CARACTERIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ESCOAMENTO DO RIO MONDEGO QUE DERAM ORIGEM ÀS INUNDAÇÕES EM COIMBRA EM JANEIRO DE 2016" . http://www.mediafire.com/file/ckbl24zx3ptzvng/Relat%C3%B3rio_Mondego_OE_2016%28Inunda%C3%A7%C3%B5es_2016%29.pdf/file
Ora neste relatório, em que um dos autores é interveniente na noticia, não faz uma única referência à Barragem de Girabolhos. Estamos a falar de uma cheia em que o caudal de entrada e saída no sistema Aguieira/Raiva foi superior ao desta ultima:

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Ps: Infelizmente não guardei a imagem dos dados da Aguieira/Raiva no dia seguinte, mas assim que o caudal de entrada na Aguieira baixou em relação ao caudal de saída, o caudal de saída da Aguieira/Raiva não aumentou mais.

Portanto temos uma situação em que os caudais no sistema Aguieira /Raiva são superiores e a solução Girabolhos não é referida uma única vez mas depois numa situação em que os caudais são inferiores já é a salvação.
Para mim não faz qualquer sentido.
Mais, no comunicado feito pela ordem dos engenheiros do dia 23 de Dezembro também não há um a única referência a Girabolhos.
https://www.ordemengenheiros.pt/pt/...os-infraestruturas-afetadas-bacia-do-mondego/



Já agora deixo aqui umas citações de uma questão recorrente que aparece não só no relatório de 2016 mas também no comunicado da ordem dos engenheiros feitas no dia 23 de Dezembro.

Relatório 2016
Neste contexto, a desflorestação provocada por incêndios e o estudo particular do comportamentos das bacias intermédias não dominadas por aproveitamentos hidráulicos (com relevo especial para a bacia do rio Ceira) devem merecer especial atenção no estudo das condições de escoamento do rio Mondego.

23/12/2019
Encontra-se por controlar o Rio Ceira que tem tido contribuições muito significativas, sendo que no vale do Mondego foram feitas algumas obras de regularização em outros afluentes, caso do rio Arunca, faltando ainda construir algumas delas.
 
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algarvio1980

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algarvio1980

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Barragem da Foupana «é consensual» e «é para avançar»

https://www.sulinformacao.pt/2020/01/barragem-da-foupana-e-consensual-e-e-para-avancar/

:intrigante:

Quando diz que as perdas na rede são irrisórias, só me dá para rir, então na cidade em que ele é presidente a rede não perde nada, só rebenta condutas que engole carros, ora aqui, ora ali não perde nadinha. :rolleyes:

Se a barragem já tivesse sido construída e entrasse em funcionamento, por exemplo em Maio de 2018, a dita barragem não servia para nada, nem o volume morto a mesma teria, se as barragens do Beliche e Odeleite perderam volume desde Abril de 2018 a Novembro de 2019 e só aumentou cerca de 6% no mês de Dezembro, tendo em conta, o volume morto duma barragem que ronda os 10%, servia para quê a nova barragem? :rolleyes:

A música dos políticos algarvios é sempre a mesma, acerca da barragem de Odelouca, diziam que o Algarve não iria ter mais falta de água, não durou 10 anos para que essa realidade fosse desmentida e nunca esta barragem encheu completamente.

Soluções:

- Estudar a dessalinização e avançar com a construção de 1 para projecto-piloto;
- Reutilizar as águas residuais tratadas pelas ETAR's para a agricultura, lavagens de ruas, campos de golfe e jardins;
- Modernizar a eficiência da distribuição da água em baixa, colocando novas condutas evitando fugas na rede;
- Interditar novas plantações de laranjeiras e abacateiros;

Principalmente estas 3 últimas medidas deviam ser as mais urgentes, mas parece que a urgência está numa nova barragem, são as prioridades desta região.

Antigamente, tínhamos a barragem de Odeleite e Beliche que duravam cerca de 3/4 anos sem chover, neste momento, já com Odelouca em funcionamente, temos água para 2 anos, muito má gestão dos recursos hídricos no Algarve, só se pode gastar recursos que existem, mas quando arranca-se árvores autóctones para plantarem laranjeiras e abacateiros está tudo dito e a culpa é de quem gere o país e isto é transversal a qualquer partido seja o A ou B, é tudo a mesma
coisa.

Esta política agrícola no Algarve, vai sair muito cara à região nos próximos anos ou décadas.
 

trovoadas

Cumulonimbus
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loule-caldeirao
Infelizmente estão a discutir essencialmente medidas de médio/longo prazo esquecendo o curto prazo que pode já ser terrível. Ainda por cima medidas cuja eficácia é discutível como as barragens.
Gostaria que me explicassem... tendo em conta os últimos 4 anos (para não dizer mais) e com as barragens todas no volume morto (imaginando esse cenário no fim deste Verão) qual é a chuva que vai restituír alguma coisa? Estes "episódiozinhos" que temos tido? Tivemos um "dilúvio" no caldeirão em Dezembro e só rendeu em média uns 10%nas barragens... Onde está o resto? Novembro 2015? Maio 2016? Março de 2018? " O que vai fazer isso quando tivermos no fundo? Apenas se safou o Inverno 2016/2017 e que foi particularmente restrito ao Algarve. Quando virá um Inverno decente para o sul? Efetivamente vai chovendo mas daí a viabilizar mais barragens tenho dúvidas. Aliàs as existentes começam a ficar condenadas. Quando será o ano de redenção que esperamos à muito (os alentejanos ainda mais)?
Se for amanhã calo-me já...
 

Pedro1993

Super Célula
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Torres Novas(75m)
Criadores de gado já se debatem com falta de água e de pasto

Ministério da Agricultura reprovou candidatura que solicitava financiamento para aumentar o volume útil de armazenamento de água numa pequena albufeira. E não dadas autorizações para novos furos.

Os criadores de gado no Sul estão a começar a sentir problemas para conseguir matar a sede aos seus animais. No entanto, o Governo não está a permitir nem a abertura de furos nem apoia aumentos na capacidade das pequenas albufeiras, apesar de nas medidas de combate à seca estar previsto o apoio à construção de açudes e charcas para assegurar o abeberamento dos animais. Os agricultores dizem que agora só lhes resta esperar que chova.

Um produtor pecuário com a sua exploração localizada em Serpa, apresentou em Setembro de 2019 uma candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural-PDR 2020, julgando ser possível a aprovação de um financiamento de 48 mil euros para aumentar a capacidade de armazenamento de uma pequena barragem que instalou há 14 anos. Nos esclarecimentos que prestou ao PÚBLICO, sob anonimato, o produtor de bovinos explicou que “os invernos em que chove deixaram de ser uma certeza”, colocando a “imperiosa” necessidade de aumentar a capacidade de armazenamento em albufeiras para suprir a escassez de água nos períodos de estio.


O fenómeno que se vem agudizando, sobretudo desde meados dos anos 90, passou a exigir “maiores volumes de água em charcas e pequenas barragens”, evitando “o recurso a novas captações e consequentemente mais impactes ambientais negativos”, reforça o empresário agrícola. Acresce que sua exploração fica num território sistematicamente afectado pela fraca pluviosidade, Verões quentes e secos, secas cíclicas e falta de água.

O projecto que apresentou propunha a limpeza e aprofundamento do leito da albufeira numa área com 5.000 metros quadrados (metade da área de armazenamento) e a construção de um pequeno muro de betão no descarregador já existente, com 50 centímetros de altura. Com estes dois melhoramentos, seria possível “aumentar o armazenamento de água em mais 10.000 metros cúbicos, que viria a acrescer à capacidade actual de 25.000 metros cúbicos de água.

https://www.agroportal.pt/criadores-de-gado-ja-se-debatem-com-falta-de-agua-e-de-pasto/?fbclid=IwAR2zMd_S39hwxwe-Pdla0WF0AaSaKD0KxWKTCsqEi5sGIMp1BieWJEtaICY
 
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Marco pires

Cumulus
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23 Out 2017
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Pinhal novo
eu conheço bastante bem essa zona e posso dizer que ambas as duas barragens (pego do altar e vale do gaio) estão com níveis bastante baixos, até tenho metido aqui fotos e volto a meter já que se está a falar desse local, são de 21 de dezembro.
o que vejo de água no solo está bastante aceitável na zona, mas as barragens estão muito em baixo.
longe vão os tempos em que para passar para a aldeia de Santa Catarina vindo de alcácer era impossível uma boa parte do inverno devido à ponte ficar debaixo de água, quando por vezes até chegava à nacional 253.


pego do altar
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