Biodiversidade

Tópico em 'Biosfera e Atmosfera' iniciado por psm 15 Nov 2008 às 20:50.

  1. rokleon

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    Nimbostratus

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  2. Pedro1993

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    O papa-figos, é de facto um bonita ave, mas nunca a ouvi a cantar ao vivo, mas se ouviste um a cantar aqui numa localidade do meu concelho, é porque elas existem por cá, pode é ser em número reduzido.
    Hoje vi, mais de 8 abelharucos, estavam na estrada, junto aos seus ninhos, que fizeram, numa encosta.
     
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  3. DaniFR

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    Nimbostratus

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    A APA (Agência Portuguesa do Ambiente) continua com a 'limpeza' do Rio Velho época de nidificação adentro. Indiferentes a haver largas dezenas de ninhos de cegonhas e milhafres visíveis nas árvores das margens, com ovos e crias, a zona continua a ser completamente arrasada, as árvores cortadas e os ninhos deitados ao chão. Muitos outros ninhos de outras espécies de aves escondem-se na galeria ripícola, nas margens ou na vegetação aquática.
    As máquinas continuam a descer o rio e a arrasar tudo à sua passagem, avançando agora sobre uma das zonas mais bem conservadas a nível de biodiversidade de todo o Baixo Mondego, com habitats que albergam espécies vegetais raras a nível nacional e que constituem importante local de nidificação para um vasto leque de aves.

    As instituições que deveriam ser exemplares no seu procedimento revelam-se uma vergonha para o país e para os cidadãos.

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    Artigo e Imagens da página do Facebook MilVoz - conservação da natureza.
     
  4. Orion

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    Furacão

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  5. Pedro1993

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    Super Célula

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    Já tinha lido essa notícia, infelizmente a APA, em vez de dar o exemplo em prol da conservação de espécies, faz precisamente o contrário.
     
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  6. belem

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    Cumulonimbus

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    O milhafre-real poderá desaparecer na Andaluzia nos próximos 20 anos se não forem tomadas medidas, alertou hoje uma equipa do espanhol Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC).



    Hoje estima-se que restem apenas 30 casais de milhafre-real (Milvus milvus) na Andaluzia. A espécie só não se extinguiu ainda porque estes últimos milhafres-reais vivem no Parque Nacional de Doñana, revela o estudo agora publicado na revista científica Endangered Species Research.

    Neste artigo, os investigadores documentam com detalhe a “deterioração histórica” que as populações desta ave de rapina têm sofrido desde os anos 1960 até aos nossos dias.



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    Milhafre-real. Foto: F. Sergio



    Chegaram à conclusão que a espécie perdeu 95% da sua população, fora de Doñana, nos últimos 40 anos. De 80 casais nos anos 1980 – quando, fora de Doñana, o milhafre-real ocupava a Serra Morena, a região em volta de Cazorla e o estuário do Odiel – existem hoje apenas três casais.

    Em Portugal, há cada vez menos milhafres-reais a fazer ninho e a reproduzir-se. O primeiro censo nacional da espécie, promovido pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) em 2001 permitiu contabilizar a população nacional em 50 a 100 casais nidificantes. A população residente está classificada como Criticamente Em Perigo de extinção e a população invernante é considerada Vulnerável.

    Esta é uma situação bastante diferente do que acontecia até ao início do século XX. “O milhafre-real era uma espécie bastante comum como nidificante em Portugal, especialmente no Centro e no Sul, vivendo em estreita relação com as populações rurais”, escrevem os autores do livro “Aves de Portugal” (Assírio & Alvim, 2010). Entre as causas deste declínio estão a perseguição directa e os venenos.

    Na Andaluzia, as ameaças a esta ave incluem os venenos, a electrocussão em linhas eléctricas, a diminuição das presas, a transformação do habitat, a exposição a poluentes, o aumento da competição com outras espécies e o aumento da pressão da predação.

    “Ao longo de 60 anos documentámos uma silenciosa diminuição gradual dos efectivos desta espécie, uma marcada contracção da sua área de distribuição e uma deterioração da sua capacidade reprodutora”, disse, em comunicado, Fabrizio Sergio, investigador do CSIC na Estação Biológica de Doñana.

    Acontece que nem mesmo Doñana garante protecção total ao milhafre-real, alertam os investigadores.

    “Estes fenómenos a nível regional são replicados dentro do Parque Nacional de Doñana, só que aqui, por ser uma área protegida, ocorrem a uma velocidade muito mais lenta e cria-se a falsa sensação de que está tudo bem nas áreas protegidas”, acrescentou.



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    Foto: F. Sergio



    Ainda que as áreas protegidas sejam cruciais para a fauna em perigo de extinção, não são a solução definitiva para os problemas de conservação, defendem os investigadores no artigo.



    Um estudo exaustivo
    Para chegar a estas conclusões, os investigadores reuniram os estudos já publicados sobre a abundância e distribuição do milhafre-real na Andaluzia. Depois recolheram e organizaram a informação acumulada nos diários de campo de naturalistas, biólogos, guardas da natureza e fotógrafos que trabalharam ou visitaram Doñana desde os anos de 1960.

    Por fim, completaram esta informação com a monitorização da espécie feita, recentemente, pela Estação Biológica de Doñana e pelos funcionários da área protegida.

    Desde os anos 1990 até à actualidade fez-se um seguimento de campo mais pormenorizado, localizando cada casal e monitorizado o seu êxito reprodutor. “Com esta informação tornou-se mais relevante a crescente importância de Doñana para a conservação desta espécie”, salientou Fabrizio Sergio. “Se nos anos 70 e 80, Doñana albergava cerca de 50% dos milhafres-reais andaluzes, hoje alberga mais de 96% da população.”



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    Foto: F. Sergio



    Dentro de Doñana, a população passou de 70 casais nos anos 1980 para apenas 37 em 2017 e 28 em 2018.

    A redução do êxito reprodutor foi muito marcada durante esse mesmo período de tempo. Actualmente, mais de 70% dos casais não consegue terminar com êxito uma reprodução anual. Passou-se de uma média de 100 novos milhafres-reais por ano em Doñana nos anos 1980 para uma média de 10 na actualidade.



    Actuar com urgência
    Segundo os investigadores, é urgente identificar, localizar e eventualmente corrigir as ameaças à espécie. “É prioritário conhecer o papel que temos nestes factores sobre a redução populacional”, disse Julio Blas, outro dos autores do estudo.

    “É provável que existam interacções entre estes problemas e as alterações climáticas e já começámos um estudo sobre o sistema hormonal e a sua relação com a capacidade de resposta a determinados aspectos ecológicos nesta espécie.”

    Os especialistas recomendam o início de um programa de marcação com localizares GPS que actuem como equipas de vigilância remota, para identificar espacial e temporalmente os indivíduos, localizar em tempo real onde se produz a mortalidade e actuar com rapidez para corrigir os problemas detectados.

    “Se conseguirmos aumentar a sobrevivência dos adultos até chegar a valores máximos registados na bibliografia, em apenas 10 anos seria possível recuperar o limiar de 70 casais que existiam nos anos 80”, concluiu Blas.

    A 7 de Setembro do ano passado, a Junta da Andaluzia apresentou o Plano de Conservação do Milhafre-real que tem como grande objectivo diminuir a categoria de ameaça naquela região espanhola. O Plano, integrado no Plano de Recuperação e Conservação de Aves Necrófagas – com um orçamento anual de 449.184 euros -, assenta em cinco medidas prioritárias para conseguir, pelo menos, entre 50 e 75 casais nidificantes em Doñana e entre cinco e 10 casais no Norte de Huelva. Entre elas estão a diminuição da taxa de mortalidade não natural, através da Estratégia Andaluzia contra o veneno, e reduzir o número de mortes de milhafres por colisão com os aerogeradores dos parques eólicos.

    https://www.wilder.pt/historias/inv...xTd6Z3vtshJLrB6r2ATpa6pXMhAbpIvlGMzG0wpjLdSYA
     
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  7. hurricane

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    Nimbostratus

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  8. Aristocrata

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    Nestas últimas semanas encontrei algumas espécies interessantes:
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    Desculpem o tamanho das imagens e o facto de uma ou outra estar um pouco desfocada. O telemóvel é assim e visualizar as imagens nele também não é a melhor opção.
    Encontrei também uma pequena cobra numa curso de água, cerca de 60-70 cm, fina, com algumas riscas e cor entre o creme\cinza-claro. Não deu para fotografar mas tirei-a da levada funda onde estava pois parecia não conseguir sair de lá - estava enrolada num ramo e água com corrente rápida.
    Outras espécies andam por aí, desde falconídeos vários, pássaros vários e muitos outros fugidios.
     
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    #2709 Aristocrata, 12 Mai 2019 às 21:49
    Última edição: 12 Mai 2019 às 22:00
  9. Pedro1993

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    Super Célula

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    Para observares essa quantidade toda de anfíbios, alguns dos quais que só se encontram em cursos de água, e em locais muito sombrios, são todos um óptimos auxiliares, o escaravelho da palmeira, não deixa de ter o seu encanto, as pessoas a quem esse bicho já lhes matou palmeiras centenárias, é que lhe tem um ódio de morte.
     
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  10. Aristocrata

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    O escaravelho...
    Por acaso não sabia que esta espécie era a responsável pela "extinção" das palmeiras.
    Há um aspecto positivo: o daesh já não será tentado a restituir o califado por não se sentir em casa; sem palmeiras não há "ambiente". :D
     
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  11. belem

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    Cumulonimbus

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    Até Rana iberica tens aí!

    Já agora, este foi encontrado dentro de água ou fora de água:

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  12. Aristocrata

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    Super Célula

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    Foi encontrado dentro de água. Esta espécie de tritão abunda nesta zona, normalmente observam-se dentro de pequenas linhas de água ou fontes públicas, tanques com água corrente de nascente, etc.

    Quanto à rã ibérica, encontrei-a no Gerês. Há-as de cor castanha mas também em cinza-claro.

    A salamandra de pintas amarela estava morta numa linha de água seca. Já há umas semanas avistei outra, também morta, numa estrada de paralelos.
     
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  13. belem

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    Cumulonimbus

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  14. belem

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    Cumulonimbus

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    Ontem à tarde ouvi um papa-figos na Parede.

    Presumo que seja pouco comum nesta região...
     
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