Electricidade sobe para subsidiar empresas do sector

Tópico em 'Ciência Geral, Tecnologia e Energia' iniciado por Gerofil 15 Set 2010 às 12:16.

  1. Agreste

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    Super Célula

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    o meu protesto por ser impossível contratar electricidade sem pagamento em débito directo... aqueles como eu que não confiam nas empresas subcontratadas para fazer as leituras terão de resistir até ao fim do mercado regulado.
     
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  2. camrov8

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    regulado ou não o preço não vai descer pelo contrario é como a gasosa qual concorrencia qual qué
     
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  3. meteoamador

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    Tretas descontos aqui e ali e no fim de contas vem dar tudo ao mesmo mal a ERSE aumenta o liberalizado aumenta também.
     
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  4. Gerofil

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    Olha, olha, eu até nem sabia que era possível ... :lol:

    As novas barragens não vão produzir energia, mas vão custar 16 mil milhões aos contribuintes?

    É preciso reconhecer que se não fossem os ódios de estimação de Mira Amaral o desastre das políticas energéticas do Sócrates e do governo actual, seria ainda menos conhecido do que é. Fui repescar, uma vez mais, um dos seus artigos vitriólicos de onde respigo alguns trechos esclarecedores para a compreensão da formação dos preços da electricidade e da génese do infame défice tarifário que segundo algumas estimativas poderá atingir 8 mil milhões em 2020 ou 1.400 euros em média por alojamento.
    Henrique Neto afirmou que Eduardo Catroga foi integrado na EDP porque ele era um dos maiores opositores das rendas excessivas da EDP. Este é um dos esquemas usados pelas grandes empresas para calar alguns, pois assim Catroga calou-se com o chorudo salário de 45 mil euros/mês...
    Desconheço se são estas também as motivações de Mira Amaral, falar até que o calem por bom preço, entretanto devemos aproveitar a informação que ele revela, nesta guerra das quais desconhecemos a causa. Este video, serve para que todos saibamos porque a EDP continua a albergar ex políticos, continua a ter lucros estonteantes e continua a desobedecer à troika, ao governo e ao interesse nacional.

    ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.pt/2014/06/as-novas-barragens-nao-vao-produzir.html#.U54-IEAvCpo
     
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    #139 Gerofil, 15 Jun 2014 às 01:10
    Última edição: 16 Jun 2014 às 01:50
  5. Gerofil

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    Governo diz que reduziu custos de "3,4 mil milhões de euros” no setor elétrico

    O Governo destacou hoje que os “dois pacotes” já adotados sobre “rendas excessivas no sector elétrico” permitiram “uma redução dos custos” de “3,4 mil milhões de euros”. Em nota enviada à Lusa, o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia reagiu à carta que 18 personalidades enviaram ao primeiro-ministro pedindo mais cortes nas rendas do setor elétrico, sublinhando que “o Governo implementou dois pacotes (em março e setembro de 2013) de redução das rendas excessivas no setor elétrico”, que “totalizaram uma redução dos custos no setor elétrico em 3,4 mil milhões de euros”.
    Segundo noticiou hoje o jornal i, 18 académicos, gestores e empresários – encabeçados pelo antigo ministro da Indústria e Energia Mira Amaral - escreveram a Pedro Passos Coelho avisando que os cortes feitos na energia não chegam para travar o défice e baixar os preços, defendendo que Portugal deve seguir o exemplo de Espanha e aplicar cortes mais agressivos nas rendas e nos custos do sector elétrico.
    Na nota, o ministro Jorge Moreira da Silva contrapõe que “o Governo não só enfrentou, com coragem, os cortes nas rendas excessivas no setor elétrico, como alargou esses cortes à área dos combustíveis líquidos e do gás”, num total de “mais de quatro mil milhões de euros”. Segundo o governante, foram feitos “cortes” nas áreas de “cogeração, eólicas, CMEC [custos de manutenção do equilíbrio contratual], garantias de potência, mini-hídricas, remuneração de terrenos hídricos, distorções no mercado de serviços de sistema, centrais a carvão”.
    Os “cortes” asseguram, segundo o executivo, a redução da dívida tarifária, atualmente “superior a 4,4 mil milhões de euros”, para “cerca de 600 milhões” até 2020, e do défice tarifário, para “uma situação de equilíbrio e, eventualmente, de superavit tarifário”, a partir de 2015. Ao mesmo tempo, o Governo refere que o aumento anual das tarifas no setor elétrico está “limitado a 1,5 por cento + inflação” até 2020 e que voltará a aplicar em 2015, à semelhança deste ano, “uma contribuição extraordinária sobre o setor energético (e não apenas da eletricidade) de 150 milhões euros)”.
    Por outro lado, Jorge Moreira da Silva recorda que “o Governo acordou com a troika” – composta por Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional – “a aplicação de um terceiro pacote de cortes no setor energético”, focado “nas questões sociais e na competitividade das empresas”. Esse pacote envolve “todo o setor” – eletricidade, gás de botija, gás natural e combustíveis líquidos – e pretende “a redução de preços aos consumidores”, diz o ministro, mencionando que será definido “um valor de referência para o gás propano e butano de botija” e alargada a “tarifa social de 60 mil para 500 mil famílias”.

    MSN Notícias
     
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  6. Agreste

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    Petróleo a 45 dólares o barril de Brent para os contratos de fevereiro...
    Produção renovável atinge máximos...

    ERSE continua sem rever preços do sector energético, não obriga as empresas a cortar preços de forma acentuada... andamos a financiar empresas privadas.
     
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  7. Rachie

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    A ERSE nao faz nada. A gold energy cobrou-me dinheiro a mais e a ERSE acreditou mais nos emails deles a dizer que iam devolver do que nas facturas que eu enviei que comprovam que nao! País cheio de ladroes! (Desabafo! Desculpem o off topic)
     
  8. Gerofil

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    Conta da luz: Portugueses pagam 1,2 mil milhões para subsidiar renováveis


    «Os consumidores de eletricidade já pagaram, através da fatura mensal da luz, mais de 9 mil milhões de euros para subsidiar as energias renováveis, desde 2007. Para este ano, o aumento da tarifa volta a incluir um custo de 1,2 mil milhões de euros com esta parcela.»
    «O mercado de eletricidade já tem condições para funcionar sem que os portugueses tenham de continuar a subsidiar as energias renováveis. "Os preços [das renováveis] já são competitivos", sublinhou ontem o presidente da entidade reguladora, numa apresentação no Parlamento.» - Correio da Manhã 14/1/2016
     
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