Electricidade sobe para subsidiar empresas do sector

Tópico em 'Ciência Geral, Tecnologia e Energia' iniciado por Gerofil 15 Set 2010 às 12:16.

  1. nelson972

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    Cumulus

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    O meu tarifário é bi-horário, e pelas minhas contas de consumos acumulados, gasto 38% da electricidade no horário vazio. Acresce que não pago por débito directo, por opção. E faço compras onde me parecer melhor.
    Isto pareceu-me "banha da cobra" desde logo, penso que não me compensa de todo mudar de tarifário, mas admito que muitos consumidores terão vantagens em aderir.... :unsure:
     
  2. filipe cunha

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    Aderi ao EDP/Continente e como ainda só me inscrevi e ainda não tive descontos nas compras....estou satisfeito:lol:

    Para mim pagar por MB ou debito directo, não me faz confusão....não tenho bi-horario, pois já sou escravo do relogio durante o dia e não ter que chegar a casa e sujeitar-me a horarios para ligar o interruptor e outros usos;)....faço compras quase sempre no continente, portanto vem ajudar....
    Quanto mais concorrencia melhor, por acaso tinha aderido há poucos dias à Endesa (5% só nos consumos) mas sai no prazo de lei;)
     
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  3. ecobcg

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    E pronto...já chegou a primeira factura de electricidade com IVA a 23%. A diferença é brutal, como era de se esperar! Posso-vos dizer que sem IVA, a minha factura é de 50€... se fosse com o IVA a 6%, com estava anteriormente, iria pagar 53€... agora com o IVA a 23% vou pagar 61,5€!! São mais 8,5€ só em IVA!:( E também é introduzido o novo imposto "Imposto Especial de Consumo de Electricidade", no valor de 0,0010/kWh!

    Acho que esta vai "doer" a muito boa gente!!!:surprise:
     
  4. Gerofil

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    Tarifas reguladas extintas no gás e eletricidade

    [​IMG]

    O Governo aprovou ontem a extinção das tarifas reguladas de eletricidade e gás natural a consumidores domésticos, cumprindo, assim, uma das obrigações previstas no memorando de entendimento assinado com a Troika.
    Em comunicado do conselho de ministros, o Executivo observa ainda que o fim das tarifas reguladas se aplica a clientes finais com consumos em baixa tensão normal, no caso da eletricidade, e a clientes finais com consumos anuais inferiores ou iguais a 10 mil metros cúbicos, no caso do gás natural. Em simultâneo, foram adotados mecanismos de salvaguarda "dos clientes finais economicamente vulneráveis, no contexto da liberalização, nomeadamente no que respeita ao relacionamento comercial e a tarifas e preços".
    As tarifas reguladas de eletricidade são extintas a partir de 1 de julho de 2012 para os clientes com potência contratada igual ou superior a 10,35 kVA e a partir de 1 de janeiro de 2013 para os clientes com potência contratada inferior a 10,35 kVA. Por seu lado, as tarifas reguladas de gás natural são extintas a partir do próximo dia 1 de julho de 2012 para os clientes finais com consumos anuais superiores a 500 metros cúbicos e a partir de 1 de janeiro de 2013 para os clientes com consumos anuais iguais ou inferiores a 500 metros cúbicos. O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Marques Guedes, acrescentou que os consumidores poderão, durante períodos diferentes conforme os escalões, ter um regime transitório com um fator de agravamento.
    Também ontem, o presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, advertiu, citado pela agência Lusa, que, se o Estado retirar os apoios às centrais térmicas, Portugal corre o risco de um apagão elétrico e de um aumento de 30% no gás em 2013.

    OJE (10/02/2012)

    EDP e Endesa admitem apagões eléctricos se Governo cortar apoios

    Está em causa a garantia de potência, um mecanismo financeiro que recebem como incentivo ao investimento. O cenário ressuscita a ameaça de apagão.
    A EDP e a Endesa preparam-se para parar as centrais eléctricas que beneficiam de garantia de potência no caso de o Governo acabar com este mecanismo de compensação financeira, criado como incentivo ao investimento em novos projectos e que é aplicado também em Espanha.
    O Diário Económico sabe que estão em causa as centrais de ciclo combinado a gás natural de Lares, na Figueira da Foz, e do Carregado, ambas da EDP, assim como a central do Pego, em Abrantes, sob gestão da Endesa. A este pacote juntam-se ainda as centrais abrangidas pelo Plano Nacional de Barragens: Foz Tua, Fridão, Alvito, da EDP, e Girabolhos e Boqueira, do grupo espanhol, a maioria ainda em fase de construção e que representam um investimento global de 2,5 mil milhões de euros.
    A concretizar-se este cenário, a segurança de abastecimento de Portugal fica comprometida e aumenta o risco de apagão, realça o presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, ao Diário Económico. O gestor alerta para o facto de 50% da capacidade eléctrica do País estar fortemente dependente de condições meteorológicas favoráveis. É o caso das grandes hídricas, num total de 4.500 megawatts (MW), e das renováveis, com 4.300 MW.
    As centrais a gás representam 3.800 MW da capacidade instalada nacional, cabendo 1.800 MW às centrais a fuelóleo do Barreiro e de Setúbal, geridas pela EDP e que se encontram em fase de desmantelamento. O restante está afecto às centrais a carvão da EDP e da Endesa.

    Ana Maria Gonçalves

    Económico (10/02/2012)
     
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  5. Mário Barros

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    Troika obriga Governo a renegociar apoios à produção eléctrica
     
  6. Gerofil

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    Mudança de contrato atinge 950 mil clientes em julho

    Entre o dia 1 de Julho deste ano e 31 de Dezembro de 2014, quem tiver um contador com uma potência contratada entre 10,35 kVA e 41,4 kVA vai ter de mudar o contrato de electricidade para um fornecedor que esteja no mercado liberalizado.
    No total, são 950 mil clientes - de um total de 5,7 milhões - abrangidos por este medida que surge por causa do fim das tarifas reguladas - aquelas que aumentaram 4% este ano - e com a criação efectiva do mercado livre de energia.

    Ana Baptista

    Fonte: DN
     
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  7. trovoadas

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  8. Gerofil

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    Oposição liga saída do secretário de Estado da Energia a cedência aos grupos económicos

    Ao fim de quase nove meses em funções, o Governo abre uma primeira brecha nas suas fileiras com a saída de Henrique Gomes da Secretaria de Estado da Energia, uma demissão que é oficialmente atribuída a “motivos pessoais e familiares”. Artur Trindade é o nome escolhido para substituir um governante que se propusera reduzir os “lucros excessivos” das produtoras de eletricidade. Para os partidos da Oposição, é por causa desta intenção que o Ministério da Economia sofre agora uma baixa política. O Executivo, acusam, mostra incapacidade para afrontar os “grandes grupos económicos”.
    É no Ministério de Álvaro Santos Pereira, epicentro de uma acesa controvérsia em torno da orgânica e da distribuição de competências no XIX Governo Constitucional, que acontece a primeira demissão no elenco constituído por social-democratas e democratas-cristãos. Henrique Gomes, antigo administrador da REN e da Gás de Portugal, deixa a Secretaria de Estado da Energia a invocar “motivos pessoais e familiares”. E a enaltecer o desempenho do titular da pasta da Economia.
    “Informei hoje o senhor ministro da Economia e do Emprego da minha decisão de abandonar as funções de secretário de Estado da Energia, por motivos pessoais e familiares. Quero agradecer ao senhor ministro da Economia e do Emprego o privilégio que me foi concedido para desempenhar estas funções, enaltecendo a importância do seu trabalho na liderança deste Ministério”, explica uma nota do ex-secretário de Estado, citada pela agência Lusa.
    Henrique Gomes é hoje substituído por Artur Trindade, até agora diretor de Custos e Proveitos da Entidade Reguladora do Setor Energético. A tomada de posse está marcada para as 15h30 no Palácio de Belém. O governante demissionário tomara em mãos a reestruturação do sector da Energia, assumindo a intenção de proceder a um corte nos pagamentos às produtoras de eletricidade – uma redução que poderia cifrar-se em 2500 milhões de euros, de acordo com um estudo recente.
    A edição on-line do Jornal de Negócios adiantava ontem à noite que Henrique Gomes teria apresentado a demissão na semana passada, depois de ter visto travada uma intervenção no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) sobre o dossier das rendas excessivas, nomeadamente os seus efeitos futuros nas tarifas da eletricidade. O secretário de Estado, recordou o diário, advogou a aplicação de uma contribuição especial sobre rendas excessivas na produção energética regulada. Uma iniciativa que acabaria inviabilizada pelo Executivo - o processo de privatização da EDP foi o primeiro argumento, seguindo-se, mais tarde, uma tomada de posição contrária à alteração unilateral de contratos.
    Entre as forças políticas da Oposição, ganha corpo a tese de que Henrique Gomes sai da estrutura do Ministério da Economia porque o Governo não quis afrontar interesses instalados. Em particular da EDP.
    Um Ministério “errado na sua orgânica” - O incómodo da administração da EDP ficou patente na semana passada, quando o presidente executivo da empresa, António Mexia, considerou que “a questão da existência de rendas é um falso problema”, recusando-se a reconhecer quaisquer proventos excessivos. A EDP não comenta, para já, a demissão do secretário de Estado da Energia. Já a Oposição é rápida a associar a saída de Henrique Gomes a interesses de grupos económicos. E à “descoordenação” na equipa de Santos Pereira.
    “Este é mais um exemplo da descoordenação que grassa no Ministério da Economia. Temos assistido a um ministro que tem sido sucessivamente esvaziado de competências, o que demonstra aquilo que nós sempre dissemos, que este Ministério é errado na sua orgânica desde o início e que o ministro Álvaro Santos Pereira não tem peso político para o gerir, não consegue coordenar uma verdadeira política que vise o crescimento económico e o emprego”, avaliou o deputado socialista Rui Paulo Figueiredo, ouvido pela Antena 1.
    No programa da RTP Prós e Contras, Basílio Horta não hesitou em pôr em dúvida as justificações oficiais para a demissão. “Acho que é o começo da desagregação do Ministério da Economia”, afirmou o antigo presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). O até agora secretário de Estado da Energia, prosseguiu o deputado eleito nas listas do PS, “tinha uma certa ideia, até fez diplomas que nunca chegaram a ver a luz do dia”: “Não são propriamente, julgo eu, aspetos familiares”.
    Também ouvido pela rádio pública, o deputado do PCP Agostinho Lopes considerou, por seu turno, que a demissão “culmina a impotência” do Governo face às grandes empresas: “O Governo a que pertencia o secretário de Estado, que tem sido tão rápido, tão opressivo, tão urgente e mesmo emergente a fazer subir o IVA na eletricidade e no gás natural, ainda no último trimestre do ano que passou, a sacar o 13.º e o 14.º mês aos portugueses, não conseguiu ao fim de sete meses (...) pôr cobro a nenhuma dessas rendas excessivas do sector electroprodutor”.
    O Bloco de Esquerda não tem dúvidas em concluir que “são os grandes grupos económicos” que estão “a levar vantagem” num “diferendo entre a defesa dos consumidores e a defesa” dos interesses empresariais. Pedro Filipe Soares sublinha que deveria caber ao Ministério da Economia a tarefa de “lidar com aquelas que são rendas abusivas no setor energético, particularmente no caso concreto da EDP”. À Antena 1, o deputado bloquista assinalou ainda o facto de se ter alimentado, na semana passada, “a dúvida” sobre a continuidade de Álvaro Santos Pereira quando o ministro “teria já na sua secretária o pedido de demissão do secretário de Estado”.
    Num comunicado entretanto difundido, o Partido Ecologista “Os Verdes” estima que a demissão do secretário de Estado da Energia “muito provavelmente não se pode desligar de um conjunto de nomeações já feitas, designadamente para a EDP”. Os parceiros dos comunistas na CDU consideram também que as empresas do sector da energia “formam um Estado dentro do próprio Estado”.
    “Nada muda” - Diante de Basílio Horta, o secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, quis assegurar que “nada muda com a demissão” de Henrique Gomes. “Confirmo essa demissão por razões pessoais e familiares do senhor secretário de Estado. Mas um Governo funciona como uma equipa”, frisou Carlos Moedas, acrescentando que “o trabalho que o secretário de Estado da Energia começou” decorre de “medidas que estavam no memorando da troika”. “Aquilo que está a ser feito pelo secretário de Estado Henrique Gomes está a ser feito por equipas do Governo, pela própria equipa que eu dirijo, que está a monitorizar”, enfatizou.
    Na RTP Informação, o deputado do PSD Carlos Abreu Amorim falou de desgaste: “São razões pessoais, que era, aliás, o que eu já estava a desconfiar, porque a tarefa governativa hoje em dia, qualquer tarefa política, é extremamente desgastante”. “O combate político ao Ministério da Economia é exatamente ao ministro, ou seja, um combate intuitu personae. Portanto, penso que não será por causa disso que o secretário de Estado se demitiu”, vincou.
    “Lucros excessivos” - Henrique Gomes havia indicado, em fevereiro, que estava a negociar, junto da troika do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia, os “lucros excessivos” das produtoras de eletricidade. O secretário de Estado sustentava então, em declarações recuperadas pela Lusa, que “a EDP e a Endesa” deviam “perder ou atenuar significativamente a sua garantia de potência”.
    Henrique Gomes defendia mesmo a adaptação dos incentivos financeiros para aquelas empresas às necessidades do mercado, de forma a “evitar sobrecustos existentes”.

    Carlos Santos Neves

    Fonte: RTP
     
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  9. Gerofil

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    O discurso que o secretário de Estado nunca leu



    Fonte: livrescowordpress

    O discurso do ex-secretario de estado está aqui.
     
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    #114 Gerofil, 13 Mar 2012 às 21:41
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 03:52
  10. Knyght

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    Para mim o Ministério da Economia, que fique aqui escrito, é o mais competente desde a muitos anos. Não pode é executar as suas ideias entre as troikas e lobbies.
     
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  11. Gerofil

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    Preço da luz poderá subir para facilitar liberalização

    A liberalização das tarifas de electricidade decorre já em Julho, mas haverá um regime transitório que se estende até Dezembro de 2015. Nesse período, as tarifas reguladas serão decididas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e incorporarão um factor de agravamento, para facilitar a transição dos consumidores para o mercado liberalizado.
    De acordo com o diploma publicado em Diário da República, «as tarifas reguladas de venda de electricidade a clientes finais com consumos em baixa tensão (BTN) são extintas: a partir de 1 de Julho de 2012, para os clientes com potência contratada superior ou igual a 10,35 kVA» e a «partir de 1 de Janeiro de 2013, para os clientes com potência contratada inferior a 10,35 kVA».

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  12. ecobcg

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    Reportagem muito interessante a do Repórter TVI de hoje.
    Intitulada de "Faturas de Betão", diz respeito à construção das 9 novas barragens e ao valor absurdo da sua construção (em Parcerias Público Privadas) e à subida dos custos da electricidade.

    Fica aqui o artigo e um pequeno excerto do video (ainda não encontrei o video integral!):



    Video


     
    #117 ecobcg, 7 Mai 2012 às 21:54
    Editado por um moderador: 21 Set 2014 às 04:01
  13. AnDré

    AnDré
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    Dados concretos do mês de Abril do ano decorrente:

    Em Abril foram consumidos 133GWh em bombagem hidroelétrica.
    Desses 133GWh consumidos, foram produzidos cerca de 100GWh.
    Portanto, perda de energia de quase 30%.

    Acontece que os 133GWh tiveram por vezes um custo zero (excedente de produção electrica), ao passo que os 100GWh produzidos foram vendidos, supostamente, em horas de ponta, na altura em que o custo é elevado.
    A teoria da bombagem é essa. Consumir energia nas horas em que a energia é barata, para depois produzir nas horas em que a energia é cara.

    E é claro que tem tudo a ver com a energia eólica.
    No mercado ibérico, a potência eólica tem um peso elevadíssimo. Capaz de fazer os preços de consumo ir além dos 80€/MWh quando não há vento (e por isso é necessário recorrer a outros métodos de produção) e baixar aos 0€/MWh como aconteceu no passado mês em Espanha em dias de muito vento. Nessa altura, ganha quem mais conseguir armazenar.

    E num exercício simples se vê:
    Basta os 133GWh terem sido comprados a 40€/MWh e depois os 100GWh terem sido vendidos a 55€/MWh que já há lucro.
     
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  14. ecobcg

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    O video integral da reportagem:

    http://www.tvi.iol.pt/videos/programa/3944/128753
     
  15. ecobcg

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    Sim André, isso até se aceita sem grandes problemas, o que não se aceita é a construção de 9 novas barragens com bombagem hidroeléctrica, cuja principal função (supostamente) será a de utilizar a energia excedente das eólicas, quando as barragens já existentes já possuem (ou estão em fase de construção da bombagem) bombagem eléctrica com capacidade mais que suficiente para absorver esse tal excedente das eólicas... A remodelação das barragens já existentes fica MUITO mais barata que a construção "desnecessária"(em PPP's) dessas novas barragens!
     

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