Fome continua a atormentar mais de mil milhões

Tópico em 'Biosfera e Atmosfera' iniciado por belem 16 Out 2009 às 22:52.

  1. belem

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    Cumulonimbus

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    Sim e não foi só o Chile, assim como alguns países do Sudeste Asiático.
    Claro que uma das razões pelas quais isto não melhora é devido à POLÍTICA que governa os países.
    E claro que isso é considerado, pois não vejo outra razão, para haver comida para alimentar 2 vezes ou mais toda a população mundial e haver ainda tanta fome.
    Mas o facto é que tendo em conta os objectivos traçados, muito pouco foi conseguido.
     
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    Nimbostratus

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    Sim e nao. Acho tambén é cuestiao cultural como ja dizera.

    Corea do Sul ha 40 anos era una naçao mais pobre e con mais fome que Bostwana e que tudo o Norte da Africa. Mesmo Corea era moito moito moito pobre, ficaba tras quasi tuda a Sul América, e ficaba tras moitos territorios africanos.

    Hoje Corea do Sul e una naçáo desenvolvida, no 2008 ficaba na mesma altura que Grecia, e acredito que hoje nao fica moito lonje de España, se nao ultrapasou a meu país.

    Taiwan hoje mesmo é altura de Portugal, e China nos últimos 20 anos ultrapasara a practicamente tudo o mondo islamico.

    O desenvolvimento de esas naçoes de orientais é surprendente, eles ficaban ha 50 anos tras practicamente tuda Sulamerica. O japao sufreu dous bombas atómicas, mais 20 anos despois eles ficaban como 2ª potencia económica mundial.

    Mais tambén temos outros exemplos do contrario:

    ARGENTINA: sempre fora a Gran Esperanza, a naçao mais "europea" do continente americano, sempre fora "LA GRAN PROMESA". Ate 1950 ficaba acima de Austria, ate 1960 ficaba acima de mitade de Europa Occidental.

    Ate 1971 ficaba acima de Italia.
    Ate 1975 ficaba acima de España.
    Ate 1978 ficaba acima de Grecia
    Ate 1985 ficaba acima de Portugal
    Ate 1986 ficaba acima de Irlanda.
    Ate 1990 ficaba acima de Corea do Sul.

    É un exemplo extraño que nao podemos dizer que fose causa cultural pois Argentina é una naçao "europea", ainda mais, una naçao moito "europea".

    ¿Que acontecera para que una naçáo grandes, con recursos, con boa agricultura, con 80 milhoes de vacas, o "granero del mundo", con poboaçao con gran cultura, e poboaçao europea ficara así?

    CORRUPÇAO, ACHO IMPOSIVEL LEVAR A RUINA A ARGENTINA, TENHES QUE FAZER BOA ROUBALHEIRA DE DINHEIRO PARA ESO.

    OUTRA NAÇAO

    VENEZUELA.

    Vose conhecia que VENEZUELA no 1973 ficaba con PIB/per capita, e nivel de desenvolvimento sobre NORUEGA (capital OSLO)?

    Ata 1970 miles de pesoas de Italia, Portugal e España foran lá, e eles ganhavan 10 vezes mais dinheiro que aquí.


    ACHO QUE A CAUSA DE TUDO É POLÍTICA. Se esa causa esta a continuar nao ha metas nenhuma. O principal é combatir a causa nao os sintomas.

    Con CHAVEZ, MUGABE, KIM IL JONG de Corea do Norte, o Rei de marruecos, nao ha metas nenhuma. É tudo quimera.
    A fome e a necesidade estao a continuar.
     
  3. duero

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    En cuanto a africa, eu penso que nao fizerase boa descolonizaçao. Nao era o momento.

    Mais esto nao digolo eu, nao.
    Temos que fazer caso as pesoas que conhecen pois nao tudas as opinoes sao igual de validas.

    Cando estamos a falar de futebol a opiniao mais valida é de CR7 ou Scolari.
    Cando estamos a falar de relatividade a opiniao mais valida é de Einstein.
    Cando estamos a falar de energía nuclear a opinao mais valida e a opinao do físico nuclear.
    Cando estamos a falar de metereología a opiniao mais valida pode ser a opiniao das pesoas de este foro.

    Acho entao que a opiniao mais valida en estos asuntos político-económicos e de situaçao de africa, deve ser de una pesoa que conheza a política, a economia e a situaçao de africa.

    Eu nao conhezo moito de tudo eso, nao conhezo nada de política, conhezo mais pouco de economía, e nao conhezo a situaçao de africa, pois nunca lí estive.

    Entao eu devo procurar a opiniao de pesoas que conhezan a política, a economía e a africa.

    Eu se que agora é "políticamente incorrecto", mais vou deixar aquí un pouco de una entrevista que a revista argentina EXTRA fizeran en 1968 a una pesoa que conhezia a política, a economía e a situaçao de africa. Una pesoa que os portugueses conhecen moito ben: Antonio Oliveira Salazar.

    REVISTA EXTRA - AÑO IV - Nº 35 - JUNIO 1968
    40 AÑOS EN EL PODER
    Entrevista a António de Oliveira Salazar


    Extra: Otra cosa que molesta "AL MUNDO" es que Portugal insista en mantener la autoridad sobre Angola, Mozambique, Macao...

    Oliveira Salazar: ¿Al mundo? No. A los intereses del EXTRAÑO MUNDO... Angola, Mozambique, Guinea, Macao, son provincias portuguesas, de notable identificación. De estupenda convivencia. La mala información norteamericana lleva a confundir las cosas. Es raro que un país que no logra que el seno de su sociedad pueda integrarse pretos y blancos, intenten en el Africa que los pretos se autogobiernen, en una actitud que llamó demagógica e irresponsable. Piden la libertad fuera de sus límites, pero tiene problemas raciales insolubles dentro de sus fronteras. Y no sé realmente si un día no nos levantamos y estamos ante una guerra civil en EEUU.

    Extra: ¿Sostiene usted entonces que los países del Africa no se pueden autogobernar?

    Oliveira Salazar: Así es...

    Extra: Pero, ¿cuándo podrán?

    Oliveira Salazar: Es un problema de siglos. Dentro de 300 a 500 años... Mientras tanto tendrán que ir participando del proceso... Llámelo a eso neocolonialismo o como quiera, si la palabra está agotada...

    Extra: ¿Y mientras tanto cuánto tiempo más podrá Portugal soportar la guerra terrorista...?

    Oliveira Salazar: Indefinidamente. Es apenas en la frontera y son mercenarios. Nos cuesta 6 millones de contos que salen íntegramente del presupuesto natural... de mayores ingresos...

    Extra: Pero la juventud que tiene que ir allí se queja...

    Oliveira Salazar: Extraño. Porque una estadística prueba que se afirma el sentimiento nacional. Y que el 40% de los que retornan a Portugal tras cumplir la exigencia militar, vuelven a instalarse en Luanda, o en Mozambique... Conocen el país integralmente y aprenden a amarlo... Porque defenderlo es amarlo...


    En la entrevista también hablaba del minifundio portugués y el camino que Portugal debía seguir.


    DEBO ACLARAR UNA COSA

    No entro en consideraciones políticas, no pretendo entrar en debate sobre Salazar, no defiendo ni ataco su persona, no tiene sentido eso ahora.
    No me interesa la política.

    Salazar me interesa como figura histórica, sin valoración ninguna, como De Gaulle, Stalin, Mao, Lenin, Hitler, Mussolini, Churchill o Franco.

    Yo no defiendo ni ataco a ninguno, no entro en debates políticos, solo me interesan desde el punto de vista histórico.

    Creo que debía aclararlo.
     
  4. belem

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    Duero, como já referi, a política é a principal causa deste problema da fome.
    Tanto à escala nacional ( do país afectado), como internacional.
    Há muito dinheiro gasto para armamento e pouco para bens essenciais, por exemplo...
    Parece-me óbvio que um dos objectivos colocados para resolver este problema, seria uma cooperação com o governo dos países mais afectados, mas isto foi e tem sido um fiasco, para muitos casos...
     
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    Sim, mesmo asi é. A cooperaçao pode ser posivel con gobernos como os de Costa Rica, onde nao ha ejercito, e eles gastan moito en sanidad e educaçao, mais nao con os gobernos de moitos paises africanos, e ainda menos con os tiranos do mondo islámico.

    A final de contas pode ser que Salazar estivera certo.
     
  6. belem

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    Parece-me que quando morre tanta gente à fome ( e a colaboração dos respectivos governos ( ou governos fantasma) não existe) essas pessoas devem ser ajudadas na mesma, com os meios possíveis.
     
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  7. duero

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    PERDON, PERO EQUIVOQUE EL BOTON Y PULSE SUBMETER SEN PROPOSITO.

    PAKISTAN.

    FOME
    DOENÇAS
    CRIANZAS CON GRANDES NECESIDADES
    MILHOES DE PESOAS SEN CASAS JA ANTES DAS CHUIVAS
    MILHOES DE PESOAS QUE PERDERAM TUDO CON AS CHUIVAS
    AUSENCIA DE HOSPITALES
    AUSENCIA DE ESCUELAS
    MOITAS ÁREAS SEN ELECTRICIDADE.
    MAIORIA DA POBOAÇAO MORA EN CASAS MOITO PEOR QUE AS FAVELAS DO BRASIL.
    PAÍS PROPIO TERCEIRO MUNDO.


    FUERZA AEREA DE PAKISTAN

    220 MIRAGE DE LOS AÑOS 70s

    [​IMG]

    38 F 16 DE LOS AÑOS 70s

    [​IMG]

    ATENCIÓN, :surprise::surprise::surprise:

    JF 17 PROYECTO CONJUNTO DE PAKISTAN Y CHINA.

    AVIÓN DESARROLLADO E INTRODUCIDO EN 2007, PAKISTAN HA COMPRADO 28 AVIONES EN LOS ÚLTIMOS 2 AÑOS, Y PIENSA COMPRAR MAS DE 130

    [​IMG]
     
  8. duero

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    ESTE É O AVIAO QUE ESTAN A COMPRAR OS "PROBREZINHOS MORTOS DE FOME" DE PAKISTAO.
    JA COMPRARAN 30 E ELES ESPERAN COMPRAR OUTROS 130, MAIS ESA NOTICIA NAO APARECE NA TELEVISIAO NEM NOS JORNAIS. SÓ APAREZEN AS AGUAS E AS PESOAS QUE FUIEN DE ELAS, E OS JORNALISTAS A FALAR DA GRANDE POBREZA E OS "POBREZINHOS" PAKISTANOS.

    http://en.wikipedia.org/wiki/JF-17_Thunder
     
  9. duero

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  10. duero

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    Sentí que A INDIA ten previsto un PORTAAVIOES MODERNO DE ÚLTIMA TECNOLOGÍA.

    Una terra como A India onde as pesoas moran no lixo, onde mitade do sistema sanitario é feito por os europeos (sacerdotes e freijas sobre tudo).

    Esa naçao esta a comprar a última tecnología militar.

    FOME?

    Eu lembro de una coisa, da UNIAO SOVIETICA.

    Tudos os anos o goberno falava de maior produçao de cereales, trigo, milho, etc...e de carne, e peixes, e tudo, mais

    A POBOAÇAO TINHA QUE ESPERAR 2 HORAS NOS NEGOCIOS PARA COMPRAR UN POQUINHO DE PAO.

    ONDE É QUE ESTAVA TUDA ESA PRODUÇAO?

    NO COSMOS.

    Tuda a produçao estava en:

    -SOYUZ
    -YURI GAGARIN
    -COSMONAUTAS
    -MILITARES

    ETC......

    MAIS A UNIAO SOVIETICA FORA UNA DICTADURA, E INDIA E PAKISTAO SAO DEMOCRACIAS ONDE O GOVERNO FOI ELEGIDO POR O POVO.

    É moito simple, os pobos gostan de eses gobernos e das suas políticas.

    SE ELES, OS INDIANOS OU OS DE PAKISTAO AGORA TENHEN FOME, PODEN OLHAR PARA OS AVIOES E OS EJERCITOS, PODEN COMER ESO.

    Nao tenho pena nenhuma, nem vou a ajudar a ninguen de eles.
     
  11. belem

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    Cumulonimbus

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    Mais uma vez digo e reafirmo: os pobres não têm culpa e nem têm que pagar com os erros das decisões dos seus governos.
    Há países que até praticamente nem governação têm e morre gente nos seus campos com doenças que hoje em dia nos países civilizados com uma simples vacina ou medicamento tudo fica resolvido.
    Parece-me que não há assim muitas desculpas racionais para isto, mas talvez para algumas soluções, não?
    Estas pessoas não pedem migalhas pedem uma responsabilidade compartilhada, o que é um dever de todos.
    Agora, se alguém não os quer ajudar, tem o todo o livre direito de não o fazer, apenas não critique um diálogo aberto para discutir possíveis soluções, impondo como razão as decisões e irresponsabilidades de uma elite apenas constituída por alguns, sabendo que o seu povo está sujeito a esses precaridades, sofre e passa fome, sem poder ter uma palavra nessas decisões.
     
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  12. Gerofil

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    Super Célula

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    UNICEF responde à crise provocada pelas inundações que afecta mais de 3 milhões de pessoas no Paquistão – A UNICEF está a enviar bens de primeira necessidade para as pessoas afectadas pelas inundações que estão a assolar o Noroeste do Paquistão. Até ao momento foram registadas 1.400 mortes e estima-se que 3.200.000 pessoas tenham sido atingidas, das quais 1.400.000 crianças, pelas piores cheias desde 1929.
    “A maior ameaça são as epidemias como a diarreia e a cólera causadas pela contaminação da água. Tem-nos chegado informação sobre a ocorrência de casos de diarreia em crianças. É urgente fazer chegar alimentos, água potável, biscoitos de alto teor proteico, artigos de saúde, vacinas e roupa para mulheres e crianças.
    Até agora já fizemos uma primeira distribuição de ajuda humanitária e esperamos fazer mais nos próximos dias, pois é um período crítico para salvar vidas” afirmou o Representante da UNICEF no Paquistão, Martin Mogwanja.
    Em muitas zonas, a rede de comunicações desapareceu e o acesso ao terreno está limitado devido à destruição de estradas e pontes, o que torna mais difíceis os esforços de ajuda. As inundações causaram estragos profundos nas infra-estruturas, destruíram hospitais, escolas, sistemas de saneamento e milhares de casas, causando ainda estragos nas linhas eléctricas.
    “Há perdas enormes nas culturas e no gado. A região atingida é eminentemente agrícola e esta situação está a causar escassez de alimentos e terá consequências negativas no futuro. Embora se trate de uma situação que vai exigir uma intervenção de longo prazo, neste momento a prioridade é salvar vidas e posteriormente ajudar à reconstrução das zonas afectadas” afirmou Mogwanja
    As equipas de emergência da UNICEF estão no terreno a trabalhar em estreita colaboração com o Governo, outras agências das Nações Unidas e organizações parceiras na reparação de poços e de pontos de abastecimento de água e a fornecer pastilhas para purificar a água.
    “Em situações de emergência as crianças são particularmente vulneráveis a doenças como a diarreia e a cólera provocadas pela contaminação da água”, sublinhou Louise Brockbank, porta-voz da UNICEF.
    Até ao momento a UNICEF distribuiu kits de higiene, garrafas com água e biscoitos de alto teor proteico e já reparou 73 poços, que estão a servir 800.000 pessoas. Apoiou também a instalação de 24 hospitais de campanha para responder às necessidades de um milhão de pessoas.
    A UNICEF lançou um apelo de 10.3 milhões de dólares para prestar ajuda humanitária imediata às populações afectadas. (Fonte: UNICEF)
    Dez milhões de paquistaneses sem abrigo após inundações, diz ONU – A ONU contabiliza agora em dez milhões o número de paquistaneses que ficaram sem casa após as inundações no país e que não inclui os que receberam abrigo ou estão em escolas. Pelo menos dez milhões de pessoas ficaram sem abrigo na sequência das inundações no Paquistão, indica uma nova estimativa da ONU, que até agora que dizia que o número de pessoas sem casa era de apenas 4,8 milhões.
    À AFP, o porta-voz em Islamabad do Escritório de Coordenação da ONU para os Assuntos Humanitários clarificou que este número «não tem em conta os que receberam um abrigo temporário de urgência ou que estão albergados em escolas». De acordo com Maurizio Giuliano, as Nações Unidas já deram abrigo 1,83 milhões de pessoas, sendo que meio milhão estão albergados em escolas. Por esta razão, Giuliano diz que se está perante «uma das mais graves crises humanitárias da história da ONU em termos de número de pessoas a assistir e do território coberto para prestar este socorro».
    Estas inundações, que fizeram com que alguns rios ficassem com 40 vezes mais caudal que o normal, mataram pelo menos 1760 pessoas desde Junho, indicou o governo paquistanês, que já não revê este balanço há cerca de um mês. (Fonte: TSF)
    Paquistão enfrenta crise alimentar e económica – As inundações que devastam há várias semanas o Paquistão estão a mergulhar o país numa grave crise económica e social, com a destruição de numerosas culturas agrícolas e previsões de uma inflação de 20 por cento. Os alertas surgem do Governo paquistanês, liderado pelo primeiro ministro Yousuf Raza Gilani, mas também de organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que adverte que as culturas do próximo ano estão ameaçadas e a alimentação da população está comprometida.
    «A inflação deverá aumentar amplamente, por causa da falta de alimentos e da destruição das colheitas», disse Gilani, num discurso transmitido esta quarta-feira na televisão. «Não vamos atingir a meta [de inflação] de 9,5 por cento prevista para o ano fiscal de 2011 e poderá situar-se entre os 15 e os 20 por cento», admitiu o chefe do Governo paquistanês, avançando que os prejuízos no país rondam, neste momento, os 43 mil milhões de dólares.
    As inundações também estão a abalar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) paquistanês, que deverá recuar para 2,5 por cento, longe dos 4,5 por cento inicialmente previsto pelo Governo de Gilani. «Esta perda económica vai traduzir-se no desaparecimento de postos de trabalho e na enorme perda de receitas por milhares de famílias. Isto terá graves consequências sociais», concluiu o primeiro-ministro.
    Com uma subsistência muito enraizada na cultura de cereais, sobretudo do trigo, a população paquistanesa está a enfrentar sérias dificuldades de nutrição, uma vez que as inundações destruíram as terras de cultivo, algumas por várias décadas, e as reservas de sementes, segundo a FAO. O trigo, como afirma a organização das Nações Unidas, «é o alimento básico da população rural pobre do Paquistão, semeia-se de Setembro a Novembro, e as inundações arrasaram mais de meio milhão de toneladas de reservas de trigo».
    «A ajuda alimentar por si só não será suficiente. Se não assegurarmos a próxima colheita de trigo, a segurança alimentar de milhões de pessoas estará em perigo», frisou a responsável, indicando que a organização garantiu, até hoje, a aquisição de sementes para 200 mil famílias.
    As inundações no Paquistão, as piores dos últimos 80 anos naquele território, já fizeram pelo menos 1600 vítimas mortais desde o fim do mês de Junho e afectaram entre 15,5 a 20 milhões de pessoas. (Fonte: TSF)
     
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  13. duero

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    Nao, nao é criticar, é olhar para as CAUSAS.

    Se vose ten 38ºC de temperatura, vose pensa que eso é doença, mais nao, nao é doença, os 38ºC sao os SINTOMAS da doença, a verdadeira doença é o virus ou bacteria que ha no seu corpo e que fizera que a sua temperatura atinguira 1'5 graus sobre a norma.

    O dotor vai dar dous coisas:

    -un antifebril que baixe a temperatura, e que combate os SINTOMAS.

    -un producto que luite contra o virus ou bacteria e combate as CAUSAS.


    O que acontece en Pakistao e en outras naçoes ja acontecera na Uniao Sovietica, onde tudos os anos o governo estaba a dizer que aumentara a produçao de cereais, trigo, milho, de carne, de peixe, mais as pesoas tinhan que esperar 2 horas para comprar un poquinho de pao.

    Os recursos da tuda URSS foram para a carreira espacial e militar.

    A causa era entao o Sistema sovietico, e a soluçao foi mudar do sistema A PERESTROIKA.

    Mesmo en esas terras acontece mesma coisa, mais con grande diferencia, A URSS fora dictadura e esas terras sao DEMOCRACIAS.

    Nao concordo con que as pesoas pobres nao ten responsabilidade, nao.

    Vose nao ten responsabilidade nenhuma do que fizera Salazar, nem vose nem os portugueses que viveran no tempo de Salazar.
    Mais vose ten responsabilidade do que poda fazer Mario Soares ou Cavaco Silva ou outros.

    DEMOCRACIA E VOTO SAO RESPONSABILIDADE.

    Ninguen en Portugal podera elegir se gostava ou nao de Salazar, mais agora podese dizer que nao gostas dos políticos, e ten oportunidade de mudar nas prosimas eleçoes.

    Se vose nao vota e responsavel, pois tivo oportunidade e nao dizera nada.

    Se vose vota aos politicos do governo ten moita responsabilidade no que eles podan fazer, pois vose votara para eles.

    Se vose vota para outros, nao ten moita responsabilidade, mais a responsabilidade é das pesoas que votaran para eles e dos que nao votaran.


    Se nos nao tomamos responsavilidade do noso voto, quer dizer que nao ficamos preparados para a democracia.

    Acho que é moito simple.

    NAS DICTADURAS A SOCIEDADE NAO TEN CULPA NENHUMA.
    NAS DEMOCRACIAS A SOCIEDADE TEN TUDA A RESPONSABILIDADE.

    Berlusconi, Soares, Zp, tudos eles foram electos por a sociedade, as coisas que eles estao a fazer sao as coisas que nos votamos, mesmo é asim, se vose nao gosta pode mudar nas prosimas eleçoes.

    SOLUÇOES? TA BO. Eu vou dar soluçoes.

    -Tudos os governos de eses paises vai embora, e eles vao a prisao por corruptos.

    -Esas naçoes ficaram con un goberno dos políticos da Europa do Norte, os escandinavos, de Noruega, Dinamarca, Suecia, Finlandia, etc....
    Acho que nao fora boa coisa que foram politicos gregos, ou Berlusonis, ou ZPs, ou Sarkozys, melhor os políticos do Norte da Europa.

    -Nao havera democracia nenhuma para esas naçoes, os políticos do norte da Europa decidiram o que fazer. Esas sociedades nao poden ter democracia, os pakistanos nao poden ter democracia, eles tenhen democracia e votan a corruptos e pesoas que gastan tudo o dinheiro en avioes de combate e misiles para os ejercitos cando o pobo esta a morrer de fome.

    -Fazer muda da cultura de esas naçoes. Sim, a sua "cultura" é o peor do mondo.

    Vose pode olhar una coisa na Asia.

    As naçoes de orientais (os olhos pequenos) como os japoneses, koreanos, chinos (mesmo que nao é democracia, mais eles desenvolvense ben), os vietnamitas, etc.....
    Tudas elas desenvolvense moito ben, os japoneses despois de 2 bombas atómicas e tudo Japao na miseria desenvolvieranse en 20 anos.

    Os koreanos do Sul ata 1970 ficaban mesmo peor que quasi tudos os paises da Iberoamérica e peor que os de Botswana, os últimos dados de 2008 dizeran que ficaban melhor que gregos e portugueses, e que no 2010 ficarian melhor que los españoles e no 2013 ficarian melhor que os italianos.

    Os chinos estao a crecer un 10% anual, mais una naçao que esta a crecer é VIETNAM, onde o crecimiento do PIB/per capita dende 1990 ata 1997 fora de un 8% anual, do 2000 a 2002 fora de un 7% anual e o ano 2008 o crecimiento fora de 8'5%.

    Vietnam é una naçao onde esta a crecer moito, mesmo que é dictadura comunista (mais como os chinos eles fizeran reforma e agora e ultracapitalista mais con goberno comunista).


    TUDAS ESAS NAÇOES ASIATICAS FORAN MOITO POBRES, E TIVERAN GRANDES GUERRAS, JAPAO, KOREA, VIETNAM, CHINA, ETC.....MAIS ELES CRECERAN MOITO RAPIDO, JAPAO E KOREA, E AGORA VIETNAM E CHINA.

    ¿POR QUE NAO ACONTECE EN PAKISTAO, INDIA, BANGLADESH E OUTRAS NAÇOES DA ASIA?

    CULTURA.


    Esas naçoes de orientais de olhos pequenos embora tiveran grandes guerras eles desenvolven moito rapido, acho que é a cultura budista-taoista-confucionista, etc.... Mais que religiao sao filosofias de vida.

    As outras naçoes como Pakistao, Bangladesh, etc.....sao islamicos, e as naçoes islamicas nao poden desenvolverse, só si eles tenhen petroleo, mesmo é asim.
    A "cultura" de eles nao permite, esta coisa nao estou a dizer eu, ja dizera un analista económico de Argentina, que dizera que a "cultura" islámica nao pode desenvolverse, mesmo é imposivel, só si eles tenhen petroleo poden ficar un poquinho ben.

    A sua "cultura" nao permite investigar, eles moran no S.XXI con pensamento do S.VII, nao ha soluçao para eles, se eles nao mudan sua cultura.


    As terras onde nao ha governo como a Africa, acho que eles ficaban melhor con as potencias coloniales, nao é "políticamente correcto" mais é verdade.

    O melhor para Africa fora que os gobernos europeos tornaram lá.

    Mesmo Salazar acho que tinha razao cando dizera:

    Extra: Otra cosa que molesta "AL MUNDO" es que Portugal insista en mantener la autoridad sobre Angola, Mozambique, Macao...

    Oliveira Salazar: ¿Al mundo? No. A los intereses del EXTRAÑO MUNDO... Angola, Mozambique, Guinea, Macao, son provincias portuguesas, de notable identificación. De estupenda convivencia. La mala información norteamericana lleva a confundir las cosas. Es raro que un país que no logra que el seno de su sociedad pueda integrarse pretos y blancos, intenten en el Africa que los pretos se autogobiernen, en una actitud que llamó demagógica e irresponsable. Piden la libertad fuera de sus límites, pero tiene problemas raciales insolubles dentro de sus fronteras. Y no sé realmente si un día no nos levantamos y estamos ante una guerra civil en EEUU.

    Extra: ¿Sostiene usted entonces que los países del Africa no se pueden autogobernar?

    Oliveira Salazar: Así es...

    Extra: Pero, ¿cuándo podrán?

    Oliveira Salazar: Es un problema de siglos. Dentro de 300 a 500 años... Mientras tanto tendrán que ir participando del proceso... Llámelo a eso neocolonialismo o como quiera, si la palabra está agotada...


    O tempo deu razao a Salazar, Africa ficaba melhor ha décadas.

    Os de Zimbabue ficaban melhor con os britanicos que agora con Mugabe.
    Os de Ruanda ficaban melhor con os franceses que agora.
    Os de Guinea Bisau ficaban melhor con os portugueses que agora.
    Os de Somalia ficaban melhor con os italianos que agora.
    Os de Sahara Occidental ficaban melhor con los españoles que agora baixo o sultao de marruecos.

    O melhor para eles fora que tornaran as "velhas" potencias, pois os seus governos foram moito peor que aquelas, acho que angolanos, mozambiquenos e os de guinea bisau e Sao tome, ficariam melhor se eles foram provincias de Portugal, nao tenho duvida.


    IBEROAMERICA

    Mesmo neste foro ha pesoas do Brasil, acho que é grande vergonha que moitos brasileros moren en favelas cando o Brasil ten grandes recursos:

    Petroleo, gas, madera das florestas, aguas, minerais como ouro e ferro e carbón, tanta terra, tantas vacas, tanto tudo. Brasil é como 100 veces Portugal mais é 20 veces a sua poboaçao, e ten tudo, minerais, cultivos, florestas, combustiveis, tudo.

    Mesmo acontece en Bolivia onde o moran mesma poboaçao que Portugal mais o territorio é 12 veces mais grande, con densidade que nao atingue os 10 hab/km2. Boliva ten minerais como ouro e prata e cobre e ferro, combustiveis como petroleo ou gas, ten florestas amazónicas ao Norte, ten grandes terras con pastos para o ganado, ten moitas coisas, mais eles fican pobres.

    Mesmo poderiamos dizer de quasi tudos os paises de Iberoamérica, embora temos excepçoes como Costa Rica, Uruguay ou Chile, mais os outros sao o que sao.

    O melhor que podera acontecer é que os Estados Unidos invadieran eses paises que foram estados dos Estados Unidos, fora o melhor, mesmo Haiti, o melhor que podera acontecer é que fora un estado dos Estados Unidos.

    E os governantes de eses paises foram tudos a prisao por ladroes e corruptos. Acho que fora o melhor.


    Para mín esa fora a ajuda a esas naçoes, eso fora o melhor para eles, sen duvida nenhuma.

    Esa é a soluçao.
     
  14. belem

    belem
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    Cumulonimbus

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    Antes que o Duero me viesse responder, eu já sabia que se visse uma resposta sua aqui, seria o alegar que a culpa foi das pessoas em votarem em tal presidente. :D
    Primeiro gostaria que ficasse definitivamente claro:
    A maior parte dos países de que estamos a falar são de regimes DITATORIAIS.
    Muitas vezes alcançados através de guerras locais e golpes de estado.
    Segundo: Nos poucos casos democráticos, certamente que na campanha eleitoral, o futuro presidente não se vai pôr a dizer que as pessoas vão passar fome, que vai gastar quase tudo em armamento... Não podemos ser assim tão inocentes, penso eu...
    Certamente que durante a fase eleitoral, o candidato a presidente, vai dizer que vai reduzir o desemprego, que vai acabar com a fome,etc,etc...
    É esta a realidade!
    Assim é evidente que as pessoas, tendo em conta as poucas opções que têm, devem votar, mas quem é que é o salvador? Há algum político capaz de resolver estas questões de raíz? Se sim, onde é que está?
    Como diz o Duero, atrás dos sintomas estão as causas...
    Então uma vez que é fácil saber que a culpa não é do povo, vamos deixar milhares morrer à fome?
    Não me parece justo, nem eticamente aceitável.
    De salientar também a corrupção política existente, mesmo em regimes democráticos, sobretudo nestes países. Muitas eleições até podem ser manipuladas... Não podemos ser uns inocentes, nesta matéria...
    E novamente não são as crianças do futuro que devem pagar por isto.


    PS: Não, não tenho que pagar pelos erros dos políticos que não cumprem as suas promessas.
     
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  15. duero

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    Nimbostratus

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    Ha tempo que nao escrivia, o trabalho nao deixoume moito tempo.

    Dos regimenes ditatoriais nao tenho nada que falar, pois o ditador nao foi electo, mais nas regimenes democraticos acho que alguna responsabilidade debe ter a sociedade, se a sociedade nao é responsavel do seu voto entao quer dizer que nao é preparada para a democracia.

    Acho que moitos paises nem estao preparados para ser independientes, o melhor fora que Europa tomara conta de eles.

    É moito simple. Hoje a mais favelas na Iberoamerica que ha 200 anos, ha mais pobres, ha mais miseria. E Iberoamerica é o melhor, da Africa ou de terras como Pakistao melhor nem falar.
     

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