Monitorização Clima de Portugal - 2008

Gerofil

Super Célula
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21 Mar 2007
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Re: Monitoramento Clima de Portugal - 2008

:)

Chuvas de Abril alteram situação

As chuvas que entretanto caíram na segunda semana do mês de Abril vieram alterar a situação existente em Março e vieram desagravar a situação de seca meteorológica.

A situação pior dizia respeito às zonas litorais do Porto e Viana do Castelo e ainda a uma área que se estendia em linha recta, sensivelmente, de Coimbra a Castelo Branco, mas, segundo a meteorologista Vanda Cabrinha, do serviço de Climatologia do Instituto Meteorológico, caso fosse feita no dia de hoje uma nova análise "iria haver um desagravamento" da situação de seca.

"Houve regiões onde já choveu mais do que a média do mês de Abril, nomeadamente em Castelo Branco, Vila Real e Faro", adiantou a meteorologista que explicou ainda que a seca meteorológica pode não corresponder às secas hidrológica ou agrícola, apesar de o índice de precipitação ser um parâmetro a ter em conta na seca agrícola.

RTP

Relatório do resumo mensal do mês de Março já disponivel em: www.meteo.pt ;)

"O mês de Março de 2008 foi caracterizado pelo agravamento da situação de Seca Meteorológica, estando metade do País em situação de seca moderada, 13% em seca severa e 37% em seca fraca.

No que diz respeito às quantidades de precipitação, o mês de Março classificou-se como extremamente seco a seco em todo o território, sendo que a precipitação acumulada no período compreendido entre 1 de Setembro e 28 de Março foi inferior em 80% aos valores médios 1961-90, em todo o Continente, sendo inferior a 60% nas regiões do Norte e Centro, o que contribuiu para o agravamento da situação de seca meteorológica.

A temperatura do ar, no Continente, registou neste mês de Março o 2º valor médio de temperatura mínima do ar mais baixo do Século XXI, sendo igualmente o 2º mais baixo dos últimos 19 anos, o valor mais baixo, de 6,0ºC, verificou-se em 2004.

Na Madeira e nos Açores a temperatura média do ar foi superior ao valor médio do período de referência (1961/1990). As quantidades de precipitação registaram valores muito inferiores aos valores normais."

http://www.meteo.pt/pt/media/noticias/Info_clima_Marco_2008
 

Mário Barros

Furacão
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18 Nov 2006
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Cavaleira (Sintra)
Chuva: Litoral acima do Tejo com apenas 50 por cento da pluviosidade média habitual - INAG

Lisboa, 16 Abr (Lusa) - A chuva caída em Março no Litoral acima do rio Tejo foi apenas metade da pluviosidade média registada em anos anteriores naquela região habitualmente chuvosa, de acordo com dados do Instituto da Água (INAG).

Dados enviados à agência Lusa pelo vice-presidente daquele organismo, José Rocha Afonso, indicam que noutras zonas a precipitação se ficou por 75 por cento da média.

Os valores baixos de chuva não estão, contudo, a afectar o armazenamento em barragens, mas poderão vir a ter consequências em sectores agrícolas, concretamente nas culturas de sequeiro.

Em relação às reservas de água nas albufeiras, os dados do INAG, também referentes a Março, revelam que nas 57 barragens sujeitas a medições 18 estavam acima de 80 por cento da sua capacidade máxima, três apresentavam valores abaixo de 40 e as restantes com valores intermédios.

Os armazenamentos nas barragens "apresentam-se, na generalidade, próximos da média, situação que se manteve praticamente inalterada até agora [meados de Abril]", ainda segundo o vice-presidente do INAG.

"A situação é normal. Aliás, prevê-se a ocorrência de pluviosidade nos próximos dias, o que ainda melhorará a situação", acrescenta.

In: Lusa

Venha o Verão :rain::rain::rain::rain: :trovao::trovao:
 

algarvio1980

Furacão
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21 Mai 2007
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Olhão (24 m)
Extremos de precipitação registados em Abril

O valor da quantidade de precipitação registado no dia 9 de Abril de 2008 (das 09 UTC do dia 8 às 09 UTC do dia 9) na estação meteorológica de Faro, 48.0 mm, ultrapassou o anterior máximo para este mês.


Considerando a série de totais diários desde 1965 (44 anos) o valor agora registado constitui um novo extremo para este mês e para esta estação (o anterior máximo 44.5 mm foi observado em 1974, no dia 10); o valor registado em 9 Abril de 2008 foi cerca de 1,3 vezes superior ao valor normal do mês de Abril, no período de referência de 1961/1990.


Em Lisboa/Geofísico, no dia 18 de Abril de 2008 (das 09 UTC do dia 17 às 09 UTC do dia 18), o valor da quantidade de precipitação registado 62.9 mm, ultrapassou o anterior máximo para este mês. Considerando a série de totais diários, com 145 anos (desde 1864) o valor agora registado constitui um novo extremo para este mês e para esta estação (os anteriores máximos 55.0 mm e 52.6 mm foram observados em 1995 (dia 16) e 1876 (dia 9), respectivamente); o valor agora registado é próximo do valor normal do mês de Abril, no período de referência de 1961/1990.


De salientar que, na estação meteorológica de Lisboa/Geofísico, o valor da quantidade de precipitação em 24 horas, em 18 de Abril de 2008, representa o 3º valor extremo registado no Século XXI:


extremo absoluto, 118 mm, em 18 de Fevereiro de 2008;

extremo para o mês de Janeiro, 101.2 mm, em 2004, no dia 30.

Fonte: IM
 

AnDré

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22 Nov 2007
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Situação de Seca Meteorológica desagrava significativamente

É o que se pode ler logo no inicio da 2ª página do Resumo da situação climática de Abril, já disponivel na página do IM.
http://www.meteo.pt/resources/im/pdfs/clim_rc_04_08.pdf

O Instituto de Meteorologia, I. P. informa:

No mês de Abril a situação de seca meteorológica registou um desagravamento bastante significativo no Continente, sendo que apenas 20% do território se encontra em situação de seca fraca, nomeadamente a bacia do Mondego, a faixa litoral Norte e o interior do Baixo Alentejo.

No que diz respeito à precipitação, Abril classificou-se como chuvoso a extremamente chuvoso, com valores de precipitação acima dos 150% a 250% em relação ao valor médio (1961-90). No entanto, a precipitação acumulada no período compreendido entre 1 de Setembro e 30 de Abril continua inferior aos valores médios 1961-90, em todo o Continente.

Relativamente à temperatura do ar, o início do mês de Abril foi caracterizado por temperaturas elevadas, superiores aos valores normais, tendo-se verificado uma situação de onda de calor entre 1 e 6 de Abril, que afectou principalmente o interior das regiões Norte e Centro de Portugal Continental.

Destaca-se ainda o dia 4 de Abril como o mais quente do mês em todos os locais com particular ênfase para Alcácer do Sal a apresentar a temperatura máxima mais elevada, 32°C, 14°C acima da correspondente normal .

Na Madeira o valor médio da temperatura do ar (máxima, mínima e média) foi superior ao valor médio (1961-90) e os valores da quantidade de precipitação foram bastante superiores aos normais.

Nos Açores o valor médio da temperatura do ar (máxima, mínima e média) foi próximo ou superior ao valor médio (1961-90) em todo o arquipélago, e os valores da quantidade de precipitação inferiores ou próximos dos normais (1961-90) no Grupo Ocidental e bastante superiores nos restantes Grupos.

http://www.meteo.pt/pt/media/comunicados_imprensa/CI_inf_clima_abr_2008
 

Rog

Cumulonimbus
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6 Set 2006
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Norte Madeira (500m)
Relatório do mês de Abril já disponível no site do IM.

No mês de Abril a situação de seca meteorológica registou um desagravamento bastante significativo no Continente, sendo que apenas 20% do território se encontra em situação de seca fraca, nomeadamente a bacia do Mondego, a faixa litoral Norte e o interior do Baixo Alentejo.

No que diz respeito à precipitação, Abril classificou-se como chuvoso a extremamente chuvoso, com valores de precipitação acima dos 150% a 250% em relação ao valor médio (1961-90). No entanto, a precipitação acumulada no período compreendido entre 1 de Setembro e 30 de Abril continua inferior aos valores médios 1961-90, em todo o Continente.


Situação de Seca Meteorológica desagrava significativamente
A situação de seca meteorológica em 30 de Abril de 2008, registou um desagravamento bastante significativo em todo o território. Apenas 20% do Continente está em situação de seca, estando o restante território numa situação normal a chuva fraca (78%).
No que diz respeito às quantidades de precipitação, Abril classificou-se como um mês chuvoso a extremamente chuvoso, com valores de precipitação acima dos 150% a 250% em relação ao valor médio (1961-90). No entanto, a precipitação acumulada no período compreendido entre 1 de Setembro e 30 de Abril continua inferior aos valores médios 1961-90, em todo o Continente.
O início do mês de Abril foi caracterizado por temperaturas elevadas, superiores aos valores normais, tendo-se verificado uma situação de onda de calor entre 1 e 6 de Abril, que afectou principalmente o interior das regiões Norte e Centro de Portugal Continental.
O dia 4 de Abril foi o dia mais quente em todos os locais com destaque para Alcácer do Sal a apresentar a temperatura máxima mais elevada, 32°C, 14°C acima da correspondente normal diária e Figueira de Castelo Rodrigo com a menor diferença para a normal diária, 9°C.
Na Madeira o valor médio da temperatura do ar (máxima, mínima e média) foi superior ao valor médio (1961-90) e os valores da quantidade de precipitação foram bastante superiores aos normais.
Nos Açores o valor médio da temperatura do ar (máxima, mínima e média) foi próximo ou superior ao valor médio (1961-90) em todo o arquipélago, e os valores da quantidade de precipitação inferiores ou próximos dos normais (1961-90) no Grupo Ocidental e bastante superiores nos restantes Grupos.

semttulo2ie7.jpg


Resumo das Condições Meteorológicas
O estado do tempo no Continente foi influenciado, alternadamente, pela acção de cristas anticiclónicas e por sistemas depressionários.
Devido à predominância de um anticiclone, de 1 a 5, de 14 a 15 e de 24 a 27 o céu esteve em geral pouco nublado.
De 7 a 20, o Continente esteve sob condições de instabilidade, destacando-se o dia 9 com a ocorrência de dois tornados.
Ocorreram aguaceiros, localmente fortes, por vezes acompanhados de trovoada e de granizo. Na segunda década do mês houve queda de neve na Serra da Estrela.
Na última década, o céu apresentou-se pouco nublado a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela e, em geral, muito nublado a norte, onde ocorreu precipitação no início e fim da década. A temperatura do ar registou uma subida, tendo-se observado valores acima do normal para a década.

http://www.meteo.pt/resources/im/pdfs/clim_rc_04_08.pdf
 

Vince

Furacão
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23 Jan 2007
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Como já estamos todos fartos deste tempo e a comunicação social fala insistentemente da «anormalidade» do tempo actual, resolvi ir ver os dados do CPC para 5 estações portuguesas para ver se seria mesmo assim.

Os gráficos referem-se aos últimos 30 dias até ao último sábado 24 de Maio (na esquerda) e aos últimos 90 dias até 24 de Maio (na direita). Também vem indicados os totais de precipitação e a anomalia em mm.

Aparentemente não se vê grande "anormalidade", só há poucos dias nalguns locais (nem todos) se entrou em terreno positivo relativamente à precipitação e quanto a temperaturas talvez no Alentejo e Algarve efectivamente estejam anomalias negativas de realçar mas só pelas últimas semanas. Se este tempo se prolongar mais e também chover, aí talvez já fuja um pouco à normalidade, mas não me parece que seja algo que se possa dizer que é excepcional.

Mais comentários ?



Bragança

brag-2.gif




Porto/Pedras Rubas

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Lisboa

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Beja

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Faro
(não há dados da precipitação pois tem um erro)

faro.gif
 

AnDré

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22 Nov 2007
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Mais comentários ?

A meu ver, a maior "anormalidade" desde mês está ao nível qualitativo em termos de precipitação e não ao nível quantitativo. Quero com isto dizer que o facto de termos tido tantos dias com precipitação, leva-nos a crer que tem chovido muito, o que não corresponde à verdade. Como se pode ser pelos gráficos expostos pelo Vince, ao nível da precipitação, o mês de Maio está claramente dentro da média.
No entanto, é de realçar que de dia 10 para cá tem chovido praticamente todos os dias. Há duas semanas que as pessoas vêem a estrada molhada, a roupa no estendal molha-se, têm de sair de casa com guarda-chuva. E isso sim, baralha a população. Independentemente se são 10mm ou 1mm, o que conta para o "senso comum" é que choveu/chove.:hehe:

Já agora se alguém tiver acesso, gostava de saber quantos dias, em média e para este mês, a precipitação é superior a 0,1mm, 0,2mm ou 1mm.
É que em 26 dias possiveis, eu conto já com 16 dias aqui em Odivelas com precipitação >0,2mm.

Em relação à temperatura, estes dias têm sido de facto mais frescos do que o normal, mas também não vejo grandes disparidades neles. O pessoal esquece-se que em Maio a temperatura média das máximas anda à volta dos 20 a 23ºC e não nos 30ºC.:hehe:

Ainda assim continuo a achar que o maior problema tem mesmo a ver com os dias de precipitação ocorridos. E que até ao final do mês ainda irão ser mais.:hehe:
 

Vince

Furacão
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23 Jan 2007
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A meu ver, a maior "anormalidade" desde mês está ao nível qualitativo em termos de precipitação e não ao nível quantitativo. Quero com isto dizer que o facto de termos tido tantos dias com precipitação, leva-nos a crer que tem chovido muito, o que não corresponde à verdade. Como se pode ser pelos gráficos expostos pelo Vince, ao nível da precipitação, o mês de Maio está claramente dentro da média.
No entanto, é de realçar que de dia 10 para cá tem chovido praticamente todos os dias. Há duas semanas que as pessoas vêem a estrada molhada, a roupa no estendal molha-se, têm de sair de casa com guarda-chuva. E isso sim, baralha a população. Independentemente se são 10mm ou 1mm, o que conta para o "senso comum" é que choveu/chove.:hehe:

Já agora se alguém tiver acesso, gostava de saber quantos dias, em média e para este mês, a precipitação é superior a 0,1mm, 0,2mm ou 1mm.
É que em 26 dias possiveis, eu conto já com 16 dias aqui em Odivelas com precipitação >0,2mm.

Em relação à temperatura, estes dias têm sido de facto mais frescos do que o normal, mas também não vejo grandes disparidades neles. O pessoal esquece-se que em Maio a temperatura média das máximas anda à volta dos 20 a 23ºC e não nos 30ºC.:hehe:

Ainda assim continuo a achar que o maior problema tem mesmo a ver com os dias de precipitação ocorridos. E que até ao final do mês ainda irão ser mais.:hehe:


Seria então interessante termos dados por exemplo do número de horas de sol para comparar.
 

vitamos

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11 Dez 2007
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Estarreja
Acho que tocaram em alguns pontos essenciais! É notório que este cenário não foge ao habitual em termos de pluviosidade e até em termos de temperaturas se olharmos a uma média global! A grande explicação a meu ver da não anomalia significativa da precipitação é a sua distribuição. Registámos nos últimos dias queda de precipitação não muito acentuada, mas relativamente contínua no tempo. Ora Maio é por vezes marcado por uma instabilidade recortada por períodos "bonançosos" de sol! A precipitação ocorre dessa forma concentrada em alguns dias. Mas o balanço global não deve fugir ao mesmo! Como foi referido talvez comparações de insolação mostrassem, essas sim, algumas diferenças! Mas também não afirmo claramente isso... até porque a memória meteorológica é muitas vezes bem frágil...
 

AnDré

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22 Nov 2007
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HotSpot

Cumulonimbus
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20 Nov 2006
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Moita, Setubal
Então aqui fica o resumo das horas de sol para este ano da minha estação.

Janeiro 151,8 (4,9/dia)
Fevereiro 148,6 (5,1/dia)
Março 194,5 (6,3/dia)
Abril 201,0 (6,7/dia)

Maio até dia 26

133,6 (5,1/dia)

Depois de um normal crescimento nos primeiros 4 meses o mês de Maio volta a ter as mesma horas de sol do mês de Fevereiro. :eek:
 

Vince

Furacão
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23 Jan 2007
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Braga
Maio até dia 26
133,6 (5,1/dia)

Depois de um normal crescimento nos primeiros 4 meses o mês de Maio volta a ter as mesma horas de sol do mês de Fevereiro. :eek:

Bem, então o André acertou na mouche e grande estação do hotspot que é sempre tão útil para não termos que esperar pelos relatórios mensais :D

Segundo as Normais 1961-1990 os valores para Lisboa em Maio são de 290 horas.

insolacao.gif

(c) Ficha Climatológica Lisboa - IM

Mesmo tendo em conta algum desvio da tecnologia/metodologia e/ou localização da estação do hotspot em relação ao IM (200 vs 225h em Abril) e os 5 dias que faltam para o fim do mês, estamos certamente com um défice de horas de sol significativo em Maio. Atrevo-me a arriscar uma previsão para um valor para as 180/190 horas no total do mês no próximo relatório do IM. E estas Normais de 1961-1990 não incluem os últimos anos em que talvez tenha prevalecido mais bom tempo.

Como está comprovado que o sol é um bom terapeuta para estados de alma deprimidos está explicado parte da neura colectiva que já grassa por todo o lado :D
 

AnDré

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22 Nov 2007
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Odivelas (140m) / Várzea da Serra (900m)
Esses valores devem corresponder ao número de dias com precipitação >= a 0,1mm.

Obrigado Dan!;)
Pois, onde já vão os 8 dias de dias de chuva em Lisboa... Já devem ter quase duplicado:D

Como está comprovado que o sol é um bom terapeuta para estados de alma deprimidos está explicado parte da neura colectiva que já grassa por todo o lado :D
Mais um caso resolvido pela equipa meteopt!:D:D
 

algarvio1980

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21 Mai 2007
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Como está comprovado que o sol é um bom terapeuta para estados de alma deprimidos está explicado parte da neura colectiva que já grassa por todo o lado :D

É verdade Vince, e eu que diga sou algarvio e pela 1ªvez desde de 1999 que não fui à praia neste mês e a t-shirt ainda anda na gaveta.