algarvio1980
Furacão
ou não para que valiam. o ensino não é obrigatório no 12º aí sim pois é factor para acesso a uma ingressão na universidade. Por alma de quem se justificava por crianças em stress para nada, esta nova filosofia pedagógica é uma treta e as novas regras de matemática sei eu bem onde as podem por onde o sol não não brilha
Eu fiz prova global no 9º ano, fiz exames nacionais no 12ºano e ainda estou vivo e não morri de stress.

Uma pessoa com cerca de 60 anos, sabe mais com a 4ª classe sobre a história de Portugal do que um aluno do 12ºano, para além que tinham de saber todos os rios e todas as serras de Portugal. Perguntem a a aluno do 12º ano se sabe onde nasce os rios portugueses e depois logo vêm a inteligência que eles têm.
Coitadas das criancinhas que lá morrem de stress, em que os exames deixam traumas na infância. Que para fazerem uma conta não sabem fazer sem recurso a uma calculadora.
Mas, logo aos 6 anos, já têm o último modelo de telemóvel, já têm PC. Stress têm os putos com a tecnologia que existe agora, se vivessem a minha infância coitados até das janelas atiravam-se com o stress que era na altura. Não ter telemóvel, não ter pc, ter uma consola (Spectrum) que aquilo às vezes a cassete encravava e lá ia uma marretada em cima do Spectrum, onde as noites de Verão eram passadas na rua a brincar até à meia-noite a divertir-se com amigos, agora os putos estão em casa só agarrados a pc's e consolas.
. Hoje foi o fim das Provas Finais do 1.º Ciclo (e não Exames, como lhes chamam...). Entretanto, o PCP já apresentou uma medida para acabar com as provas finais de 6.º e 9.º... Isto para a esquerda basta o aluno existir para passar de ano! Aprender e provar que aprendeu é muito Salazarento! E a seguir? Vão acabar com as metas curriculares? Deve haver muitos professores a esfregar as mão à espera disso... Mas que é verdadeiramente Professor sabe a importância desse instrumento. Com as metas sei exatamente o que se pretende que o aluno saiba e, muito importante, com grande liberdade em termos de método pedagógico. A esquerda gosta de impor métodos pedagógicos (impor, pois, que a esquerda é muito democrática!)... aniquilando assim a individualidade de cada professor. O método pedagógico que resulta com o professor A pode não resultar com o professor B porque são diferentes pessoas, com visões diferentes do ensino. Um não é melhor do que o outro! Aliás, é dessa diversidade que, a meu ver, o aluno sai enriquecido!