O Estado do País 2015

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Concordo com tudo o que foi dito atrás.
Precisamos Realmente de novas políticas, mentalidades, energia e partidos novos.

Coisa que o partido que está no governo, apoiado na maioria parlamentar , que só tem políticas, caras e discursos ultrapassados, não nos vai dar.
 
Os políticos deviam ser os primeiros a dar o exemplo, mas não, nisso estão todos de acordo. Posso dar exemplos específicos, mas são generalizados:
- a ana drago ia de motorista para casa, porque não tem carta, mas podia ir de alfa.
- uma deputada qualquer ia para paris, de avião pago, porque tem residência lá.
- N deputados tem subsídio de renda, apesar de ter casa própria.
- os deputados quando saem tem o subsídio de reinsercão profissional.
- os deputados ganham de abono de refeição 3x mais do que eu recebo. Porquê? Precisam de se alimentar melhor?
- flores não podem faltar, nem garrafas de água.
- o carrilho modernizou a casa de banho com mármore e banhados a ouro.
- um ministro do ps que é maçon, teve de comprar uns pilares para enfeitar o gabinete.
- frota de veículos para quê? Não têm viatura própria?

Os funcionários públicos com carreiras congeladas já não ganham assim tão bem.. E nem lhes é possível fugir aos impostos.
 
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Lembro-me de um político que foi de avião de lisboa ao porto, mas mandou o motorista ir mais cedo espera-lo ao aeroporto. No regresso, não avisou o motorista a tempo, ou seja chegou a lisboa e teve de apanhar táxi para ir para casa.

Estão a imaginar os gastos e o abuso??
 
Concordo com tudo o que foi dito atrás.
Precisamos Realmente de novas políticas, mentalidades, energia e partidos novos.

Coisa que o partido que está no governo, apoiado na maioria parlamentar , que só tem políticas, caras e discursos ultrapassados, não nos vai dar.

Já o anterior tinha isso tudo ('novas políticas, mentalidades, energia e partidos novos'), daí ter merecido o teu voto, deduzo.
 
Já o anterior tinha isso tudo ('novas políticas, mentalidades, energia e partidos novos'), daí ter merecido o teu voto, deduzo.


Nem por isso.

Mas se eu fosse mesmo rigoroso, abstinha - me ou votava em branco.
No entanto, como acho isso inútil, votei no que achava que oferecia condições mínimas para a sustentabilidade das contas públicas.
 
Nem por isso.

Mas se eu fosse mesmo rigoroso, abstinha - me ou votava em branco.
No entanto, como acho isso inútil, votei no que achava que oferecia condições mínimas para a sustentabilidade das contas públicas.

É que eu concordo plenamente com isso tudo que disseste (novas políticas, mentalidades, energia e partidos novos). Aliás, estou 'careca' de o dizer. Com uma diferença, votei de acordo com isso mesmo: PAN. O meu PM é o André Silva. :lol:
 
É que eu concordo plenamente com isso tudo que disseste (novas políticas, mentalidades, energia e partidos novos). Aliás, estou 'careca' de o dizer. Com uma diferença, votei de acordo com isso mesmo: PAN. O meu PM é o André Silva. :lol:

E o Costa? :D

Não desgosto do PAN.

Eu sou amante da natureza e membro de associações ecologistas desde os 15 anos ( também tenho causas, estás a ver? ) .

Gostava que tivéssemos um verdadeiro partido ecologista, mas não gostei de ver o pan a negociar o programa com o PS com coisas um pouco supérfluas e não bater o pé em áreas como o plano nacional de barragens ou os malfadados pins, altamente danosos para o ambiente.
 
Se o AC fosse o 'meu' PM, tinha votado nele, 'né'? O que não invalida que de longe o prefira a ele do que a PPC. Quanto mais não seja porque PPC já 'tive' como PM 4 anos e não gostei. Não garanto é que daqui por 2 ou 3 anos (caso dure tanto!), não desgoste tanto de AC como desgosto de PPC. Na verdade, pensei muito em votar PS (efeito voto útil), mas acabei por não o fazer. Se fosse hoje, talvez o fizesse. Talvez o tenha menosprezado. Não sei. Mas não adianta pensar 'se'. Não resolve nada.
Quanto ao PAN, fiquei contente com a forma como se tem comportado até agora o André Silva no parlamento. Ainda não me desiludiu. Há que ter em atenção que a margem de negociação dele é mínima, claro, porque por enquanto o voto dele não aquece nem arrefece e provavelmente nunca terá influência a esse nível. Concordo com todas as propostas do programa que o PS aproveitou o que não significa que não haja outras que pudessem/devessem ser acolhidas.
 
foi o que eu já referi com a historia dos caranguejos. Já agora os senhores podem verificar a força da maioria parlamentar na votação da moção de rejeição do psd/cds e assim se aperceberem que um governo da paf não tinha pernas para andar

Bom argumento, sim senhor. Falemos daqui a uns poucos dias quando começarem os arrufos dos namorados. Aí cada votação será uma final da liga.
 
O que vale é que nem tudo é mau! Viva o chocalho! :lol:
 
Um dos grandes problemas deste país é a 'invejite' crónica. Uma boa parte dos Portugueses prefere ver o vizinho pior do que eles próprios melhor.Os subsídios de desemprego são uma chulice a não ser que sejam eles os beneficiários. Aí é um direito alienável. As baixas médicas são uma trafulhice a não ser que estejam, eles próprios doentes. Aí, são insuficientes. O RSI é um convite à preguiça. A não ser que sejam eles que não tenham mais rendimento nenhum. As reformas devem cortar-se porque são incomportáveis. A não ser que estejam eles perto da reforma. Os funcionários públicos são uma cambada de lambões cheios de regalias. A não ser que eles próprios consigam um 'tacho' na função pública. Aí, passa a ser um trabalho em que é impossível fugir aos impostos e são as primeiras vítimas dos cortes e das crises. A ADSE é uma roubalheira a não ser que possam beneficiar dela. Aí passa a ser um sistema justo porque descontam para ele. Isso explica, em muito, a meu ver, o facto de desde que me lembro estarmos sempre no fim da lista (das coisas boas, claro). Somos o nosso maior inimigo. Quando se fala com alguém, regra geral esse alguém sabe tudo o que o vizinho do lado tem e não tem. E são frequentes as conversas do género 'não sei de onde lhe vem o dinheiro para x, y e z. A trabalhar não deve ser' e coisas afins. Preocupamo-nos mais com a vida alheia do que com a nossa e o resultado está à vista. Viseu é (era) uma cidade de função pública e serviços/comércio, basicamente. Toda a vida ouvi os comerciantes a dizerem o piorio dos funcionários públicos. Lambões que não fazem nada e ganham balúrdios. Pois bem, com a crise, e todos sabemos como os funcionários públicos foram afectados, o comércio desta cidade está pelas ruas da amargura. Quando abre uma loja cá em casa fazem-se apostas para acertar no tempo que aguenta aberta. Lojas com décadas de história fecharam. E as pessoas que agora se 'choram', foram as mesmas que se regozijaram com a 'desgraça' dos funcionários públicos. Agora é que vão ver, diziam, o que é trabalhar muito e ganhar mal. Falta muita inteligência neste país. Ou então existe mas é adormecida pela alegria de ver os outros caírem. Até sermos nós mesmos a estar no chão. Para quem, como eu, nasceu num país completamente diferente, esta mentalidade faz-me muita confusão. E entristece-me. Porque mudam governos e políticos e estratégias e formas de ver/fazer as coisas mas nós continuamos iguais.

E o que propõe? Mata-se toda a gente e começa tudo de novo?
Evidencias como estas pouco servem se não se propuser nada. Este novo governo só vai aumentar o que acima tão bem descreveu como sendo o pais na sua generalidade.
Já o americano dizia, o que podes tu fazer pelo teu país?
Ou vamos todos esperar que o papá estado nos leve todos ao colinho?
 
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E o que propõe? Mata-se toda a gente e começa tudo de novo?
Evidencias como estas pouco servem se não se propuser nada. Este novo governo só vai aumentar o que acima tão bem descreveu como sendo o pais na sua generalidade.
Já o americano dizia, o que podes tu fazer pelo teu país?
Ou vamos todos esperar que o papá estado nos leve todos ao colinho?

Eu faço a parte que me compete: tentar ser o oposto daquilo que descrevi acima e, principalmente, naquilo que me é possível, 'educar' os que comigo convivem nesse sentido. Não olhar exclusivamente para o meu umbigo e não pensar apenas no que me convém a mim. Defender direitos e igualdade em coisas que não me digam directamente respeito. Não desancar nos que usufruem de benefícios de que, felizmente, nunca precisei de usufruir, acusando-os de coisas que não faço ideia se têm algo de real. Lutar para que a minha vida seja melhor sem que isso implique querer que a dos outros (a não ser que sejam especialmente privilegiados e isso não comprometa a qualidade de vida) piore e se torne indigna. Não bater e humilhar nos que estão em baixo porque a vida dá muitas voltas e um dia é da caça e outro do caçador. Contribuir para melhorar a vida dos outros de diferentes maneiras. Algumas bem simples, até.

Mata-se toda a gente e começa tudo de novo?

E evitar idiotices destas, já agora.

Este novo governo só vai aumentar o que acima tão bem descreveu como sendo o pais na sua generalidade.

Já se percebeu a sua obsessão (que deverá ter uma qualquer explicação mas não é essa a minha área de formação), mas NADA do que escrevi no meu post tem a ver com governo nenhum. Tem tudo a ver connosco. O problema reside precisamente aí. Pimenta nos olhos dos outros é refresco, como dizem os Brasileiros. E nós somos campeões nisso mesmo. Fico com a sensação que acabei de desperdiçar o meu tempo agora mesmo com este post, mas é assim mesmo. Desperdiço tempo claramente acima das minhas possibilidades...
 
Já agora, e em actualização, graças à exposição pública do caso por parte deste professor (que manteve a identidade da família privada e muito bem, facilitando, com a permissão da mesma, o contacto a quem pretender ajudar directamente), esta criança já tem passe assegurado, roupas para si e para os irmãos, livros, donativos em géneros alimentares, cartões-oferta de lojas de roupa e divulgou-se a procura de trabalho por parte da mãe.

 
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