O Estado do País 2015

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«O Estado vai ter de pagar parcialmente a edição deste ano da prova de inglês, uma vez que a receita obtida com os pedidos de certificado de alunos não garante a totalidade do financiamento, adiantou hoje a tutela.»

Longa vida a Nuno Crato... e ao plano inclinado.

O próximo governo vai ter um trabalho de hércules pra limpar toda a porcaria que este selvagem andou a fazer.
 
«O Estado vai ter de pagar parcialmente a edição deste ano da prova de inglês, uma vez que a receita obtida com os pedidos de certificado de alunos não garante a totalidade do financiamento, adiantou hoje a tutela.»

Longa vida a Nuno Crato... e ao plano inclinado.

O próximo governo vai ter um trabalho de hércules pra limpar toda a porcaria que este selvagem andou a fazer.


Claro , nos temos tido cada ministro da educação , cuidado . . .

E também não e bonito chamar nomes as pessoas , pode ser - se radical e bem educado .
 
Outro para a gaiola... Na Índia é proibido a exposição pública de pássaros dentro de gaiolas.

Armando Vara detido

O antigo ministro socialista Armando Vara foi detido para interrogatório, esta quinta-feira, e vai ser interrogado pelo juiz Carlos Alexandre esta sexta-feira.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Justica/Interior.aspx?content_id=4672242
 
«O Estado vai ter de pagar parcialmente a edição deste ano da prova de inglês, uma vez que a receita obtida com os pedidos de certificado de alunos não garante a totalidade do financiamento, adiantou hoje a tutela.»

Longa vida a Nuno Crato... e ao plano inclinado.

O próximo governo vai ter um trabalho de hércules pra limpar toda a porcaria que este selvagem andou a fazer.

Limpar a "porcaria"? Não... vai é fazer mais, certamente. E por que razão a implementação de uma prova de Inglês é uma "porcaria"? Há, sem dúvida, aspetos a melhorar. Mas há uma resistência de tal forma gigante, mesmo dentro das escola ou, se calhar, mais dentro delas, à existência de provas finas/exames... nunca consegui perceber totalmente essa resistência. Os calendários são errados? São, sem dúvida, em especial o das provas de 4.º e 6.º anos. Mas é por isso que devemos eliminar essas provas? O argumento de que as crianças ficam com stress e tal também não me convence. Devemos ser nós, professores (sim, sou professor) e pais (sim, também sou pai) a desmistificar a avaliação externa. Os processos de avaliação são cada vez mais comuns. Tudo se avalia. E devemos preparar as gerações futuras para isso. Nuno Crato teve boa vontade. Quem conhecer um pouco da sua obra, escrita antes de ser ministro, percebe o que quero dizer! Foi um crítico sério da pedagogia romântica e construtivista. Mas não criticou levianamente. Criticou fundamentadamente e seguindo os princípios do raciocínio cético. E apresentou estudos. E apresentou alternativas! Enfim, é um tema vasto, com lugar a muitas opiniões diversas... fica a minha.
 
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queres certificar o inglês com que motivo? vais emigrar aos 12-14 anos é?

queres fazer exames de matemática e portugues aos miudos... queres que o ministro te declare incompetente para dar aulas é? Por acaso o ministério já transferiu dinheiro para as zonas despovoadas como por ex Moura onde as pessoas têm certamente mais dificuldades?

qual é o investimento que o Crato fez em Moura além de fechar escolas primárias e concentrar alunos pra baixar o preço por "cabeça"? Não entendes que isto é tudo perverso? não há nenhuma vontade de melhorar.
 
Editado por um moderador:
queres certificar o inglês com que motivo? vais emigrar aos 12-14 anos é?

queres fazer exames de matemática e portugues aos miudos... queres que o ministro te declare incompetente para dar aulas é? Por acaso o ministério já transferiu dinheiro para as zonas despovoadas como por ex Moura onde as pessoas têm certamente mais dificuldades?

qual é o investimento que o Crato fez em Moura além de fechar escolas primárias e concentrar alunos pra baixar o preço por "cabeça"? Não entendes que isto é tudo perverso? não há nenhuma vontade de melhorar.

Não quero, de todo, entrar em polémicas mas vou tentar responder às questões que me coloca.

Quanto à primeira (Motivo da certificação do Inglês): O que é que a certificação tem a ver com a emigração??? Será que só devemos certificar saberes de que necessitamos no imediato? Tenho uma licenciatura em Biologia e Geologia. Mas aprendi Filosofia, Literatura Portuguesa, Inglês, Matemática... Quando aprendi Filosofia aquilo interessava-me, estando eu na área de Ciências? SIM, Interessava! Não nos podemos limitar aos saberes de que necessitamos no imediato. E pode até haver saberes de que nunca venhamos a necessitar para "ganhar a vida", mas não é por isso que devemos deixar de os aprender e de os certificar (embora haja teóricos da educação que achem que sim...).

Segunda questão (Exames): Desde quando o facto de os meus alunos realizarem exames me declara incompetente? Antes pelo contrário. A introdução de metas pedagógicas dá mais liberdade nos métodos pedagógicos usados. Por outras palavras, tenho mais liberdade para escolher o caminho que leva os meus alunos a adquirirem os vários saberes da minha área disciplinar. Aquilo que tenho muito bem definido é onde cada um deve chegar (metas). Os exames permitem certificar, em certa medida, o alcance (ou não) dessas metas. Se cada um faz o que quer e não há, no final, uma medida comum a todos, haverá sempre desconfianças nos resultados.

Finalmente (Encerramento de Escolas): O que é melhor - ter uma escola com 10 alunos distribuídos pelos 4 anos com um só professor ou ter os alunos concentrados num centro escolar sem turmas mistas (i.e, sem diferentes anos de escolaridade a cargo do mesmo professor)? E mais não digo...
 
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O saber não ocupa lugar , tenho a certeza que uma pessoa , ao longo da sua vida , vai ter muitos mais problemas se tiver poucos conhecimentos do que se tiver muitos .

Felizmente , não vivemos numa economia planificada , vivemos num mercado aberto e global , se as pessoas decidirem emigrar que emigrem , qual e o problema ? Não percebo tanta histeria com esta historia .

Não era com escolas primarias com 3 alunos que se iam salvar essas aldeias da desertificaco
 
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É melhor para os alunos estarem num centro escolar numa turma só com alunos do seu ano do que numa escola com meia dúzia de colegas de anos diferentes. Mesmo que façam 20 ou 30 kms num dia. Hoje em dia as estradas são muito melhores e as autarquias têm autocarros. Antigamente nas serras as crianças andavam por vezes mais de uma hora a pé para chegarem à escola, com frio, chuva e neve, aí sim era duro. E isto levanta outra questão mais vasta, numa sociedade futura este modelo de povoamento disperso que temos em parte do país, com os habitantes dispersos por montes, sítios, quintas, bermas de estradas, este modelo não serve.

Quanto ao exame de inglês faz todo o sentido, é uma forma de obrigar os professores a cumprir os programas. Quando cheguei ao Superior e apanhei os livros da minha área todos em inglês e tive de escrever artigos científicos em inglês tive muitas dificuldades nos primeiros tempos, devido à má preparação que tinha. Um aluno que começa inglês no quinto ano deve estar a ler obras no 11.º ano, ora no meu 11.º ano andava a ver matéria que já tinha sido vista no Básico, parte da turma nem sabia conjugar o verbo To Be. Neste momento 90% dos artigos científicos estão em inglês, noutras áreas como a Economia o inglês é a língua franca. As três grandes línguas são o Inglês, Francês e Alemão, mas saber escrever e falar bem em inglês não é fácil, é quem sabe tem uma grande vantagem. O castelhano é a segunda língua europeia mais falada mas praticamente não conta, a produção científica e humanística nessa língua é insignificante.

Os exames são fundamentais, se não fossem os exames nacionais boa parte dos alunos da escola pública ficavam fora do Superior. Agreste, aí no Algarve há escolas onde os alunos têm tratamento diferenciado nas notas, quem é filho do médico ou do juiz tem direito a turma especial e atenção nas notas, mas quem é filho do trolha se tem média de testes 18 se calhar leva com um 16 ou 17 porque não «participa» o suficiente. E depois há quem faça política nas escolas, os filhos dos comerciantes ou construtores são filhos de fascistas. Tive um colega que era filho de um retornado, atreveu-se a mencionar numa aula um caso polémico associado a Macau e ao Mário Soares, a professora era ligada ao PS e chumbou-o, e ele tinha média de testes positiva, a professora manipulava as correcções dos testes do rapaz e fazia-lhe vida negra.

Eu sou a favor de um sistema de exames de acesso ao Superior, só conta a nota de exames para acesso, com duas fases por ano. Não há outra forma de acabar com as injustiças que há nas notas de Secundário, este sistema só beneficia quem tem dinheiro para pôr os filhos nos colégios privados e quem arranja favores de professores amigos.
 
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O despovoamento do campo é positivo, as pessoa não percebem que esse despovoamento ocorreu noutros países muito cedo, há mais de 300 anos, por cá nunca ocorreu antes porque não houve revolução industrial. Nós tínhamos uma sociedade muito atrasada, as pessoas viviam da agricultura de subsistência, nos anos 90 ainda havia comunidades auto-suficientes, pré-industriais, que conseguiam produzir tudo. Havia aldeias que não tinham electricidade, produziam os alimentos, havia fiação e queimavam o lixo. Se houver regresso aos campos e a esta agricultura então temos muito que temer, pois foi o que sucedeu antes da queda do Império Romano, significará uma queda da Civilização.

O problema que temos no povoamento é outro, está na falta de centros urbanos mais povoados no interior, cidades como Chaves, Bragança, Guarda, Covilhã, Fundão, Castelo Branco, Elvas, Estremoz, Vila Viçosa ou Moura deveriam ter mais jovens, mais indústria, mais serviços. No interior alentejano as pessoas vão às compras a Badajoz, não há nenhum centro comercial de qualidade, os centros das cidades não têm lojas com produtos que os jovens procuram. Com o euro Portugal deveria ter uma carga fiscal mais baixa que a espanhola, produtos mais baratos, vou até mais longe, as cidades do interior deveriam ter regimes fiscais especiais, faz algum sentido esta entrega de dinheiro aos espanhóis e a morte do comércio em cidades como Elvas ou Vila Real de Santo António?
 
El Consejo de Ministros ha actualizado el cuadro macroeconómico 2015-2016 con una revisión al alza de las variables de crecimiento y empleo. Para este año se prevé un aumento del PIB del 3,3%, cuatro décimas más de lo fijado en el último Programa de Estabilidad, y del 3% en 2016, una décima más.

El mercado laboral cerrará 2015 con un aumento de 602.000 en el número de ocupados, el 3,4% más, aunque en realidad se trata de 1.000 empleos más. La tasa de paro será del 21,1%, un punto menos que en la última previsión. Según el Gobierno se trata de unas previsiones prudentes y realistas, en línea con lo estimado por diferentes analistas privados.

Para 2016 el Ejecutivo prevé que el empleo crezca a un ritmo del 3% y sitúa la tasa de paro por primera vez en la legislatura por debajo de la tasa psicológica del 20%. Prevé en 19,7%.

http://www.elmundo.es/economia/2015/07/10/559fb84de2704e41158b458b.html

Estes já nos vão passar a perna mais uma vez. Deveríamos ser bem mais ricos que eles mas com 40 anos de destruição encenada pelo Bloco Central de interesses e pelo PCP estamos assim...
 
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