Preços dos serviços básicos subiram 25% desde 2011. Salários nem 2%
http://www.dinheirovivo.pt/economia...basicos-subiram-25-desde-2011-salarios-nem-2/
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Ai algarvio não dês ideias que eles têm as lâmpadas do cérebro todas lixadas.
É muito pior que tudo isso, é inexequivel! É pior que a última alteração à lei do álcool a menores de 16, ou a lei que obriga a apanhar a apanhar a caca dos respectivos 4 patas (não é má.. mas ainda não vi nenhum polícia a correr atrás).


Vê-se logo que ninguém aqui começou a ouvir nojeiras das mais porcas que há aos 10 anos (tive o azar de começar a 'desenvolver-me' cedo). Sim, isso acontece. Estava no quinto ano quando ouvi, pela primeira vez, coisas que ainda nem sequer entendia, mas que sabia serem nojentas por parte de criaturas ainda mais nojentas. E desenganem-se os senhores que por aqui andam, que têm esposas, irmãs ou filhas se acharem que elas não ouviram/ouvem. As mulheres foram educadas a achar que isso é normal. Que qualquer besta quadrada que passe por nós tem o direito de dizer o que lhe apetece. 'As senhoras não têm ouvidos', diz-se. Ao início, fazia isso mesmo. Ignorava. Corava até à raíz dos cabelos mas não respondia. A partir dos 14 ou 15 comecei a responder à letra, regra geral com respostas que envolviam a mulher ou a mãezinha do nojento. Uma vez tive de apressar o passo para não levar. Não sei se os defensores do piropo que por aí abundam o são porque não compreendem o que é ter de levar com eles ou se são, eles próprios, 'piropeiros'. Nem me interessa. Desde que saibam que é elevada a probabilidade de uma qualquer mulher que seja importante para eles, ter começado a ouvir, aos 10 anos ou pouco mais, coisas como 'lambia-te esse ***** todo', 'comia-te até me fartar', 'metia o não sei quê não sei onde' e toda uma panóplia de fazia e acontecia seguida de vernáculo. Já que não se pode partir caras quando se ouvem destas coisas maravilhosas , então que seja a lei a lidar com esses cobardes com evidentes défices de masculinidade.
Ó Cláudia, o que aqui estamos a falar é do facto de se legislar sobre algo que na prática já existe e que não vai trazer praticamente nada de novo, juridicamente falando.
Claro que esse tipo de coisas nem tem comentários, quem manda essas " bocas " ordinárias, claro que tem falta de alguma coisa.
as ofensas verbais, o assédio sexual deviam enquadrar-se no tipo de resposta que devia ter a violência doméstica... banir-afastar os abusadores.
Lei para o piropo acho que não faz sentido porque já existe uma lei para as ofensas verbais. Comentar publicamente a forma do corpo de uma mulher é um tema complexo pois basta assistir a publicidade na televisão ou na internet para se perceber a formatação do mundo.