Algarvio,
não me refiro à iluminação nos centros das cidades mas sim fora delas.
Sempre que há eleições é uma orgia de novas iluminações por todo o país, não há critérios e depois temos estradas rurais iluminadas como se fossem avenidas. Perto da casa dos meus pais aí no Algarve está uma estrada com 2 quilómetros toda iluminada e tem apenas um morador, parece uma avenida, mas no centro da vila há um viaduto sobre o caminho-de-ferro que não tem uma única lâmpada nem passeios, espero que nunca aconteça nada pois passam ali à noite muitos imigrantes de Leste de bicicleta sem colete reflector nem luz, o viaduto ainda é longo. A EN 125 entre Faro e Olhão também não precisa de toda aquela iluminação de ambos os lados, é um exagero assim como são exageradas as iluminações das rotundas, onde basta um candeeiro central mas colocam às vezes mais de 20 ou 30. Pergunto-me também quem pagará a iluminação das urbanizações falidas. Por isso defendo que em vez de IMI deveria haver impostos municipais e as câmaras deveriam viver apenas com o dinheiro desses impostos, aí as pessoas perceberiam que se apoiam candidatos despesistas terão de pagar a factura. A frente de ria da Torre de Ares quando foi arranjada levou uma iluminação como se fosse uma avenida, como foi possível o Parque Natural aprovar aquilo? No concelho de Tavira há estradas rurais iluminadas e outras sem uma única lâmpada onde nunca ninguém foi assaltado. Iluminar estradas rurais, municipais e nacionais tem um custo elevado, não só monetário mas também ambiental.
não me refiro à iluminação nos centros das cidades mas sim fora delas.
Sempre que há eleições é uma orgia de novas iluminações por todo o país, não há critérios e depois temos estradas rurais iluminadas como se fossem avenidas. Perto da casa dos meus pais aí no Algarve está uma estrada com 2 quilómetros toda iluminada e tem apenas um morador, parece uma avenida, mas no centro da vila há um viaduto sobre o caminho-de-ferro que não tem uma única lâmpada nem passeios, espero que nunca aconteça nada pois passam ali à noite muitos imigrantes de Leste de bicicleta sem colete reflector nem luz, o viaduto ainda é longo. A EN 125 entre Faro e Olhão também não precisa de toda aquela iluminação de ambos os lados, é um exagero assim como são exageradas as iluminações das rotundas, onde basta um candeeiro central mas colocam às vezes mais de 20 ou 30. Pergunto-me também quem pagará a iluminação das urbanizações falidas. Por isso defendo que em vez de IMI deveria haver impostos municipais e as câmaras deveriam viver apenas com o dinheiro desses impostos, aí as pessoas perceberiam que se apoiam candidatos despesistas terão de pagar a factura. A frente de ria da Torre de Ares quando foi arranjada levou uma iluminação como se fosse uma avenida, como foi possível o Parque Natural aprovar aquilo? No concelho de Tavira há estradas rurais iluminadas e outras sem uma única lâmpada onde nunca ninguém foi assaltado. Iluminar estradas rurais, municipais e nacionais tem um custo elevado, não só monetário mas também ambiental.
