O Estado do País 2016

Eu não sou fascista. Não precisas de partir para o insulto.

Oh James, francamente. Abre a pestana, homem! Alguma vez disseste 'Ser fascista é assim tão grave'? Não? Então se calhar não era para ti. Ou se calhar, por isso, é que eu disse 'fingir acreditar que simpatizantes...'. Deus me dê paciência. E eu nem acredito nele nem nada. É o que dá postar aqui. Até me faz recorrer a entidades imaginárias.
 
Agora a sério, eu pensava que as feministas apoiavam acima de tudo as mulheres a liderar, etc. No lugar dos homens.
A sério que pensava.

Então quer dizer que eu sou feminista e não sabia?

Eu espero que isto seja ironia.
No caso improvável de não ser, então só posso recomendar a leitura de alguma literatura. No entanto, deixo ficar o básico dos básicos: "Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como objetivo direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões opressores patriarcais, baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias que advogam pela igualdade entre homens e mulheres, além de promover os direitos das mulheres e seus interesses."
 
Só mesmo machistas para acharem que o feminismo não faz sentido num mundo onde mulheres a desempenharam as mesmas tarefas que um homem ganham menos. Enfim. Tempo perdido, mesmo.
 
Só mesmo machistas para acharem que o feminismo não faz sentido num mundo onde mulheres a desempenharam as mesmas tarefas que um homem ganham menos. Enfim. Tempo perdido, mesmo.
Feminismo faz zero sentido. Então se for como a Anita Sarkeesian...


Só os feministas asseguram, de forma equilibrada, o interesse de homens e mulheres. Ser feminista é isso mesmo: defender direito iguais para todos, independentemente do género.

Boa piada. Igualdade de género =/= feminismo
 
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O que se passa a nivel de docência no ensi
Sou contra o gasto de um cêntimo que seja dos contribuintes em tudo o que envolva religiões. E mesmo que não esteja dinheiro envolvido. Na inauguração do túnel do Marão estava lá um padre a benzer não sei o quê. Fiquei a pensar se teria sido a Igreja dele a pagar a construção do túnel. Os estados laicos não devem ter nada a ver com religião. Nada. Os políticos, como cidadãos, podem e devem, se assim entenderem, professar a religião que quiserem ou não professarem nenhuma. A dimensão pessoal é uma, a profissional, é outra. As religiões devem ficar em casa de cada um e nos seus respectivos templos. O resto é atraso e parolice.

É a tua opinião e respeito-a.
Mas se me permitem a critica, Considero que a esquerda em geral baseada numa ideologia muito marcada marxista cultural, está a perder um pouco o pé a noção do chão em que pisa nessa matéria e a radicalizar-se e acima de tudo está a ignorar sinais no meu entender muito importantes, aplicando receitas que estão a ficar ultrapassadas e paradas no tempo. Por vezes acontece tentamos ser tanto á frente ou tão progressistas que acabamos no sectarismo.

Vejamos nem a 1ª Republica extremamente anti-clerical e anti-antigas ordens foi capaz de a quando a criação da bandeira nacional republicana retirar o escudo português que basicamente do ponto de vista simbólico tem uma forte ligação ao cristianismo com as 5 chagas de cristo e a reconquista que criou a nação portuguesa. Não existe nada mais cristão e clerical que o escudo português e a 1ª republica altamente anti-clerical anti-ordens antigas, teve a ousadia de retirar esse simbolismo porque o fez? Porque isso está entranhado diria no adn da nação portuguesa. Se reparamos a 1º republica anti-clerical tenta combater essas ordens na bagunça em que lançou o pais durante 16 anos e as ordens antigas e o catolicismo surge mais forte na 2ª republica do Estado-Novo em 1926, isto poderia servir de lição para o futuro.

Em tese se levarmos o laicismo aos extremos não teremos feriados religiosos entre os quais de extrema importância para a nossa civilização tais como o 25 de Dezembro, ou a Pascoa entre outros, se levarmos o laicismo ao extremo teremos de retirar todo o simbolismo religioso que possa existir a nivel institucional e estadual. Mas na pratica todos nós sabemos que isso é impossível, porque?

Porque, uma coisa é um Estado laico, uma coisa são os nossos codigos identitários civilizacionais e isso, nem o Império Soviético conseguiu destruir no mundo eslavo resultado? A religiosidade e matriz ortodoxa surge ainda mais forte que antes da revolução bolchevique e pior reparamos que a extrema direita o nacionalismo até o racismo, cresce,cresce e cresce e cresce a onde? nos antigos paises que constituíam a URSS.

Depois á questão demográfica, e quer se queira quer não mesmo e apesar de tudo o povo português é maioritariamente católico e cristão, digo católico e cristão porque? Porque se notou-se um decréscimo do catolicismo o engraçado é que paralelamente assistimos a um aumento das chamadas igrejas manas, evangélicas, e essa maioria tem de ser respeita e não deverá no meu entender ser diria melindra ou sujeita a politicas executivas que possam soar a pequenas revanges ou humilhações é por isso que existe uma concordata por se perceber que o cristianismo ou a civilizada cristã neste caso catolica está muito entranhado no Povo português. Tem de haver aqui diplomacia e inteligência politica por parte da esquerda, numa palavra bom-senso e sensibilidade, algo que sinceramente não tem existido em lado nenhum é por isso que vemos Trumps e vemos Le Pens e vemos Brasis como estamos assistir agora.

E a esquerda ou poder marxista cultural deveria reflectir sobre os seus erros, coisa que nunca o fará, porque como já disseram muitos autores o proprio marxismo seja cultural,economico, leninista, stalinista, maoista, é na sua essencia uma religião cheia de dogmas, logo essa reflexão que o marxismo cultural exige diariamente á direita, ao mundo reacionario, não é feito pelos proprios.

Uma das coisas é não por em pé de igualdade todas as religiões ou melhor igrejas, os direitos são iguais, mas o poder social é diferente, logo uma minoria religiosa com menos de 1% nunca pode estar em pé de igualdade com uma maioria de 80%-90% por cento. Logo aquelas coisas de retirar estatuas em França de cristãos em escolas para não ofender outras religiões principalmente uma seriam de todo evitáveis porque? isso soa para a opinião publica mal.

O marxismo cultural caminha parado no tempo age como tivéssemos com um apartheid, guerras coloniais, poder real da Igreja no poder politico está um pouco parado nos 60,70, não perceberam que o mundo mudou e muito e não percebeu que os explorados de ontem podem ser os exploradores de amanha.

Depois o marxismo cultural caminha ainda para becos, por exemplo deu-se o exemplo de um bispo ou padre ter abençoado uma obra no norte do pais, todos sabemos como o catolicismo é vivido a Norte, é um pouco dificil desarticular isso da vida publica, isso suscitou indiginação em muitas pessoas, pois bem estranho é não se ver esse mesmo tipo de indignação quando num bairro inglês periférico esteja a ser aplicada a Sharia onde ingleses não podem passear cães, ou mulheres não podem caminhar livremente, isto acontece, e vê-se mais indiginação por vezes no mundo feminista com um ou outro excesso da igreja catolica que de facto existe e existe muita coisa errada sem duvida, do que com por exemplo a fascismo a que são sujeitas as mulheres no mundo islâmico, pergunto que solidariedade têm as mulheres muçulmanas das feministas ocidentais? Pela percepção que sem tem muito pouca.

Por exemplo a questão das sharias que vão aparecendo um pouco nas grandes capitais europeias é um caso cronico e um caminho perigoso das esquerdas marxistas culturais, então para se defender a liberdade religiosa, a integração de minorias, permite-se que em bairros direitos fundamentais das mulheres sejam violados?

A questão do Islão radical é uma questão que a esquerda lida muito mal, muito mal mesmo, porque conduz-lhe a varios becos ideologicos, como é que o "Mal" afinal pode vir de países que foram pobres que foram explorados ou colonizados? afinal o "mal" era sempre personificado pelas nações racionarias e pelo chamado "homem reaccionário".

Isto são apenas algumas reflexões que aqui deixo, o marxismo cultural deveria rever varias posições, porque secalhar e talvez são alguns excessos, alguns radicalismos que se cometeram nestes últimos anos que estão abrir caminho para Le Pens e Trumps por aqui e por ali.
 
quando for possível votar o fim de todos os apoios financeiros às igrejas e outras confissões... os apoios acabam. É preciso é construir essa maioria.
 
O que se passa a nivel de docência no ensi


É a tua opinião e respeito-a.
Mas se me permitem a critica, Considero que a esquerda em geral baseada numa ideologia muito marcada marxista cultural, está a perder um pouco o pé a noção do chão em que pisa nessa matéria e a radicalizar-se e acima de tudo está a ignorar sinais no meu entender muito importantes, aplicando receitas que estão a ficar ultrapassadas e paradas no tempo. Por vezes acontece tentamos ser tanto á frente ou tão progressistas que acabamos no sectarismo.

Vejamos nem a 1ª Republica extremamente anti-clerical e anti-antigas ordens foi capaz de a quando a criação da bandeira nacional republicana retirar o escudo português que basicamente do ponto de vista simbólico tem uma forte ligação ao cristianismo com as 5 chagas de cristo e a reconquista que criou a nação portuguesa. Não existe nada mais cristão e clerical que o escudo português e a 1ª republica altamente anti-clerical anti-ordens antigas, teve a ousadia de retirar esse simbolismo porque o fez? Porque isso está entranhado diria no adn da nação portuguesa. Se reparamos a 1º republica anti-clerical tenta combater essas ordens na bagunça em que lançou o pais durante 16 anos e as ordens antigas e o catolicismo surge mais forte na 2ª republica do Estado-Novo em 1926, isto poderia servir de lição para o futuro.

Em tese se levarmos o laicismo aos extremos não teremos feriados religiosos entre os quais de extrema importância para a nossa civilização tais como o 25 de Dezembro, ou a Pascoa entre outros, se levarmos o laicismo ao extremo teremos de retirar todo o simbolismo religioso que possa existir a nivel institucional e estadual. Mas na pratica todos nós sabemos que isso é impossível, porque?

Porque, uma coisa é um Estado laico, uma coisa são os nossos codigos identitários civilizacionais e isso, nem o Império Soviético conseguiu destruir no mundo eslavo resultado? A religiosidade e matriz ortodoxa surge ainda mais forte que antes da revolução bolchevique e pior reparamos que a extrema direita o nacionalismo até o racismo, cresce,cresce e cresce e cresce a onde? nos antigos paises que constituíam a URSS.

Depois á questão demográfica, e quer se queira quer não mesmo e apesar de tudo o povo português é maioritariamente católico e cristão, digo católico e cristão porque? Porque se notou-se um decréscimo do catolicismo o engraçado é que paralelamente assistimos a um aumento das chamadas igrejas manas, evangélicas, e essa maioria tem de ser respeita e não deverá no meu entender ser diria melindra ou sujeita a politicas executivas que possam soar a pequenas revanges ou humilhações é por isso que existe uma concordata por se perceber que o cristianismo ou a civilizada cristã neste caso catolica está muito entranhado no Povo português. Tem de haver aqui diplomacia e inteligência politica por parte da esquerda, numa palavra bom-senso e sensibilidade, algo que sinceramente não tem existido em lado nenhum é por isso que vemos Trumps e vemos Le Pens e vemos Brasis como estamos assistir agora.

E a esquerda ou poder marxista cultural deveria reflectir sobre os seus erros, coisa que nunca o fará, porque como já disseram muitos autores o proprio marxismo seja cultural,economico, leninista, stalinista, maoista, é na sua essencia uma religião cheia de dogmas, logo essa reflexão que o marxismo cultural exige diariamente á direita, ao mundo reacionario, não é feito pelos proprios.

Uma das coisas é não por em pé de igualdade todas as religiões ou melhor igrejas, os direitos são iguais, mas o poder social é diferente, logo uma minoria religiosa com menos de 1% nunca pode estar em pé de igualdade com uma maioria de 80%-90% por cento. Logo aquelas coisas de retirar estatuas em França de cristãos em escolas para não ofender outras religiões principalmente uma seriam de todo evitáveis porque? isso soa para a opinião publica mal.

O marxismo cultural caminha parado no tempo age como tivéssemos com um apartheid, guerras coloniais, poder real da Igreja no poder politico está um pouco parado nos 60,70, não perceberam que o mundo mudou e muito e não percebeu que os explorados de ontem podem ser os exploradores de amanha.

Depois o marxismo cultural caminha ainda para becos, por exemplo deu-se o exemplo de um bispo ou padre ter abençoado uma obra no norte do pais, todos sabemos como o catolicismo é vivido a Norte, é um pouco dificil desarticular isso da vida publica, isso suscitou indiginação em muitas pessoas, pois bem estranho é não se ver esse mesmo tipo de indignação quando num bairro inglês periférico esteja a ser aplicada a Sharia onde ingleses não podem passear cães, ou mulheres não podem caminhar livremente, isto acontece, e vê-se mais indiginação por vezes no mundo feminista com um ou outro excesso da igreja catolica que de facto existe e existe muita coisa errada sem duvida, do que com por exemplo a fascismo a que são sujeitas as mulheres no mundo islâmico, pergunto que solidariedade têm as mulheres muçulmanas das feministas ocidentais? Pela percepção que sem tem muito pouca.

Por exemplo a questão das sharias que vão aparecendo um pouco nas grandes capitais europeias é um caso cronico e um caminho perigoso das esquerdas marxistas culturais, então para se defender a liberdade religiosa, a integração de minorias, permite-se que em bairros direitos fundamentais das mulheres sejam violados?

A questão do Islão radical é uma questão que a esquerda lida muito mal, muito mal mesmo, porque conduz-lhe a varios becos ideologicos, como é que o "Mal" afinal pode vir de países que foram pobres que foram explorados ou colonizados? afinal o "mal" era sempre personificado pelas nações racionarias e pelo chamado "homem reaccionário".

Isto são apenas algumas reflexões que aqui deixo, o marxismo cultural deveria rever varias posições, porque secalhar e talvez são alguns excessos, alguns radicalismos que se cometeram nestes últimos anos que estão abrir caminho para Le Pens e Trumps por aqui e por ali.


Topê por favor... tenta escrever os teus posts com um mínimo de organização. Não falo de erros de português, mas de um mínimo de pontuação e sintaxe. É que não se consegue perceber mesmo nada por mais boa vontade que uma pessoa tenha de acompanhar o raciocínio.
 
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Para começar há muitos tipos de feminismo tendo entre eles fronteiras difusas (comum nas ideologias). Há, por exemplo, o feminismo mais ou menos moderado que advoga a igualdade de direitos como há o feminismo radical que apoia um sistema educacional de género neutro. Na Suécia há escolas com esta política completamente desfasada da realidade. Não ficarei admirado se algum dia alguém sugerir terapia hormonal para reduzir as diferenças genético-biológicas.

A religião faz parte da cultura. São coisas indissociáveis. É como ir ao Tibete ou à Índia e querer demolir os templos. A esquerda portuguesa odeia a religião indígena mas ai daquele que se atrever a criticar uma religião das minorias. Aí, e usando termos da meteorologia, estão reunidas condições para a formação de tempestades severas de indignação e insultos.

Relembro que o culto de entidades superiores sempre existiu na generalidade. E tem um impacto bastante grande na vida das pessoas. Tanto pode ser usada para o maior ato de compaixão como para chacinas inimagináveis (é uma ideologia e tem o mesmo impacto de todas as outras ideologias). Cada um tem o direito de não acreditar mas não tem o direito de retirar esse direito aos outros se não houver dano aos seus próprios direitos. A experiência comunista apenas muda o foco do culto. Há país comunista sem a idolatrização dos líderes? Até já há congregações de ateus. Não é isso também um culto?
 
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O ateísmo é uma forma de religião radical e intolerante.
Que tem como principal doutrina o ódio às outras religiões, em especial a dominante ( no nosso caso a Católica) , como se vê em alguns posts neste tópico.

E são normalmente pessoas extremamente intolerantes, que gostam de diminuir quem não pensa como eles.
 
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O Estado é e deve ser Laico MAS não pode olvidar que mais de 90% dos portugueses são cristãos. Em casos pontuais as pessoas mudaram-se para as Testemunhas de Jeová, Mormons, espiritismo, etc., mas continuam a ser cristãos. Os ateus são uma minúscula minoria tal como são os muçulmanos.

Seria óptimo que se desse mais importância e destaque ao Cristianismo no ensino e na sociedade não por motivações de Fé mas sim por questão de índole cultural, se calhar mais de 90% dos portugueses desconhecem que vivem num país com tradições cristãs perseguidas pela Igreja Católica e com um cristianismo radicalmente diferente do espanhol ou do italiano, que dizer por exemplo do Culto do Espírito Santo, de índole popular e com traços de esoterismo? Ou da arte Manuelina? O universalismo português e a política da miscigenação? Há um lado negro na religião em Portugal, a Inquisição, mas esquecemos o outro lado, o Bom, que é único e tem muitas lições a dar ao mundo e não precisa de teorias de género e disto e daquilo do marxismo cultural.
 
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Para começar há muitos tipos de feminismo tendo entre eles fronteiras difusas (comum nas ideologias). Há, por exemplo, o feminismo mais ou menos moderado que advoga a igualdade de direitos como há o feminismo radical que apoia um sistema educacional de género neutro. Na Suécia há escolas com esta política completamente desfasada da realidade. Não ficarei admirado se algum dia alguém sugerir terapia hormonal para reduzir as diferenças genético-biológicas.

A religião faz parte da cultura. São coisas indissociáveis. É como ir ao Tibete ou à Índia e querer demolir os templos. A esquerda portuguesa odeia a religião indígena mas ai daquele que se atrever a criticar uma religião das minorias. Aí, e usando termos da meteorologia, estão reunidas condições para a formação de tempestades severas de indignação e insultos.

Relembro que o culto de entidades superiores sempre existiu na generalidade. E tem um impacto bastante grande na vida das pessoas. Tanto pode ser usada para o maior ato de compaixão como para chacinas inimagináveis (é uma ideologia e tem o mesmo impacto de todas as outras ideologias). Cada um tem o direito de não acreditar mas não tem o direito de retirar esse direito aos outros se não houver dano aos seus próprios direitos. A experiência comunista apenas muda o foco do culto. Há país comunista sem a idolatrização dos líderes? Até já há congregações de ateus. Não é isso também um culto?

Colocas-te o dedo na ferida e explicaste de forma muito mais clara aquilo que eu tentei expremir no anterior comentário.
É tudo uma questão de bom senso.
E é esse bom senso que considero que tem faltado nas esquerdas mesmo democratas nas ultimas 3 décadas.
O ideal da criação do homem novo está muito entranhado no pensamento ideológico politicamente correcto marxista cultural. Exemplo é que até neste forum se fala em extinção de religiões :lmao: como se os estados deixassem de "bancar" as religiões as religiões não sobrevivessem, como as mesmas não tivessem sobrevivido durante seculos até milénios.
 
No meu comentário anterior esqueci a Galiza, temos tradições espirituais em comum que voltam as costas ao catolicismo espanhol... muitos séculos antes de Fátima já havia Santiago de Compostela e havia tradições cristãs que a própria Igreja mais tarde por cegueira ideológica tentou banir, havia por exemplo no Noroeste carvalhos tidos como sagrados pelo povo... sim porque não é só a Esquerda que tem cegueira e palas, a Igreja também teve e tem de vez em quando. Aliás antes de haver Igreja já havia muitas das tradições religiosas que ainda persistem em Portugal...
 
O Estado é e deve ser Laico MAS não pode olvidar que mais de 90% dos portugueses são cristãos. Em casos pontuais as pessoas mudaram-se para as Testemunhas de Jeová, Mormons, espiritismo, etc., mas continuam a ser cristãos. Os ateus são uma minúscula minoria tal como são os muçulmanos.

Seria óptimo que se desse mais importância e destaque ao Cristianismo no ensino e na sociedade não por motivações de Fé mas sim por questão de índole cultural, se calhar mais de 90% dos portugueses desconhecem que vivem num país com tradições cristãs perseguidas pela Igreja Católica e com um cristianismo radicalmente diferente do espanhol ou do italiano, que dizer por exemplo do Culto do Espírito Santo, de índole popular e com traços de esoterismo? Ou da arte Manuelina? O universalismo português e a política da miscigenação? Há um lado negro na religião em Portugal, a Inquisição, mas esquecemos o outro lado, o Bom, que é único e tem muitas lições a dar ao mundo e não precisa de teorias de género e disto e daquilo do marxismo cultural.

Os muçulmanos em Portugal, que são sem duvida uma comunidade muito bem integrada, está muito localizada na Grande Lisboa, os 1ºs muçulmanos que chegaram a Portugal vieram sobretudo da Guiné-Bissau e Moçambique, mas sem comparação mas de longe com o que sucede diria em praticamente todos os outros paises europeus.
É uma comunidade com pouca escala e dimensão populacional, é nesse sentido que acho muito exagerado o protagonismo que estão a ter na sociedade portuguesa, sei que isso deve-se em parte ao terrorismo religioso, mas mesmo assim, acho que existem outras minorias étnica/religiosas que se poderão sentir e legitimamente, um pouco e negligenciadas.
 
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No meu comentário anterior esqueci a Galiza, temos tradições espirituais em comum que voltam as costas ao catolicismo espanhol... muitos séculos antes de Fátima já havia Santiago de Compostela e havia tradições cristãs que a própria Igreja mais tarde por cegueira ideológica tentou banir, havia por exemplo no Noroeste carvalhos tidos como sagrados pelo povo... sim porque não é só a Esquerda que tem cegueira e palas, a Igreja também teve e tem de vez em quando. Aliás antes de haver Igreja já havia muitas das tradições religiosas que ainda persistem em Portugal...

sim ambos têm palas sem duvida, o que acho é que neste momento as palas e a faca e o queijo estão no lado do marxismo cultural. Se isto fosse um jogo de futebol, estamos naquela fase em que a equipa cristã/católica está apanhar bolada e está na defensiva sem sequer sair para o contra-ataque.
 
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No meu comentário anterior esqueci a Galiza, temos tradições espirituais em comum que voltam as costas ao catolicismo espanhol... muitos séculos antes de Fátima já havia Santiago de Compostela e havia tradições cristãs que a própria Igreja mais tarde por cegueira ideológica tentou banir, havia por exemplo no Noroeste carvalhos tidos como sagrados pelo povo... sim porque não é só a Esquerda que tem cegueira e palas, a Igreja também teve e tem de vez em quando. Aliás antes de haver Igreja já havia muitas das tradições religiosas que ainda persistem em Portugal...

O Reino Suevo foi o 1ºreino cristão a cunhar moeda na Europa ocidental.
Existem coisas estranhas na historia oficial da peninsula ibérica, impressionante e sem querer ofender susceptibilidades ou polémicas, é impressionante, que quase já nos Picos da Europa em plena região Cantábria, temos a olhos nus, vestígios da arte, arquitecturas moçarabes, que não se encontram na Galiza e até quase ao Mondego em Portugal. por exemplo a cidade Medina do Pomar isso é visível uma cidade ás portas dos Picos da Europa.
No Douro isso então é tão mas tão evidente as diferenças ente o lado espanhol muito mais mourisco que o lado português, não sei até que ponto o nacionalismo castelhano possa ter influenciado um pouco a Historia institucional, não consigo verificar as estruturas e instituições suficientes no Reino pequeníssimo das Asturias que não tivessem directa ou indirectamente ligadas ás instituições cristãs do Reino da Galiza. Mas isso são apenas divagações e duvidas que uma pessoa que vá aqui ou acolá possa eventualmente ter.
 
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