O Estado do país 2026

Guerra e perda de 'ligações económicas preferenciais' misteriosamente sempre escapam às análises da história de Portugal e da posterior evolução económica das ex-colónias. Porque o objetivo é certa 'nostalgia'.

No caso da Angola, a maior parte da produção petrolífera é no oceano. Cabinda foi uma colossal perda para PT... e pouco mais.

Promover união territorial com aquela orografia é um pesadelo para as contas públicas. Em termos de segurança, a guerra colonial deve ter sido o Afeganistão português.

O tempo tropical angolano também não é grande coisa para agricultura. Mosquitada abundante, doenças tropicais que ainda hoje em dia são negligenciadas, etc.

Mas enfim, o país mais pobre da Europa ocidental de alguma forma transformou certas partes de África (área de Angola é >10x a de PT) em metrópoles burguesas dignas de inveja mundial.

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De certeza que sabes o que é um estado falhado?

Pá, por acaso já abordei o tópico. Ainda estou para encontrar o Dubai que Portugal lá deixou e infelizmente ainda em nada contribuíste. Uma lista de infraestruturas não é suficiente. Qualquer colónia para fins extrativos sempre requer algum investimento.

Tenho que assumir que Salazar era grande camelo. Enriqueceu Angola e deixou Portugal como um dos mais pobres da Europa (ocidental).
Não estou a defender que ficassem com Portugal. Estou é contra no que se transformaram.
 
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O Irão tem outras instalações para exportar petróleo mas têm menor capacidade.

A maior parte do petróleo iraniano exportado vai para a China.

Os israelitas explodiram tanques de armazenamento de petróleo em Teerão, assegurando a médio prazo uma enorme crise de saúde na cidade (cancro, dificuldades respiratórias, etc).

A (real) superpotência não permite a destruição da ilha porque não é do interesse geral. Como se a sucata iraniana não tivesse já demonstrado capacidade de infligir danos devastadores na infraestrutura petrolífera dos vizinhos.

É pena que mesmo malta conceituada não dê a perspetiva mais complexa e próxima da realidade. Para benefício do telespectador que vai sofrer bastante com os preços da energia numa duração ainda por determinar.

Tremenda desilusão.
 
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Nem sei por onde começar para comentar este caso.
Tenho família no Samouco. Toda a gente sabe que ali trabalham há anos, muitos mesmo, carradas de imigrantes ilegais. E que as autoridade pouco ou nada fizeram. Por que será? Há uns meses estive lá no Samouco e falei com uma pessoa que trabalha por lá, um cidadão romeno. Não estou aqui a inventar nada.
 
Tenho família no Samouco. Toda a gente sabe que ali trabalham há anos, muitos mesmo, carradas de imigrantes ilegais. E que as autoridade pouco ou nada fizeram. Por que será? Há uns meses estive lá no Samouco e falei com uma pessoa que trabalha por lá, um cidadão romeno. Não estou aqui a inventar nada.

Esse é parte do problema. Mas temos um orgão como o IPMA a contratar este serviço a um pescador à base da confiança? Como é que a Europa pode confiar nestes organismos com a mínima confiança? Que impacto isto vai ter na produção portuguesa. Esta ameijoa não estava em condições de ser comercializada nem como ração para animais e chegou como produto gourmet a outros países. Isto não é o Bangladesh mas parece.
 

Fico a pensar, será que é um caso isolado? Se calhar não é, e por coisas que se passam no Algarve deve haver muito mais disto por aí. Deixei de comer marisco há muitos anos porque já suspeitava disto.
No Algarve, sobretudo em Olhão está proibida a apanha de bivalves em várias zonas, principalmente desde do T até à antiga ETAR e duvido que alguma vez essa interdição seja levantada. Aliás, o que não falta são mariscadores que consideram essas proibições sem sentido e noutras zonas. Raramente como marisco da Ria Formosa, basta ver o que sai dos esgotos junto ao T, nos mercados e no jardim que fica em frente à PSP, que passa logo a vontade.

O IPMA, devia ter os próprios técnicos a realizarem esse trabalho e não por pessoas externas ao IPMA e que levam a colocar em causa a saúde pública em Portugal e noutros países europeus.