Afinal a substituição populacional não é teoria da conspiração. Mais vinte anos assim e os algarvios serão uma minoria no próprio distrito. Se alguém souber a fonte destes dados que circulam nas redes sociais… é que isto são valores brutais.
"Impopular" e? Porque a maioria tem que decidir sobre a vida dos outros? Quanto ao assunto em si, são mais os jovens que vão sofrer com esta regressão do que aqueles que se arrependem da transição.Autorizar transições de género em menores de idade é altamente impopular e tem cada vez mais contestação científica. Ver gente do PS a apoiar medidas deste tipo ao lado do Bloco e Livre continuará a manter a Esquerda contida em pouco mais de 30 a 32% das intenções de voto. Longe vão os tempos em que o PS se distanciava do BE, PCP e companhia.

Conheço um restaurante no Algarve onde antes do COVID pagava 1500 euros ao senhor que estava na grelha, 1200 na cozinha e 900 nas mesas. Agora toda a gente ganha o salário mínimo nacional mas ninguém é português a não ser o patrão e a mulher. E não há horas extra no Verão para ninguém.
Uma não questão em Portugal. Não há esse estigma, os portugueses sempre fizeram todo o tipo de funções. Mas é a lei da oferta e da procura. Se alguém aceita fazer mais por menos salário do que tu, não há motivo para aumentar salários. Podem dizer que a culpa é dos empresários. Mas sejamos claros, se não houvesse gente a aceitar salários de 500€ ou 600€ porque paga 100€ para viver como uma barata numa cave em Lisboa com outras 10 pessoas, o mesmo empresário sem escrúpulos não tinha remédio se não aumentar salários.
Eles fazem isto, vão apanhar o avião noutro país para não serem apanhados. Algo tem de mudar.Nada de novo...
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Levantamentos de dinheiro tramam raptor de gestor de restaurante de luxo desaparecido no Algarve
Suspeito de raptar empresário conhecia as rotinas de Ricardo Claro, que está desaparecido há uma semana. Confessa roubo e acusa dois cúmplices que fugiram para o Brasil.www.cmjornal.pt
Pá, eu sinceramente estou farto destas guerras culturais da treta sobre uma parte da população portuguesa que nem chega a 1% da população total. Temos um declínio bastante visível de todas as infraestruturas do Estado (estradas, ferrovias, SNS, escolas, etc.) ao nível da manutenção, impostos altos, um Estado extremamente burocrático e estrangulador, uma guerra no Médio Oriente que pode levar a preços recorde da gasolina (e de tudo o resto), uma crise habitacional que não tem fim à vista... e estes cromos só se preocupam com coisas que não afetam a maioria da população, de forma a desviar dos assuntos mais relevantes. E assim se perdem mais meses e anos sem fazer as tão necessárias reformas económicas, porque andamos a discutir sobre assuntos que não interessam nem ao menino Jesus. É bem deprimente...![]()
E no fim do dia quem ganha com isso é o consumidor português, porque mesmo incluindo as margens muito produto continua a ser mais barato do que pagando todas as benesses ao trabalhador português.
Residente não significa habitante permanente. Numa recessão há muita malta que não tem outra opção se não bazar.
Com o tempo, os imigrantes tendem a ter uma natalidade semelhante aos residentes. Se Portugal será uma exceção? Ainda não vi confirmação.
Os portugueses tendem a fazer as mesmas tarefas que certos imigrantes... tendencialmente em países estrangeiros onde o salário comparativo é muito superior ao de onde vieram. Há malta dos Açores que vai para a Bermuda lavar pratos e cortar relva.
Numa eventual recessão, imigrantes que chegaram ao abrigo da manifestação de interesses e sem papelada em dia não têm grande alternativa. Bazam para os países em crescimento económico do leste europeu? Impossivel, não entram. Bazam para os países de origem? Improvável. O mal está feito, quem criou o problema já não vai resolvê-lo.
Portugueses com papelada em dia a ir ganhar umas massas para outro lado, mesmo que a fazer tarefas pouco qualificadas. Para compensar, a economia precisa de gente sem papelada em dia a ganhar metade porque isso garante a sustentabilidade da segurança social. Faz sentido.