O Estado do país 2026

Afinal a substituição populacional não é teoria da conspiração. Mais vinte anos assim e os algarvios serão uma minoria no próprio distrito. Se alguém souber a fonte destes dados que circulam nas redes sociais… é que isto são valores brutais.

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Autorizar transições de género em menores de idade é altamente impopular e tem cada vez mais contestação científica. Ver gente do PS a apoiar medidas deste tipo ao lado do Bloco e Livre continuará a manter a Esquerda contida em pouco mais de 30 a 32% das intenções de voto. Longe vão os tempos em que o PS se distanciava do BE, PCP e companhia.
"Impopular" e? Porque a maioria tem que decidir sobre a vida dos outros? Quanto ao assunto em si, são mais os jovens que vão sofrer com esta regressão do que aqueles que se arrependem da transição.

Quanto á terceira casa de banho, resolveria vários problemas. Não haveria pessoas que nasceram biologicamente homens na casa de banho feminina, estava arrumada a preocupação dos conservadores e das feministas radicais. A terceira casa de banho, a casa de banho neutra é uma forma de todos se sentirem confortáveis.
 
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Pá, eu sinceramente estou farto destas guerras culturais da treta sobre uma parte da população portuguesa que nem chega a 1% da população total. Temos um declínio bastante visível de todas as infraestruturas do Estado (estradas, ferrovias, SNS, escolas, etc.) ao nível da manutenção, impostos altos, um Estado extremamente burocrático e estrangulador, uma guerra no Médio Oriente que pode levar a preços recorde da gasolina (e de tudo o resto), uma crise habitacional que não tem fim à vista... e estes cromos só se preocupam com coisas que não afetam a maioria da população, de forma a desviar dos assuntos mais relevantes. E assim se perdem mais meses e anos sem fazer as tão necessárias reformas económicas, porque andamos a discutir sobre assuntos que não interessam nem ao menino Jesus. É bem deprimente... :facepalm:
 
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Uma não questão em Portugal. Não há esse estigma, os portugueses sempre fizeram todo o tipo de funções. Mas é a lei da oferta e da procura. Se alguém aceita fazer mais por menos salário do que tu, não há motivo para aumentar salários. Podem dizer que a culpa é dos empresários. Mas sejamos claros, se não houvesse gente a aceitar salários de 500€ ou 600€ porque paga 100€ para viver como uma barata numa cave em Lisboa com outras 10 pessoas, o mesmo empresário sem escrúpulos não tinha remédio se não aumentar salários.
 
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Conheço um restaurante no Algarve onde antes do COVID pagava 1500 euros ao senhor que estava na grelha, 1200 na cozinha e 900 nas mesas. Agora toda a gente ganha o salário mínimo nacional mas ninguém é português a não ser o patrão e a mulher. E não há horas extra no Verão para ninguém.
 
Conheço um restaurante no Algarve onde antes do COVID pagava 1500 euros ao senhor que estava na grelha, 1200 na cozinha e 900 nas mesas. Agora toda a gente ganha o salário mínimo nacional mas ninguém é português a não ser o patrão e a mulher. E não há horas extra no Verão para ninguém.

Há mais exemplos semelhantes na área do turismo. No pós-Covid houve um boom do turismo e os hoteleiros não quiseram perder tempo. O grupo Pestana comecou a pagar um salário mínimo de 1100€ quando na altura por lei não chegava a 800€. O Porto Bay além de aumento salarial começou a pagar o passe social a todos os colaboradores. Depois, com a entrada de uma vaga de nepaleses, mesmo com contínuo crescimento da actividade, acabou-se a necessidade de precisar de aumentar a fasquia para captar pessoas para trabalhar. Isto não é discurso anti-imigração, é uma mera constatação das regras mais básicas da economia.
 
Uma não questão em Portugal. Não há esse estigma, os portugueses sempre fizeram todo o tipo de funções. Mas é a lei da oferta e da procura. Se alguém aceita fazer mais por menos salário do que tu, não há motivo para aumentar salários. Podem dizer que a culpa é dos empresários. Mas sejamos claros, se não houvesse gente a aceitar salários de 500€ ou 600€ porque paga 100€ para viver como uma barata numa cave em Lisboa com outras 10 pessoas, o mesmo empresário sem escrúpulos não tinha remédio se não aumentar salários.

E no fim do dia quem ganha com isso é o consumidor português, porque mesmo incluindo as margens muito produto continua a ser mais barato do que pagando todas as benesses ao trabalhador português.

Residente não significa habitante permanente. Numa recessão há muita malta que não tem outra opção se não bazar.

Com o tempo, os imigrantes tendem a ter uma natalidade semelhante aos residentes. Se Portugal será uma exceção? Ainda não vi confirmação.

Os portugueses tendem a fazer as mesmas tarefas que certos imigrantes... tendencialmente em países estrangeiros onde o salário comparativo é muito superior ao de onde vieram. Há malta dos Açores que vai para a Bermuda lavar pratos e cortar relva.
 
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Pá, eu sinceramente estou farto destas guerras culturais da treta sobre uma parte da população portuguesa que nem chega a 1% da população total. Temos um declínio bastante visível de todas as infraestruturas do Estado (estradas, ferrovias, SNS, escolas, etc.) ao nível da manutenção, impostos altos, um Estado extremamente burocrático e estrangulador, uma guerra no Médio Oriente que pode levar a preços recorde da gasolina (e de tudo o resto), uma crise habitacional que não tem fim à vista... e estes cromos só se preocupam com coisas que não afetam a maioria da população, de forma a desviar dos assuntos mais relevantes. E assim se perdem mais meses e anos sem fazer as tão necessárias reformas económicas, porque andamos a discutir sobre assuntos que não interessam nem ao menino Jesus. É bem deprimente... :facepalm:

Mas se podem não fazer nada para resolver os grandes problemas da grande maioria das pessoas (habitação, saúde, educação, justiça, custo de vida) e, em simultâneo, complicar a vida de uns quantos miúdos, porque não aproveitar?
 
Sendo comentadora residente, vai debitar para a TV.

Em teoria os mísseis norte-coreanos também podem chegar à Europa. E têm ogivas nucleares.

Quem se sente ameaçado?

Numa lista de alvos, Lisboa e Lajes estão bem distantes do início.



É mesmo preciso escrever que utilização tem sido dada a Diego Garcia?



Os árabes da vizinhança que estão a ser atingidos gastaram dezenas de milhares de milhões em armamento dos EUA, da Europa e de Israel. Que o usem se quiserem.

É propaganda para impor consentimento e aceitação.

Atacaram. Que assumam a retribuição.

 
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E no fim do dia quem ganha com isso é o consumidor português, porque mesmo incluindo as margens muito produto continua a ser mais barato do que pagando todas as benesses ao trabalhador português.

Residente não significa habitante permanente. Numa recessão há muita malta que não tem outra opção se não bazar.

Com o tempo, os imigrantes tendem a ter uma natalidade semelhante aos residentes. Se Portugal será uma exceção? Ainda não vi confirmação.

Os portugueses tendem a fazer as mesmas tarefas que certos imigrantes... tendencialmente em países estrangeiros onde o salário comparativo é muito superior ao de onde vieram. Há malta dos Açores que vai para a Bermuda lavar pratos e cortar relva.

Numa eventual recessão, imigrantes que chegaram ao abrigo da manifestação de interesses e sem papelada em dia não têm grande alternativa. Bazam para os países em crescimento económico do leste europeu? Impossivel, não entram. Bazam para os países de origem? Improvável. O mal está feito, quem criou o problema já não vai resolvê-lo.

Portugueses com papelada em dia a ir ganhar umas massas para outro lado, mesmo que a fazer tarefas pouco qualificadas. Para compensar, a economia precisa de gente sem papelada em dia a ganhar metade porque isso garante a sustentabilidade da segurança social. Faz sentido.
 
Numa eventual recessão, imigrantes que chegaram ao abrigo da manifestação de interesses e sem papelada em dia não têm grande alternativa. Bazam para os países em crescimento económico do leste europeu? Impossivel, não entram. Bazam para os países de origem? Improvável. O mal está feito, quem criou o problema já não vai resolvê-lo.

Portugueses com papelada em dia a ir ganhar umas massas para outro lado, mesmo que a fazer tarefas pouco qualificadas. Para compensar, a economia precisa de gente sem papelada em dia a ganhar metade porque isso garante a sustentabilidade da segurança social. Faz sentido.

Gente com papelada não significa que tenham meios para regressar ao país de origem em caso de perda de rendimento.

Gente sem papelada com severas dificuldades geralmente usa os mesmos meios da gente com papelada: pede auxílio à família ou à representação diplomática.

Tenho a perceção que a vasta maioria da gente que teve passagem facilitada ingressou no mercado de trabalho e tenho sérias dúvidas que consigas *provar* o contrário.


Certos azoreanos vão para a Bermuda cortar relva e lavar pratos em condições possivelmente mais austeras porque financeiramente compensa. Ganha-se mais dólares do que euros a fazer a mesma coisa em locais diferentes e acho que era óbvio desde o início.

Mas há alguém que aceita um emprego pensando na Segurança Social? Seria novidade para mim.

Não é o mercado e a economia a funcionar? Deve o estado limitar a liberdade individual a pensar no bem comum?
 
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