O Estado do país 2026

Além da aproximação à Administração do Trump, o que faltava agora era haver também aproximação com a Rússia. É verdade que os EUA são um aliado importante, mas não é por causa disso que outros países como a França, Alemanha, Espanha etc. têm deixado de criticar o que o atual presidente está a fazer.
Sinceramente, se fossêmos a eleições novamente, não sei se este governo teria alguma hipótese. Não é que haja grandes alternativas, mas entre promessas vazias a este tipo de declarações, há pouco de bom a retirar deste governo até agora. Anunciar obras para atirar areia para os olhos das pessoas é fácil, o problema é fazer.

Felizmente não votei AD e estou de consciência tranquila em relação a isso. Ainda assim, sou representado por um governo no qual não me revejo em nada nestes casos, e também sofro as consequências das medidas que têm tomado.

Vejam lá se no caso dos combustíveis não têm aproveitado as poucas descidas das últimas 2 semanas para subir logo o ISP. :D

Agora querem que as pessoas tenham seguro obrigatório nas casas para as catástrofes. Realmente, temos salários excelentes e um custo de vida baixo para pagar ainda mais um seguro.
Na 3ª feira vi uma reportagem na zona de Leiria onde uma senhora dizia que tinha feito seguro por prevenção e que até agora ainda não tinha recebido dinheiro nenhum para recuperar a sua casa.

É só coisas para nos irem à mala.

A questão do seguro habitação obrigatório por catástrofes só peca por tardia. Se eu tenho um crédito habitação sou obrigado a ter um seguro. O estado/contribuinte não tem que pagar casas em caso de infortúnio, quando há seguro disponível para essas situações. Da mesma forma que se ficar com o carro "prensado" por uma saraivada, não devem ser os outros a assumir o custo da reparação do meu carro.
 
A questão do seguro habitação obrigatório por catástrofes só peca por tardia. Se eu tenho um crédito habitação sou obrigado a ter um seguro. O estado/contribuinte não tem que pagar casas em caso de infortúnio, quando há seguro disponível para essas situações. Da mesma forma que se ficar com o carro "prensado" por uma saraivada, não devem ser os outros a assumir o custo da reparação do meu carro.
Num contexto em que o custo de vida está cada vez mais difícil de comportar, e com os salários claramente a não acompanhar os aumentos que se registam, diz-me como é que as pessoas conseguem suportar mais um custo? Certamente que o seguro para a habitação não é 10€.

Tudo bem que o Estado não tem que pagar tudo a todos, mas para isso tem de haver condições económicas e financeiras para que as pessoas não dependam tanto de apoios. No entanto, é certo que nesse sentido isto está cada vez pior.

Ainda assim, a questão principal é se numa situação de catástrofe os seguros pagam realmente aquilo que devem e a tempo e horas. A tempestade Kristin foi uma catástrofe que teve um impacto localizado ao eixo Leiria - Castelo Branco e mesmo assim, há pessoas que ainda não receberam nada por parte dos seguros para puderem reconstruir.

Como será numa situação que afete todo o país? Tenho a certeza que os seguros não têm capacidade para pagar tudo, portanto claramente que de um problema sério resultou mais uma forma de sacar dinheiro às pessoas.
 
Última edição:
  • Gosto
Reactions: "Charneca" Mundial
Num contexto em que o custo de vida está cada vez mais difícil de comportar, e com os salários claramente a não acompanhar os aumentos que se registam, diz-me como é que as pessoas conseguem suportar mais um custo? Certamente que o seguro para a habitação não é 10€.

Tudo bem que o Estado não tem que pagar tudo a todos, mas para isso tem de haver condições económicas e financeiras para que as pessoas não dependam tanto de apoios. No entanto, é certo que nesse sentido isto está cada vez pior.

Ainda assim, a questão principal é se numa situação de catástrofe os seguros pagam realmente aquilo que devem e a tempo e horas. A tempestade Kristin foi uma catástrofe que teve um impacto localizado ao eixo Leiria - Castelo Branco e mesmo assim, há pessoas que ainda não receberam nada por parte dos seguros para puderem reconstruir.

Como será numa situação que afete todo o país? Tenho a certeza que os seguros não têm capacidade para pagar tudo, portanto claramente que de um problema sério resultou mais uma forma de sacar dinheiro às pessoas.

Não, o seguro da habitação não custará 10€. A questão aqui é que esse seguro já é obrigatório para quem tem um crédito habitação. Ou seja, quem está a pagar uma prestacão de 400, 500, 600, 700€ ao banco já tem que suportar o custo de um seguro de habitação, não tem opção. E os proprietários que já não devem nada ao banco, podem dar-se ao luxo de esperar que o estado e os outros contribuintes se cheguem à frente para suportar os custos dos danos de uma tempestade? Isto é justo?

Achas que o multi-riscos custa menos a quem tem um crédito contratado do que a quem não tem?

As ineficiências dos seguros, em termos de tempo, é uma questão que tem tanto de regulação como de dinâmica de mercado. Os seguros auto são todos iguais?
 
  • Gosto
Reactions: Thomar e frederico
Quando vim viver para Inglaterra percebi que havia uma cultura muito forte de prevenção do risco. É muito comum as pessoas terem seguros de viagem, vida, para a casa, saúde, até para animais de estimação. Recentemente tive um problema em casa que me fez perceber a importância de ter um seguro, isto depois de ter percebido há uns meses por que devemos ter seguro de viagem e de saúde quando viajamos para certos destinos. Pelo que percebi quem não poder pagar seguros poderá continuar a receber apoios do Estado. Em Portugal os restaurantes continuam a encher, e as excursões também, ou os planos de viagens, portanto há uma classe média que pode gastar em coisas verdadeiramente importantes. Nos países ricos a prioridade da população é pagar os impostos, as despesas fixas, os seguros e os descontos para a reforma, a formação profissional pessoal ou dos filhos, só depois é que se pode pensar em ócio ou pequenos luxos como roupas de marca, viagens ou concertos.
 
Li por aí que se 30% das casas fechadas entrassem no mercado, o problema da habitação atenuaria imenso.

Tendo em conta que qualquer plano de aumentar a construção demorará anos a ter efeitos, o que espera Montenegro para meter estes imóveis a mexer? Vendas de heranças indivisas não será certamente suficiente. Pelo que vejo e ouço, os senhorios estão com medo de arrendar pois despejar quem não paga é caro e demorado, e pior ainda é recuperar o valor de estragos.

PS: uma solução é começar a deslocar certos serviços para o Interior, e assim retirar pressão aos grandes centros do litoral…
 
Não, o seguro da habitação não custará 10€. A questão aqui é que esse seguro já é obrigatório para quem tem um crédito habitação. Ou seja, quem está a pagar uma prestacão de 400, 500, 600, 700€ ao banco já tem que suportar o custo de um seguro de habitação, não tem opção. E os proprietários que já não devem nada ao banco, podem dar-se ao luxo de esperar que o estado e os outros contribuintes se cheguem à frente para suportar os custos dos danos de uma tempestade? Isto é justo?

Achas que o multi-riscos custa menos a quem tem um crédito contratado do que a quem não tem?

As ineficiências dos seguros, em termos de tempo, é uma questão que tem tanto de regulação como de dinâmica de mercado. Os seguros auto são todos iguais?
Não disse que era justo e também não estou a dizer que sou contra os seguros da habitação. Sou contra o facto de ser obrigatório. Não sendo obrigatório cada um faz se entender. Se eu tivesse casa se calhar teria, porque nunca se sabe o que nos reserva, mas tinha de ter possibilidade financeira para tal.

O principal problema é mesmo este: muitas pessoas não têm possibilidade de pagar estes seguros. Os portugueses raramente contratam um seguro, a menos que sejam forçados a isso. De mim falo porque não é possível suportar tudo.
No estado em que se encontra o SNS, muita gente também terá seguros de saúde. Portanto lá está, este é mais "um" a pesar na carteira.

Eu sou principalmente contra o facto de se pagar os seguros e depois quando precisamos, a resposta demora imenso a ser dada e existem várias burocracias, como é habitual.
É exatamente como os apoios do estado, o aparelho funciona mal e por isso está sempre tudo atrasado. O governo certamente pensou nesta medida porque não conseguiu dar a resposta necessária e é uma maneira de se esquivar dessa responsabilidade.
 
Última edição:
Li por aí que se 30% das casas fechadas entrassem no mercado, o problema da habitação atenuaria imenso.

Tendo em conta que qualquer plano de aumentar a construção demorará anos a ter efeitos, o que espera Montenegro para meter estes imóveis a mexer? Vendas de heranças indivisas não será certamente suficiente. Pelo que vejo e ouço, os senhorios estão com medo de arrendar pois despejar quem não paga é caro e demorado, e pior ainda é recuperar o valor de estragos.

PS: uma solução é começar a deslocar certos serviços para o Interior, e assim retirar pressão aos grandes centros do litoral…

Sem dúvida a solução passa pelas casas fechadas. Mas há casas fechadas e há casas fechadas.

Encontrar um T3 por menos de 200 mil euros é um achado praticamente em qualquer parte do país. Mas esses apartamentos provavelmente precisam de 30 ou 40 mil euros de obras e juntar isso à entrada e custos iniciais, retira uma série de pessoas da equação porque não têm capitais próprios desses valores. Na realidade o problema da maior parte dos "jovens" até aos 40 anos que não têm casa, não é a prestação ser 300 ou 600€. Muitos deles estão a pagar isso em rendas. O problema é mesmo os custos iniciais.

Uma barbaridade onde o estado deve flexibilizar para todos, e não só para quem tem menos de 35 anos, é no IMT. Este imposto é um absurdo, facilmente chega aos 15 mil euros para imóveis de 300k que têm de ser pagos a pronto à câmara municipal. Um imposto por uma mera alteração de proprietário, onde a participação da câmara é 0 (zero).
 
Não disse que era justo e também não estou a dizer que sou contra os seguros da habitação. Sou contra o facto de ser obrigatório. Não sendo obrigatório cada um faz se entender. Se eu tivesse casa se calhar teria, porque nunca se sabe o que nos reserva, mas tinha de ter possibilidade financeira para tal.

O principal problema é mesmo este: muitas pessoas não têm possibilidade de pagar estes seguros. Os portugueses raramente contratam um seguro, a menos que sejam forçados a isso. De mim falo porque não é possível suportar tudo.
No estado em que se encontra o SNS, muita gente também terá seguros de saúde. Portanto lá está, este é mais "um" a pesar na carteira.

Eu sou principalmente contra o facto de se pagar os seguros e depois quando precisamos, a resposta demora imenso a ser dada e existem várias burocracias, como é habitual.
É exatamente como os apoios do estado, o aparelho funciona mal e por isso está sempre tudo atrasado. O governo certamente pensou nesta medida porque não conseguiu dar a resposta necessária e é uma maneira de se esquivar dessa responsabilidade.

Se tens casa própria e o seguro não é obrigatório, és um privilegiado que não deve nada ao banco. Não me parece que será 200€ anuais que vão rebentar as contas dessas pessoas. É menos que a subscrição da Sportv.
 
PS: uma solução é começar a deslocar certos serviços para o Interior, e assim retirar pressão aos grandes centros do litoral…

Olá, jovem. Habitante do interior aqui. Só hoje vi um T1 para arrendar por 800€ (dizia a 2 minutos da Praça de Goa o que me diz que dificilmente será no centro da cidade) e um T3 usado, que não é no centro da cidade, por 349 mil euros. Quando a minha vizinha do lado pôs o T4 dela à venda (num prédio, na altura, com 31 anos), bem no centro da cidade, por 370 mil euros achei que ela estava doida. Começo a achar que afinal até foi uma pechincha.
 
Quando vim viver para Inglaterra percebi que havia uma cultura muito forte de prevenção do risco. É muito comum as pessoas terem seguros de viagem, vida, para a casa, saúde, até para animais de estimação. Recentemente tive um problema em casa que me fez perceber a importância de ter um seguro, isto depois de ter percebido há uns meses por que devemos ter seguro de viagem e de saúde quando viajamos para certos destinos. Pelo que percebi quem não poder pagar seguros poderá continuar a receber apoios do Estado. Em Portugal os restaurantes continuam a encher, e as excursões também, ou os planos de viagens, portanto há uma classe média que pode gastar em coisas verdadeiramente importantes. Nos países ricos a prioridade da população é pagar os impostos, as despesas fixas, os seguros e os descontos para a reforma, a formação profissional pessoal ou dos filhos, só depois é que se pode pensar em ócio ou pequenos luxos como roupas de marca, viagens ou concertos.
Saberás bem melhor que eu que os salários em Portugal não se comparam aos de Inglaterra. Em Portugal não se previne o risco porque não se consegue fazer face a essas despesas. Nós nem casas preparadas para o calor e frio temos, quanto mais para catástrofes causadas por tempestades, sismos ou outras adversidades.
Eu gostava muito que a minha casa no Alentejo não fosse gelada no inverno e um forno no verão, mas não existe possibilidade de mudar isso. O PS ainda teve em vigor um apoio para tornar as casa mais sustentáveis, mas acho que não correu muito bem, embora ainda tenha tido conhecimento de algumas pessoas que aproveitaram.

São culturas diferentes também, mas certamente que os restaurantes na Inglaterra não estão vazios. Como estão as coisas, muita gente prefere aproveitar a vida com atividades de lazer, do que investir na formação profissional ou em seguros. No caso da formação profissional então, em Portugal cada vez nos vale de menos.

PS: uma solução é começar a deslocar certos serviços para o Interior, e assim retirar pressão aos grandes centros do litoral…
O Interior tem ainda menos oferta que o Litoral, portanto claramente não seria boa solução.
Os preços também estão a subir no Interior. Do Sul, Portalegre foi a cidade onde a avaliação bancária mais subiu em março (20%).

Não há rendas abaixo dos 500€ em Arronches e em alguns casos pedem isso por buracos no centro histórico, é completamente surreal o que se está a passar no mercado de habitação deste país.
 
Nós nem casas preparadas para o calor e frio

Demasiada gente neste país nem consegue aquecer (e arrefecer) as suas casas porque não consegue suportar os gastos que isso implica. O frio e o calor que se passa em casa neste país é uma coisa insana. Este inverno, houve um mês em que tive uma conta de 176€ de luz e, em simultâneo, uma de mais de 80€ de gás e outras (ainda no inverno) que não andaram muito longe desses números. Isso, em muitas famílias, significaria passar fome nesse mês.
 

Para que fique claro, esta notícia sai como argumento contra os efeitos da nova legislação laboral. Isto é resultado da lei laboral actual, a tal legislação perfeita que o diabo do actual governo quer destruir.


Mais uma da saga "querem acabar com uma lei laboral que nos protege"...
 
Última edição:
Uma casa arrendada deve render 4 a 6% ao dono se a inflação andar em torno dos 2%, valores após deduzir despesas e impostos. Se uma casa está avaliada em 100 mil euros e tem uma renda de 400, e depois ao fim de 15 anos passa a valer 250 mil euros, ou o proprietário arrenda acima de 1200 euros, ou deixa de compensar arrendar e passa a ser mais vantajoso vender.

A era dos proprietários que não faziam estas contas está a acabar, a verdade é que vivemos há décadas numa sociedade de iliteracia financeira, que tem graves problemas a gerir dinheiro. A mim ninguém me ensinou estas contas, fui aprendendo porque leio e emigrei. Como eu há muitos da mesma geração. E palavra começa a puxar palavra. Portanto, parte do problema das rendas está nas avaliações das casas. E o que provocou em muitos locais a duplicação dos preços desde 2020?

- excesso de procura, devido à entrada de 1,5 milhões de imigrantes, à subida do turismo, e ao aumento da pressão da migração interna do Interior para o Litoral;

- políticas de juros baixos dos bancos centrais;

- carga fiscal;

- falta de capital interno para remodelação e nova construção;

- número excessivo de casas vazias que não entram no mercado;

- carga fiscal.

O que poderia ser feito:

- dar ordem à AT para cumprir a decisão do Supremo de não taxar mais-valias na venda de heranças indivisas;

- redução do IMT para todos;

- acabar com as mais-valias na venda de imóveis em algumas situações além das heranças indivisas;

- criar o registo de habitantes municipais e controlar as casas sobrelotadas;

- criar condições para o fim das heranças indivisas em 5 a 10 anos;

- taxar com o dobro ou o triplo do IMI as casas vazias ou ruínas em centros de vilas e cidades, e também as segundas habitações que não sejam arrendadas;

- rever toda a legislação do arrendamento para facilitar os despejos em caso de não cumprimento do pagamento da renda e para assegurar o pagamento de estragos (os proprietários e inquilinos também devem habituar-se a ter seguros).
 
Última edição:
-> https://www.cmjornal.pt/mundo/detal...cao-de-flotilha-humanitaria-que-rumava-a-gaza + https://www.jn.pt/mundo/artigo/ativistas-agredidos-antes-de-serem-libertados-em-creta/18079248 -> https://www.rnz.co.nz/news/politica...-concussion-and-possible-broken-rib-wife-says

O impacto social mais relevante da intenção já zarpou.

Tendo em conta o conluio Grécia, Israel e Chipre vs Turquia, os participantes já se devem ter apercebido de que não haverá propriamente muita solidariedade estatal grega.
 

Não disse que era justo e também não estou a dizer que sou contra os seguros da habitação. Sou contra o facto de ser obrigatório. Não sendo obrigatório cada um faz se entender. Se eu tivesse casa se calhar teria, porque nunca se sabe o que nos reserva, mas tinha de ter possibilidade financeira para tal.

O principal problema é mesmo este: muitas pessoas não têm possibilidade de pagar estes seguros. Os portugueses raramente contratam um seguro, a menos que sejam forçados a isso. De mim falo porque não é possível suportar tudo.
No estado em que se encontra o SNS, muita gente também terá seguros de saúde. Portanto lá está, este é mais "um" a pesar na carteira.

Eu sou principalmente contra o facto de se pagar os seguros e depois quando precisamos, a resposta demora imenso a ser dada e existem várias burocracias, como é habitual.
É exatamente como os apoios do estado, o aparelho funciona mal e por isso está sempre tudo atrasado. O governo certamente pensou nesta medida porque não conseguiu dar a resposta necessária e é uma maneira de se esquivar dessa responsabilidade.
Se morares num apartamento, ter seguro é obrigatório a agência de condomínio pede logo isso, mas como a maioria tem empréstimo de habitação à banca logo têm esse seguro. Eu pago cerca de 160 € anuais e já conta com proteção para os sismos, tempestades, inundações, incêndio, portanto não considero assim tão caro.

Neste momento, o seguro que mais subiu foi do automóvel quase 100 € em dois anos e mal andei no carro neste último ano e meio e nunca tive qualquer acidente, sem o bónus ainda pagaria mais 250 €, o que rondaria os 700 €. :wacko: