O Estado do País

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Relativamente ao tal Jornal de Sexta, da moura guedes, enfim não é que aprecie o seu estilo (de linguagem popular, opinativa, mas com trabalho de campo), mas de uma coisa tenho a certeza: Não cabe aos partidos julgar quem é que faz jornalismo isento e quem não faz!!

Estarei enganado?? Então existe alguma função no governo no sentido de regular a isenção jornalística? Essa agora.. :)

Aos políticos que se tenham sentido ultrajados pelo tal jornal nacional, cabe-lhes o direito de resposta e de processar a tvi nos lugares próprios que são os tribunais!

De tudo o que se disse, houve algum processo movido contra a dita jornalista?

Não, pois não! Está dito.
 
Relativamente ao tal Jornal de Sexta, da moura guedes, enfim não é que aprecie o seu estilo (de linguagem popular, opinativa, mas com trabalho de campo), mas de uma coisa tenho a certeza: Não cabe aos partidos julgar quem é que faz jornalismo isento e quem não faz!!

Estarei enganado?? Então existe alguma função no governo no sentido de regular a isenção jornalística? Essa agora.. :)

Aos políticos que se tenham sentido ultrajados pelo tal jornal nacional, cabe-lhes o direito de resposta e de processar a tvi nos lugares próprios que são os tribunais!

De tudo o que se disse, houve algum processo movido contra a dita jornalista?

Não, pois não! Está dito.

Haaaaa, não houve o processo movido contra a dita jornalista. OK, então ela tem razão.

Paulo, explico-te numa palavra o que acabaste de escrever, DEMAGOGIA.
 
HotSpot

O PA foi chumbado de forma a obrigar mesmo a entrada do FMI, era imoral continuar a sustentar tamanhos juros a conta gotas.

De 12% para 3.5% vai uma diferença enorme!!!...

Quando a Marioneta referiu os 7%, politicamente o Sócrates não o permitiu cumprir.

E o Sousa Franco, Não foi colocado a andar? Achas que este também não vai? :confused:
 
Atenção não tenho nada contra muitos Socialistas do Continente, nem muito menos contra ti.
Quanto aos daqui são outra fruta, daqueles que votam contra a Madeira no Parlamento Nacional e voltaram a ser Presidentes do Partido a nível Regional e dizem ser contra Sócrates (concorrendo para secretário-geral, BIG LOL) só para garantir votos a indecisos de memória curta de cá...
 
HotSpot

O PA foi chumbado de forma a obrigar mesmo a entrada do FMI, era imoral continuar a sustentar tamanhos juros a conta gotas.

De 12% para 3.5% vai uma diferença enorme!!!...

Quando a Marioneta referiu os 7%, politicamente o Sócrates não o permitiu cumprir.

E o Sousa Franco, Não foi colocado a andar? Achas que este também não vai? :confused:

O Partido Socialista, teve mal nesta questão mas acho que devia era estruturar a divida há um ou dois anos atrás e não virem agora os "agiotas" cá fazerem negócio.

Os Juros elevadíssimos que eles cobram nota-se bem que não vieram ajudar mas antes fazer negócio. Ou seja compram a 1% vendem-te a 5,9%.

Além do mais não me acredito que num prazo curto não tenhamos de estruturar a dívida na mesma. Isto só lá vai com um "hair cut".
 
Haaaaa, não houve o processo movido contra a dita jornalista. OK, então ela tem razão.

Paulo, explico-te numa palavra o que acabaste de escrever, DEMAGOGIA.

Tens razão e peço desculpa! Mas também não é bem bem demagogia... foi apenas uma meia verdade (daquelas a que nos habituamos a ver os políticos pronunciarem todos os dias) :lol:

Mas a verdade é que para tanta falta de isenção por parte da jornalista, só terá havido 1 ou 2 processos. Então não deveriam ter sido às centenas??

E também é certo que a jornalista criticou mais uns do que outros partidos/personalidades, mas também não o deixou de fazer em relação aos restantes partidos nem a outras personalidades (embora com menor frequência)!
 
Descubra as diferenças entre os programas do PS e PSD


O Económico mostra-lhe as propostas eleitorais do PS e PSD e compara-as com as medidas da 'troika'.

Programa do PSD

Contas públicas

- Cortar o défice de forma sustentável, ajustando o ‘mix' de políticas previsto pela ‘troika' mas sem pôr em causa as metas essenciais.

- Reduzir a despesa pública total para 40% do PIB e a carga fiscal para valores entre 33% e 35% da riqueza produzida anualmente

Impostos

- Diminuição do número de escalões do IRS

- Reestruturação das listas de produtos do IVA

- Redução do IRC para exportadoras

- Alargamento da base tributável permitindo a prazo a redução das taxas

Saúde

- Revisão das taxas moderadoras

- Abrir a gestão dos centros de saúde a cooperativas de profissionais e entidades privadas ou sociais

- Revisão do sistema de comparticipação dos medicamentos

- Mais convenções com privados

Mercado de trabalho

- No despedimento ilícito, as PME e as micro empresas não devem ser obrigadas a reintegrar o trabalhador

- Eliminar contratos a termo e criar um só tipo de contrato, alargando o período experimental

- Bancos de horas por acordo individual ou grupal

- Aumentos em função da produtividade

Segurança Social

- Reduzir a carreira necessária para aceder a subsídio de desemprego

- Diversificar fontes de financiamento das pensões e criar esquemas complementares, nomeadamente ao nível das empresas

- Reduzir descontos das empresas até quatro pontos

Investimento público

- Suspensão das grandes obras dando prioridade aos investimentos públicos que dinamizem a economia
- Avaliação do QREN

- Efectuar investimentos dentro de um quadro delimitado

- Dar prioridade aos chamados investimentos de proximidade

Privatizações

- Alienar TAP, ANA e CP Carga; segue-se Carris, STCP e Refer, CP, Metro de Lisboa, Porto e Transtejo/Soflusa;
- CTT e Águas de Portugal na lista;

- CGD vende participações nos seguros, na saúde e participações em cotadas e alienação total do BPN;

- Privatização ou liquidação da Parque Expo

Transportes

- Saneamento das empresas de transportes
- Revisão do Plano Rodoviário

- Modernizar as infra-estruturas portuárias e aeroportuárias

- Avaliação da construção do Novo Aeroporto de Lisboa

- Renegociar e reavaliar TGV à luz do novo calendário

Justiça

Avaliar juízes pelo número e qualidade das decisões
- Conselho Superior da Magistratura com poderes de gestão processual

- Investigações que envolvam suspeitas sobre políticos no exercício das funções sem prazo para terminarem


Programa da ‘troika'

Contas públicas

- Corte no défice orçamental, com um contributo maior da despesa: os cortes na despesa garantem dois terços da redução e os aumentos de receita um terço

- Meta de 3% do défice adiada para 2013, para dar tempo à economia de se reestruturar

Impostos

- Limites às deduções globais em sede de IRS

- Limite específico para a dedução com despesas de saúde no IRS

- Subida do IMI através da reavaliação do valor dos imóveis

- Subida do IVA na electricidade e gás

Saúde

- Aumento das taxas moderadoras em especial nas urgências e consultas da especialidade

- Revisão das actuais isenções

- Descida do preço dos medicamentos (porque os novos genéricos passam a ser 40% mais baratos que os remédios de marca)

Mercado de trabalho

- Facilitar despedimentos por inadaptação ou extinção de posto

- Corte nas indemnizações por despedimento

- Bancos de horas negociados directamente ao nível da empresa

- Corte no valor das horas extra

- Aumentos ligados à produtividade

Segurança Social

- Redução das pensões acima de 1.500 euros, só as pensões mais baixas serão aumentadas

- Redução da duração e valor do subsídio de desemprego

- Criação de apoio no desemprego para trabalhadores independentes com serviço regular a uma empresa.

Investimento público

- Corte de 500 milhões anuais em empresas públicas

- Fiscalização, através do levantamento de todas as áreas com investimento público, onde está incluído o Sector Empresarial do Estado

- Criação de objectivos bi-anuais e de outras informações

Privatizações

- Privatizar EDP, REN e TAP até ao final do ano

- Privatizar mais duas grandes empresas em 2012, entre ANA, CP Carga, Galp, CTT e Caixa seguros

- Novo plano a ser preparado em Março de 2012

- Encaixe previsto de 5,5 mil milhões de euros

Transportes

- Apresentação de um plano estratégico para o sector

- Suspensão das parcerias público-privadas e da alta velocidade

- Independência da CP do Estado e privatização de algumas linhas suburbanas

- Racionalização de infra-estrutura

- Novo Aerporto sem fundos públicos

Justiça

- Antecipação do alargamento do Mapa Judiciário a todo o território até 2012

- Acabar com os processos pendentes nos tribunais em dois anos

- Criar equipas especiais de juízes para resolver casos parados e lançar uma auditoria ao sistema

Programa do PS

Contas Públicas

- Redução do défice orçamental mais pelo lado da despesa que da receita, sobretudo no sector empresarial do Estado

- Compatibilizar a consolidação orçamental com o crescimento da Economia e a sustentabilidade do Estado Social

Impostos

- Rever sistema de deduções em sede de IRS

- Convergência entre o regime de IRS dos pensionistas e os trabalhadores por conta de outrem

- Racionalizar a estrutura de taxas do IVA

Saúde

- Revisão do sistema de comparticipações dos medicamentos

- Alargar a prescrição por DCI (substância activa) a todos os medicamentos comparticipados

- Continuação da reforma dos cuidados de saúde primários, garantindo médico de família a todos

Mercado de Trabalho

- Substituir falso trabalho independente por formas que garantam uma relação de trabalho, também ao nível da protecção social

- Concretizar o acordo tripartido que prevê a redução das indemnizações por despedimento ou o incentivo à negociação de base empresarial

Segurança Social

- Garantir a sustentabilidade da Segurança Social, no seguimento da reforma já iniciada

- Combater a fraude e evasão contributiva, fiscalizar a aplicação da regra da condição de recursos para apoios sociais e as condições de acesso nas restantes prestações

Investimento Público

- A expressão aparece apenas uma vez no programa - "aumentar o investimento público", lê-se, sem concretizações.

- Noutro capítulo, o PS refere que vai lançar um ambicioso programa de investimento em equipamentos sociais.

Privatizações

'O programa de privatizações previsto no Programa de Estabilidade e Crescimento será também implementado', é o que se lê no documento do PS sobre privatizações

- Ou seja, passa pela alienação de capital da REN, EDP e TAP

Transportes

- Prosseguir, tendo em conta as restrições, o esforço de modernização das infra-estruturas portuárias e aeroportuárias, do transporte rodoviário e ferroviário

- Nada refere em directo sobre o TGV, mas o Governo veio mais tarde clarificar que este projecto se mantém

Justiça

- Simplificação e informatização dos procedimentos

- Prosseguir reorganização do Mapa Judiciário

- Aplicar medidas que resolvam pendências e acelerem execução de créditos e cobrança de dívidas

- Promoção das vias alternativas

Fonte: DE

Agora é compararem uns com os outros e fazer a escolha, só tenho pena não poder votar na troika que o meu voto iria inteirinho para eles. :D
 
CONDIÇÕES DO EMPRÉSTIMO

O Jornal de Notícias perguntou-me a minha opinião sobre as taxas de juros que nos foram concedidas pela Europa. Aqui estão as minhas respostas.

JN: 1) A taxa de juro é comportável?

A taxa de juro que nos foi concedida pela Europa é bastante elevada, sendo provavelmente demasiado alta para o nível de dívida actual (que, de resto, continua a crescer). É certo que, mesmo assim, iremos financiar-nos a juros mais baixos do que os que estávamos a conseguir nos mercados. No entanto, e até tendo em linha de conta os juros concedidos pelo FMI, as condições de empréstimo da tranche que vem da Europa não são muito favoráveis. Aliás, é bem possível que esta taxa de juro possa causar problemas ao nível da insustentabilidade da dívida pública, até porque os valores do empréstimo não são suficientes para tomar em linha de conta as dívidas das empresas públicas (40 mil milhões de euros), nem as PPPs (mais de 50 mil milhões de euros, e que, entre 2013 e 2030, terão um encargo anual na ordem dos 2,5 mil milhões de euros. Estes encargos não estão contabilizados na dívida pública directa do Estado). Se o nível da dívida não for mesmo sustentável com estas taxas de juros, Portugal poderá ter de reescalonar ou mesmo reestruturar a sua dívida daqui a 2 ou 3 anos, o que seria lamentável. Por isso, estas taxas de juros são uma má notícia para todos nós e são mais um terrível atestado de incompetência deste governo.


JN: 2) Portugal tinha melhor alternativa?

Penso que sim. Portugal deveria ter feito tudo para alcançar taxas de juros mais baixas. Contudo, mais uma vez, este governo mostrou-se totalmente incapaz para conseguir negociar e alcançar condições mais favoráveis para o pacote de ajuda. É natural que assim seja, pois este governo tem um enorme problema de credibilidade no estrangeiro, e os nossos parceiros não confiam nos nossos governantes. Por isso, decidiram punir-nos com taxas de juros e com condições muito exigentes.
É também certo que há países na UE que querem que Portugal (e os outros países que não se portaram responsavelmente) pague pelos erros cometidos nos últimos anos. No entanto, ao imporem condições desta ordem estão a dar um tiro no pé, pois arriscam-se que estes países não consigam cumprir as suas obrigações, o que certamente irá afectar os seus próprios bancos. Se houver reestruturação das dívidas da Grécia, da Irlanda ou até de Portugal, os principais afectados serão os bancos e o sistema financeiro de países como a Alemanha, a França e até a própria Espanha. Por isso, "castigar" os países periféricos com taxas de juros elevadas (em relação aos níveis de endividamento destes países) é um erro que lhes poderá sair muito caro.


Por Álvaro Santos Pereira, http://desmitos.blogspot.com/
 
TDT Terrestre

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=483967


Agora relativamente à TDT, já repararam o momento de crise que é? Quantas pessoas a passar dificuldades, sem dinheiro para adaptadores TDT ficarão sem acesso à TV?

Ele diz que não é uma prioridade e tem razão. É mesmo uma obrigação imposta pela Europa. Como bons Portugueses, o processo de mudança para a TDT atrasou-se. Agora há datas limite a cumprir. E mesmo com um regime de excepção, atrasa-se mais 1 ano, 2 anos... nessa altura temos mais condições para comprar os descodificadores?

Agora é compararem uns com os outros e fazer a escolha, só tenho pena não poder votar na troika que o meu voto iria inteirinho para eles. :D

Nem mais. :D
 
Uma noticia que é uma vergonha e mostra bem a podridão que se tornou Portugal e a sua justiça.

Tribunal considera inexistente deliberação que suspendeu Pinto da Costa​


A deliberação do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, que aplicou uma suspensão de dois anos a Pinto da Costa e perda de seis pontos ao F. C. Porto, no âmbito dos processos do Apito Dourado, foi declarada inexistente. Resta saber que efeitos terá sobre o castigo de descida de divisão aplicado ao Boavista.
A decisão foi tomada pelo Tribunal Central Administrativo do Sul, na acção movida por Pinto da Costa contra a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Em causa está uma deliberação, tomada sob tumultos, de castigo a vários clubes e dirigentes.

Esta decisão judicial é ainda passível de recurso para o Supremo Tribunal Administrativo. Mas, a manter-se a declaração de inexistência, pode colocar se, além de outros, o problema de se saber que efeitos terá quanto ao Boavista, clube que sofreu a pena de descida de divisão.

A decisão da da Comissão Disciplinar (CD) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), tornada pública a 9 de Maio de 2008, puniu o Boavista com descida de divisão e várias multas, entre as quais uma de 180 mil euros.

A CD puniu também João Loureiro, antigo presidente da SAD do Boavista, com uma suspensão de quatro anos e uma multa de 25 mil euros.

A decisão dos castigos foi anunciada por Ricardo Costa, então presidente da CD, na sequência de dois processos instaurados pela LPFP, por corrupção tentada, que condenaram ainda os árbitros Jacinto Paixão (quatro anos), José Chilrito e Manuel Quadrado (dois anos e meio).

Além da perda de seis pontos, o F. C. Porto foi punido com uma multa total de 150 mil euros, e Pinto da Costa condenado ao pagamento de 10 mil euros.

Menos de dois meses depois, Pinto da Costa foi ilibado aos olhos da Justiça, quando o denominado "caso da fruta" foi arquivado pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, a 30 de Junho de 2008.

Uma semana depois, o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol confirmou a despromoção do Boavista e manteve a suspensão de dois anos a Pinto da Costa. A decisão foi tomada sem a presença do presidente e vice-presidente deste Conselho de Justiça.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1849264&page=-1
 
A partir de 2013 ou 2014 teremos de começar a pagar as PPP's dos últimos 6 anos de governo PS. Ora tal só será possível se o país voltar a crescer. Contudo, as projecções são muito negativas, e em boa verdade, o aumento recente das exportações não se deveu propriamente a melhorias estruturais da nossa economia, mas sim ao crescimento económico de muitos dos nossos parceiros comerciais.

Recentemente uma agência financeira qualquer disse que o FMI estaria cá novamente em 2013!

O que se passa em Portugal é a queda de um modelo construído ao longo de 30 anos, de destruição do tecido produtivo, Estado obeso, péssimo ordenamento do território e Justiça inoperacional. Não serão três anos que mudarão o que não foi feito em três décadas.

Um conselho: quem puder, emigre e invista, por exemplo, no Brasil ou em Angola. Quem terminou o curso, emigre.
 
Sejamos claros. As pessoas estão a borrifar-se para a revisão em alta do défice. As pessoas querem lá saber se algumas empresas do sector público vão ser privatizadas. As pessoas querem saber se têm dinheiro para pôr comida na mesa, pagar a hipoteca da casa, a escola dos filhos e a prestação do carro. A revisão em alta do défice é o tipo de assunto que interessa a trinta bloggers que passam fins-de-semana em Bruxelas, a convite do PPE, ou na Comporta, a convite dos patrões. As pessoas querem saber se têm subsídio de férias para pagar dívidas acumuladas no primeiro semestre do ano. E depois subsídio de Natal para poder oferecer aos filhos o aparelho fixo (dentário) que se tornou a imagem de marca da geração sub-15.

Não perceber isto é não perceber o país que somos. Por isso foi importante que o primeiro-ministro tivesse vindo dizer, preto no branco, como vai ser. Ontem, milhões de portugueses puderam respirar de alívio. Verdade que, não obstante os 78 mil milhões do resgate (coisa diferente dos propalados cem mil milhões), os desempregados continuam desempregados. Um drama a que não podemos fechar os olhos. Mas o aperto geral goza um ano de dilação. Pagar juros de 4% ou mesmo 5% não é o mesmo que pagar 11% ou mais. E assim sucessivamente. Se dúvidas houvesse, fica claro que a situação de Portugal não é comparável às da Grécia e Irlanda. Chega de truques.

Já agora, se mal pergunto: quem votar no PSD, vota Catroga ou Passos Coelho?


http://daliteratura.blogspot.com/

Este post elucida-nos muito bem sobre o que a elite socrática pensa do povo português. Agora, cada um tire as suas conclusões.
 
O PSD voltou a dar um tiro no pé. Com a proposta de atribuir mais responsabilidades às autarquias na educação, acabou de perder o apoio de muitos professores. A maioria da classe, segundo sei, está contra esta proposta, pois receia que a corrupção, o tráfico de influências e o nepotismo que imperam em muitas autarquias acabem por minar o ambiente escolar. PPC acaba de perder a oportunidade de ter o potencial voto de dezenas de milhar de professores e respectivas famílias.

Como é que alguém que não percebe estas coisas básicas poder ser primeiro ministro de Portugal?
 
Como é que alguém que não percebe estas coisas básicas poder ser primeiro ministro de Portugal?

O PSD revela uma desorientação extrema. Se ganharem é por milagre, se não, ficamos ou com o CDS-PP ou com o PS.
 
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