O Estado do País

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tão bom um Governo de gente que trabalha disse:
Pois é finalmente um Governo com mais gente de provas dadas no mundo do trabalho, no privado, na verdadeira vida. O PS continua a dar tiros nos pés a necessidade de “Jobs for the Boys” e de alimentar a máquina levou-nos a ruína e ainda reclamam, o Francisco Assis da passos perigosos…

Ainda não percebi bem como é que há certa gente diz que é responsável e importante por ser simplesmente Político…

Este mundo estranho, hoje da esperanças de inovar de promover trabalho, de encontrar solução e caminharmos para outro caminho que não o da Grécia, o trabalho que vem aí é complicado mas pessoas como são creio que é a melhor elite Portuguesa, principalmente o novo ministro da economia homem que embora Portugal não lhe tenha dado reconhecimento merecido, já lhe deu o Canada (um país que creio ser a elite das elites da inovação com segurança com dedicação), já lhe da os EUA no seu intelectual e não na politiquice que é manchada de muitos lobbies, e mesmo tão longe tão se preocupou com o país. Muito do seu trabalho extra curricular é projetado sobre Portugal.

Espero que os lobbies, a máquina portuguesa, essa que envolve o nosso governo seja controlada de longe, seja empurrada contra a parede será mudado este país de dentro pra fora, trabalhar para fora. Senão, este fado, voltará a repetir-se.
 
As minhas opiniões sobre o novo governo:

- Excelente escolha de Nuno Crato para a educação, é provável que acabe o facilitismo que tem sido imposto nos últimos anos.

- Paulo Macedo na saúde temos que esperar para ver. Resta saber se a intenção é apenas meter na ordem as contas deste ministério, ou se é mais um passo largo a caminho da privatização do sector.

- Paulo Portas a MNE é um erro político do PSD. Entregar o ministério menos desgastante, e geralmente o mais popular nas sondagens ao líder de um outro partido, não me parece inteligente. Politicamente vale nada, uma vez que desde há cerca de 20 anos a nossa política externa é de seguidismo face aos mais poderosos e não será Paulo Portas que vai mudar isso, seguramente.

- A economia fica com alguém que só conheço da blogosfera. Concordei com algumas opiniões, discordei de outras (lembram-se da história dos feriados? É um dos que fez as contas aos feriados contando com o domingo de Páscoa, por exemplo). Com tantas críticas feitas ao despesismo do estado e às PPP, esperemos que ponha cobro a isto.

- Não conheço o novo ministro das Finanças. Pode ser bom sinal.

- Dois independentes na Economia e nas Finanças. É bom? Deveria ser, mas Teixeira dos Santos e Manuel Pinho também o eram , no início.

- Os restantes cargos foram distribuídos pela gente de confiança de PPC e de PP. Nada de muito relevante.
 
David também seja por estar no Canada... Sabes o que é o Canada certo?

Sim, é diferente. Mas não vale a pena discutir de novo os feriados, mais interessante é ler esta entrevista que ele deu:

O que contribuiu para que o país apresente, como referiu, a maior dívida pública dos últimos 160 anos?

Despesismo, falta de cuidado com a situação orçamental do país, pensar que por estarmos integradas numa união monetária poderíamos aumentar as dívidas porque mais cedo ou mais tarde, alguém nos iria ajudar. Foi uma estratégia totalmente errada. A dívida pública baixou nos anos 90 porque tivemos muitas receitas oriundas das privatizações e a economia estava a crescer, mas quando a economia para de crescer e a despesa continua a aumentar, o seu peso na economia aumenta. Chega-se a um ponto em que é totalmente insustentável.

Quais são na sua opinião, os principais riscos desse excessivo endividamento?

A consequência limite é entrarmos em insolvência. E não estamos longe. O que mostro no meu livro é que não só temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos, como também temos níveis de endividamento externo que são superiores a praticamente todos os países que entraram em incumprimento nos últimos 40 anos. Ou seja, se olharmos para todos os países que entraram em insolvência nas últimas quatro décadas, nós estamos no top cinco.

Onde se deve cortar?

No Estado. Estive a ver as propostas da troika e eles falam exactamente numa reestruturação do Estado, até mesmo a redução das freguesias e dos concelhos. Isso vai claramente acontecer. O mais importante é que as medidas de austeridade sejam implementadas a nível de Estado e não das famílias e das empresas. É muito importante que consigamos diminuir a despesa do Estado e reestruturá-lo. Principalmente cortar em institutos, organismos e entidades públicas para que não tenhamos que sacrificar ainda mais as famílias, os funcionários públicos e as empresas. Porque senão, nunca mais saímos desta crise. O despesismo do Estado também é culpa nossa, mas é principalmente culpa dos nossos governantes. Quanto a mim, tem que ser o estado a pagar pela crise, a maior factura não tem que ser apresentada nem às famílias nem às empresas.

As Parcerias Público-Privadas (PPP) devem ser revistas?

São um negócio fantástico para estes governos. O que se passa é que se consegue fazer obra, inaugurá-la, aparecer na fotografia, cortar a fita dos hospitais, dos túneis e das auto-estradas e não se pagar um cêntimo. O que se faz é «chutar» essa despesa para o futuro, para os próximos governos e para os nossos filhos, porque não se paga nos cinco ou dez anos seguintes. Não só é altamente irresponsável, como é o maior atentado inter-geracional que foi feito neste país, de que me lembro.

Defende uma política de privatizações?

São inevitáveis. Em relação a alguns activos, como a Caixa Geral de Depósitos, não sou a favor de o fazerem neste momento, porque acho que se formos vender, vai ser ao desbarato. Mas sou totalmente a favor, nas empresas públicas, de «tirar» de lá os partidos, para se acabar com as nomeações políticas. Nas empresas do Estado, e mesmo no próprio Estado, o principal critério de ascensão a posições de liderança deve ser o mérito, não por partidarismos ou por se ter o cartão do partido. É preciso moralizar a vida pública. Tem que haver transparência, auditorias externas regulares, mas é preciso haver - e isso é urgente - uma delimitação muito clara daquilo que são cargos políticos e o que são cargos públicos.
É obvio que têm que haver alguns cargos de confiança política no topo da hierarquia, mas deveríamos minorar esses cargos. No Canadá - onde se realizaram quatro eleições em sete anos e só agora houve uma maioria, ganha pelos Conservadores - o Estado funciona tão bem porque têm uma administração pública muito forte. Não interessa qual é o governo que lá está, estão a servir o Estado. É o que temos que fazer em Portugal: acabar com o compadrio, o favoritismo político e a partidocracia. Defendo que todos os salários das pessoas que trabalham para empresas públicas, institutos, devem ser publicados na internet, deve haver o acesso total a essa informação. Transparência total para que as pessoas tenham menos suspeição em relação ao Estado.

Portugal é um país muito voltado para o litoral?

Andamos a negligenciar o interior há muitos anos. Pensa-se em Lisboa e no Porto e o resto não existe. Gostaria de saber quais são os políticos que, fora da época das eleições, pegam no carro e vão visitar Portugal. Porque se o fizerem vão encontrar um país que está em declínio. O interior está totalmente negligenciado. É preciso não investir em grandes auto-estradas, mas atrair as empresas para se criar emprego. É preciso que o Estado tenha uma política de descriminação positiva em relação ao interior: baixar a fiscalidade e as contribuições sociais das pessoas que trabalham no interior; dar-lhes uma bonificação salarial por estarem a trabalhar em zonas de interior. É preciso haver uma política que faça com que o despovoamento do interior seja travado e que cada vez mais casais jovens voltem a viver no interior ou pelo menos não saiam de lá.

Afirma que é preciso produzir mais para importar menos. Em que sectores?

Nós exportamos muito pouco, em percentagem do nosso PIB. A aposta tem que ser feita nas exportações. Nós não apoiamos pouco as empresas, mas damos às empresas protegidas, as que não estão abertas à concorrência internacional. Isso tem que ser invertido. Em vez de dar incentivos às empresas que têm interesses instalados, temos que os dar às empresas que inovam e que exportam. Há empresas que o fazem e com imenso sucesso e no que os governantes podem ajudar é a dar-lhes incentivos: reduzir a Taxa Social Única, baixar os impostos que pagam se apostarem nos sectores de internacionalização em vez de olharem apenas para o mercado interno.
Mas mesmo assim, as apostas não podem ser feitas apenas nas exportações, há muita coisa a fazer internamente. Há muitas empresas que não têm que exportar e que podem ser empresas de excelência. O que interessa é que as empresas inovem, que sejam empreendedoras e, por exemplo, que produzam bens que nós importamos.

Quais são as medidas mais urgentes que o próximo governo terá que tomar, na sua opinião? E quais as que devem ser adoptadas a médio e longo prazo?

A primeira terá que ser uma política de transparência e anti-corrupção. O próximo governo não pode ser mais do mesmo, terá que ser um governo que mostre ser diferente do que os que o precederam. Gostaria que o clima de suspeição e de muita crispação que existe hoje em dia em relação aos nossos governantes, acabasse. E a única maneira de o fazer é com uma política de transparência.
Depois há duas coisas muito importantes. Uma clara política de combate, sem tréguas, ao endividamento, que deverá ser multifacetada: estimular a poupança, diminuir a importação de produtos, diminuir a dependência do exterior e claramente pagar as nossas dívidas.
Outra medida será coligar as finanças públicas a uma política de crescimento e produtividade. Ou seja, é importante perceber que nunca vamos ter contas públicas saudáveis enquanto não começarmos a crescer. Não pode ser um crescimento a todo o custo, mas tem que ser feito conjugando a austeridade com políticas de crescimento. Como se faz? Podemos aumentar o IVA em um por cento, mas baixar consideravelmente a Taxa Social Única porque assim os custos do trabalho baixam, não teremos que cortar salários, as empresas tornam-se mais competitivas e criam mais empregos e consequentemente diminui o desemprego.

http://desmitos.blogspot.com/2011/05/mudar-de-vida.html

Esperemos que cumpra. Cá estaremos para cobrar.
 
Baixar os custos do trabalho sem cortar nos salários.

Nas províncias do interior da China o salário mínimo são 93 euros, nas províncias do litoral anda pelos 142 euros mensais.

A bonita conversa do I+D+I vinda do Canadá acaba na redução dos custos do trabalho e no congelamento do salário mínimo actual de 485 euros.
 
Baixar os custos do trabalho sem cortar nos salários.

Nas províncias do interior da China o salário mínimo são 93 euros, nas províncias do litoral anda pelos 142 euros mensais.

A bonita conversa do I+D+I vinda do Canadá acaba na redução dos custos do trabalho e no congelamento do salário mínimo actual de 485 euros.

A tua conversa Comunista é degradante, nem sabes que é um dos melhores países do mundo para viver se não te importares de comer neve é o
único defeito, é mesmo o tempo!
 
Fiquei espantado com algumas escolhas, nomes como Álvaro Santos Pereira ou Nuno Crato (...)

Espero que o Nuno Crato comece a por um pouco os professores na ordem, nomeadamente:

Alterar os procedimentos de contratação. A contratação por tempo de serviço é obsoleta e não permite oportunidades a quem é bom e não tem tempo de serviço.

Crie um sistema de avaliação justo e que premeie quem realmente trabalha e aposta na formação contínua de modo a se tornar uma mais valia para o sistema educativo.

Elimine o estigma de professores de primeira e segunda, tipo quadro e contratados, os do quadro por norma acabam por trabalhar tanto como os contratados mas com menos regalias.

Impor apenas 25 dias de férias, não seja na teoria 25 dias e na prática três meses de verão em casa.
 
A tua conversa Comunista é degradante, nem sabes que é um dos melhores países do mundo para viver se não te importares de comer neve é o
único defeito, é mesmo o tempo!

Lutar por melhores condições de vida é comunismo. Fazer greve e protestar contra a carestia de vida é comunismo. Eu percebo que as pessoas não se possam organizar em grupos ou sindicatos. O individualismo faz parte da estratégia. Mas vai falhar.

O que se passou na China em 2010 é que os trabalhadores protestaram na rua contra as condições de vida e o Governo aumentou o salário mínimo em 20%.

O que eu escrevi é que o economista que vem do Canadá usa o I+D+I como bonita propaganda porque o que ele quer é usar os salários baixos para competir.

A estratégia falhou no acordo EFTA dos anos 70...
Falhou na CEE nos anos 90...
E vai falhar outra vez...
 
A minha opinião (e é somente a minha opinião) é que este governo é um grupo de iludidos.

Os programas da troika não vão funcionar, pois a austeridade irá criar mais recessão, desemprego, menos optimismo no povo e portanto na economia, e por consequência mais crise no sistema dos mercados. Enquanto existir a dívida, os mercados continuaram a pressionar Portugal para um ponto que o nosso país não pode: pagar o que deve.

O problema é esse. Toda a gente ainda acredita no Pai Natal. Desculpem-me se pareço pessimista.

Daqui a 10 anos, veremos muitos dos que acreditam neste Pai Natal da Economia a mudar de ideias. Isto vai tornar-se tudo muito complicado na Europa. Não aprendemos lições nenhumas dos anos 30.
 
A economia de casino que continua imparável. A peste vai passando de mão para mão...

«Enquanto os media andavam focados no psicodrama grego, ninguém parece ter reparado que o banco espanhol Santander, falhou na semana passada uma emissão de obrigações no valor de mil milhões de euros a cinco anos.

Esta oferta a 4,625% - com um prémio de 2% acima do mercado - foi subscrita a 50% ... Facto particularmente amargo e que forçou os chefes dos três bancos compradores (Commerzbank, HSBC, Société Générale) a engolir quase 100 milhões de euros de títulos cada um, títulos que ao que parece, muito poucos quiseram comprar.

As restantes obrigações serão, eventualmente, compradas pelo BCE que nunca está longe quando os bancos europeus precisam de uma mão amiga .

Estará o mercado a ficar saturado com tantas ofertas públicas e privadas?

O Commerzbank tem aberta uma enorme linha de 11 mil milhões de euros para reforçar o seu capital próprio, ao mesmo tempo que outros bancos alemães poderão fazer ofertas semelhantes. Com o rótulo Made in Germany e por agora parece não haver preocupação.

Após o fracasso de Santander, é preciso ver o que vai acontecer com as cajas regionais que o Governo de Madrid transformou em bancos e com as ofertas que irão fazer para reforçar o capital próprio.

São estas cajas que carregam a maior parte do risco das hipotecas com perdas enormes nos milhões de metros quadrados construídos, muitos agora vazios e não comercializáveis. É provável que única chance de sobrevivência seja a garantia do Estado espanhol.»
 
Lutar por melhores condições de vida é comunismo. Fazer greve e protestar contra a carestia de vida é comunismo. Eu percebo que as pessoas não se possam organizar em grupos ou sindicatos. O individualismo faz parte da estratégia. Mas vai falhar.

O que se passou na China em 2010 é que os trabalhadores protestaram na rua contra as condições de vida e o Governo aumentou o salário mínimo em 20%.

O que eu escrevi é que o economista que vem do Canadá usa o I+D+I como bonita propaganda porque o que ele quer é usar os salários baixos para competir.

A estratégia falhou no acordo EFTA dos anos 70...
Falhou na CEE nos anos 90...
E vai falhar outra vez...

O comunismo cria 3 classes, os ricos, os sindicalistas/camaradas do regime, e os trabalhadores.

Sei que passa a ser igual para a maioria da população, passamos todos a "pretos" e sem poder falar porque isso cria desestabilização na classe. :wacko:
 
O comunismo cria 3 classes, os ricos, os sindicalistas/camaradas do regime, e os trabalhadores.

Sei que passa a ser igual para a maioria da população, passamos todos a "pretos" e sem poder falar porque isso cria desestabilização na classe. :wacko:

Conclui-se portanto que o comunismo é mais burocrático porque o capitalismo cria apenas 2 classes: os ricos e pobres.

Apesar de tudo é formidável como até o Hayek reconheceu que existam certas ocasiões em que o Estado teria de intervir na economia garantindo o tal Estado de Direito com o mínimo de sobrevivência para todos - as tais condições de igualdade.
 
Paulo Morais acusa Parlamento de ser "centro de corrupção"
09h58m
O ex-vice-presidente da Câmara do Porto Paulo Morais afirmou sexta-feira à noite, no Porto, que "o centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República, pela presença de deputados que são, simultaneamente, administradores de empresas".

"Felizmente, este parlamento vai-se embora. Dos 230 deputados, 30%, ou seja 70, são administradores ou gestores de empresas que têm directamente negócios com o Estado", denunciou Paulo Morais, num debate sobre corrupção organizado pelo grupo cívico-político Porto Laranja, afecto ao PSD.

Para o professor universitário, o parlamento português "parece mais um verdadeiro escritório de representações, com membros da comissão de obras públicas que trabalham para construtores e da comissão de saúde que trabalham para laboratórios médicos."

Paulo Morais acusou o Grupo Lena de ser o maior fornecedor do Estado português (dados de 2009) e os políticos de criarem "legislação perfeitamente impercetível", com "muitas regras para ninguém perceber nada, muitas excepções para beneficiar os amigos e um ilimitado poder discricionário a quem aplica a lei".

"A legislação vem dos grandes escritórios de advogados, principalmente de Lisboa, que também ganham dinheiro com os pareceres que lhes pedem para interpretar essas mesmas leis e ainda ganham a vender às empresas os alçapões que deixaram na lei", criticou.

Para o vice-presidente da organização não governamental Transparência Internacional em Portugal (TIP), "os deputados estão ao serviço de quem os financiou e não de quem os elegeu", sendo a lei do financiamento dos partidos "a lei que mais envergonha Portugal".

"Há uma troca permanente de cadeiras entre o governo e os bancos e construtoras, que são quem financia os partidos", afirmou Paulo Morais, citando os casos de Jorge Coelho e Valente de Oliveira, administradores da Mota Engil, e de José Lello, administrador da BST.

Paulo Morais deu como exemplo de corrupção a renegociação que o governo de José Sócrates fez com as concessionárias das antigas autoestradas sem custos para o utilizador (SCUT), assinando em Julho de 2010 anexos aos respectivos contratos que substituem a contagem de tráfego por estimativas de passagem.

"As concessionárias das SCUT são as mesmas que financiam os partidos", sublinhou, defendendo que o novo Governo deve renegociar de novo esses contratos, porque apenas beneficiam as construtoras e obrigam o Estado a pagar muito mais.

Paulo Morais criticou também as "vigarices" na área do urbanismo praticadas por muitos municípios, acusando-os de "valorizar terrenos à ordem dos dois mil por cento sem qualquer dificuldade", apenas para beneficiar um determinado "predador imobiliário".

"Este tipo de máfia só existe em dois tipos de negócios em Portugal: no urbanismo e no tráfico de droga", frisou, criticando a "promiscuidade absoluta entre Estado e privados".

Paulo Morais revelou que a TIP está a preparar um portal na Internet, inspirado no site usaspend.gov que o então senador Barack Obama lançou há alguns anos para tornar públicos todos os gastos governamentais nos Estados Unidos, em que será possível encontrar de forma rápida e fácil a informação "aparentemente pública, mas que não é escrutinável".

O portal deverá ficar online ainda este ano, estando neste momento a ser trabalhada a ferramenta de pesquisa.

Segundo o responsável, nos últimos 10 anos, Portugal desceu nove lugares no Índice de Perceção de Corrupção da Transparência Internacional, estando actualmente na 34.ª posição a nível mundial e numa das piores posições na Europa (estão atrás apenas a Itália, Grécia e alguns países de Leste).

O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, que também participou no debate, defendeu que os advogados devem deixar de exercer a profissão quando são eleitos deputados.

Marinho Pinto criticou também que as obras públicas em Portugal sejam pagas sempre por preços superiores aos das adjudicações, afirmando que "isto só é possível num país onde não há opinião pública e os partidos estão comprometidos até à medula".

http://www.jn.pt/paginainicial/pais...to&Option=Interior&content_id=1882657&page=-1
 
Não há que discutir qualquer lei prévia com as scut's! A lei que deve prevalecer é aquela que há mais tempo vigora, e que rege da seguinte forma: regiões com desenvolvimento económico inferior à média nacional não pagam portagem enquanto a situação se mantiver! Vamos para os tribunais europeus se necessário, ou se cumprem as leis ou não se cumprem, vergonha destruir IP'S para alcatroar autoestradas a pagar!! Nem na espanha isto acontece!
 
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um dia de Nobreza disse:
Pela primeira vez poderemos assistir na AR um passo histórico, numa altura em que o país foi deixado ao desbarato por uma classe política dependente. E de ter sido implementado um novo Governo de pessoas de provas dadas do seu trabalho no dia a dia, é a vez de Nobre.

Fernando Nobre candidato presidencial e independente que nas ultimas eleições presidenciais teve 14,10% de votantes em numero 594mil eleitores bem mais que qualquer deputado da assembleia para representar a mesma. Mas quais as respectivas funções do presidente da AR:

O Presidente da Assembleia da República dirige e coordena os trabalhos desta e superintende a administração, os serviços e as forças de segurança ao serviço da Assembleia. Substitui interinamente o Presidente da República em caso de impedimento temporário ou vagatura do cargo até à tomada de posse do novo Presidente eleito.​

Mas a fúria de uma classe política dependente que de repente está a ver o tapete lhe ser tirado está claramente incomodada, muito incomodada a verificar que só atravês do voto tem legitimidade de representar o país, não é a máquina política nem os lobbies que tanto defendem.

Assim pergunto:

Quem no Parlamento tem perfil de representar a nação na AR? Unicamente o Fernando Nobre ninguém mais, não é as tretas do regimento que são mais importantes do que o país!
 
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