O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Faro: Obras da Variante Norte com Estrada da Penha encerrada até Dezembro

No âmbito da empreitada da Variante Norte continua encerrada ao trânsito a Estrada Municipal 519 (Estrada da Penha) entre as instalações da EDP e a rotunda nova da Conceição de Faro.

De acordo com as previsões da empresa concessionária, esta situação irá manter-se até final do ano.

Para fazer face aos constrangimentos que a situação provoca no escoamento de tráfego, em particular nas horas de ponta, a alternativa é utilizar a Estrada Nacional 2 (EN 2) ou a Estrada Municipal 518 (Estrada Caldeira do Neto).

Após a conclusão destes trabalhos será encerrada ao trânsito a EM 518, desde a EN 125/Rio Seco até à rotunda nova da Conceição. Em alternativa os utentes já poderão utilizar a EM 519 e continuar a utilizar a EN 2.

Refira-se que segundo a autarquia este segundo encerramento só será efectuado quando terminados os trabalhos na Estrada da Penha.

Para os utilizadores do serviço de Minibus as alterações que foram efectuadas no Circuito 1 (Alto Rodes > EN 2 (Junto ao Motoclube de Faro) > Centro de Saúde), nos horários em que servem a Conceição de Faro, irão manter-se até ao normal restabelecimento de utilização das vias em causa.

O Município de Faro pede a melhor compreensão pelos constrangimentos causados adiantando que estas obras servirão para dotar o concelho de melhores ligações na sua envolvente.

Fonte: Algarve Primeiro

Notícia saída em Junho que dizia que fecho era até Setembro http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=45832

Bom, o martírio que dura desde Julho vai continuar até ao final do ano e vamos ver se não prolonga-se. É incrível, num país como Portugal, só exista uma entrada neste momento a todos que querem entrar em Faro vindo de Olhão a EN125. Demoro mais de 40 minutos para entrar em Faro todos os dias, é incrível que as obras da variante norte de Faro seja preciso cortarem os acessos alternativos que a maioria da população utiliza para entrar na universidade (Penha) e em Faro. A Estrada da Penha a previsão era para abrir em Setembro e agora só abre no final do ano se não abrir daqui a uns anos, porque correm uns rumores que as obras podem parar por falta de dinheiro. Se a A22 metem portagens demoro mais de 1 hora para entrar em Faro em pleno 2011 é insólito e só prova que este país em termos de cumprir prazos é zero. Vergonhoso!:angry:
 
Como é que me explicam que um país rico, pujante, porque esmaga os salários há mais de 10 anos para que a produtividade só aproveite a alguns e que supostamente quer comandar a europa, tenha cada vez mais lojas fechadas nos centros comerciais e propriedades por vender... O negócio devia prosperar! Como é que a teoria não funciona num caso concreto? :lol:

Não é o que se vende... na Alemanha há uma crise bem visível, há lojas fechadas em centros comerciais como aqui. :lol:
 
Como é que me explicam que um país rico, pujante, porque esmaga os salários há mais de 10 anos para que a produtividade só aproveite a alguns e que supostamente quer comandar a europa, tenha cada vez mais lojas fechadas nos centros comerciais e propriedades por vender... O negócio devia prosperar! Como é que a teoria não funciona num caso concreto? :lol:

Não é o que se vende... na Alemanha há uma crise bem visível, há lojas fechadas em centros comerciais como aqui. :lol:

Puedes explicar esto? estuve en Alemania hace muchos años y no he vuelto.

He escuchado que es un país muy prospero y que está creciendo a ritmo importante y que vuelve a ser la locomotora de Europa, mas como digo hace mucho que no estoy.

Es verdad que eso acontece?
 
Um país em que ao contrário do que a troika estrangeira do FMI (e de outras coisas sem qualquer valor académico/real) manda fazer, os empregados pudessem despedir o patrão por este não cumprir os objectivos definidos não apenas no início do contrato entre as partes mas a qualquer momento desse contrato, quaisquer que sejam os objectivos fixados, mesmo que estes tenham sido alterados unilateralmente e sem deles dar qualquer conhecimento ou que verdadeiramente não existam objectivos nenhuns com acontece na esmagadora maioria das empresas.

Um empregado neste país, devia ter o direito de despedir o patrão sempre que quisesse tal como este já hoje tem o direito de despedir os seus funcionários quando muito bem entende.

E claro, um país em que os rendimentos do trabalho sejam valorizados e não tratados como uma despesa comum junto da conta da electricidade e da água, porque dos rendimentos do trabalho depende o consumo de bens e serviços e deles se faz a economia real, não a que se inventou em Chicago.

É que é justamente por se desvalorizarem os rendimentos do trabalho, por deles se fazer um tratamento vulgar, que aqueles que sonham eventualmente com uma salvação tipo Argentina 2001, o mais civilizado que vão encontrar quando acordarem, são as florestas do Borneo e da Papua Nova-Guiné e os animais que nelas habitam.
 
Um país em que ao contrário do que a troika estrangeira do FMI (e de outras coisas sem qualquer valor académico/real) manda fazer, os empregados pudessem despedir o patrão por este não cumprir os objectivos definidos não apenas no início do contrato entre as partes mas a qualquer momento desse contrato, quaisquer que sejam os objectivos fixados, mesmo que estes tenham sido alterados unilateralmente e sem deles dar qualquer conhecimento ou que verdadeiramente não existam objectivos nenhuns com acontece na esmagadora maioria das empresas.

Um empregado neste país, devia ter o direito de despedir o patrão sempre que quisesse tal como este já hoje tem o direito de despedir os seus funcionários quando muito bem entende.

E claro, um país em que os rendimentos do trabalho sejam valorizados e não tratados como uma despesa comum junto da conta da electricidade e da água, porque dos rendimentos do trabalho depende o consumo de bens e serviços e deles se faz a economia real, não a que se inventou em Chicago.

É que é justamente por se desvalorizarem os rendimentos do trabalho, por deles se fazer um tratamento vulgar, que aqueles que sonham eventualmente com uma salvação tipo Argentina 2001, o mais civilizado que vão encontrar quando acordarem, são as florestas do Borneo e da Papua Nova-Guiné e os animais que nelas habitam.

Ditadura do proletariado?
 
Impostos que os portugueses pagam estão a “derreter” com corrupção

O vice-presidente da associação Transparência e Integridade, Paulo Morais, afirmou hoje que grande parte dos impostos que os portugueses pagam estão a “derreter” em mecanismos de corrupção. “Grande parte dos cerca de 80 mil milhões de euros que o Estado gasta por ano é derretido em mecanismos de perfeita corrupção, alguns dos quais são bem conhecidos”, salientou Paulo Morais, em entrevista à agência Lusa.
Segundo Paulo Morais, “bastará focar o aspeto das parcerias público-privadas”, nomeadamente a renegociação com as concessionárias das antigas SCUT, que fez com que os portugueses passassem a pagar duplamente mais: em portagens e em impostos para pagar autoestradas que vão ficar ainda mais caras. O professor universitário de estatística e ex-vice-presidente da Câmara do Porto classificou o exemplo das SCUT “claramente um caso de prejuízo com dolo do Estado português por parte de um conluio entre quem negoceia em nome do Estado e os concessionários que obtiveram a concessão”.
“Através de um mecanismo pomposa e eufemísticamente chamado de disponibilidade diária das estradas, garantir rentabilidades da ordem dos 14, 15 por cento dos concessionários sobre preços que, por sua vez, já eram elevados, independentemente do tráfego, é perfeitamente inadmissível”, considerou. Para Paulo Morais, a eventual cessação das novas condições acordadas para as ex-SCUT “é uma questão que tem de ser tratada com urgência, porque por cada mês que passa são milhões de euros que o povo português perde para pagar a uns senhores que conseguiram, à custa da conivência de pessoas no Estado, garantir rendas verdadeiramente obscenas”.
O vice-presidente da secção portuguesa da Transparência Internacional voltou a acusar a classe política portuguesa de se ter transformado numa “mega central de negócios”, onde reina a promiscuidade entre pessoas que, alternadamente, são titulares de cargos públicos e administradores de grupos empresariais fornecedores do Estado. “Não faz sentido que os portugueses paguem tantos impostos. Não faz sentido que uma pessoa que leva no fim do mês 700 e tal euros para casa custe à sua empresa, por uma questão fiscal, 1.600”, defendeu.
Segundo Paulo Morais, a diferença entre o custo real do trabalhador e o salário que recebe vai em parte para serviços que os cidadãos utilizam, mas também “vai muito dele para mecanismos de corrupção”.

Fonte: DESTAK

Já é tempo de os portugueses se unirem e colocarem um ponto final no pagamento de portagens nas ex-SCUT
 
Atribuída licença sem vencimento a José Sócrates

O ex-primeiro-ministro goza de uma licença sem vencimento das funções de engenheiro da Câmara da Covilhã.

Segundo um despacho ontem publicado em Diário da República, "foi concedida licença sem remuneração de longa duração" ao "técnico superior engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, com início a 21 de Junho de 2011". O despacho foi assinado pelo próprio presidente da autarquia, Carlos Pinto, no dia 14 de Julho de 2011.

José Sócrates era funcionário do quadro da Câmara da Covilhã, cidade onde cresceu, num lugar de engenheiro técnico. Viria a deixar de exercer funções no município em 1987 quando foi eleito deputado na Assembleia da República pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.

Após ter perdido as eleições legislativas para Passos Coelho e renunciar ao lugar de deputado, José Sócrates optou por ir para Paris estudar filosofia.

http://economico.sapo.pt/noticias/atribuida-licenca-sem-vencimento-a-jose-socrates_127296.html
 
Resultados das eleições autárquicas para o Concelho da Covilhã:

1985 - PSD 4 mandatos, PS 2 mandatos, PRD 1 mandato;
1989 - PS 4 mandatos, PSD 3 mandatos;
1993 - PS 5 mandatos, PSD 2 mandatos;
1997 - PS 5 mandatos, PSD 2 mandatos;
2001 - PSD 5 mandatos, PS 2 mandatos;
2005 - PSD 5 mandatos, PS 2 mandatos;
2009 - PSD 5 mandatos, PS 2 mandatos;

O bloco central convive com esse facto desde o início e tem sido sistematicamente aprovado por diversos presidentes.
 
O porquê do buraco da Madeira:

[ame="http://videos.sapo.pt/PDIYa8YZaFsefIfKqN5S"]Alberto João Jardim gastou milhões de euros em obr - SIC Notícias - SAPO Vídeos[/ame]




Uma reportagem por demais esclarecedora. Uma reportagem com factos! Uma reportagem que sinceramente deixou-me "com náuseas".
 
Tem verdades e mentiras, e um certo gozo do jornalista contra uma pessoa que só colocou as partes hilariantes da "coisa"
 
Tem verdades e mentiras, e um certo gozo do jornalista contra uma pessoa que só colocou as partes hilariantes da "coisa"

No que respeita aos gastos tem factos. Gostava de ver uma justificação que fosse para esses factos. Até hoje não vi nenhuma peça jornalística tão esclarecedora quanto a isso.
 
Vitamos
Podes especificar?

Embora muitas das coisas creio que deveriam ser imputadas as arquitectos e engenheiros a que o projecto se referia. Algumas muito mal feitas com projectos sem validade depois de concluído. Contudo a corporação Ordem dos engenheiros e arquitectos, é mais ou menos a corporação, Ordem dos Médicos que não podem depor em tribunal contra um membro da própria ordem visto por perder a carta.
Mesmo que nesse único "dia" tenha sido incompetente!

Entre as obras, tem casos que não se podem orgulhar Estádios vazios e auto-estradas que passamos muitos quilómetros sem ver um carro em dias de semana durante o dia, e agora com portagens... Verdade ou mentira?...
 
Há muitos erros cometidos na Madeira, ainda ontem ouvi um madeirense chamar a Alberto João Jardim o «Padrinho», mencionar casos de falsificação de resultados eleitorais, empregos bem remunerados nas empresas públicas regionais com cunha, vagas para emprego com entrevistas e concursos fictícios, pois a vaga já tem dono ou dona, normalmente alguém de uma família ligada ao Regime...

Mas será por cá assim tão diferente?

Não é.

Ao ver essa peça jornalística recordei-me do que se passa nalguns concelhos do Algarve, e não é muito diferente.

Acho que culturalmente não estamos preparados para uma maior autonomia das regiões e dos municípios. Portanto, parece-me que o Centralismo é a melhor solução. Lamento.

Por exemplo. Um quadro nacional de candidatos a funcionários públicos. Quando uma autarquia precisar, pede alguém ao Estado Central. Um pouco como se faz com as colocações dos professores. Só assim se porá fim à vergonha das cunhas e dos boys.
 
Numa empresa municipal da minha terra está a trabalhar um indivíduo, como jurista, que ainda nem terminou o curso de Direito. Simultaneamente, tenho amigos licenciados em Direito com melhor currículo académico que estão no desemprego. Esta vergonha das cunhas no sector público pode continuar?
 
No ano passado a Câmara Municipal de Castro Marim deu-se ao luxo de criar uma empresa municipal para abrir uma discoteca de Verão. Uma vergonha a concorrência desleal gerada por estas discotecas abertas com o dinheiro dos contribuintes. Depois nem se soube se deu lucros, ou melhor, qual foi a totalidade do prejuízo. Abrir discotecas com o dinheiro dos contribuintes é fácil, só lamento que os boys não tenham tanto dinamismo empresarial na sociedade civil, pois se assim fosse, seríamos um país rico.
 
Estado
Fechado para novas mensagens.