Chega de polémicas.
O estudo do Banco de Portugal de 2009 comparou os salários de privados e sector público por actividade profissional. Não foi a média de um lado e a média do outro. Foi por actividade profssional. E foi concluído que só nas actividade profissionais de topo é que se ganha mais no privado. Provavelmente, esse valor foi inflaccionado pelas remunerações dos gestores das oligarquias do Regime (EDP, PT, Mota-Engil, etc.). Isto significa que em média uma secretária, um enfermeiro, um gestor ou um professor ganha mais no sector público que no sector privado. E depois, além do salário, há as regalias. ADSE, menos exigência, melhores horários, menos horas de trabalho. Pedro Passos Coelho teve muita coragem e razão ao proceder a estes cortes no sector público. E deve ir mais longe, atacando agora as regalias dos funcionários e respectivos familiares, que trabalham na CP, militares, políticos, pessoal das fundações, etc. Cortar nos motoristas, descontos aqui e acolá, viagens de borla, subsídios vários, etc.