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A nacionalização do BPN foi feita por um governo de esquerda, aplaudida pela extrema-esquerda e muito criticada na altura pela direita. " ?

Não esquecer que a esquerda nacionalizou mas quem fez as vigarices foram os gajos da direita, (PSD) Dias Loureiro, Oliveira e Costa, até o nosso Cavaquinho lá tem alguns negócios meios esqusitos.

No fundo quem nacionalizou o BPN foi o regime....
 
Não esquecer que a esquerda nacionalizou mas quem fez as vigarices foram os gajos da direita, (PSD) Dias Loureiro, Oliveira e Costa, até o nosso Cavaquinho lá tem alguns negócios meios esqusitos.

No fundo quem nacionalizou o BPN foi o regime....

Não estou bem dentro do assunto BPN. Mas tenho uma vaga ideia que Miguel Cadilhe apresentou um plano alternativo à nacionalização. Creio que o buraco ficou ainda mais profundo com a nacionalização pelo PS, o prejuízo agravou-se e muito! Provavelmente o buraco criado pelo PS foi ainda maior que o buraco criado pelo PSD!
 
Silva Lopes na SicNotícias... :lol:

«A nossa saída da crise são as exportações mas mesmo ai temos tido pouca sorte... com toda esta crise e com a europa em austeridade ninguém nos compra nada. O que dava jeito era que a Alemanha começasse a consumir...»

Era óbvio que mesmo as exportações teriam problema, e terão ainda mais num futuro próximo.

Mas a solução total não poderá ser no consumo interno, apenas não poderemos deixar o consumo interno entrar num abismo como o da Grécia, algo que este Governo parecer o querer fazer, além de não diminuir verdadeiramente o peso do Estado... ou seja esforço para nada.
 
Entretanto a ex-SLN prepara a construção de um mega empreendimento de 200 milhões de euros no Algarve, em área protegida, ao lado de outro empreendimento... falido.

Eles andam aí...
 
Os Estados não podem ir à falência. As empresas podem.
Os Estados existem para impor regras. As empresas existem para ganhar dinheiro.

São estas a regras.

A nacionalização do BPN foi aprovada com voto favoráveis do PS e votos contra do PCP e BE e abstenção do PSD e do CDS. O Presidente da República não colocou qualquer entrave.

O PCP foi favorável a que se nacionalizasse todo o BPN onde se incluia a SLN que é onde estão os activos que valem ou valiam dinheiro. Era tudo para o Estado. Não foi isso que o PS aprovou sozinho. Para o Estado só entrou o prejuízo.

O BE tentou introduzir alterações na lei final da nacionalização (chamando os accionistas a pagarem) que não foram aceites e por isso alterou o sentido de voto e votou contra.
 
E vocês param sequer um minuto para pensarem nas vossas teorias ? Segundo essas teorias da economia voodoo, não existiram países pobres hoje em dia, seriamos todos ricos e felizes.

É essa a ideia. Não existir pobres. Sermos todos prósperos partilhando recursos, trocando a competição pela cooperação.
 
Mas como vai aumentar as exportações? O mal vem do passado, vem do PREC e das nacionalizações, e do abandono da agricultura, das pescas e das indústrias tradicionais na década de 90. Nos arredores do Porto abundam as fábricas abandonadas, em ruínas, tudo o que fechou nas décadas de 70, 80 e 90. Vastas zonas outrora agrícolas estão agora ao abandono, um bom exemplo é o Algarve. A frota pesqueira sofreu uma redução brutal e há cotas pesqueiras por alcançar.

Como vamos viver fora do euro durante os primeiros anos? Quem nos emprestará dinheiro para revitalizar o sector produtivo destruído nas últimas décadas?

A maior culpa foi dos empresários analfabetos portugueses, que por um subsídio ganho sem esforço, extinguiram a sua empresa.
 
É essa a ideia. Não existir pobres. Sermos todos prósperos partilhando recursos, trocando a competição pela cooperação.

Temos aí um paradoxo muito grave, que só não vê quem não quer..

Não há pobres sem ricos nem ricos sem pobres.

Ou se preferirem, se há pobres há ricos e vice-versa! Quem não acredita, alguém aqui?

Contra esta inevitabilidade, só mesmo querer favorecer quem não trabalha, em prol de quem trabalha, só para que não haja ricos nem pobres (em teoria). Assim se destrói uma economia e o posto de trabalho.
 
Pena é essas teorias criarem tantos pobres....

Eu passo-me com essas teorias.. Às vezes acho mesmo que o melhoria seria existir uma região em Portugal, onde pudessem exercer essas políticas. Não podiam era sair de lá, nada de emigrar, tinham que se aguentar sozinhos, numa região tipo enclave ou reserva protegida. Daí a 50anos iamos lá visita-los só naquela de constatar que são todos irmãmente ricos de pobres!
 
Há pobres e pobres e ricos e ricos.

Há pobres que já se resignaram à situação, desempregados de longa duração, desistiram de projetos de vida, nao procuram já emprego. Sobrevivem.

Há pobres que tiveram pouca sorte, esta também se precisa, a sociedade negou-lhe oportunidade de crescer, enriquecer, falta de igualdade de oportunidades.

Depois há os ricos:

Tive um patrão que era dono de uma fábrica, trabalhavam mais a familia 10 horas por dia, no duro mesmo, mas comprava carros de 80 mil euros. Esses sao ricos da tal fantasia neo-liberal, pensam que toda a riqueza vem da meritocracia, no entanto são poucos.

Depois há os ricos que são uma boa parte deles, fogem aos impostos, usam a politica para seus interesses pessoais, dizimam economias com os seus monopolios auxiliados pela corrupçao. Não fazem falta ao país.
 
Um dos grandes promotores da obra é o Grão-Mestre do GOL. Estranho. A verdadeira Maçonaria que eu conheço é contra a destruição do meio ambiente.

Para mim a maçonaria é constituida por meia duzia de gajos que se junta e faz uns rituais esquisitos e manda umas postas de pescada em tertulias estruturadas.

A maçonaria para mim vale tretas, não sei porque se dá tanta importância a isso.
 
Eu passo-me com essas teorias.. Às vezes acho mesmo que o melhoria seria existir uma região em Portugal, onde pudessem exercer essas políticas. Não podiam era sair de lá, nada de emigrar, tinham que se aguentar sozinhos, numa região tipo enclave ou reserva protegida. Daí a 50anos iamos lá visita-los só naquela de constatar que são todos irmãmente ricos de pobres!

Sou contra teorias. São destrutivas e nada solucionam. A realidade é como é e a Humanidade gasta todas as suas energias a tentar explicar de modo alternativo o que está bem explícito à sua frente. Os gregos disseram tudo, na Antiguidade, mas hoje em dia temos uma multidão de sociólogos, politólogos e afins a promover «experiências sociais». Andamos assim desde a Revolução Francesa.

Mas isto explica-se rapidamente. O comunismo não serve para a Humanidade. Vivendo num regime assim o povo desmotiva-se porque não tira proveito próprio do seu esforço. E as elites vampirizam tudo, como mostra bem Orson Welles no Triunfo dos Porcos. O socialismo poderá servir com algumas adaptações a sociedades protestantes. Mas é impraticável no países latinos. O tipo de democracia que pode existir num país como Portugal não pode ser igual ao tipo que existe na Suécia. Num país latino como o nosso o Estado Social nunca funcionará porque o povo abusa. A resposta está na Tradição. E a tradição portuguesa é antagonista do Estado Social e do socialismo. Assim como também o é de um liberalismo selvagem. O que melhor assenta num país como o nosso é um Estado muito pequeno, regulador nalgumas áreas como a Educação e a Saúde. E centralizado, com forte poder regulador dentro das autarquias, governos regionais, universidades. Com partidos com menos poder. Por exemplo, não me choca que o Presidente da República seja escolhido por um colégio de sábios, individualidades que tenham feito sempre carreira universitária, sem qualquer vínculo ao mundo empresarial e dos partidos. Um pouco como a escolha do Papa. Está visto que temos de ter um poder moderador que se oponha aos partidos, seja um Rei, seja um Presidente.
 
Para mim a maçonaria é constituida por meia duzia de gajos que se junta e faz uns rituais esquisitos e manda umas postas de pescada em tertulias estruturadas.

A maçonaria para mim vale tretas, não sei porque se dá tanta importância a isso.

A verdadeira Maçonaria tem como objectivo escolher os melhores da sociedade e levar a que estes desempenhem um papel de serviço à Humanidade. Isto que temos por cá não é Maçonaria não é nada. Um dos valores mais promovidos pela Maçonaria é o respeito pela Natureza.
 
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