O Estado do País

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O meu único medo é mesmo ter o PS de novo a governar.

Idem, idem, ""...

Ainda que não concorde com o modus operandi, sou forçado a concordar com muitas medidas que este governo tem tomado.
Sim, sou funcionário público, essa espécie abjecta para muita gente, mas tenho que reconhecer que foram dadas muitas benesses nos últimos 20 anos, nomeadamente com aumentos salariais em contra-ciclo com o encolhimento da economia.
Mas também não sou o diabo em pessoa como pretendem fazer crer os inimigos do funcionário público.:nono::nono::nono:

Posto isto: acho que tem faltado o verdadeiro exemplo por parte da classe política - incluindo o PS:facepalm: - no sentido de cortar com regalias próprias...já cansam referências a isto!

Agora colocar o PS de novo na gamela?! Fujam daqui porque foram precisamente estes tipos que afundaram o país.

Ahhhhh, os SWAPS...esmagadoramente assinados durante a vigência do governo PS. Há aqui demasiadas coincidências, ou não? Os facilitismos voltarão de novo à administração pública, não acham?!
 
Idem, idem, ""...

Ainda que não concorde com o modus operandi, sou forçado a concordar com muitas medidas que este governo tem tomado.
Sim, sou funcionário público, essa espécie abjecta para muita gente, mas tenho que reconhecer que foram dadas muitas benesses nos últimos 20 anos, nomeadamente com aumentos salariais em contra-ciclo com o encolhimento da economia.
Mas também não sou o diabo em pessoa como pretendem fazer crer os inimigos do funcionário público.:nono::nono::nono:

Posto isto: acho que tem faltado o verdadeiro exemplo por parte da classe política - incluindo o PS:facepalm: - no sentido de cortar com regalias próprias...já cansam referências a isto!

Agora colocar o PS de novo na gamela?! Fujam daqui porque foram precisamente estes tipos que afundaram o país.

Ahhhhh, os SWAPS...esmagadoramente assinados durante a vigência do governo PS. Há aqui demasiadas coincidências, ou não? Os facilitismos voltarão de novo à administração pública, não acham?!


Aristocrata,

o problema não está nos funcionários públicos em si. Pessoalmente concordo que certas profissões sejam bem pagas, dentro das possibilidades do país, caso dos militares, professores, juízes, médicos ou deputados.

Os nossos problemas são outros:

- excesso de funcionários públicos;
- regalias que o país não pode pagar;
- diferenciação entre público e privado;
- baixa produtividade do sector público;
- excesso de chefias;
- gastos principescos;
- sistema de aposentações;
- cunhas no acesso a cargos públicos;
- corrupção e tráfico de influências.

Diabolizar não resolve. Mas devo dizer que o comportamento de uma dada percentagem da nossa função pública deixa muito a desejar! Passei pela escola pública e tive professores que faltavam constantemente e não cumpriam os programas, por pura incompetência. Nos centros de saúde e hospitais há médicos que não cumprem os horários, chegam atrasados e faltam à tarde. A Justiça é lenta e os serviços camarários também o são. Há uns meses estive num serviço da câmara da Maia, eram 10 horas e esperei meia hora para ser atendido porque as seis funcionárias tinham feito pausa para café!

A vida mostrou-me que boa parte dos portugueses, independentemente da classe social ou formação, os portugueses em geral, dizia eu, precisam de boas chefias, autoridade, para não se desleixarem, serem organizados, para não chegarem atrasados nem estarem sempre a parar para conversar. O Medina Carreira diz e bem que um português sozinho trabalha, dois portugueses falam e não fazem nada! Se as escolas, universidades, empresas, e o Estado não tiverem pessoas austeras, exigentes, e acima de tudo que dêem o exemplo, então o nosso país cairá na desgraça!

Somos assim e cada sociedade tem de ter o modelo que mais se adequa à sua cultura.

Um economista há uns meses lançou um estudo onde concluiu que as nossas contas estiveram mais ordenadas apenas com Salazar e com o Marquês de Pombal. Não defendo um regresso à ditadura, mas se não tivermos líderes fortes e com valores austeros em todo o lado, mesmo no sector privado, então para lá caminharemos!
 
Perdoem-me se vou ferir susceptibilidades, ser funcionário público tem de ser alguém que coloque o interesse público acima de tudo, por isso lhe é vetada a possibilidade de exercer a sua profissão paralelamente fora do âmbito público sem uma devida autorização. É sim para desta forma ser isento e defender o interesse coletivo acima de qualquer promiscuidade. Ora defender um interesse coletivo é defender os mais frágeis os idosos, aqueles que o infortunio lhe bateu à porta.
Desta forma o estado cria estruturalmente condições para que estes possam progredir novamente na sociedade e serem então novamente contribuintes para uma sociedade mais justa.

Estes tópicos que muito contribuiram para o desenvolvimento das sociedades parece estar ao abandono total nos ultimos anos. Estamos perto do maior retrocesso civilizacional das ultimas décadas. O interesse público apenas se processa com a garantia do estado e dos seus indispensáveis serviços públicos.

Aqueles funcionários públicos que defendem este estilo neo-liberal despedimentos e todas estas mazelas colaterais destas politicas desastrosas parecem não ter perfil e competência para exercer funções públicas, pois são o antagonismo do que deve ser o próprio serviço, estes serviços se forem privados funcionam apenas com base no lucro, então sugiro que (funcionários) defensores deste caminho sejam entregues àquilo que defendem, "façam-se à vida para outro lado"...
 
...Não defendo um regresso à ditadura, mas se não tivermos líderes fortes e com valores austeros em todo o lado, mesmo no sector privado, então para lá caminharemos!

Pois bem...
O Passo Coelho não é um líder.
O José Seguro então não se fala.
O Paulo Portas Ibidem...
Da liderança bicéfala do BE nada se espera senão confusão.
Do líder do PCP, uma personalidade austera, não se espera liderança - e os valores que defende são precisamente o oposto daquilo que precisamos.

Efectivamente estamos orfãos de liderança. Até porque aqueles que prezam pela sua integridade afastaram-se da política ou não pretendem juntar-se à corja que nos domina. Sem falar dos grupos com a maçonaria que tudo empesta!:mad:
 
Perdoem-me se vou ferir susceptibilidades, ser funcionário público tem de ser alguém que coloque o interesse público acima de tudo, por isso lhe é vetada a possibilidade de exercer a sua profissão paralelamente fora do âmbito público sem uma devida autorização. É sim para desta forma ser isento e defender o interesse coletivo acima de qualquer promiscuidade. Ora defender um interesse coletivo é defender os mais frágeis os idosos, aqueles que o infortunio lhe bateu à porta.
Desta forma o estado cria estruturalmente condições para que estes possam progredir novamente na sociedade e serem então novamente contribuintes para uma sociedade mais justa.

Estes tópicos que muito contribuiram para o desenvolvimento das sociedades parece estar ao abandono total nos ultimos anos. Estamos perto do maior retrocesso civilizacional das ultimas décadas. O interesse público apenas se processa com a garantia do estado e dos seus indispensáveis serviços públicos.

Aqueles funcionários públicos que defendem este estilo neo-liberal despedimentos e todas estas mazelas colaterais destas politicas desastrosas parecem não ter perfil e competência para exercer funções públicas, pois são o antagonismo do que deve ser o próprio serviço, estes serviços se forem privados funcionam apenas com base no lucro, então sugiro que (funcionários) defensores deste caminho sejam entregues àquilo que defendem, "façam-se à vida para outro lado"...


Caro Mago,

também considero uma tragédia social que haja funcionários despedidos. Imagino que tenham família, filhos para sustentar. Imagino que tenham empréstimos por pagar. Que a maioria não tenha hipóteses de entrar novamente no mercado de trabalho, dentro do nosso país, e que se deparem com mil e uma dificuldades na hora de criarem o seu emprego.

Mas é mister considerar que por vezes, para darmos um passo em frente, temos de dois para trás. A nossa dívida pública é insustentável, e mesmo que seja parcialmente perdoada pelos credores voltará aos valores actuais se não houver austeridade. Por outro lado a actual carga fiscal mata as hipóteses de termos desenvolvimento económico nos próximos anos. E para baixar a carga fiscal, mais uma vez, é necessário baixar a despesa pública.

Mago,

as tuas boas intenções, e as intenções de muitos portugueses que têm a mesma opinião sobre a questão dos despedimentos, não pagam dívidas nem resolvem o problema da despesa pública em Portugal.

Pergunto. Quantos despedimentos já houve no privado desde que aumento o IVA para 23% e desde que aumentaram os restantes impostos? Aumentos esses que, como se sabe, serviram apenas para evitar os cortes da despesa pública. E quem se preocupou ou defendeu esses empregados do sector privado? Onde estava o PCP? Onde estavam os sindicatos? Onde estavam o o PS ou o PSD?
 
Perdoem-me se vou ferir susceptibilidades...então sugiro que (funcionários) defensores deste caminho sejam entregues àquilo que defendem, "façam-se à vida para outro lado"...
Não tens que ferir susceptibilidades porque o princípio está estabelecido há muitos anos: o funcionário público está ao serviço da população.

Mas os abusos foram muitos, desvirtuaram há muito a essência do funcionalismo público.
O princípio da evolução na carreira foi no sentido de premiar a competência e manter os funcionários empenhados. Mas teve o efeito oposto e não foi corrigido em devido tempo. O "encostanço" passou a ser comum e o estímulo à qualidade de prestação do serviço deixou de o ser - era um dado adquirido.
Em cima disto a cereja: as nomeações políticas deitaram abaixo qualquer veleidade em ser recompensado o esforço e dedicação do funcionário.

Quem defende melhor serviço público, mas deseja que os incompetentes e/ou os serviços excedentários o não sejam, não tem que fazer-se à vida para outro lado. Tem sim de ser acarinhado...;)
 
O mundo é inóspito e os plutocratas que nos emprestaram o dinheiro estão-se nas tintas para as pessoas. Posto isto, podemos ter dois tipos de atitudes e comportamentos.

Podemos sonhar com perdões da dívida e com a boa vontade do exterior. Podemos viver na fantasia de que um mundo é um lugar idílico onde os países se ajudam uns aos outros. É nesse mundo de fantasia que vivem os nossos políticos. Ou alternativamente podemos perceber que estamos sozinhos, que os nossos credores quem dívidas e mais dívidas para nos sugar os juros, os anéis e os dedos. E que a liberdade virá quando nos livrarmos da dívida. Qual é o preço da nossa liberdade e independência? Pois prefiro passar dificuldades e ter dentro de 10 anos um país independente do que viver dentro de uma região de uma futura federação que viverá das esmolas alheias. Não me importo se andar a pé ou de bicicleta, de não vestir roupas de marca ou de comer menos carne. Queria apenas ver Portugal sem dívidas e sem ser enxovalhado por países que não têm a nossa grandeza.
 
Salazar dizia que os portugueses estavam infantilizados. Parece que tinha razão.

Para abrir uma loja de ouro em Portugal é necessária apenas uma licença de contrastaria. Depois, é só abrir as portas. A legislação prometida ainda está em estudo.

As casas de ouro usado são um negócio sem regras. O Governo continua a não tomar qualquer iniciativa legislativa para regular este sector, apesar do grupo de trabalho parlamentar criado para estudar o assunto já ter feito ...


http://www.jornaldenegocios.pt/merc.../venda_de_ouro_usado_continua_sem_regras.html

Tudo em Portugal tem de ter regras, legislação, burocracias. Depois ouvimos os políticos a dizer que há burocracias a mais e que isso limita o crescimento. Esta esquizofrenia já deveria ter tido fim mas pelos vistos a comunicação social não pára na hora de exigir mais do mesmo. É que normalmente estas regulamentações significam mais impostos.

Com o tempo virá a legislação sobre a forma adequada de estar no WC. Parece que na Suécia já querem fazer uma lei que obrigará os homens a urinar sentados. Não tardará a chegar tal moda a Portugal.
 
Não tens que ferir susceptibilidades porque o princípio está estabelecido há muitos anos: o funcionário público está ao serviço da população. (...)

...;)

Caro Mago,

também considero uma tragédia social que haja funcionários despedidos. Imagino que tenham família, filhos para sustentar. Imagino que tenham empréstimos por pagar. Que a maioria não tenha hipóteses de entrar novamente no mercado de trabalho, dentro do nosso país, e que se deparem com mil e uma dificuldades na hora de criarem o seu emprego. (...)

Caros foristas,

Aceito as Vossas opiniões, não falo como funcionário público, mas reparem a culpa dos desiquilibrios do sistema aos quais continuam impunes na nossa praça são outras, não são o excesso de funcionários que já são bem menos, não são as politicas sociais mas sim quem gere estas coisas, as causas são coisas deste género:

Detectados 3,85 mil milhões em ilegalidades nas contas da Madeira
13-06-2013 0:12
Tribunal de Contas encontrou situações irregulares que deram origem ao pedido de assistência financeira feito pela região autónoma, em 2011.

O valor das ilegalidades evidenciadas nos pareceres sobre as contas de 2010 e 2011 da Região Autónoma da Madeira (RAM) foi de 3,85 mil milhões de euros, revela o Tribunal de Contas.

"4,376 mil milhões de euros consubstancia o valor das ilegalidades espelhadas nos relatórios de fiscalização sucessiva e 3,85 mil milhões de euros o valor das ilegalidades evidenciadas nos pareceres sobre as contas da RAM de 2010 e 2011 relacionadas, sobretudo, com as situações irregulares que deram origem ao pedido de assistência financeira formulado em 2011", lê-se no relatório de actividades da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas (TdC) relativo ao ano passado.

O documento ressalva, contudo, que "o montante imputado a uma ilegalidade pode estar evidenciado simultaneamente no parecer e nos relatórios de fiscalização sucessiva em que a situação irregular foi detectada, originando uma sobreavaliação do valor total das irregularidades".

"Tal é o caso, por exemplo, da ultrapassagem dos limites de endividamento em 2010 e em 2011 e, bem assim, da falta de reporte de encargos à DGO [Direcção-Geral do Orçamento]", refere o relatório.

Na sequência da dívida pública, na ordem dos seis mil milhões de euros, o Governo da Madeira solicitou ajuda financeira ao Estado português, que culminou na assinatura do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro da região a 27 de Janeiro de 2012 e de um contrato de financiamento de 1.500 milhões de euros.
(...)

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=110893

Tanto dinheiro, este dinheiro poupava despedimentos, cortes em subsidios, cortes na saude e educação, alivio de impostos às micro-empresas
 
Anos e anos de crise e há sectores que ainda não mudaram.

A evolução dos preços da eletricidade e das telecomunicações ainda não refletem as atuais condições de uma procura deprimida, sublinha a análise do Fundo Monetário Internacional (FMI) no âmbito da sétima avaliação da 'troika' a Portugal, hoje divulgada.

Segundo o relatório, esta realidade reflete até certo ponto decisões políticas passadas, como o aumento do IVA em meados de 2011 ou as chamadas rendas excessivas no setor da energia.

"Ainda assim, os passos concretos que precisam ser considerados nesses setores incluem o combate decisivo às políticas explícitas e implícitas que limitam a entrada no mercado, impedem a concorrência e garantem altas taxas de retorno para as empresas incumbentes", lê-se no documento.

A análise refere ainda que as autoridades concordaram com estes objetivos, mas apontou para o caráter de longo prazo de alguns dos contratos nesses setores, acrescentando que "podem ser inevitáveis" abordagens regulatórias mais intrusivas juntamente com uma reavaliação dos contratos existentes naquelas indústrias.

O relatório admite que o aumento da produtividade exige tempo, mas salienta que no contexto da união monetária, a melhoria da competitividade "requer redução de custos de produção", incluindo "salários e preços não comercializáveis".

"Devido aos seus preços em cascata ao longo do processo de produção, as indústrias de rede, como as da eletricidade e das telecomunicações, podem ter uma influência importante na contenção ou mesmo redução dos custos para o setor dos bens transacionáveis", refere.

Já no final de março, o chefe da missão do FMI, Abebe Selassie, tinha dito em entrevista à agência Lusa que considerava muito desapontante o facto dos preços da eletricidade e das telecomunicações não terem descido e que aquela questão era importante para garantir que os sacrifícios são repartidos de forma justa.

"Penso que o principal objetivo para os preços da eletricidade, das telecomunicações e de outros setores não transacionáveis é se estão em linha ou começam a cair à medida que a concorrência aumenta ou a procura diminui.

Até agora não o estamos a ver e isso é muito desapontante. Se não responderem às condições económicas penso que definitivamente teremos de olhar para o que o se passa e revisitar as reformas", afirmou na altura o responsável máximo da equipa do FMI para Portugal, admitindo que a missão esperava que as reformas fossem mais profundas, como estava inicialmente previsto nesta matéria.

No mês passado, foi a vez da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) se pronunciar sobre o assunto e defender mais concorrência nos setores da energia e das telecomunicações ao sublinhar que os preços da luz e do gás em Portugal estão acima da média dos países que integram aquela organização, criando dificuldades às famílias e às empresas.


http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3267370&page=2


Em Portugal a TDT tem apenas 5 canais, enquando no resto da Europa Ocidental há 50 a 100 canais gratuitos. Em Portugal para mudarmos de tarifário, na TMN, pagamos uma taxa de 5 euros. Em Portugal exigem contratos de fidelização para tudo e mais alguma coisa e perseguem o cliente quando este quer mudar ou prescindir do serviço. Em Portugal os preços da energia não condizem com os rendimentos médios dos portugueses.
 
Para onde achas que foi esse dinheiro ?

O pedido de assistência financeira é para honrar compromissos, Se os compromissos forem no âmbito de pagar salários, despesas com pessoal, parece-me legitimo esse pedido. Se for para pagar serviços essenciais também me parecem legitimos, Não serão legitimos os provenientes de serviços ficticios, encapotados, virtuais, associados à sustentabilidade do regime quase totalitário da Madeira, esse sim parece-me ilegal e provavelmente foi o que aconteceu.

Não me acredito que tenha sido considerado ilegal, pagamentos com pessoal, serviços do estado, obras feitas na melhoria de qualidade da população. Mas sim apoios a Jornais, favores, e outras coisas que nem quero imaginar.
 
A Espanha, especialmente no Sul do país, tem um problema que nós não temos: a distribuição da terra. Por isso o desemprego elevado por lá tem décadas e décadas e agora que a máscara caiu a realidade ficou à vista.
 
Mais um dia negro no mercado de dívida... Se assim vai nem o BCE nos livra do 2º resgate...

Novamente a caminho da barreira mítica dos 7% a 10 anos. Será da chuva? :rain::rain::rain:
 
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