O Estado do País

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Sabe do que fala porque é impossível manter excedentes orçamentais conforme é pedido pelo pacto orçamental. E nesse caso não temos nenhuma hipótese de os cumprir e seremos expulsos da união.

Não é verdade:

"De acordo com o Tratado de Lisboa, nenhum país pode ser expulso da Zona Euro". O alerta é dado por Durão Barroso numa entrevista que irá para o ar amanhã no canal televisivo France 24.

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...acutes_pode_ser_expulso_da_zona_euroquot.html

Se fosse para haver expulsões a Grécia já tinha ido há muito. Eu até podia dizer que a zona euro foi feita para não se desintegrar (daí porem essa clausula no tratado) mas isso é noutro tópico :D. Ao menos que a CDU faça referência à profunda miséria que viria depois da saída do euro. Perderiam muitos e muitos votos mas ao menos eram minimamente honestos. Quem os ouve a falar parece que a transição seria feita rapidamente e com muita glória e prosperidade.
 
Ao menos que a CDU faça referência à profunda miséria que viria depois da saída do euro. Perderiam muitos e muitos votos mas ao menos eram minimamente honestos.

Profunda miséria é continuares a cortar 300 milhões de euros na saúde todos os anos e 400 ou 500 milhões de euros na educação, tudo para cumprir o pacto orçamental.

Já toda a gente percebeu que é impossível, trata-se de arranjar um bom pretexto para enganar a alemanha ou no caso actual enganar os portugueses.
 
Nem Portugal, Grécia ou Irlanda serão capazes de cumprir o pacto orçamental e fruto da demagogia dos partidos que governam a Alemanha neste momento, os contribuintes alemães não querem suportar o diferencial económico de economias menos competitivas e muito mais pequenas.

Vão existir expulsões porque o impasse não se pode manter. 2 rectas paralelas nunca se intersectam.
 
Profunda miséria é continuares a cortar 300 milhões de euros na saúde todos os anos e 400 ou 500 milhões de euros na educação, tudo para cumprir o pacto orçamental.

Já toda a gente percebeu que é impossível, trata-se de arranjar um bom pretexto para enganar a alemanha ou no caso actual enganar os portugueses.

E no antigo escudo não haveriam cortes? Como vais buscar lá fora o material médico com uma moeda desvalorizada 75% (por exemplo)?
 
Agora acho estranho que a preocupação seja a campanha da CDU quando os 3 partidos da troica estão apostados em mentir e em tornar a abstenção a mais elevada de toda a europa. Fala-se em 70% de abstenção quando as eleições europeias são extremamente importantes.
 
Nem Portugal, Grécia ou Irlanda serão capazes de cumprir o pacto orçamental e fruto da demagogia dos partidos que governam a Alemanha neste momento, os contribuintes alemães não querem suportar o diferencial económico de economias menos competitivas e muito mais pequenas.

Vão existir expulsões porque o impasse não se pode manter. 2 rectas paralelas nunca se intersectam.

Quais expulsões? O Goldman Sachs Draghi até vai criar guito do ar. Achas que os bancos europeus querem ter o calote dos PIIGS? Olha que a lista é bem grande:

http://www.businessinsider.com/european-banks-praying-for-solution-euro-crisis-2011-11?op=1

Já postei no forum um artigo do Telegraph a dizer que mais depressa os bancos vão pegar nas poupanças dos depositantes para baixar a dívida dos países. Expulsão nunca haverá porque quando um for vai tudo.

Aqui está:

http://www.telegraph.co.uk/finance/...te-offs-as-Wests-debt-hits-200-year-high.html

O da Reuters:

http://www.reuters.com/article/2014/02/12/us-eu-banks-savings-idUSBREA1B1ZI20140212
 
Última edição:
Sócrates rejeita culpa na entrada da troika

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5 de Maio, 2014
O ex-primeiro-ministro José Sócrates declarou-se no domingo satisfeito com a opção do Governo pela "saída limpa" do programa de assistência económica e financeira e rejeitou responsabilidades no pedido de auxílio à troika.

O ex-chefe do Governo falava na RTP durante o programa semanal de comentário político, quando questionado sobre o anúncio do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, da saída de Portugal do actual programa de resgate financeiro sem recorrer a qualquer programa cautelar.

"Fiquei naturalmente satisfeito porque é melhor viver sem do que com programa cautelar. Para quem, como eu, sempre defendeu que Portugal nunca deveria ter pedido ajuda externa, fico naturalmente satisfeito por ver o país sem troika", disse José Sócrates.

No entanto, o antigo líder do Governo socialista considerou que a declaração do primeiro-ministro ao país "é uma floresta de enganos e ilusões" que aproveitou para "desmistificar".

"Pedro Passos Coelho diz que não foi ele que assinou o resgate, mas foi ele que o provocou. Ele causou uma crise política, dando um grande contributo para que Portugal pedisse ajuda externa", referiu.

José Sócrates afirmou que a assinatura do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) IV -- chumbado com a união de toda a oposição no parlamento - garantiria, na altura, a Portugal, o apoio do Banco Central Europeu, e que a recusa de Passos Coelho provocou uma crise política.

"Quando o doutor Passos Coelhos era líder do PSD tudo fez para que pedíssemos ajuda externa porque tinha pressa de chegar ao poder. Achava que esse pedido punha em causa o Governo, provocaria eleições e uma substituição do Governo", sustentou o antigo líder socialista.

Nessa linha, considerou "absolutamente enganadora a versão histórica que o primeiro-ministro tem dado, segundo a qual foi o anterior Governo que atirou Portugal para a ajuda externa".

"Eu recuso essa visão, foi ele que provocou uma crise política ao recusar o PEC IV. Teria sido melhor assiná-lo em vez de pedir assistência", reafirmou, garantindo que o perigo de bancarrota não existia.

A decisão do Governo será formalmente comunicada aos seus parceiros da zona euro na segunda-feira, numa reunião do Eurogrupo, a última durante a vigência do resgate iniciado em 2011, na qual Portugal estará representado pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque.





serei o ultimo a defender socrates e votar PS
mas que o Passos é pior e mais perigoso que o Sócrates é...
e já agora bem mais mentiroso descarado, o que é um feito.
 
Sócrates rejeita culpa na entrada da troika

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serei o ultimo a defender socrates e votar PS
mas que o Passos é pior e mais perigoso que o Sócrates é...
e já agora bem mais mentiroso descarado, o que é um feito.

A opinião que temos da política portuguesa é generalizada, podemos traduzi-la como sendo suja, hipócrita e demagogica.

Passos usou todas as manobras possíveis para levar a cabo o que pretendia (cumprir o memorando e substituir uma ou outra medida chumbada pelo TC). A meu ver foi um governo algo inexperiente, com muitos erros de comunicação (informação / desinformação), que também podemos explicar pela ânsia em antecipar "as possíveis boas notícias" aqui e ali, por parte do CDS ou do PSD. Prova disto é que a palavra "irrevogavel" passa a ter outro significado! :)

Mas também vos digo que deviamos pensar no próprio contexto. Tomar medidas austeras não deve ser uma decisão agradável para qualquer governante, seria preferível ser popular e endividar o país até fecharem de novo a torneira. Apesar de tudo, deixam uma almofada financeira para os próximos governos, quando o que encontraram no início foram buracos e mais buracos que se fossem contabilizados de uma vez só, antes de 2011 seriam absolutamente um escândalo. Deviam ser caso de polícia, mas é a democracia que temos com a falta de justiça e eficiência dos tribunais.

Para que a dívida comece a baixar, é ainda necessário baixar o défice, não digo até défice zero, mas até um nível cujo PIB permita anular esse mesmo défice. Só assim se irá reduzir a dívida, não adianta andar com demagogias, desconfiem sempre de quem prometer o contrário!
 
Sócrates rejeita culpa na entrada da troika

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serei o ultimo a defender socrates e votar PS
mas que o Passos é pior e mais perigoso que o Sócrates é...
e já agora bem mais mentiroso descarado, o que é um feito.

Até concordo na questão do PEC IV, o problema aqui é diferente. Quando hoje se sabe que o governo de Sócrates tinha menos de 300 milhões € em caixa na mesma altura em que se discutia o PEC IV na AR (o PEC IV foi recusado e menos de duas semanas depois o Sócrates pediu o resgate), não era certamente o PEC IV que iria salvar a situação, pelo menos é isso que penso.

Por outro lado, gastou-se mais em termos percentuais durante o mandato e meio do Sócrates do que no combinado dos 3 anteriores primeiros-ministro (Santana Lopes, Durão Barroso e Guterres), isto a julgar pelas declarações de Durão Barroso de que a dívida estaria estável nos 60% na altura em que passou a pasta a Santana Lopes.

As causas do resgate, embora sejam muitas, em primeiro lugar predem-se com o despesismo estúpido desses loucos 6 anos de Governo de José Sócrates... E nisso, não há absolutamente dúvidas nenhumas de quem é o culpado. Sem diser óbviamente que o Passos Coelho é um santo, que é algo que certamente nunca será.

Não defendo nem um nem outro, tanto o Sócrates como o Passos tiveram culpas, o Passos por ter reprovado um programa necessário (PEC IV, e que foi posteriormente todo ele implementado pelo seu próprio governo), como o Sócrates por ter estourado tanto dinheiro sabe-se lá como.
 
Explicações alternativas (na minha humilde opinião):

A meu ver foi um governo algo inexperiente, com muitos erros de comunicação (informação / desinformação), que também podemos explicar pela ânsia em antecipar "as possíveis boas notícias" aqui e ali, por parte do CDS ou do PSD.

Em 2011, o Passos chamaria o governo PS de incompetente e de estar a espalhar propaganda para disfarçar o real retrato do país. Mas agora esse tipo de manobras é para alegrar os portugueses.

Prova disto é que a palavra "irrevogavel" passa a ter outro significado! :)

Na minha terra isso assume outra designação mas não vou ser explícito.

Mas também vos digo que deviamos pensar no próprio contexto. Tomar medidas austeras não deve ser uma decisão agradável para qualquer governante, seria preferível ser popular e endividar o país até fecharem de novo a torneira.

Dessa frase assume-se que mentir é bom desde que se tenha boas razões. Se é esse o caso, torna-se impossível criticar qualquer mentira porque faz sentido dado o contexto.

Apesar de tudo, deixam uma almofada financeira para os próximos governos, quando o que encontraram no início foram buracos e mais buracos que se fossem contabilizados de uma vez só, antes de 2011 seriam absolutamente um escândalo. Deviam ser caso de polícia, mas é a democracia que temos com a falta de justiça e eficiência dos tribunais.

Em 2011, o Passos acusaria o Governo de estar a sacrificar o país. É preciso lembrar que a Albuquerque também fez contratos swap que contribuíram para esses buracos? (e mentiu sobre eles). De que "cor" foi o BPN? Os submarinos?

Para que a dívida comece a baixar, é ainda necessário baixar o défice, não digo até défice zero, mas até um nível cujo PIB permita anular esse mesmo défice. Só assim se irá reduzir a dívida, não adianta andar com demagogias, desconfiem sempre de quem prometer o contrário!

Verdade, mas em 2011 o Passos não fez promessas semelhantes? Não haveriam cortes e afins?
 
Dejá vu... :buh:

António José Seguro

"Comigo não haverá despedimentos na função pública nem aumento de impostos"

Em entrevista exclusiva ao Expresso, o secretário-geral do PS fala como o próximo primeiro-ministro e até já faz promessas. Ele que sempre disse que só prometeria na oposição o que puder cumprir quando for Governo.

http://expresso.sapo.pt/comigo-nao-...uncao-publica-nem-aumento-de-impostos=f868661


Noutras notícias:

No 'Economic Outlook', divulgado nesta terça-feira, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) considera que o BCE deve "cortar a principal taxa de juro para zero" e mantê-la nesse nível "por um longo período", defendendo a necessidade de medidas não convencionais se a inflação não recuperar ou se houver deflação. A OCDE estima que a inflação na zona euro atinja os 1,3% em meados de 2015, "muito abaixo" do objectivo de médio prazo fixado pelo BCE para garantir a sustentabilidade de preços (inflação abaixo mas próxima dos 2%).

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...ar_taxa_de_juro_para_zero_recomenda_ocde.html

Bom para as bolsas e para os países periféricos (são os juros destes países que dão melhores retornos). Isto e o QE que virá. Juros têm que baixar porque mesmo assim nada está a melhorar estruturalmente.

Juro Baixo -> Mais crédito (e mais dívida) -> Inflação

Também:

Os juros da dívida pública dos países periféricos estão em queda no mercado secundário. Taxas a dez anos de Itália, Irlanda e Espanha estão abaixo dos 3%, o que representa o valor mais baixo desde a criação do euro. Dívida portuguesa a dez anos em torno dos 3,5%.

http://www.jornaldenegocios.pt/merc..._irlanda_e_espanha_em_minimos_historicos.html

Contudo:

A Comissão Europeia está a projectar que seis países tenham défices orçamentais, em 2014, acima dos 3%. Portugal, como é conhecido, tem uma projecção de um défice de 4% para este ano, devendo baixar para 2,5% em 2015. Também Espanha, Irlanda, Chipre, Eslovénia e França ultrapassarão essa marca, de acordo com as Previsões de Primavera de Bruxelas. Espanha tem mesmo uma projecção de um défice de 5,6% para 2014 e de 6,1% para 2015, se nada for feito. Para França também a Comissão Europeia não vê ainda razões para prever um défice de 3%. Bruxelas estima, nestas previsões, que o défice deste ano se fixe nos 3,9% e 3,4% em 2015. A Zona Euro, como um todo, deverá ter um défice de 2,5% este ano. Nas projecções de Bruxelas só a Alemanha conseguirá ter equilíbrio nas contas públicas.

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...na_euro_terao_defices_acima_de_3_em_2014.html

É a recuperação.
 
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Complementando o meu post anterior:

O secretário-geral do PS promete se for primeiro-ministro não aumentar impostos, nem criar qualquer programa de despedimentos na função pública, mas não se compromete com uma redução da carga fiscal, numa entrevista ao Expresso Diário.

Em entrevista parcialmente divulgada hoje na primeira edição do Expresso Diário (será publicada na íntegra na edição semanal do Expresso), o secretário-geral socialista, António José Seguro, reitera a necessidade do país "mudar de rumo", sublinhando que, apesar da "boa notícia da saída" do programa de ajustamento, "o país está pior".

À excepção do IVA na restauração, António José Seguro não se compromete com qualquer redução de impostos, alegando que não sabe em que estado irá 'receber' o país. A única promessa que deixa é: "Não haverá aumento da carga fiscal".

Outra promessa deixada pelo secretário-geral do PS refere-se à função pública, com António José Seguro a afirmar que "não haverá despedimentos, nem nenhum programa de despedimentos".

Quanto às eleições europeias de 25 de maio, António José Seguro elege a abstenção como principal preocupação, mas continua sem apontar objectivos concretos além de "ganhar" e recusa que a continuação na liderança do partido esteja dependente dos resultados.

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=104995#.U2lBlYBgGAQ.facebook
 
Explicações alternativas (na minha humilde opinião):



Em 2011, o Passos chamaria o governo PS de incompetente e de estar a espalhar propaganda para disfarçar o real retrato do país. Mas agora esse tipo de manobras é para alegrar os portugueses.



Na minha terra isso assume outra designação mas não vou ser explícito.



Dessa frase assume-se que mentir é bom desde que se tenha boas razões. Se é esse o caso, torna-se impossível criticar qualquer mentira porque faz sentido dado o contexto.



Em 2011, o Passos acusaria o Governo de estar a sacrificar o país. É preciso lembrar que a Albuquerque também fez contratos swap que contribuíram para esses buracos? (e mentiu sobre eles). De que "cor" foi o BPN? Os submarinos?



Verdade, mas em 2011 o Passos não fez promessas semelhantes? Não haveriam cortes e afins?

Não pretendo explicar ou desculpar a governação, é apenas a visão que tenho. É que de mentiras, meias-verdades ou verdades que não têm nada a ver, estamos todos fartos e não é do partido a, b ou c, é de todos mesmo, todos farinha do mesmo saco da esquerda à direita.

De quem foi a idéia de comprar submarinos?? Por acaso guterres queria não 2 mas 3, quanto custariam 3?

O PEC4 nem cossegas faz, ao memorando desenhado pelo amigo sócras!

O que quis dizer é que se fosse o PS a governar, estavamos agora a culpar-lhe de tanta austeridade, ou não? Só se o PS for um partido que não cumpre aquilo que assinou no memorando. Se for assim, não digo nada..

O sócras foi embora, não porque algum partido ou o PR o tivesse demitido, mas apenas e só porque 90% dos deputados do parlamento (exceto PS) votaram contra o PEC4! Ok?

Depois fez-se democracia, ao contrário da opinião de muitos ilustres mas senis senhores que julgam que a democracia é quando lhes apetece. Os votos dos portugueses ainda contam para algo!

Eu pessoalmente não votei no governo pelo seu programa, posso dizer que votei contra a governação do anterior governo!

Temos sempre 4 caminhos:
- punir quem nos governou
- votar no melhor programa, aquele com maior credibilidade
- votar na oposição
- não votar ou votar nulo ou em branco.
 
Não pretendo explicar ou desculpar a governação, é apenas a visão que tenho. É que de mentiras, meias-verdades ou verdades que não têm nada a ver, estamos todos fartos e não é do partido a, b ou c, é de todos mesmo, todos farinha do mesmo saco da esquerda à direita.

De quem foi a idéia de comprar submarinos?? Por acaso guterres queria não 2 mas 3, quanto custariam 3?

O PEC4 nem cossegas faz, ao memorando desenhado pelo amigo sócras!

O que quis dizer é que se fosse o PS a governar, estavamos agora a culpar-lhe de tanta austeridade, ou não? Só se o PS for um partido que não cumpre aquilo que assinou no memorando. Se for assim, não digo nada..

O sócras foi embora, não porque algum partido ou o PR o tivesse demitido, mas apenas e só porque 90% dos deputados do parlamento (exceto PS) votaram contra o PEC4! Ok?

Depois fez-se democracia, ao contrário da opinião de muitos ilustres mas senis senhores que julgam que a democracia é quando lhes apetece. Os votos dos p






Exatamente , democracia e isso mesmo .
 
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