O Estado do País

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Poderá ser sorvedouro de dinheiro, não sei, mas também é uma porta de entrada de dinheiro estrangeiro no país, pois trata-se de um importante destino turístico à escala europeia. Para além disso, é a segunda região mais rica de Portugal, depois de Lisboa e Vale do Tejo, e está bem afastada da terceira região mais rica, o Algarve.

Mas se é sorvedouro, tal sucede porque o Governo Central o permite.

Devemos olhar para o Reino Unido ou para a França, que mantiveram muitas dos seus arquipélagos um pouco por todo o mundo.

Portugal só teria tido a ganhar do ponto de vista económico, devido às posições geográficas chave de Cabo Verde, São Tomé, Cabinda e Timor.

Teríamos acesso ao petróleo de Cabinda, São Tomé e Timor, São Tomé seria a plataforma de vários serviços no Golfo da Guiné, Cabo Verde um arquipélago concorrente das Canárias no sector do turismo, e em contrapartida estes povos estariam bem mais desenvolvidos.

São Portas de entrada de dinheiro que em nada contribuem para o estado. No entanto são efectuados investimentos megalomanos. por exemplo se fossem investidos os mesmos capitais em Trás dos Montes, ou Alentejo entre outros provavelmente, teríamos uma coesão social maior e uma maior aproximação do PIB entre eixos litoral-interior.

Quanto a ter acesso ao petróleo de Cabinda, São Tomé, turismo de Cabo Verde estaríamos no fundo a colonizar, no fundo os nossos laços culturais com esses povos devem-se à nossa ocupação lá. Somos culturalmente diferentes, maneiras de estar diferentes, podemos ganhar com eles mantendo laços económicos, cooperações mutuas, respeitando as diferenças e o multi-culturismo, sem uma politica de colonato.
 
Mais uma desde nosso (des)Governo! Esta malta gosta mesmo de manipular números! Está-me a parecer que os 500 milhões que eles vão ter que cortar, não vão passar de números (manipulados) no papel!

Governo assume erros de 830 milhões de euros no OE

Embora tenha apresentado ontem uma errata ao Orçamento, Teixeira dos Santos não falou no assunto durante o debate, no Parlamento.
Na errata, este montante agrava os gastos públicos para 42,3% do PIB. Mesmo assim, o valor do défice mantém-se inalterado em 4,6%.

Afinal, o peso da despesa primária na riqueza produzida é mais elevado do que o inicialmente indicado pelo Governo. Numa errata ao Orçamento do Estado para o próximo ano, que chegou ontem ao Parlamento, o Executivo acrescentou 830 milhões de euros à despesa primária (isto é, excluindo juros). Estes gastos públicos passam assim a pesar 42,3% no PIB, em vez dos anteriores 41,8%.

A rectificação às contas das administrações públicas foi entregue no mesmo dia em que o debate do Orçamento do Estado para 2011 arrancou. Mas o Executivo não disse uma palavra sobre este erro durante as quase oito horas de discussão do documento.

Na errata, o Governo acrescenta 831 milhões de euros à despesa em contabilidade nacional - aquela que é relevante para apresentar em Bruxelas - e outros tantos à receita. É por isso que o valor do défice fica inalterado nos 4,6%. Contudo, há mudanças significativas nos montantes de algumas das rubricas mais importantes das contas das administrações públicas.

Do lado da despesa, o aumento é justificado por um acréscimo de gastos em subsídios (mais 551 milhões de euros) e na rubrica de outras despesas correntes (somam-se mais 642 milhões ao inicialmente previsto). Na despesa de capital também se aumentam 332 milhões de euros. Contudo, desaparecem 674 milhões de euros das despesas com pessoal e 262 milhões dos consumos intermédios, o que faz com que o aumento líquido sejam os tais 831 milhões de euros.

A consequência é um aumento do peso tanto da despesa primária, como da despesa corrente primária, no PIB. Esta última passa a pesar 39,8% na riqueza que se espera produzir no próximo ano. Mais: esta rubrica tem sido o principal alvo das críticas do PSD. Os social-democratas defendem que o Governo deveria intensificar os cortes nesta área, reduzindo mais o seu peso no PIB.
 
"A fuga das galinhas

Um gestor vale mais do que quem salva vidas e cria (vários tipos) de riqueza como um médico ou um cientista? Qual é o dom especial que possuem para que ganhem muito mais que todos os outros? Não se sabe. Mas essa ignorância não altera os rendimentos.

Mesmo que os resultados empresariais derivem de uma extensa cadeia. Mesmo que todas as empresas devam ter um papel social. Pois é. Os nossos trabalhadores são dos mais mal pagos da Europa, mas os gestores são dos mais bem pagos. Um gestor alemão recebe dez vezes mais que o trabalhador com o salário mais baixo na sua empresa. O britânico 14. O português 32. Mas, segundo um estudo da Mckinsey, Portugal tem dos piores gestores. Logo, quando se fala em reduzir direitos e salários, a quem nos devemos referir? Lógico? Não. Dizem que os bons gestores escasseiam e é necessário recompensá-los. Senão, fogem do país. Ok. Então, é simples. Se são assim tão poucos, ide. Não serão significativos na crescente percentagem de fuga dos cérebros que estavam desempregados/explorados. Depois, contratem-se gestores alemães ou ingleses. Por lá, não rareia tanto a qualidade. Estão habituados a discutir não só ordenados mínimos como ordenados máximos. E sempre são mais baratinhos."

Joana Amaral Dias, Docente universitária

Para mim é uma verdade apreendida não com o que esta senhora diz\escreve mas com a vida. E ela apenas vem dar razão ao que penso sobre o que se passa em Portugal...mais uma. E é a gente como esta que normalmente não se dá destaque, antes procurando as figuras do estado e da política que muito falam e escrevem mas nada dizem de concreto:mad:
 
Só mais esta e "desamparo a loja" para mais alguém postar...;)

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E esta, hein?!...
 
Esse rapaz fez exame nacional para conseguir ingressar no ensino superior, se teve uma excelente nota no exame nacional para ter conseguido 20 de média de ingresso é porque deve ter algum mérito.

No ingresso para o ensino superior a média interna vale 50 a 65%, os restantes 35 a 50% dependem da nota de um ou dois exames nacionais, com excepção da Medicina, em que se utiliza a nota de 3 exames nacionais.

Este sistema é altamente injusto, e deveria ter um ponto final. Passo a explicar porquê.

Em primeiro lugar, os critérios de avaliação individual variam de professor para professor. Há professores que fazem testes mais fáceis que outros, alguns são mais benevolentes na hora de corrigir, no final do período uns avaliam apenas tendo em conta os conhecimentos, outros dão mais importância à participação do aluno na aula. Depois, cada escola tem a sua própria política educativa. Por exemplo, há escolas que são conhecidas por «dar boas notas». Assim, quando comparamos médias internas de alunos, estamos a cometer uma enorme injustiça, pois colocamos lado a lado jovens que foram avaliados de forma totalmente distinta.

Por causa desta deficiência do sistema, algumas escolas especializaram-se em dar médias internas notoriamente altas. Estas escolas são especialmente procuradas pelos jovens que querem ingressar em Medicina. Uma dessas escolas fica cá no Porto, e chega a colocar 100 alunos por ano em Medicina e Medicina Dentária. Os testes são fáceis, e não raras vezes um aluno que obtenha média de testes 16 ou 17 tem 20 no final do ano. Para além disso, é dada uma preparação especial para o exame nacional, e praticamente todos os alunos desta escola privada têm explicadores no 12.º ano, dos melhores especialistas do país na preparação para o exame nacional.

Conclusão: quem tem dinheiro para pagar o colégio certo, e os explicadores certos, ou quem tem conhecimentos para estudar na turma certa, na escola secundária certa, tem a vida facilitada no acesso a cursos de média elevada, como Medicina ou Arquitectura.

Quando eu frequentei o ensino secundário no Algarve, não raras vezes tinha média de testes de > 195, 190 ou 180, e terminava com 19, 18 ou 17, ou seja, um valor inferior à média de testes, porque «não participava nas aulas». Para além disso, fui enviado para exame nacional com os programas de Matemática, Biologia, Química e Português por terminar.

Visto isto, defendo que a média interna deve ser excluída do acesso ao ensino superior. O acesso deve ser feito por exames específicos de acesso ao ensino superior, acessíveis a todos os que tenham terminado o 12.º ano com aproveitamento. Esses exames devem ser bem feitos, em colaboração com professores universitários e sociedades científicas, e devem ser preparados ao longo de um ano, para evitar erros, tão comuns nos nossos exames nacionais. Para cada exame, o aluno deve ter duas chamadas, para prevenir que por algum azar o aluno não possa ingressar no curso que pretende naquele ano lectivo. Com este sistema, o aluno faria um conjunto de mais de 5 exames: um a Literatura Portuguesa, outro a Língua Estrangeira, e três ou quatro relativos ao curso a que se candidata. Por exemplo, para candidatos a Bioquímica, Farmácia, Medicina ou Biologia os alunos poderiam ser avaliados a Literatura Portuguesa, Inglês, Matemática, Biologia, Química e outra disciplina à escolha da universidade (Física, Psicologia ou Antropologia).

Este tipo de sistema já existe noutros locais. Por exemplo, um aluno que se candidate ao ensino superior em Espanha submete-se à Selectividad, um conjunto de exames onde são avaliados a várias disciplinas, com programas mais exigentes que os programas portugueses. Não sei como está agora o sistema, mas há uns anos o aluno poderia optar por se candidatar apenas com as notas dos exames de selectividad. E em Inglaterra há os famosos A levels.

O actual sistema de acesso não pode continuar, é imoral. Alunos dos colégios e liceus públicos conhecidos por serem benevolentes na hora de avaliar concorrem lado a lado com alunos provenientes de escolas com métodos de avaliação que prejudicam aqueles que querem concorrer ao Ensino Superior.
 
Juros da dívida nacional batem recorde histórico

Os juros das obrigações do Tesouro português a dez anos estão a negociar nos 6,641 por cento, acima daquele que era até agora o máximo histórico (6,63 por cento) registado no final de Setembro.

No dia seguinte à aprovação do Orçamento do Estado para 2011, os mercados internacionais continuaram a penalizar a dívida pública nacional, encarecendo os custos a que o Estado se financia.

Os juros das obrigações portuguesas a dez anos estavam a negociar a uma taxa de juro de 6,641 por cento às 11h26, o que representa um novo recorde. O spread, ou seja, a diferença em relação às obrigações alemãs, que são a referência para os investidores, está nos 415,8 pontos base.

Os outros países da zona euro com problemas de dívida estão a acompanhar esta subida. Na Irlanda, as obrigações do Tesouro a dez anos têm batido recordes nos últimos dias e estão a negociar hoje nos 7,808 por cento, acima do juro cobrado à dívida portuguesa. O mesmo acontece na Grécia (11,091 por cento). Em Espanha, os juros mantém-se em subida, mas continuam em níveis bastante inferiores aos de Portugal (4,35 por cento). As próprias obrigações alemãs não estão a escapar à tendência de subida, com os juros a aumentarem hoje para os 2,49 por cento.

No dia 28 de Setembro, os juros da dívida pública nacional bateram um recorde de 6,63 por cento, o que levou o Governo a apresentar novas medidas de austeridade logo no dia seguinte, como a subida do IVA para 23 por cento e um corte de cinco por cento na massa salarial da função pública. Essas medidas estão inscritas no Orçamento do Estado para 2011 ontem aprovado no Parlamento, mas, aparentemente, não surtiram ainda o efeito de acalmar os investidores e a dívida voltou hoje a bater novo máximo histórico.

A ajudar à escalada dos juros da dívida poderá estar a decisão tomada ontem pela Reserva Federal norte-americana de lançar novos estímulos à economia dos EUA, através de um novo programa de compra de obrigações. Isto poderá estar a levar os investidores a mostrar um maior apetite pelo risco.

Fonte: Publico
Afinal tanta coisa para aprovar o Orçamento, afinal temos Orçamento aprovado e os juros continuam a subir e já não está assim tão longe, da barreira dos 7% para o FMI entrar em Portugal. :unsure: Só prova uma coisa, os mercados não estão convencidos com aquele Orçamento o défice fique em 4.6% no próximo ano. Este ano o défice deve ficar a rondar os 8% e com a ajuda do fundo de pensões da PT senão era a derrapagem ainda maior, ela está lá só que é tapada com remendos. Parece ser uma estrada velha onde tapam os buracos com aquele alcatrão tipo cola depois vem a chuva e o buraco ainda fica maior, assim parece este governo.:D
 
Pessoalmente acho que o acesso à universidade ou ensino superior deveria ser facilitada, até porque haveria uma contribuição para o sistema e um acesso democrático ao ensino. Até porque ... não tarda estarão às moscas , isto olhando para a evolução dos índices demográficos do País.

Mas em estando lá deveria o ensino ser rigoroso exigente e que só os bons conseguissem o curso. Ou seja, quem "tivesse dedos é que tocava viola".
 
EDP é "de longe o maior pagador de impostos em Portugal"

O presidente executivo da EDP considerou esta quinta-feira que a eléctrica portuguesa, que nos primeiros nove meses do ano contabilizou 306 milhões de euros em impostos, "deve ser de longe o maior pagador de impostos em Portugal".

António Mexia, que falava na apresentação de resultados da eléctrica de Janeiro a Setembro, indicou que "a electricidade é não só o motor de investimento, como o maior investidor em Portugal, criador de emprego devido ao investimento e maior investidor português fora. Mas é também um contribuinte forte no pagamento de impostos".

Nos primeiros nove meses do ano, a EDP contabilizou o pagamento de 306 milhões de euros em impostos, o que representa quase 40 por cento dos 774 milhões de euros de lucro que a empresa apresentou para o mesmo período.

"Este ano já pagámos muitos impostos, como se vê pela taxa. Estamos na taxa máxima típica, somos contribuintes não só do que é o IRC mas também de todas as actividades ligadas à electricidade que pagam impostos, desde as rendas às autarquias, nas eólicas, etc.", disse António Mexia.

No mesmo período do ano passado a EDP pagou 309 milhões de euros, pelo que os impostos pagos este ano representam um decréscimo de 1 por cento.

O presidente da eléctrica rejeitou ainda que os accionistas da EDP tenham uma cláusula de garantia de remuneração.

"Uma cláusula de garantia aos accionistas seria boa, mas não existe", disse Mexia, explicando que a empresa tem sim uma garantia de remuneração contextualizada pela parte regulada do negócio da electricidade.

Contudo, essa parte tem vindo a cair, pois "a EDP pela parte regulada recebe menos hoje do que recebia há 10 anos atrás, mesmo depois de ter investido 3 mil milhões de euros" em projectos hídricos, eólicos e de distribuição, disse António Mexia, acrescentando que o aumento de resultados anunciado esta quinta-feira "veio essencialmente de fora de Portugal".

CM

É pra chorar, por se gabarem de tal feito heróico ?

Ou

Pra dizer MUITO BEM MUITO BEM ? :palmas::palmas::palmas:
 
Entrar no Algarve a partir de Espanha custará 50 euros

As portagens na Via do Infante não poderão ser cobradas em toda a sua extensão, já que os primeiros quilómetros da autoestrada (sentido Este-Oeste) estão localizados em pleno tabuleiro da Ponte Internacional do Guadiana, conforme constatou o «barlavento» no local.
Por essa mesma razão, e tendo em conta que será necessário garantir acesso às vias alternativas, é previsível que o percurso inicial de três quilómetros até ao nó de Castro Marim fique isento.
Apesar da iminência da introdução de portagens, não há até agora qualquer informação, em território espanhol, sobre os futuros métodos de pagamento – nem mesmo nas áreas de serviço –, tendo em conta que a única fronteira terrestre do Algarve dá acesso direto à Via do Infante.
No entanto, e de acordo com as normas estipuladas pelo Ministério dos Transportes e Comunicações, os proprietários de veículos com matrícula estrangeira estão impedidos de optar pelo pós-pagamento de portagens, sendo obrigados a comprar um dispositivo eletrónico normal ou a alugar um dispositivo temporário.
O aluguer implica o pagamento de uma caução de 27 euros e um carregamento inicial obrigatório de 50 ou 100 euros, consoante se trate de um veículo ligeiro ou pesado.
O valor do carregamento não será, contudo, devolvido (a menos que se opte pelo débito em cartão de crédito), o que faz com que uma pequena viagem ocasional de 20 quilómetros até Tavira acabe por custar 50 euros, em vez dos três estimados.
O «barlavento» tentou obter uma reação de cinco associações empresariais da província de Huelva (Espanha) sobre os preços a praticar, mas as entidades preferiram remeter-se ao silêncio.

Fonte: Barlavento Online

Um espanhol que venha passear ao Algarve vai ter que pagar cerca de 77 euros para entrar em Portugal, isso é uma coisa imoral. :calor::calor::angry:
 
Antevejo uma hecatombe no tecido económico do sotavento algarvio. Daqui a um ano falamos. Que carneirada... em vez de fazer uma manifestação a sério, os algarvios permanecem quietinhos... tal como os portugueses, terão todos aquilo que merecem :lmao:

Já nem tenho pena. Votaram no PS, certo?

PS: fico muito contente por saber que só se paga portagem a partir do nó de Castro Marim. Pois a partir de 1 de Janeiro de 2011, deixarei de comprar em Portugal tudo o que por cá for taxado a 23%.
 
PS: fico muito contente por saber que só se paga portagem a partir do nó de Castro Marim. Pois a partir de 1 de Janeiro de 2011, deixarei de comprar em Portugal tudo o que por cá for taxado a 23%.

Ebay forever, sempre foi e será pra mim :lmao:
 
Algumas empresas espanholas usavam as autoestradas Portuguesas para fazerem a ligação Galiza, Sevilha, Sul de Espanha, atravessando as Auto-estradas Portuguesas sem custos. Agora pagam, tal como nós como País periférico pagamos e bem as portagens nos Países deles.

Até aqui concordo que devam pagar, o que está mal é naturalmente os 77 euros e a burocrata-complicação na aquisição e regras de acesso ao chip.

As SCUTS a pagar em zonas deprimidas é um erro.
 
Da actualidade nacional de hoje...

«A China é boa amiga»

«Pequim não se limitou a comprar dívida soberana à Grécia, Espanha, Portugal e Irlanda. Ofereceu investimentos e negócios. Quando Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês, chegou em Outubro a Atenas, foi recebido com passadeira vermelha. Lembrou depois em Bruxelas que a China tinha "agido como um amigo" quando outros investidores fugiam. Tem reservas gigantescas de divisas e estes países precisam desesperadamente de investimento estrangeiro.»

Por outro lado a China passou a ser desde hoje o 3º país mais influente dentro do FMI logo atrás dos Estados Unidos e do Japão só que ao contrário destes países com deficits crónicos e colossais - resultantes de bolhas especulativas e ausência de direcção económica credível - a China tem um superavit de 4% do PIB. O Brasil aumentou também consideravelmente a sua presença dentro do organismo.
 
É bom termos países amigos como a China, prontos para nos socorrer no crédito. Mas ainda não vi escrito em lado nenhum, qual a taxa de empréstimo praticada, alguém viu? Ou será aquela que está cotada nos 6.4% actuais? Temos de aceitar com sorriso?

A China tem a faca e o queijo na mão, por um lado tem o dinheiro e por outro tem uma mão cheia de produtos que deseja colocar cá! Se não estou enganado, só no último ano desembolsamos 280milhões de euros em compras de produtos chineses. Não sei quanto lhes vendemos, mas duvido que seja tanto ou mais. Gosto de pensar que esses 280milhões de euros dariam jeito ao nosso comércio, hotelaria e vestuário, em especial na manutenção dos empregos! Mas pronto, também compreendo que não nos podemos fechar para o resto do mundo.
 
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