O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
A qualidade de ensino, justiça, etc são importantes, mas não se reflectem no défice num curto espaço de tempo, talvez em décadas, mas mesmo aí demos alguns passos.

Na prática tem havido pouquíssimos resultados. Basta ouvir especialistas na área da Justiça ou da Educação. E nos relatórios internacionais, Portugal continua colocado ao nível de países em vias de desenvolvimento no que diz respeito a estes sectores.


As áreas urbanas sim devem ser reconstruir, mas isso deve-se à rigidez de muitos proprietários que colocam preços de casas a ruir mais caras que apartamentos/vivendas nas zonas/bairros novas das cidades, O Bloco de Esquerda falou algumas vezes nisso, até é uma proposta de esquerda.

O Bloco de Esquerda tem dito muitas verdades em relação ao Ordenamento do Território. A especulação imobiliária tem gerado injustiças sociais vergonhosas, e tem aumentado o fosso entre ricos e pobres. E ninguém fala disso. Defendo que as mais valias imobiliárias da especulação sobre os solos sejam taxadas, à semelhança do que sucede noutros países europeus; para além disso, os proprietários dos prédios devolutos nos centros urbanos, mormente nos centros históricos, devem ser severamente punido a nível fiscal; e a lei das rendas deve ser revista.

As estradas nacionais na maioria passam por zonas urbanas o que não são opções de comunicação para o actual parque automóvel que ja tem uns bons milhões de veículos. Por exemplo a Concessão do Douro Interior apenas contempla auto-estrada ate Trancoso seguindo-se mais de uma centena de kms para norte tipo IP, já se sabe do resultado disso e da carnificina que resultou o antigo IP5 e o IP4 por exemplo. Não podemos olhar só para números, mas para vidas de pessoas.

A questão é que muitas dessas estradas, há 10, 15 ou 20 anos não passavam em áreas urbanas. Veja-se a evolução da EN125 nas últimas três décadas. Houve mau planeamento do território, e não se soube parar a tempo. E a mortalidade não depende apenas do traçado das estradas. Há que não esquecer questões de ordem cultural.

A crise não está no Norte da Europa nos maiores exportadores de Petróleo Tipo Noruega, e outros com grandes recursos naturais.

Para modernizar o sector produtivo faria-se o que? salários mais baixos? mais horas de trabalho? tipo China? Essa economia socialista que é das maiores do mundo?

A Suíça tem petróleo? Não me consta. O Norte de Itália tem petróleo? Não me consta. O Luxemburgo tem petróleo? Não me consta. Etc, etc, etc. E se vamos pela parte dos recursos naturais, então por qual razão Portugal não é mais rico? Temos recursos mineiros, uma das maiores ZEE da Europa, bons solos, centenas de quilómetros de costa, uma posição geoestratégica invejável entre o Brasil, os EUA e a Europa, bom clima...
 
Défice esse conseguido à custa do aumento da carga fiscal, de desorçamentações, parcerias público-privadas e outro tipo de malabarismos financeiras.

Tudo serve para justificar o défice mínimo record...mas quando se fala do défice maximo deste ano já nada o justifica, apenas a incompetência do Governo. Resumindo, incompetentes por ter um mínimo e por ter um máximo. Então explica-me como a Ferreira Leite (supostamente competente para ti :inocente:), com o aumento da carga fiscal conseguiu aumentar o défice?

...Temos recursos mineiros, uma das maiores ZEE da Europa, bons solos, centenas de quilómetros de costa, uma posição geoestratégica invejável entre o Brasil, os EUA e a Europa, bom clima...

" uma posição geoestratégica invejável entre o Brasil, os EUA e a Europa" ora aí está uma das grandes razões para a construção do TGV. Aliada à expansão dos portos de Sines, Setúbal e Lisboa. Achas que se o Passos Coelho chegar a 1º ministro no próximo ano o TGV pára? Neste momento os votos ganham-se se fores contra o TGV...depois logo se vê.

Já agora um artigo muito interessante sobre o TGV e que eu subscrevo na integra:

http://jornalmoderno.blogspot.com/2009/11/porque-o-tgv.html
 
Divida+Publica+portuguesa+1850-2010+_+Valerio+e+Mata+%25281994%2529+e+AMECO.png


Despesa+P%25C3%25BAblica+em+%2525+do+PIB+1977-2010+%2528AMECO%2529.png


«Ainda assim, e já que se insinua que sou dou atenção aos valores absolutos, vale a pena recordar dois gráficos que já aqui apresentei em outras ocasiões. Comecemos com a dívida pública em percentagem do PIB. Como podemos ver no gráfico 1, a dívida pública nacional em percentagem do PIB em 2011 vai ser a mais elevada dos últimos 160 anos. Esta não é uma afirmação ideológica. É um facto.

É óbvio que a crise internacional teve um impacto no crescimento da dívida pública. Se não fosse assim, como é que podíamos justitficar um crescimento da dívida pública em 30 pontos percentuais do PIB entre 2008 e 2011? No entanto, é também visível que a dívida pública em percentagem do PIB já estava em franco crescimento desde os meados da década de 90. Ora, este crescimento da dívida pública nacional em percentagem do PIB (e em valor absoluto) é ainda mais espectacular se nos lembrarmos que foi durante este período que o Estado beneficiou de elevadíssimas receitas das privatizações. Mais concretamente, a dívida pública só não subiu mais porque, entre 1990 e 2005, os governos tiveram ao seu dispor 25 mil milhões de euros em receitas de privatizações. Se não tivessem sido as privatizações, certamente que a dívida pública teria subido bastante mais.

Se agora atentarmos para os números da despesa pública em percentagem do PIB, a tendência é muito parecida. As despesas públicas em percentagem do PIB cresceram rapidamente nos primeiros anos da democracia até 1993, com a excepção do período entre 1986 e 1990, quando o PIB nacional registou um forte crescimento. Entre 1993 e 1997, as despesas públicas em percentagem do PIB diminuiram, o que se justifica tanto pelo reatar do crescimento económico após a recessão de 1993, bem como devido ao esforço de convergência realizado com o intuito de entrar no euro. Em Maio de 1998, Portugal entrou como membro de pleno direito no primeiro pelotão da moeda única europeia e a contenção acabou. Nos anos seguintes, as despesas públicas aumentaram a bom ritmo, tanto em valor absoluto, como em percentagem do PIB.

É verdade que nos dois primeiros anos do primeiro governo Sócrates, a despesa pública em percentagem do PIB diminuiu ligeiramente (1 ponto percentual do PIB), principalmente porque o governo de então se viu sobre grande pressão de Bruxelas para controlar o défice orçamental. No entanto, refira-se que tal proeza só foi alcançada não só porque o investimento público mais importante passou a ser feito de forma dissimulada (através das parcerias público-privadas), não contando obviamente para o cálculo das despesas públicas, mas também porque se efectuaram toda uma série de desorçamentações que têm sido denunciadas ao longo dos anos pelo Tribunal de Contas e pela UTAO. Se assim não fosse, certamente que a despesa pública em percentagem do PIB teria aumentado.

Tudo isto aconteceu bem antes da crise internacional. Como é visível, a crise internacional originou, de facto, mais despesa pública em percentagem do PIB, mas a tendência de crescimento já vinha bem de trás.

Finalmente, vale a pena referir que os défices orçamentais e a dívida pública só não têm sido mais elevados não só porque nós temos tentado (sem grande sucesso) cumprir as imposições do Pacto de Estabilidade, mas também porque os governos têm efectuado toda uma série de estratagemas para tentar encobrir a dívida pública total do Estado. Que estratagemas? As diversas medidas extraordinárias levadas a cabo nos últimos anos que têm "diminuído" os défices orçamentais em vários pontos percentuais (como o negócio da PT em 2010, ou as medidas extraordinárias de 2003 e 2004), a aposta desmesurada em parcerias público-privadas, cujos encargos não são contabilizados até 2013, e as referidas desorçamentações das despesas.
A verdade é que, ideologias à parte, há inúmeros estudos que demonstram que o crescimento das despesas públicas nacionais aconteceu a contra-ciclo do que ocorreu na Zona Euro, assim como já aqui referi por diversas vezes. A crise internacional não foi de modo algum um "detalhe". Bem pelo contrário. Mas o excessivo despesismo do nosso Estado nos últimos anos também não um "detalhe". Foi uma tendência. E uma tendência que nos conduziu à lamentável situação actual.

E a prová-lo está até a recente proposta do Bloco que propõe reduções nas "despesas inúteis, supérfluas e que se prendem com a manutenção de privilégios insustentáveis". Por outras palavras, até o insuspeito Bloco de Esquerda propõe cortes no excessivo despesismo do Estado. E se o Bloco de Esquerda o afirma, como é que um economista neoliberal pode duvidar?»

www.desmitos.blogspot.com
 
" uma posição geoestratégica invejável entre o Brasil, os EUA e a Europa" ora aí está uma das grandes razões para a construção do TGV. Aliada à expansão dos portos de Sines, Setúbal e Lisboa. Achas que se o Passos Coelho chegar a 1º ministro no próximo ano o TGV pára? Neste momento os votos ganham-se se fores contra o TGV...depois logo se vê.

Já agora um artigo muito interessante sobre o TGV e que eu subscrevo na integra:

http://jornalmoderno.blogspot.com/2009/11/porque-o-tgv.html

Não tenho uma posição muito definida sobre o TGV Lisboa-Madrid. Penso que os custos da obra estão subavaliados. Há aspectos mais importantes a mudar no país que teriam mais impacto na nossa economia durante os próximos dez e que custariam muito menos.

Quanto às posições do PPC... hum... não me dizem muito. Votarei no CDS/PP caso haja eleições em breve.
 
Não há dúvida que a despesa pública em % do PIB tem vindo a crescer, mais altos são esses valores em países da zona euro bem mais desenvolvidos.

Se fores contra algumas medidas de apoio social entretanto implementadas, RSI, na saúde o acréscimo de apoio domiciliário, a pré-escola a partir dos 3 anos na educação e tentas outras conseguias ter uma percentagem bem mais baixa. Depois tens outros factores que directamente influenciam estes valores como o aumento de desemprego, crise, etc...

Nunca em apoio social foi gasto tanto dinheiro pelo estado. Este valor representa 20 e poucos % do orçamento de estado. É uma balança dificil de equilibrar. Se se corta no apoio social o povo queixa-se, se não se corta aparecem esses gráficos que para quem percebe minimamente do que está a falar de preocupantes têm zero. Mero instrumento politico.
 
Hotspot e Mago, vocês ainda não caíram na real, ainda não perceberam o que nos espera nos próximos anos. Nesta altura ainda mal sentimos no bolso o actual plano de austeridade, para o ano é que já doí a muitos, e esse plano são peanuts para o aumento dos custos das PPP's nos próximos anos. Serão necessários mais e mais cortes de salários e aumentos de impostos.
Daqui a 3 anos falamos todos novamente, e vão ver que mudaram de opinião em relação a certas coisas. Ninguém põe em causa que muitas estradas, TGV's, etc.etc, sejam óptimos para o país. O problema é que não temos dinheiro para os pagar, e vai faltar dinheiro para coisas muito mais importantes.

A 3 anos??? Não, no próximo ano falamos...
 
Não há dúvida que a despesa pública em % do PIB tem vindo a crescer, mais altos são esses valores em países da zona euro bem mais desenvolvidos.

Se fores contra algumas medidas de apoio social entretanto implementadas, RSI, na saúde o acréscimo de apoio domiciliário, a pré-escola a partir dos 3 anos na educação e tentas outras conseguias ter uma percentagem bem mais baixa. Depois tens outros factores que directamente influenciam estes valores como o aumento de desemprego, crise, etc...

Nunca em apoio social foi gasto tanto dinheiro pelo estado. Este valor representa 20 e poucos % do orçamento de estado. É uma balança dificil de equilibrar. Se se corta no apoio social o povo queixa-se, se não se corta aparecem esses gráficos que para quem percebe minimamente do que está a falar de preocupantes têm zero. Mero instrumento politico.

HotSpot,

por um lado, por questões de princípios ideológicos que perfilo, e por outro, devido a alguns resultados práticos da concessão de alguns tipos de apoios sociais, não sou muito entusiasta de algumas prestações sociais que o Estado em Portugal concede. No entanto, dado o actual cenário de crise, e os números da pobreza, não podemos ficar insensíveis aos que mais precisam.

Ora o que me choca em termos de despesas públicas são outras coisas.

- Choca-me que o endividamento das autarquias no ano passado seja tão elevado quanto o custo de duas ou três pontes Vasco da Gama;

- Choca-me que haja um Estádio em Faro, com pouca ou nenhuma utilidade, que custe 3 milhões de euros por ano;

- Choca-me que haja auto-estradas sem circulação que justifique a sua existência;

- Choca-me que as obras públicas em Portugal custem duas ou três vezes mais que o inicialmente previsto;

- Choca-me que haja um aeroporto em Beja que custou mais de 30 milhões de euros, e que não tem qualquer utilidade;

- Choca-me a má gestão das grandes empresas públicas e das empresas municipais;

- Choca-me o desperdício que há no SNS;

- Choca-me que parte da função pública receba salários elevadíssimos que estão desfasados da riqueza que o país produz;

- Choca-me o tráfico de influência que há entre os dois principais partidos do poder, a Banca e algumas empresas, um imbróglio de interesses que começou a ficar bem assente nos dois governos de Cavaco Silva;

- Choca-me que ninguém saiba ao certo o que se passou no BPN;

Etc.
 
É preciso que as pessoas percebam que onde mais interessa que haja dinheiro tem havidos cortes dissimulados.

No Ensino Superior, em muitos cursos nos quais as licenciaturas eram de 4 ou 5 anos, reduziu-se a licenciatura para três. Ora o mercado de trabalho pede alunos com mestrado, o qual pode custar muitos milhares de euros. Agora, para um elevadíssimo número de estudantes, o curso pode custar o dobro ou o triplo, em propinas, do que custaria há dez anos.

No Ensino Secundário, reduziu-se praticamente para metade o número de disciplinas, há cerca de 6 anos, levando a que quase não haja turmas de Filosofia, Física ou Química no 12.º ano. Assim, muitos milhares de professores foram para o desemprego. Para além disso, parece que se vai extinguir uma disciplina absurda, a Área Projecto, o que atirará mais professores para o desemprego.

Isto são apenas dois exemplos, certamente que haverá mais.
 
Ora o que me choca em termos de despesas públicas são outras coisas.

- Choca-me que o endividamento das autarquias no ano passado seja tão elevado quanto o custo de duas ou três pontes Vasco da Gama;

- Choca-me que haja um Estádio em Faro, com pouca ou nenhuma utilidade, que custe 3 milhões de euros por ano;

- Choca-me que haja auto-estradas sem circulação que justifique a sua existência;

- Choca-me que as obras públicas em Portugal custem duas ou três vezes mais que o inicialmente previsto;

- Choca-me que haja um aeroporto em Beja que custou mais de 30 milhões de euros, e que não tem qualquer utilidade;

- Choca-me a má gestão das grandes empresas públicas e das empresas municipais;

- Choca-me o desperdício que há no SNS;

- Choca-me que parte da função pública receba salários elevadíssimos que estão desfasados da riqueza que o país produz;

- Choca-me o tráfico de influência que há entre os dois principais partidos do poder, a Banca e algumas empresas, um imbróglio de interesses que começou a ficar bem assente nos dois governos de Cavaco Silva;

- Choca-me que ninguém saiba ao certo o que se passou no BPN;

Etc.

Concordo plenamente :thumbsup:
 
Mesmo com a ajuda inevitável do fundo de resgate do FMI/UE, esse empréstimo é para pagar a 5%, é bastante. Vamos andar décadas a pagar dívidas e juros.

Penso que não haverá grandes dúvidas que o FMI terá de entrar em Portugal, visto que os juros não irão baixar, sobretudo devido às dúvidas da reacção a economia irlandesa e à banca espanhola.

De todo o mal que já surgiu nestes últimos meses e devido a todos estarem com muita atenção à situação espanhola, o FMI até é desejável em Portugal. Teremos de ter noção é que poderá existir ainda uma maior retracção no investimento.
 
Quem quiser conhecer um pouco melhor o país em que vive deverá passar uma vista de olhos por isto:

http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2010/audit-dgtc-rel033-2010-2s.pdf

Independentemente de outros aspectos técnicos certamente discutíveis penso que o projecto falhou nomeadamente quando se diz que:

«Contudo, atento o facto de, à data de Maio de 2010, não existirem, ainda, quaisquer acessibilidades que visem estabelecer as necessárias ligações, quer rodoviárias, quer ferroviárias às instalações aeroportuárias de Beja, questiona-se como é que este aeroporto se poderá posicionar como complementar aos aeroportos da Portela e de Faro. Nesta data, está em construção o Itinerário Principal entre Sines e Beja (IP8)3, não sendo conhecido qualquer projecto de desenvolvimento ferroviário.»

«A utilização do aeroporto de Beja como plataforma logística de carga para escoamento dos produtos exportados da China para a América do Sul e para África, inicialmente prevista, ficou seriamente comprometida, na medida em que, recentemente, a República Popular da China firmou um acordo com um aeroporto na Alemanha para o efeito, uma vez que o aeroporto de Beja ainda não estava a operar, à data de Fevereiro de 2010. Acresce ainda o facto de as empresas nacionais que, nesta data, não considerando o negócio da carga aérea viável, optam antes por escoar os seus produtos através do mar ou por terra.»

Agora com a obra no terreno terão de ser encontradas formas de rentabilizar a estrutura.
 

O contraditório da ANA no fim do relatório diz que não há nenhuma deficiência na construção da pista. A pista está operacional portanto não há 8 milhões de euros para reformular a pista.

O tribunal de contas não emite juízos políticos e o seu juízo está também dependente da mesma incerteza económica das previsões.

A obra está isolada no contexto regional por falta de outras infraestruturas e não houve capacidade de negociar um grande contracto com o governo chinês.
 
Confio muito mais no Tribunal de Contas do que nas administrações políticas das diversas empresas públicas envolvidas.

Já agora em relação ao interesse dos chineses, foi mais wishful thinking do que algo de minimamente consistente. O TC perguntou por iniciativas concretas, negociações, planos, e não havia nada, apenas vaporware. Uma mão cheia de nada.

Tal como o interesse das lowcost falado aqui há uns tempos, nada tinha de consistente, e as lowcost a irem para lá seria apenas por preços muito baixos concorrendo com Faro ou Lisboa. E Faro já pratica baixos preços para as lowcost, e Lisboa tem vindo a seguir-lhe o caminho. O que é que sobraria de rentabilidade ?

Vai dar um bom parque de estacionamento de aviões, caso não construam o novo aeroporto de Lisboa.

Por falar em chineses, ontem vi o debate da rtp onde participaram vários economistas, foi deveras interessante! Mas entre eles estava o professor Medina Carreira, homem que diz umas verdades mas cujo pessimismo lhe é carateristico e de uma forma que até ultrapassa os bonecos da contra-informação! :) eu gosto de o ouvir, é divertido!

Então não é que o professor diz que os chineses foram recebidos cá, comeram o que quiseram e foram-se embora sem abrir a boca!! É que nem um discurso, uma promessa semi-oficial, nada! Deles só ouvimos uns disse que não disse pelos jornais, mas de palpável e seguro, nada, zero!!

Será que se assustaram com a situação de Portugal, ou não gostaram da nossa comida? :)
 
Sinceramente acho que o aeroporto de Beja um desperdício Disfuncional, e entre outras, vocês têm razão em muitos aspectos, mas essa caça às bruxas à esquerda não percebo, alguém me explica o que a direita quando esteve no poder fez melhor pelo País que os da esquerda?

Ainda não entendi as diferenças....
 
Estado
Fechado para novas mensagens.