A minha última semana foi passada em viagem pelo país real e profundo, revendo familiares, amigos e colegas. E descobri uma coisa incrível.
Perante a falência total do Estado, face ao agigantar da pobreza, já dramática nalgumas zonas, está em marcha um vil ataque contra a assistência social privada, contra as Instituições particulares de solidariedade social, as quais tentam asfixiar com cada vez mais burocracia e legislação, contra as instituições de ensino privado, etc.
A matriz comum do que me foi dado a conhecer, parece ser um ataque ideológico à igreja católica. Perante a ruína e pobreza, a missão desta gente ligada à maçonaria do poder, parece ser a política da terra queimada, dificultar a vida às poucas e verdadeiras instituições (a maioria católicas) que no terreno ajudam a alimentar e educar os verdadeiramente pobres.
Na sexta-feira passada vi numa localidade minhota (Vale do Ave) uma imagem que nunca tinha visto nesse local, dezenas e dezenas de pessoas caminhando a pé ao longo duma estrada, perguntei intrigado o que era aquilo, e responderam-me, que eram pessoas que sem emprego nem dinheiro para gasolina tinham.
Ataques à assistência social privada?
Simplesmente deste de caras com o modelo de baixos salários, daqueles patrões que não conseguem pagar 500 euros de salário mínimo para quem passa dias inteiros a coser roupa numa máquina de costura.
Aqui chamas-lhe "os verdadeiros pobres" porque vão buscar ajuda à previdência privada, noutro lado, nos subsídios do Estado seriam talvez... "os preguiçosos"?
intermináveis mas aqui vai o que penso disto...

