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Carpindo mágoas mas num formato mais local ou se quiserem... a quem é que eu vou contar isto!

«Pavilhão Gimnodesportivo de Faro vandalizado antes de ser estreado

O Pavilhão Gimnodesportivo de Faro não foi ainda inaugurado mas já tem utilizadores, neste caso nada respeitadores do espaço e com tendência para o destruir.

Apesar de não ter sido sequer inaugurado, este imóvel já precisa de obras, fruto de atos de vandalismo que se têm sucedido nas últimas semanas.

A inauguração deste pavilhão chegou a ser anunciada para Setembro de 2007, pelo anterior executivo PS, mas a autarquia nunca conseguiu resolver o diferendo que tinha com a empresa construtora, que, ao longo dos anos, intentou três ações judiciais contra a Câmara de Faro com pedidos de indemnização, cujo valor global ascendia aos 2,2 milhões de euros.

Enquanto o impasse se mantém, o espaço foi invadido por desconhecidos, que terão entrado por uma porta lateral do edifício, longe dos olhares de quem passa na EN 125, ali ao lado, a artéria com mais movimento naquele local.

As estruturas mais próximas, as Piscinas Municipais e o campo de futebol, só têm movimento durante o dia.

Hoje, o edifício novo e quase concluído já não aparenta sê-lo, em muitas das suas divisões. Há portas que ainda estão nos gonzos, mas que têm buracos, em alguns casos de tamanho suficiente para caber um adulto.

As janelas e portas envidraçadas existentes no interior foram em muitos casos partidas ou estilhaçadas. O material ali armazenado e que será utilizado para montar bancadas e outras estruturas também foi remexido e arrancados fios de cobre dos quadros elétricos.

Ironicamente, numa das paredes interiores pode-se ler a inscrição «andam a brincar com a nossa guita», que se adivinha ser da autoria dos invasores do espaço.

Esta é uma situação que o presidente da Câmara de Faro Macário Correia diz já conhecer, mas que só poderá resolver a partir do momento em que a autarquia, que encomendou a obra, «tomar posse administrativa do edifício, algo que deverá acontecer nas próximas semanas».

A passagem do pavilhão para as mãos da Câmara está dependente de uma assembleia-geral dos credores da empresa que efetuou a empreitada, que «entrou em processo de insolvência», a ter lugar no dia 18 de Junho.

O empreiteiro nunca entregou a obra ao município, apesar de a ter praticamente concluída há quase três anos, por falta de pagamento por parte da entidade pública.

O autarca farense confessou que esta é uma situação que «causa preocupações» ao atual executivo e garantiu que irá agir assim que possível, sem, no entanto, especificar qual será a linha de atuação que irá seguir.

Quanto à avaliação da dimensão dos estragos num edifício por estrear, só poderá ser feita a partir do momento em que a sua gestão passar para a Câmara, pois de momento a autarquia «não lá pode entrar».

Um porta-voz do gabinete de Macário Correia adiantou ao nosso jornal que os estragos, neste momento, «correm por conta do empreiteiro», uma vez que a obra não foi entregue.

Do lado da Polícia de Segurança Pública, chega a garantia que não deu entrada nos seus serviços nenhuma queixa sobre atos de vandalismo. Também não foram notados nenhuns atos de vandalismo ou atividade criminal «fora do normal» naquela zona da cidade, garantiu uma porta-voz do comando de Faro da PSP.

Normalmente, explicou a mesma fonte, a polícia só entrará num edifício privado «caso haja uma queixa por parte do dono ou caso haja vizinhos que notem alguma atividade invulgar».

«Se um carro-patrulha vir algo de anormal, também irá lá ver o que se passa», disse. Algo que não terá acontecido até agora. Ficou a garantia por parte da PSP de que «os carros-patrulha irão tomar mais atenção quando passarem na zona, nomeadamente à noite».

As fotos do mesmo site:

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Um pavilhão que tanta falta faz à cidade (os outros 2 estão ocupados diariamente até à meia-noite) já anda neste estado... :cold:

Notícia retirada daqui:
http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=42518
 
De facto, é lamentável. Mas não me admira, porque há vários anos que as estações do Algarve, os monumentos ou vários edifícios privados têm vindo a ser vandalizados com graffitis. O problema da nossa sociedade também é moral; Portugal prima por ser um país que não respeita o espaço público, basta ver os entulhos nos parques naturais e nas serras, os incêndios, o lixo nas ruas. Até nisso somos diferentes do Norte da Europa. Algo vai mal nas nossas famílias e nas nossas escolas.
 
Essa situação no Algarve, além de mediático devido ao tipo de infraestrutura, é algo actualmente normal acontecer no país e muito mais normal acontecer em paises do centro ou norte da Europa... e um sinal com a sociedade se encontra.
 
Na mesma linha vou repescar um artigo do Blog «A Defesa de Faro» (calculo que já tenha postado algo do género aqui mas...):cold:

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Ora quem adivinha o que isto é?
Um monumento? Uma antiga fábrica de conservas de sardinha?
Uma ruína rústica com projecto aprovado "for sale"?
Uma obra de arte contemporânea?
Não, isto é....

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... um belo exemplo de como são gastos os dinheiros públicos dos contribuintes portugueses e dos fundos europeus...

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Sejam bem-vindos ao Centro de Abate, transformação e comércio de Aves, Lda, em Bela Salema, Faro, Março de 2009

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Avisamos desde já os leitores moralistas e preocupados com a questão do trespasse da propriedade privada (?) que não invadimos nada, pelo simples facto de não existirem (há muito tempo a julgar pelos sinais de abandono e decadência) portas, nem grades, nem cercas, nem nada que impeça a entrada nestas magníficas instalações.

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Há fezes, lixo, vestígios de toxicodepêndencia e porcaria por todo o lado. Talvez em Mogadiscío haja coisas deste género. A única diferença é que lá não recebem dinheiro da Europa.

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Os amigos do alheio também já cá estiveram à cata de alumínios. Afinal, é justo que beneficiem dos fundos comunitários, tal como outros colegas que por aí andam de Mercedes e BMW topo-de-gama (gama, gama)...

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Por outro lado, vários artistas contemporâneos já cá estiveram a fazer intervenções, muito interessantes

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E termina assim a nossa visita a este belo desperdício, financiado pelo Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA).

Venham mais fundos, enquanto vamos para o fundo!

http://adefesadefaro.blogspot.com/2009/03/no-fundo-do-fundo.html
 
TRIDENTE por Paulo Alexandre Amaral, RTP
actualizado às 18:54 - 16 Junho '10

Alemães entregam primeiro submarino a Portugal

publicado
18:30
16 Junho '10

Texto

Concluídos os testes de mar do "Tridente", primeiro dos polémicos submarinos adquiridos pela Armada portuguesa a um consórcio germânico, vai ter lugar amanhã, em Kiel, Alemanha, o hastear do pavilhão português com a presença do chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Melo Gomes. O segundo submarino ("Arpão") será entregue no primeiro trimestre de 2011, mas os custos desta operação - a rondar os mil milhões de euros - só se farão sentir nas contas do Estado a partir de 2012.:surprise:

Trata-se do primeiro dos dois submarinos adquiridos em 2004 pelo Governo Barroso ao consórcio alemão GSC (German Submarine Consortium). O custo da operação rondou os mil milhões de euros.:shocking: :mad:

Negócio de contornos pouco claros

No entanto, são as suspeitas de manobras à margem do negócio entre o Estado Português e a Ferrostaal que marcam esta compra dos submarinos ao GSC, com as próprias autoridades alemãs a investigarem indícios de corrupção no negócio.

Em finais de Março passado, a revista alemã Der Spiegel dava assim conta de que o cônsul honorário de Portugal em Munique teria recebido 1,6 milhões de euros para acelerar o negócio, o que levou o Governo português a suspender de imediato o diplomata de "todas as funções".

A edição online da revista alemã revelou então que o cônsul Jurgen Adolff promoveu no Verão de 2002 um encontro entre a administração da Ferrostaal e o então primeiro-ministro português, Durão Barroso. Investigadores alemães terão encontrado nas instalações da empresa alemã uma dúzia de contratos de consultoria com o objectivo de "dissimular os canais de pagamento" para que "subornos pudessem ser enviados a responsáveis do Governo, dos ministérios e da Marinha".

O contrato para a aquisição dos submarinos foi colocado no papel em 2004 com o German Submarine Consortium (Ferrostaal, Thyssen-Nordseewerke e Howaldtswerke-Deutsche Werft HDW).

Em meados de Abril, o presidente executivo da Ferrostaal, Matthias Mitschlerlich, foi indiciado por suspeita de abuso de confiança neste alegado caso de corrupção. No início de Maio, a Ferrostaal decide exonerar Matthias Mitscherlich, indiciado por corrupção num negócio idêntico com a Grécia, em 2002.




Notícia completa aqui:

Fonte:http://tv1.rtp.pt/noticias/index.ph...al.rtp&article=352896&layout=10&visual=3&tm=9

Sem comentários...
 
Ai se o arrependimento matasse.. :)
Já tinha referido num post anterior que o próximo ano nos reservava uma prenda de 1000 milhões de euros, e é para pagar mesmo, já vêm com bandeira portuguesa e tudo! Vuvuzelas à parte, esta factura é apenas e só comparável ao orçamento de estado para as nossas diversas prestações sociais. É triste ser pobre e não haver combustível para andar de submarino..

Ah se o arrependimento matasse! Mesmo assim, existem alguns que não se terão arrependido do negócio.. $$$ :D
 
Aqueles que tiraram proveito destas negociatas obscuras também são humanos e como tal também têm vergonha, não muita.. a vergonha é apenas para fora dos seus círculos sociais, porque dentro desses círculos é mesmo um grande feito, quase heróico sinónimo de inteligência, acreditem!

A realidade sócio-cultural portuguesa é essa, só para citar:
"Quem não é cigano, é burro!"
Outro caso verifica-se quando os munícipes apoiam o seu autarca perante as "cabalas" dos sacos azuis:
"O sr presidente até pode ter sacos azuis, mas já fez muita obra por todos nós, que Deus lhe dê muita saúde!"

O povo português é mesmo "sem palavras".. Se o governo entregasse uma vuvuzela a cada um de nós, aposto que ficavam todos contentes e felizes!
 
Vocês sabem quantos portuguêses sao necessários para afundar um submarino?
:huh:

Dois! Um bate na porta e o outro abre!

:lmao::D
 
... mas resumidamente e de forma figurada, em Portugal as raposas é que desenharam a arquitectura dos galinheiros.

Esta (ou mais esta) dos submarinos que também ouvi ontem..., :rolleyes: é só mais uma pedrada no charco num pântano económico que certamete irá perdorar, ainda mais com estes desvarios de certas mentes inconsciêntes, diga-se loucas, em perpectuar esta espécie de buraco negro em que se encontra este apêndice da Europa...

Só para salientar, gostei desta das raposas e dos galinheiros! :p
 
Portagens: Deslocações entre Vila Real de Santo António e Faro demoram mais meia hora pela EN125

Mais meia hora de viagem, com passagem por 20 rotundas, sete localidades e 12 semáforos, é o que espera os automobilistas que se deslocarem entre Vila Real de Santo António e Faro pela Estrada Nacional 125 (EN125).

A EN125 atravessa todo o Algarve e é a única via alternativa à autoestrada 22 (A22), conhecida como Via do Infante, mas o seu traçado é problemático, com muitas localidades e habitações à beira da estrada, centenas de cruzamentos e entroncamentos e uma via em cada sentido em grande parte da sua distância, entre outro problemas.

Esta configuração tornou-a numa das estradas mais mortíferas do país, levando as autoridades policiais a aplicar uma política de “tolerância zero” para reduzir a sinistralidade.

Uma deslocação de cerca de 50 quilómetros é morosa devido ao trânsito, aos limites de velocidade, às passagens por localidades, aos veículos pesados, aos peões que circulam e atravessam a via, entre outros problemas.

Se o governo estender a aplicação de portagens nas autoestradas sem custos para o utilizador (SCUTS) à Via do Infante, uma pessoa de Faro que trabalhe em Vila Real de Santo António, ou vice versa, e não quiser pagar terá de utilizar a EN125, gastando mais uma hora diária nas deslocações de ida e volta, se não for hora de ponta.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e da Câmara de Faro, Macário Correia, opõe-se a uma eventual introdução de portagens na Via do Infante por considerar que “não existe uma via alternativa” e que a região “só perde” em termos económicos.

“Nós não vimos qualquer condição honesta para a introdução de portagens na Via do Infante. O governo sempre disse que a sua introdução em qualquer lado implica a existência de uma via alternativa e sempre foi dito e afirmado que o Algarve não tem via alternativa à Via do Infante, porque a (Estrada Nacional, EN) 125 é uma rua que não tem qualquer condição para trânsito de longo curso”, afirmou Macário Correia, em declarações à Lusa.

O presidente da AMAL frisou que a introdução de portagens na via do Infante seria “uma fuga à palavra e a um compromisso do Governo”.

O presidente da Câmara de Vila Real de Santo António, Luís Gomes, também criticou uma introdução de portagens na A22, considerando que seria “muito grave para a economia da região”, uma “das poucas do país que não tem qualquer alternativa credível a uma rua que se chama 125 e que é transversal a todo o Algarve”.

O autarca considerou que a introdução de portagens “é um murro no estômago” para municípios como Castro Marim, Vila Real de Santo António e Alcoutim, que “conseguiram atrair pessoas que trabalham na capital do Algarve para neles morarem, devido à sua curta distância em termos de tempo”.

Os dois autarcas criticaram ainda o atraso na requalificação da EN125, que devia ter começado em 2009 e estar concluída em dois anos mas ainda não foi concretizada, acusando o executivo de faltar às promessas eleitorais e não ter ética política.

Fonte: Lusa

Uma notícia que comprova bem, que o Algarve não tem alternativas e mais, os algarvios deviam correr às instâncias europeias que querem colocar portagens numa via, que foi construída por fundos comunitários. Então, se os carros do Estado não pagam portagem, porque razão eu vou pagar, é só arranjar um carro do Estado. Vergonha de país.:disgust:
Quem paga os sacrificios, são sempre os mesmos, mas como somos um povo pacífico, nada fazemos que tristeza são os portugueses.

Amanhã, começa a operação Verão Seguro da PSP, será agora, que vão acabar com os assaltos na cidade de Olhão, numa semana foram 10 assaltos a estabelecimentos comerciais, uma cidade que tem um hotel de 5 estrelas, tenham muito cuidado quem visita Olhão evite sair à noite.
 
Estado dá rendimento mínimo aos reclusos

Aguardam julgamento na cadeia por furtos, roubos, tráfico de armas e até mesmo violações. A maioria é reincidente e até já cumpriu penas de prisão. Nada disto impede, no entanto, que os reclusos continuem a receber o rendimento mínimo. Estão privados da liberdade, mas só quando os casos transitarem em julgado é que a Segurança Social pode retirar os subsídios. Até lá, os presos continuam a receber mensalmente do Estado cerca de 96 euros por cada elemento do agregado familiar. Existem mesmo situações em que os apoios ascendem aos 400 euros.

O caso está a chocar os tribunais de Norte ao Sul do País. O episódio mais recente sucedeu-se na Comarca de Vila Real quando um magistrado do Ministério Público informou a Segurança Social de que um jovem estava em prisão preventiva e, por isso, deveria ser-lhe retirado o Rendimento Social de Inserção. Em resposta, a instituição informou que tal só podia acontecer quando o processo transitasse e se o arguido fosse condenado. Caso contrário, não deixará de receber o apoio do Estado, porque aquele lhe foi atribuído antes de ser preso.

Um dos casos mais flagrantes dos últimos meses foi o de 23 traficantes de armas detidos em Maio pela PJ do Porto. Proprietários de uma enorme fortuna, a maioria tinha direito ao rendimento mínimo. Por cada metralhadora vendida, os membros do grupo recebiam cerca de 5 mil euros. Mesmo assim, todos os meses a Segurança Social atribuía-lhes um subsídio. Só Rui Piedade e os dois filhos, três dos detidos, tinham direito a mais de 400 euros/mês. Rui foi o único membro da família que ficou detido, mas mesmo na cadeia continua a auferir aquele valor.

Os exemplos de presos preventivos que têm apoio do Estado sucedem--se por todo o País. No início de Junho, um jovem de 19 anos foi preso por assaltos a CTT e farmácias no Grande Porto. Em dois meses, roubou mais de 18 mil euros, mas na cadeia continua a receber o rendimento mínimo.

SAIBA MAIS

O ESTADO PROVIDÊNCIA

O Estado social tem 120 anos e começou no ‘Staatssozialismus’ de Bismark, na Alemanha. Criou o seguro de saúde de acidente no trabalho e a reforma (1889).

96,20€ é o valor médio mensal do Rendimento Social de Inserção por beneficiário, de acordo com números de Março deste ano.

APOIO REDUZIDO

Entre os 26 países da OCDE com rendimentos mínimos de combate à pobreza, Portugal tem o 7.º apoio social menos generoso.

VIOLADOR DE MENOR TEM APOIO MENSAL

A 14 de Janeiro deste ano, a Polícia Judiciária do Porto deteve um jovem, de 20 anos, por violar uma rapariga de 15 anos. O crime ocorreu no bairro do Cerco, no Porto, local onde a menor se tinha refugiado após fugir de uma instituição onde estava a viver. Foi aí que o rapaz forçou a jovem a ter relações sexuais e a ameaçou.

O violador acabou por ser detido. Proveniente de uma família com graves carências financeiras, o rapaz recebia o rendimento mínimo e nem o facto de o juiz de instrução criminal lhe ter decretado a medida de prisão preventiva o impediu de continuar a receber o apoio do Estado. O detido já tinha, inclusive, antecedentes criminais por roubos e assaltos. Recentemente um primo do jovem foi detido também por violar uma mulher no mesmo local.

Um outro arguido a auferir do subsídio é um armeiro de Amarante, que actualmente se encontra em prisão domiciliária. Detido em Outubro do ano passado pela Polícia Judiciária de Vila Real, o traficante de armas é suspeito de ter fornecido a metralhadora que, em 2001, matou o inspector da Polícia Judiciária João Melo. O detido tinha já cadastro por roubo e simulação de crime. O armeiro chegou mesmo a encenar um assalto à espingardaria da qual é proprietário. Na altura dizia que lhe roubaram 200 armas.

GOVERNO CORTA NOS APOIOS

O secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, admitiu ontem que as alterações às regras de atribuição dos apoios sociais deverão fazer baixar a maioria das prestações.

Entre as alterações conta-se o facto de casas próprias que valham mais de 250 mil euros entrarem na contabilização do rendimento dos contribuintes. Caso o candidato ou seu agregado familiar tenha um património mobiliário (como dinheiro ou acções) acima dos 100 mil euros não terá direito ao apoio. Para ter acesso às prestações, os candidatos terão de permitir que o Estado aceda aos seus dados bancários e fiscais.

Para Pedro Marques, esta legislação, que entra em vigor a 1 de Agosto, significa um 'reforço do rigor das prestações sociais'. O Governo espera poupar 100 milhões de euros já este ano com as alterações.

PORTAS: CADASTRO

Paulo Portas pediu esta semana que o cadastro fosse um factor de impedimento para se receber o rendimento mínimo. Prometeu apresentar uma proposta na AR

Fonte: CM

Quando mais ladrão melhor, isto está bom, é para quem rouba, é apanhado hoje, vai a tribunal amanhã está cá fora e ainda é recompensado pelo Estado.:disgust::disgust:
 
O FMI foi a Espanha dizer que Portugal estava pior que o país vizinho. A seguir, os juros sobre a nossa dívida subiram para perto de 6%, e os da Espanha estabilizaram. Para além disso, saiu recentemente um relatório a dizer que as economias de Portugal e da Itália são insustentáveis; entre as causas está a baixa produtividade, as dívidas públicas e privadas e a corrupção. Os portugueses acham muita piada aos espertinhos, mas a corrupção e o tráfico de influências ligados ao sector da construção civil são uma das principais causas do nosso estado. Deviam começar a pensar nisso na hora de votar.

Mais uma nota. Teimosamente, os partidos do regime estão a manter «tudo na mesma». As reformas principais que deviam estar a caminho (flexibilização laboral, lei do arrendamento, arquitectura do Estado, mapa do poder local, currículos e justiça), e que nos poderiam trazer uns anos de crescimento, depois de 4 ou 5 anos de grande contestação social, tardam e não sei se avançarão com este Regime. Neste momento, espera-nos a estagnação.
 
O FMI foi a Espanha dizer que Portugal estava pior que o país vizinho. A seguir, os juros sobre a nossa dívida subiram para perto de 6%, e os da Espanha estabilizaram. Para além disso, saiu recentemente um relatório a dizer que as economias de Portugal e da Itália são insustentáveis; entre as causas está a baixa produtividade, as dívidas públicas e privadas e a corrupção. Os portugueses acham muita piada aos espertinhos, mas a corrupção e o tráfico de influências ligados ao sector da construção civil são uma das principais causas do nosso estado. Deviam começar a pensar nisso na hora de votar.

Mais uma nota. Teimosamente, os partidos do regime estão a manter «tudo na mesma». As reformas principais que deviam estar a caminho (flexibilização laboral, lei do arrendamento, arquitectura do Estado, mapa do poder local, currículos e justiça), e que nos poderiam trazer uns anos de crescimento, depois de 4 ou 5 anos de grande contestação social, tardam e não sei se avançarão com este Regime. Neste momento, espera-nos a estagnação.

Desculpa lá Frederico, é verdade que o nosso mercado imobiliário é virtual mas em termos de corrupção, a Indústria do Ladrillo em Espanha é imbatível... basta escreveres no google "pelotazo", "El poçero" e "corrupcion balear".
 
Acho bem que os algarvios defendam os seus direitos, quanto às SCUTS. Na beira interior iremos defender os nossos: pessoalmente acho que estamos ainda pior, pois temos 3 alternativas à autoestrada A23:
1-A estrada nacional EN18, que apenas existem vestígios na saída Sul de Castelo Branco, onde podemos encontrar muita erva e até estevas no meio da estrada nacional, está cortada/interrompida pela A23 ou pela IP2 em muitos locais, anda-se 5 km seguidos quando muito, se é que é possível circular.
2-Existe o IP2, que está interrompido/sobreposto em vários sítios pela A23. Se nos devolverem o traçado completo do IP2, passamos bem sem a A23, o pior é mesmo a passagem pela Serra da Gardunha (EN18) ou a subida para a Guarda, mas faz-se bem!
3. A antiga estrada construída ainda no tempo dos reis, que sai de castelo branco, passa por Proença-a-Nova, Vila de Rei, Abrantes, Lisboa. Sinuosa e perigosa, demorariamos 4h até Lisboa no mínimo.

Não tinham nada que estragar a nossa IP2!! Não nos obriguem a ser escravos, a ter de pagar para sair de Castelo Branco! Tenho dito.

Outro assunto: parece que para o ano que vem, a dívida da RTP já conta para o défice, são apenas umas boas centenas de milhões de euros! Preparem-se para as medidas acrescidas, é uma realidade, por mais que nos queiram anestesiar negando.
 
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