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Banca portuguesa precisa de quase 6 mil milhões de euros

O Barclays Capital (BarCap) estima que os bancos portugueses necessitarão de reforçar o capital em 5,9 mil milhões de euros, após os testes de resistência, ao passo que no resto da Europa o valor ascenderá a 85 mil milhões de euros

Os testes de resistência ao sistema bancário (testes de 'stress') feitos pelos analistas do BarCap aos bancos portugueses (BCP, BES, BPI e CGD) apontam para perdas de 17 mil milhões de euros em termos de crédito mal parado, com o crédito à habitação a ficar com a maior fatia (38 por cento), seguido pelo setor imobiliário e da construção (21 por cento) e pelos cartões de crédito (11 por cento).

Ainda assim, o BarCap sublinhou que «ao contrário de Espanha e da Irlanda, Portugal não teve uma bolha na construção» e que «a apreciação dos preços das casas foi limitada», considerando que o cenário traçado «é menos provável de vir a confirmar-se» do que o dos outros dois países.

Em Espanha, os bancos e as caixas de aforro poderão ter que fazer aumentos de capital na ordem dos 36 mil milhões de euros - um valor que fica abaixo dos 23 mil milhões de euros estimado pelo governo espanhol.

No que toca à dívida pública detida pelos quatro bancos portugueses analisados (do total de 91 instituições submetidas aos testes de resistência na Europa), o BarCap ressalvou que «a exposição parece ser modesta», apontando para os 14 mil milhões de euros, dos quais os analistas do banco de investimento assumem perdas de 30 por cento.

O BarCap destacou também o facto de - ao contrário de Espanha, Alemanha ou Grécia - Portugal não ter nenhum fundo específico para a recapitalização dos bancos, considerando que «ainda pode ser criado, mas demorará algum tempo».

Os resultados gerais dos testes de ‘stress’ à banca europeia serão divulgados a 23 de Julho.

Lusa / SOL
 
Estás bem ? 20 clientes :shocking: É o 2º maior banco português, a seguir à Caixa. 2,6 milhões de clientes e a maior rede de balcões nacional. Para aí pelo menos um quarto deste fórum deve ter contas neste banco. Se alguma coisa de mal acontecesse a este banco seria o colapso de todo o sistema bancário e da economia nacional.


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O regime está muito bem. Para alguns.


Nada como contrapor. Aqui está a razão para o princípio do fim.

http://www.ionline.pt/conteudo/53625-bcp-concentrou-10-mil-milhoes-credito-em-20-clientes
 
Nove antigos altos quadros do BCP condenados a coimas acima de 4 milhões
A CMVM aplicou coimas a nove ex-administradores do BCP, num valor total de 4,325 milhões de euros, por prestação de informação falsa ao mercado e inibiu da atividade bancária oito deles pelo máximo de cinco anos.

A informação foi prestada hoje à agência Lusa por uma fonte próxima do processo que foi colocado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Jardim Gonçalves, antigo presidente, recebeu uma multa de um milhão de euros, a mais elevada, seguido por António Rodrigues (900 mil euros), ex-administrador financeiro, e por Filipe Pinhal, que foi administrador (e presidente durante um curto período), cuja coima ascendeu a 800 mil euros.

Os três antigos altos quadros do BCP ficaram com cinco anos de inibição de exercer atividade bancária.

Seguiram-se-lhes os antigos administradores Christopher de Beck (650 mil euros e quatro anos de inibição), António Castro Henriques (250 mil euros e dois anos de inibição), Alípio Dias (200 mil euros e um ano de inibição) e Paulo Teixeira Pinto - antigo presidente - (200 mil euros e um ano de inibição).

Já Filipe Abecassis recebeu uma coima de 250 mil euros e três anos de inibição, ao passo que Luís Gomes foi multado em 75 mil euros, mas não foi punido com a inibição para exercer a atividade bancária.

A CMVM (a exemplo do Banco de Portugal) acusou, além do próprio BCP, os três antigos presidentes do banco - Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal - os ex-administradores António Rodrigues, Alípio Dias, António Castro Henriques e Christopher de Beck e dois altos quadros do BCP, Luís Gomes e Filipe Abecassis.

A mesma fonte próxima do processo disse à Lusa que "as acusações remontam a um período entre 2002 e 2007", sendo que "as acusações de manipulação de cotações e de dolo [por causa do recebimento de prémios indevidos e da manipulação de mercado] não foram provadas".

http://www.ionline.pt/conteudo/6938...ros-do-bcp-condenados-coimas-acima-4-milhoes-
 
O poder corrompe e destrói. Liberalismo e socialismo são ambos assentes em utopias, uma acha que os homens são honestos e tudo farão pelo bem comum num equilíbrio zen de igualdade entre todos (riso), outros acham que os homens se autoregulam num equilíbrio competitivo zen benéfico para a sociedade (riso). Nem uma coisa nem outra funciona na prática, são utopias, mas entre uma e outra utopia, prefiro a última. A da liberdade individual e de mercado, é mais transparente, sei com o que conto e ao que vou, e não se metem boys pelo meio. Acredito muito mais na liberdade individual do que num modelo colectivo e planificado, ditado por outros, pois sei que quanto mais mais planeiam e quanto mais poder esses outros detêm sobre o individuo, mais corruptos serão. Não tenho ilusões sobre a natureza humana. Algures pelo meio terá que haver uma solução. Mas afirmar que o regime está bem, seja lá o que isto for, sinceramente, nem vale mais a pena discutir mais o assunto contigo, o regime cai de podre a cada dia que passa.

Depende do Socialismo, este PS não é socialista.

Sou favor do liberalismo económico excepto em empresas de dimensão cuja actividade seja de primeira necessidade para o País. O estado até por uma questão de garantir a sua soberania deve regular e deter empresas do ramo energético, comunicações, transportes, etc.

Sou a favor de um estado social e regulador a tentar combater as assimetrias sociais e proteger os mais desfavorecidos. Acredito que uma sociedade tendencialmente igualitária, faria eliminar mais de metade da criminalidade.

Respeitando a liberdade dos cidadãos, sem preconceitos e valorizando, promovendo o corporativismo que foi a base do desenvolvimento humano.
 
Atendendo ao nível de endividamento público e privado em Portugal, gostaria de ouvir as soluções do Agreste para solucionar o problema. Da minha parte já reiterei que:


- será necessário reduzir despesa pública, seja pela via de despedimentos, seja por reduções de remunerações, extinção de fundações, observatórios e institutos, governos civis, concelhos, freguesias e planos contra o desperdício;

- será necessário uma reforma profunda na Justiça; eu só acreditarei na Justiça portuguesa no dia em que alguém construa uma garagem no terreno do vizinho e menos de um ano depois a garagem esteja demolida e o prevaricador a fazer trabalho para a comunidade e a pagar uma multa bem pesada, ou no dia em que um inquilino que não pague a renda há mais de um mês seja de imediato despejado pelas autoridades se o proprietário assim o entender;

- como os portugueses não vão abrir fábricas de nada, ter-se-á que voltar a atrair investimento estrangeiro, através de uma reforma na Justiça, mercado laboral e despedimento mais flexível, carga fiscal baixa e cursos de formação verdadeiramente exigentes;

- liberalizar as rendas congeladas, expropriar prédios em risco de ruir, não atribuir habitação social a título definitivo mas sim temporário, taxar as mais valias imobiliárias e retirar às autarquias os impostos provenientes de aprovações de novas construções;

- privatizar a TAP, a ANA, a CGD, a RTP1 ou a GALP (entre muitas outras empresas públicas);

- manter a CP e a Refer públicas, reformar por completo os seus quadros administrativos e lançar um plano de modernização das linhas ferroviárias regionais.

Como vê, não sou tão liberal quanto julga... pois não proponho a privatização do Ensino nem do SNS... mas apenas uma racionalização do Estado Providência, para que possa sobreviver.
 
- Combate à economia paralela e fiscalização apertada aos fuga-impostos.
- Redução directa de salários acima de 3000 € mensais em 10% em funcionários públicos e gestores de empresas ou organismos do estado.
- Extinguir a acumulação de reformas quando juntas ultrapassem os 3000€
- Adiar de Grandes Obras como TGV e Aeroporto
- Qualificar/Formar Mão de Obra desqualificada e indiferenciada.
- Imposto sobre mais valias
- Aposta em energias renováveis

E outras que me irei lembrar :)
 
- Combate à economia paralela e fiscalização apertada aos fuga-impostos.
- Redução directa de salários acima de 3000 € mensais em 10% em funcionários públicos e gestores de empresas ou organismos do estado.
- Extinguir a acumulação de reformas quando juntas ultrapassem os 3000€
- Adiar de Grandes Obras como TGV e Aeroporto
- Qualificar/Formar Mão de Obra desqualificada e indiferenciada.
- Imposto sobre mais valias
- Aposta em energias renováveis

E outras que me irei lembrar :)

Em relação à fuga aos impostos, saliento que as empresas têm actualmente uma fiscalização muito apertada, especialmente desde que José Sócrates e o PS venceram as eleições em 2005. Quem tem pequenas e médias nota uma grande diferença.
 
O que outrora era um evento que proporcionava um aumento significativo nas receitas dos vários comerciantes existentes na Praia de Faro e também na cidade de Faro, este ano, inexplicavelmente, a situação será diferente, com todos os constrangimentos (que só posso classificar como "estúpidos") colocados à circulação dos motards nas zonas referidas!

Assim torna-se dificil sustentar quaisquer investimentos feitos a pensar nestes dias da concentração:mad::

Comerciantes da Ilha de Faro protestam contra medidas de segurança da Concentração motard

Faro foi invadida por motards, atraídos à cidade pela realização da 29ª Concentração Internacional de Motos. Nestes dias, em que há mais turistas a chegar de mota do que de avião, os comerciantes da cidade estavam habituados a fazer bom negócio. Mas, este ano, as coisas estão um pouco diferentes.

Lojas, bares e restaurantes da ilha de Faro estão a sentir uma enorme quebra no negócio e atribuem as culpas às medidas de segurança adotadas pelas autoridades policiais.

Logo à entrada da ilha, um pelotão da GNR controla todos os movimentos, com atenção especial aos motards. A circulação de motas está condicionada e não se pode estacionar nos locais do costume. A partir das 18 horas, boa parte dos arruamentos da ilha ficam interditos ao trânsito dos motociclos.
Os estabelecimentos mais afetados são os que se localizam na ponta da ilha, mas todos os outros acabam por ser prejudicados, já que muitos motards acabam por ir para outros locais onde a polícia não os importune.

Carla Barreto tem um bar de praia e, apesar de não estar na zona mais afetada, sente uma quebra no negócio e compreende e lamenta a situação dos colegas.

Esta comerciante nega que, no passado, tenham existido casos de violência suscetíveis de terem provocado a atual decisão das autoridades: "nada disso, estou aqui há muitos anos e nunca vi aqui nada de violência", diz Carla.

A concentração motard "traz muito movimento à praia de Faro. Nestes dias o negócio costumava aumentar muito", acrescenta.

Mesmo em frente ao seu estabelecimento, um grupo de oito soldados da GNR controla as entradas na ilha de Faro. Dentro de um veículo da Unidade de Intervenção estão outros elementos, na penumbra dos vidros foscos e espelhados.

Na ponta da ilha, a GNR endurece o aparato visível. Patrulhas de dois elementos rondam os bares e a praia, mostram-se nos cruzamentos das ruas, armados de pistola no coldre e cacetete embainhado.

Patrícia Duarte tem um bar na ponta da ilha e reclama: "fizemos um grande investimento a contar com estes dias da concentração e agora nem deixam as motas estacionar aqui à porta". Comprámos carne, alfaces, tomates, batatas, contratámos várias pessoas. Ninguém nos avisou de que isto ia ser assim."

Esta comerciante direciona os protesto contra a Câmara Municipal de Faro porque, segundo acredita, "a polícia faz o que a Câmara de Faro manda."

Patrícia Duarte diz que a Câmara parece preferir a "paz dos cemitérios" em nome de medidas de segurança, na sua opinião, despropositadas.

"Isto é uma concentração de motas e claro, à noite, às vezes, há um ou outro caso de tipos que bebem mais do que a conta. Mas isso tanto acontece aqui como noutro local qualquer", esclarece Patrícia Duarte que fala em "milhares de euros de prejuízo", embora ainda não tenha contabilizado o desastre financeiro para a sua pequena empresa, que é daquelas que precisa de "trabalhar no verão para comer no inverno".

Esta comerciante tentou em vão falar com alguém na autarquia de Faro: "Ontem [quinta feira] gastei o saldo do telemóvel a tentar falar com responsáveis da câmara" e agora não cala a revolta que sente.

Outra comerciante, Paula Santos, diz que "estava habituada a trabalhar bastante nestes quatro dias", e diz-se "indignada com a falta de informação".

Acrescenta que poderia ter evitado o investimento que fez na expetativa de que ia ter a esplanada sempre cheia. "Agora estou aqui sem fazer um tostão", afirma.

Também para esta comerciante "é normal haver um ou outro que beba um copo a mais" mas, na sua opinião, "o aparato policial que montaram aqui seria mais do que suficiente para prevenir situações desagradáveis".

in Barlavento Online
 
Em relação à fuga aos impostos, saliento que as empresas têm actualmente uma fiscalização muito apertada, especialmente desde que José Sócrates e o PS venceram as eleições em 2005. Quem tem pequenas e médias nota uma grande diferença.

Sim se bem que muitos pequenos empresários, tipo um dono de uma oficina, uma carpintaria etc, muitos não passam factura, declaram ordenados mínimos , no entanto bens patrimoniais avultados, Bons carros, casas na Praia, etc.

Se pedir factura, "olhe desculpe mas assim tem de ficar mais caro..."
 

O vento mudou. O cerco virou-se ao contrário. A tropa, parte dela fandanga, deu-se conta de que em torno das suas linhas atrasadas se tinha formado outro anel de envolvimento inimigo. E de que pior do que o cerco que montaram ao inimigo do castelo, se encontram agora entre dois fogos.

O que mudou entretanto? Mudou a posição de Pedro Passos Coelho e mudou a expectativa das forças e aliados relativamente ao resultado da contenda.

Pedro Passos Coelho, e as forças que sobre ele impendem, perceberam que tinham de deixar de dançar o tango contra-natura com Sócrates, que enquanto dançava dava caneladas no parceiro. Passos Coelho percebeu que não se trata de uma dança de salão, mas de um baile mandado popular. Baile mandado que tem um mandador, marca o ritmo e o sentido do corridinho e que tem o poder de mandar parar - ou não... - o baile. Assim, Sócrates perdeu o parceiro do tango e passou a dançar com uma vassoura e, por vezes, com uma mulher-a-dias.

A Maçonaria retirou o apoio a José Sócrates. Se beneficiou do apoio pela contenção vigorosa do problema sistémico da Casa Pia e perspectiva de reforma radical e profana dos costumes (aborto, casamento homossexual, perseguição da Igreja), nunca foi o escolhido. Aliás, confirmou os priores receios da organização. Não se deixou controlar, tratava mais dos negócios do que da política, perseguia adversários. Em suma, deixou o sistema à beira da ruína.

A aliada finança, e até os ex-fiéis construtores, tropas feudais prudentes, abandonaram o campo socratino e passaram-se, com as armas mediáticas e as bagagens abarrotadas, para as hostes inimigas passos-coelhistas.

Os media, mercenários especiais, deixaram a vanguarda do combate e recolheram-se nas trincheiras à espera de novas ordens dos seus depauperados condottieri.

Os rogue agents dos serviços de informação recusam cada vez mais as operações negras solicitadas e exigem ordens escritas (o que equivale a dizer que a operação não é feita...), com receio da temida responsabilização criminal. E os próprios dirigentes encolhem-se, e tentam reactivar ligações antigas e estabelecer pontes com os senhores que se seguem - em contraste com o desespero crescente do chefe.

Das cúpulas judiciais já não podem esperar deferência especial, para além dos casos antigos. Está debaixo de fogo, o regime de aliança entre a política e a justiça - erguido pelo socialismo e pela Maçonaria, para responder ao perigo de uma réplica em Portugal da responsabilização criminal dos delitos políticos por magistrados com a intolerável misofobia das mani pulite, como ocorreu em Itália, através do convite irrecusável (a carreira, a carreira...) para a irmandade e o vetting rigorosíssimo, pelo meta-sistema, de candidatos aos altos postos - procurando laços fraternais (só membros da Maçonaria), familiares (a dirigentes do partido), partidários (por exemplo, a esposa filiada no partido) ou tribais (a mesma sub-região de origem). E o socialismo é apontado como a causa da desgraça nacional. Portanto, é altura de procurar mostrar distanciamento e conseguir suporte noutros sectores. O mínimo que se pode esperar - por agora... - é neutralidade.

Por causa disso, Sócrates pede aos aliados que não o abandonem e recebe deles repúdio. Se Portas ainda lhe vale com uma proposta de manutenção no poder, a reboque de uma aliança PS-PSD-CDS/PP, a resposta de Passos Coelho é não. Conforme já tinha sido explicado. O debate de 15-7-2010 foi o último debate do Estado da Nação a que foi como primeiro-ministro. Veremos como se comportam os actores nos próximos episódios. Todavia, o protagonista principal já está condenado pelos produtores e pelo público.


http://doportugalprofundo.blogspot.com/
 
Para muitos em 2005 viram o Sócrates como o Salvador da Pátria, ele quando estava na oposição criticava os números de desemprego de 7% eram completamente catastrófico para o país. Agora estamos quase nos 11% somos o 4ºpaís com mais desemprego na Europa e ele não diz nada, ontem no debate da nação que assisti um bocado, vi um primeiro-ministro e um governo sem soluções para os problemas do país, só pensam aumentar os impostos, então que tal reduzirem a despesa. Isso não se pode fazer é crime.:D Se é a justiça está pela hora da morte ou então está já enterrada, porque prendem-se os ladrões de manhã vão a tribunal, à tarde estão na rua. Esta é a altura ideal do Sócrates cair, o país não aguenta mais um ano neste impasse, trapalhadas atrás de trapalhadas. Oh Sócrates vai-te embora chegou a tua hora. Se existe alguém na oposição que faça melhor acredito que sim, e pior que isto está duvido que fique, ou então vamos para a bancarrota que é melhor.
 
Agreste, o que é o neoliberalismo?

É a exaltação do lucro na maior parte dos casos a qualquer preço, a desvalorização do colectivo assumindo que uma atitude individual é muito mais civilizadora combinando esse mesmo individualismo com uma permanente insatisfação material. No caso o neoliberalismo nasceu pela mão de Hayek e Milton Friedman, e foi levado à prática por duas sumidades inspiradoras da auto-regulação que ninguém quer recordar, Margaret Tatcher e Ronald Reagan.
 
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