O Estado do País

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Aqui há uns dias vi o candidato Francisco Lopes a falar que o estado do País devia-se à ‘politica de direita’.

Resolvi então reflectir sobre este assunto de modo a tentar descobrir o que seria a ‘politica de direita’… Será que a nacionalização do BPN é política de Direita? O que será que é, quando, Grandes empresas do aparelho do Estado controlam toda uma economia através de monopólios apoiados pelos governos de esquerda não permitindo assim a entrada da livre concorrência de mercado ( PT, EDP, Galp, Etc ), que chamar a um estado não permite o surgimento de iniciativas privadas, antes pelo contrário, as sufoca com elevada carga fiscal e burocrática e perda de poder económico… por outro lado temos a máquina do estado, que cria cada vez mais empresas publicas para entregar a sua gestão a um punhado de homens como acontece numa boa oligarquia, será isto Politica de Direita?

E o desemprego galopante que auxiliado pelo estado através dos ataques às iniciativas privadas que leva à sua morte?
Temos assistido à morte do tecido empresarial Português ao longo destes anos e a falta de investimento de capital privado em novas empresas porque simplesmente é insustentável, País este, que um dia alguém disse que viver à conta de outros (subsídios ) era melhor que trabalhar para construir uma vida melhor, será isto uma Politica de Direita?
Não é através do estado que o país vai crescer e criar um forte parque industrial e empresarial, têm acontecido o contrário, cada vez estamos mais endividados e miseráveis.

Só através do investimento privado se consegue criar uma forte economia de mercado, do seu desenvolvimento e crescimento, temos de acabar com esta perseguição socialista ao investimento privado e lhes dar as condições necessárias para a sua proliferação, como por exemplo, uma lei laboral flexível.

Alguns dirão que o objectivo do sector privado é obter lucros, não poderia estar mais de acordo… também dirão que é através da exploração e da precariedade laboral e aqui já não estamos de acordo.

O sector privado premeia os mais capazes, habilitados e corajosos que têm visão e a capacidade de a por em prática atingindo os seus objectivos e acima de tudo premeia os seus melhores funcionários, os que são indispensáveis e trabalhadores e penaliza aqueles que vivem do ócio e da preguiça.

Temos então o melhor exemplo que é o da autoeuropa onde a empresa e os seus funcionários passaram por maus momentos, mas que devido ao seu sacrifício vão ser recompensados passando para os quadros da empresa e recebendo aumentos salariais acima da inflação para 2011.
Isto é politica de direita, uma livre economia de mercado onde cada um é livre de por em pratica as suas ideias e visões, uma verdadeira terra de oportunidades para todos.

O socialismo até hoje só gerou miséria e destruição, como continua a fazer.

Um santo e feliz natal para todos. :thumbsup:
 
Aqui há uns dias vi o candidato Francisco Lopes a falar que o estado do País devia-se à ‘politica de direita’.

Por mais que se acusem uns aos outros a culpa irá sempre morrer solteira, embora todos tenham culpa, e até mesmo nós, do estado a que isto chegou (por momentos lembrei-me do discurso de Salgueiro Maia antes de levar as tropas pra Lisboa) é uma pena que um país como o nosso com um potencial tão grande não se possa desenvolver, antes pelo contrário, definha, e cada vez se afunda mais com os kg's de medidas todos os dias se aprovam e que simplesmente nada resolvem.

Não consigo ver debates políticos, são compostos por discursos mastigados e vazios que apenas servem pra anestesiar multidões embasbacadas. Para além de que não voto, nem sei se votarei no futuro, só se tiver mesmo esperança que as coisas mudem e/ou tenham mudado. Quem é sério não se mete na politica está bem fora dela.
 
1) O PREC foi uma política de Direita;

2) O facilitismo é uma política de Direita;

3) Os monopólios e oligarquias das grandes empresas públicas ou controladas pela CGD enquadram-se em políticas de Direita;

4) O direito à habitação própria e a ausência de mercado de arrendamento competitivo é uma política de Direita;

5) O rendimento mínimo garantido foi uma política de Direita;

6) As regalias de alguns funcionários públicos são políticas de Direita;

7) Os Governos Civis existem por causa da Direita;

8) O excesso de autarquias e juntas dde freguesia é uma política de Direita;

9) O excesso de funcionários públicos nalguns sectores públicos é uma política de Direita;

10) A lei laboral actual e de Direita;

11) Os abortos pagos pelo SNS, ou os casamentos entre pessoas do mesmo sexo são políticas de Direita;

12) O aumento dos impostos é uma política de Direita;

13) Os grandes amigos do MNE português são políticos de Direita, tipo... o Chávez;

14) Nos últimos 15 anos Portugal foi governado maioritariamente pela Direita;

15) Cavaco Silva foi e é um grande conservador liberal;

16) O mobbing praticado sobre aqueles que se destacam pelo mérito e o bullying sobre os bons alunos em escolas públicas é típico de países de Direita.

Em suma, chega de rodeios, qualquer dia estamos iguais ou piores que os neo-liberais dos EUA, da Austrália ou do Canadá :lmao::lmao::lmao:
 
Só através do investimento privado se consegue criar uma forte economia de mercado, do seu desenvolvimento e crescimento, temos de acabar com esta perseguição socialista ao investimento privado e lhes dar as condições necessárias para a sua proliferação, como por exemplo, uma lei laboral flexível.

Paisagens verdejantes...

Já temos um salário mínimo muito flexível. Parece que vai ser aumentado para 485 euros.

O sector privado premeia os mais capazes, habilitados e corajosos que têm visão e a capacidade de a por em prática atingindo os seus objectivos e acima de tudo premeia os seus melhores funcionários, os que são indispensáveis e trabalhadores e penaliza aqueles que vivem do ócio e da preguiça.

Alguns dos mais capazes foram presos. Foram muito habilidosos na contabilidade. Parece que ainda não deu para entender que a competitividade se faz nos ratings soberanos, nas acções, nos fundos de investimento e na fraude e fuga de impostos. O trabalho foi transformado numa mercadoria como qualquer outra.
 
1) O PREC foi uma política de Direita;

2) O facilitismo é uma política de Direita;

3) Os monopólios e oligarquias das grandes empresas públicas ou controladas pela CGD enquadram-se em políticas de Direita;

4) O direito à habitação própria e a ausência de mercado de arrendamento competitivo é uma política de Direita;

5) O rendimento mínimo garantido foi uma política de Direita;

6) As regalias de alguns funcionários públicos são políticas de Direita;

7) Os Governos Civis existem por causa da Direita;

8) O excesso de autarquias e juntas dde freguesia é uma política de Direita;

9) O excesso de funcionários públicos nalguns sectores públicos é uma política de Direita;

10) A lei laboral actual e de Direita;

11) Os abortos pagos pelo SNS, ou os casamentos entre pessoas do mesmo sexo são políticas de Direita;

12) O aumento dos impostos é uma política de Direita;

13) Os grandes amigos do MNE português são políticos de Direita, tipo... o Chávez;

14) Nos últimos 15 anos Portugal foi governado maioritariamente pela Direita;

15) Cavaco Silva foi e é um grande conservador liberal;

16) O mobbing praticado sobre aqueles que se destacam pelo mérito e o bullying sobre os bons alunos em escolas públicas é típico de países de Direita.

Em suma, chega de rodeios, qualquer dia estamos iguais ou piores que os neo-liberais dos EUA, da Austrália ou do Canadá :lmao::lmao::lmao:

1) As privatizações de todos sectores públicos rentáveis são um objectivo da direita.

2) A posterior desregulação é um objectivo da direita.

3) A substituição dos monopólios do Estado por monopólios privados é um objectivo da direita. A troca do investimento necessário a eles associado pelo lucro puro e simples também o é.

4) O direito à habitação própria é um direito constitucional. A criação de uma constituição sem direitos e só com deveres é um objectivo da direita.

5) O rendimento mínimo é um padrão de dignidade. A direita é contra a existência de qualquer rendimento que confira dignidade de vida às pessoas. Os pobres são sempre preguiçosos.

6) A proporcionalidade dos impostos é uma ideia da Esquerda. E o dever de pagar os impostos também. Quanto mais ganhares, mais vais pagar.

7) Os Governos Civis não tem competências atribuídas e devem ser extintos. Isso é um problema de todos.

8) A desorganização do mapa administrativo e o caciquismo afecta todos mas a maioria desses excessos situa-se nas 2 Áreas Metropolitanas e no Litoral Centro e Norte onde governam partidos do centro e da direita. O Algarve tem menos freguesias que o Concelho de Barcelos. A iniciativa da lei de limite de mandatos foi apoiada por todos os partidos da esquerda. A regionalização não teve o apoio das populações que alinharam as suas escolhas em função do voto partidário. Os partidos da direita são contra a regionalização.

9) O excesso de funcionários públicos anda a par com a manifesta falta de condições de trabalho e a desmotivação. Mas a desorganização da administração pública faz parte da tentativa permanente de a descredibilizar e isso é política da direita. Aquilo que envenena o país é a rotatividade entre empresas privadas e cargos de responsabilidade governativa. Nunca se sabe onde estão actualmente determinadas pessoas. Só se sabe que estiveram.

10) A lei laboral contém em certa medida o que resta da resistência da Esquerda. O Sindicalismo, a Solidariedade e a luta por uma repartição mais justa da riqueza são objectivos da Esquerda.

11) A Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez Medicamente Assistida é um objectivo de dignidade a todas a mulheres. Um aborto é sempre um drama. O medo do corpo, a falta de educação sexual e reprodutiva e o desprezo pelo planeamento familiar são as vergonhas da direita.

12) Os impostos devem adequar-se sempre ao tipo de actividade. O fabrico de peças para um automóvel não tem o mesmo valor da venda de um cabaz de acções da bolsa. O aumento de impostos sobre os rendimentos do trabalho e a ausência destes sobre os rendimentos do capital é um objectivo da direita.

13) Chávez é o Presidente da Venezuela. Não consta que tivesse tomado o poder através de um processo ilegal. A direita nesse país com o apoio do Estados Unidos tentou retirá-lo do poder à força. Portugal apoiou todos os esforços levados a cabo pelos Estados Unidos numa declaração de guerra ao Iraque com base em fundamentos falsos.

14) Nos últimos 35 anos a governação teve poucas medidas de Esquerda. E as poucas que foram tomadas, diante das crises e da demagogia de direita estão a ser penosamente abandonadas.

15) Cavaco Silva teve muita dificuldade em responder diante de um Comunista quando este lhe perguntou pelo BPN.

16) O Ensino Público não exclui ninguém. Tem bons e maus exemplos. Não é acrítico nem fabrica Doutores.
 
Por mais que se acusem uns aos outros a culpa irá sempre morrer solteira, embora todos tenham culpa, e até mesmo nós, do estado a que isto chegou (por momentos lembrei-me do discurso de Salgueiro Maia antes de levar as tropas pra Lisboa) é uma pena que um país como o nosso com um potencial tão grande não se possa desenvolver, antes pelo contrário, definha, e cada vez se afunda mais com os kg's de medidas todos os dias se aprovam e que simplesmente nada resolvem.

Não consigo ver debates políticos, são compostos por discursos mastigados e vazios que apenas servem pra anestesiar multidões embasbacadas. Para além de que não voto, nem sei se votarei no futuro, só se tiver mesmo esperança que as coisas mudem e/ou tenham mudado. Quem é sério não se mete na politica está bem fora dela.

O problema está mesmo aí Mário, é o facto de as pessoas sérias e com valor e que dariam bons governantes não se meterem na politica, e darem espaço a pessoas que apenas se querem servir da politica para lucrar.

Não votar também não é solução porque assim são os outros que decidem por ti, és livre e tens todo o direito de o fazer mas acho que devias votar.;)

Eu voto naqueles que acho menos maus sempre é melhor do que deixar que os outros escolham por mim:calor:
 
"Açores: Remuneração compensatória passa. PSD isolado

A união de cinco partidos com assento parlamentar na Assembleia Legislativa dos Açores em torno da remuneração compensatória para a Função Pública, deixou hoje isolados os deputados do PSD, os únicos a votarem contra a medida criada pelo Governo açoriano.

António Marinho, líder da bancada do PSD, justificou o voto contra do seu partido com o facto de a remuneração compensatória ser uma medida "injusta" e "discriminatória", que só beneficia alguns açorianos.

No seu entender, a remuneração compensatória é uma medida "profundamente injusta", dado que abrange "apenas cerca de 3.700 trabalhadores da administração regional, deixando de fora os trabalhadores de outros níveis da administração pública e os trabalhadores açorianos em geral".

À exceção do PSD, todos os outros partidos votaram a favor da reconfirmação do diploma sobre a norma compensatória, por entenderem que, mais do que esta medida isolada, o veto do representante da República coloca em causa as competências da Região para legislar sobre estas matéria.

Berto Messias, líder da bancada maioritária do PS, não tem dúvidas de que a Região tem "toda a legitimidade política e competencial" para criar estes mecanismos destinados a atenuar os custos da insularidade nas ilhas.

"Isso não nos é conferido por titulares de órgãos de soberania ou por protagonistas do Terreiro do Paço, de São Bento ou de Belém", recordou o deputado socialista, lembrando que essa legitimidade é conferida pela Constituição Portuguesa e pelo Estatuto Político-Administrativo dos Açores.

Opinião idêntica tem Paulo Estêvão, do Partido Popular Monárquico, que antes tinha votado contra a remuneração complementar, mas que agora decidiu votar a favor, por considerar que o que está em causa é "a defesa da autonomia".

Também Aníbal Pires, do PCP, votou a favor da reconfirmação da norma e não poupou críticas ao representante da República, afirmando que se José António Mesquita tinha dúvidas sobre este diploma, "deveria tê-lo submetido à fiscalização" do Tribunal Constitucional em vez de optar pelo veto político.

Zuraida Soares, do Bloco de Esquerda, também esteve ao lado da maioria, no apoio à remuneração compensatória, e insurgiu-se contra aqueles que veem nesta norma um ataque à "solidariedade nacional": "esta medida só é uma afronta para quem não admite que alguns funcionários públicos possam ser aliviados" das medidas de austeridade.

Posição idêntica assumiu Artur Lima, líder da bancada do CDS/PP, que entende a remuneração compensatória como mais uma forma de compensar os açorianos pelos custos de insularidade, recordando que "um quilo de maçãs" num hipermercado de Lisboa ou no Mercado do Bolhão, no Porto, não custa o mesmo que na ilha das Flores.

Artur Lima foi, no entanto, surpreendido pelo sentido de voto de um deputado da sua bancada, Pedro Medina, que acabou por ser abster, por entender que o Parlamento deveria ter reconfirmado apenas a norma da remuneração compensatória e não todo o Orçamento da Região para 2011."

Mas porque é que não dão a independência a estes gajos? Aos Açores e à Madeira, já que o Jardim diz que nós, os continentais, não prestamos para nada, não sabemos governar nem nada disso, e vem este estúpido do Governo dos Açores safar os Açores das medidas salariais; dêem-lhes a independência, para ver se se safam sozinho sem o dinheiro do Continente...:angry::angry::angry:

Arre bolas, vão gozar com outro.:facepalm:
 
Ligou para a rádio e pediu comida em vez de um disco

Ligou para uma rádio, em Viana do Castelo, para dedicar um disco e, de repente, desatou num choro desenfreado, a meio do programa. João Manuel não trabalha, tem a mulher doente e vive de restos que encontra no lixo. Os ouvintes sensibilizaram-se e ajudaram-no.

Há mais de 20 anos que Luís Teixeira realiza o programa de "Discos Pedidos" na Rádio Geice, em Viana do Castelo. Habituado às tradicionais mensagens e "beijinhos para amigos e família" por parte dos ouvintes, foi surpreendido, recentemente, pela chamada de um ouvinte que, em directo, expôs o seu caso de miséria.

Lágrimas, desabafos, lamentos, ouvido "sem rede". Cerca de uma dezena de ouvintes que acompanhavam o programa sensibilizaram-se e juntaram-se para ajudar Manuel João.

"Nunca me tinha acontecido tal situação", disse o locutor que ao longo de mais de duas décadas assume a animação diária. "Foi muito tocante. De repente, Manuel João diz:"não aguento mais, tenho fome, tenho que desabafar"", relembra.

A partir desse momento, e por largos minutos do programa, foi narrando a sua situação familiar. "Não consegue arranjar emprego, por ter apenas a quarta classe, a mulher, doente, precisa de medicamentação, e as dívidas acumulam-se". Para agravar, a mulher, que trabalhava, está de "baixa há três anos". A sobrevivência passa pela busca de alimentos, no final de noite, no lixo de uma superfície comercial, situada em Braga. Por isso, já foi "vítima de algumas intoxicações alimentares". Um talho "sempre vai dando alguns restos que aproveita para fazer refeições".

Manuel João está a fazer um curso de jardinagem, do qual recebe um subsídio, mas, ao JN, diz que "preferia estar a trabalhar", até porque quer pagar "aquilo que deve e ter uma vida normal". "Perdi a minha a casa e dependo da ajuda de familiares para ter tecto", prossegue.

A "solidariedade foi espontânea", assegurou Luís Teixeira. Cerca de uma dezena de ouvintes uniu-se e recolheu géneros e bens alimentares. "Houve mesmo um donativo em dinheiro", salientou Luís Teixeira, que revelou que alguns ouvintes "foram mesmo levar comida à casa dele".

Pelo menos, diz o locutor, "conseguimos que a consoada de Manuel João tenha alguma dignidade, com tudo o que se pode querer nessa noite, desde o bacalhau até ao abacaxi".

JN

É este o estado do país...
 
Entre muitos maus empresários portugueses, existem alguns com boa visão, que até aproveitam o que uma companhia multinacional sueca-canadiana não aceita e o resultado é este:

Aljustrel já está a exportar

A holding pessoal dos irmãos Carlos e Jorge Martins já aplicou €40 milhões no projeto Almina, em Aljustrel.

Em dezembro de 2008, quando os irmãos Martins, acionistas da Martifer, passaram a ser donos das minas de Aljustrel, a cotação do cobre rondava os 2700 dólares por tonelada nos mercados internacionais. Dois anos depois, aquela matéria-prima está a cotar acima dos 9000 dólares (tendo atingido os 9250 a 14 de dezembro). Uma variação superior a 6000 dólares que hoje faz sorrir Carlos Martins.

Os novos proprietários das minas de Aljustrel (são três as minas que integram a concessão) reconhecem que estão a ser favorecidos pelo mercado e que, ao longo do próximo ano, a exploração de Feitais irá começar a gerar fundos suficientes para fazer face ao volume de investimento necessário.

"Já investimos €40 milhões desde que assumimos o controlo da concessão, mas contamos investir ainda mais €60 milhões até ao final de 2015", afirma Carlos Martins.

Está já vendido, a uma empresa suíça de importação e exportação, o primeiro navio de concentrado de cobre extraído em Aljustrel, que há-de zarpar do porto de Setúbal nos primeiros dias de janeiro. São as primeiras 5000 toneladas a sair de uma mina que começou por ser de zinco e que acaba de ser reconvertida para cobre. Associadas ao concentrado de cobre há também pequenas percentagens de outros minerais como prata, selénio e índio. Mas em quantidades residuais.

Quando a exploração da mina de Feitais estiver em velocidade de cruzeiro, o que pode acontecer dentro de dois anos, poderão ser processadas 1,4 milhões de toneladas de minério por ano. "Em 2011 deveremos já fazer 750 mil toneladas, ou seja, metade do que poderá ser a produção anual da mina", explica Carlos Martins.


400 empregados


No dia em que assumiu este negócio, que a mineira sueco-canadiana Lundin Mining não quis, o empresário português passou a ter a seu cargo 103 trabalhadores. Entretanto, desde dezembro de 2008 até agora, o número de empregados da Almina (assim se chama agora a empresa mineira dos irmãos Martins, anteriormente designada por Pirites Alentejanas) cresceu para 400, "e poderá aumentar ainda mais, caso se concretize mais uma parte do projeto". Carlos Martins refere-se à reativação da mina do Moinho, que fica ao lado da de Feitais. Aliás, as duas estão ligadas entre si e ainda existe uma terceira na área concessionada conhecida pelo nome de Estação, que também pode juntar-se ao conjunto das explorações.

Importa ainda referir que, a um quilómetro de distância, no Gavião, o Governo pretende negociar também uma concessão de exploração de cobre com a holding I'M (Irmãos Martins) SGPS. "Estamos abertos a isso", sublinha Carlos Martins.

Para já, todos os esforços estão concentrados nas minas de Feitais, que já estão a produzir, e na do Moinho, que se pode vir a juntar em breve ao conjunto da exploração. Arménio Pacheco, um dos administradores da Almina, garante que, "do planeamento que temos há atividade garantida até 2021".

Explica que há cobre que sai, desde logo, dos trabalhos de desenvolvimento da própria acessibilidade ao jazigo. Mas em quantidades consideráveis, ocorre a partir dos 230 metros de profundidade. "Mais em pleno surge a partir dos 270". Arménio Pacheco explica ainda que a exploração mineira é feita de baixo para cima, o que significa que a mina de Feitais ainda tem que ir mais fundo, ou seja, talvez para lá dos 400 metros de profundidade.

Os escombros - a parte que não interessa - são trazidos para a superfície por dumpers (camiões de grande tonelagem). Um dia mais tarde, quando a mina já tiver dado todo o cobre que tinha para dar, os escombros serão de novo depositados lá no fundo, e ficam resolvidos dois problemas: um de segurança e outro de ordem ambiental.

O que surpreende lá em baixo, a cerca de 290 metros de profundidade, é a central de britagem de grandes dimensões, que ocupa um buraco com várias dezenas de metros de pé direito. Para ali é trazido todo o minério em bruto, depois de separado do resto dos escombros. Tratores potentes vão depositando o minério na trituradora que, por sua vez, diminui o volume das pedras. De seguida, são colocadas num tapete rolante que evolui ao longo de quatro quilómetros até à superfície. Carlos Martins faz questão de sublinhar o facto de haver nove mulheres a trabalhar no fundo da mina. "Orgulhamo-nos de ter uma boa equipa, motivada, que sabe para onde quer ir".

Artigo publicado no caderno de Economia do Expresso de 23/12/10
 
Olá a todos


Las cosas están mal en toda Europa, yo he vivido unos pocos meses en Escocia y no hay mucho trabajo.....Espanholes, Portugueses y Griegos para los británicos somos los culpables de la crisis.......


Yo pienso que necesitamos una gran Greve General en toda Europa para decir Stop a los banks y su estupida crisis. ¿Por qué los trabajadores de Europa tenemos que pagar sus crisis?.

En Espanha quieren quitar dos años de pensiones...quieren recortar derechos a los trabajadores. Basta ya de terrorismo. Los bancos y los especuladores crearon esta crisis....pero somos nosotros, los trabajadores los que pagamos sus fiestas y orgías.

Vivan los trabajadores!
 
Não é só os mercados que especulam, mesmo em Portugal temos a GALP que essa sim é muito pior que qualquer mercado ou agência de rating. A GALP é a maior especuladora de preços em Portugal, não me venham cá com tretas, que o preço do petróleo está alto, nem atingiu os 100 dólares, e o preço da gasolina 95 em Portugal está em 1.50 €, que país é este que deixa chegar as coisas a este ponto. Para não falar do preço de uma botija de gás butano de 13 kgs que custa quase 25 euros.

Vamos fazer uma nova revolução, um novo 25 de Abril, um novo renascer de Portugal, que este Portugal está corruído pela corrupção.

Vou à Espanha e vejo gasolina a 1.15€ em Ayamonte e onde uma mesma botija de gás custa 13 euros. Se isto não é especulação é o quê?

Já agora, querem uma aposta que a meio do ano, o IVA vai subir para os 25%. Que as contas derraparam mais uma vez, como foi em 2010.
 
Sobre a GALP...
O problema não é a GALP especular dentro do nosso mercado. Há, por assim dizer, um arrasto das pretensões do governo em arrecadar mais receitas fiscais.
O engano é deixarmo-nos levar (!) pelas notícias que dão conta de mais um aumento da cotação do petróleo, razão pela qual os combustíveis sobem de custo no nosso mercado.
A verdadeira e única razão pela desmesurada subida dos combustíveis é esta: quanto maior o valor pago, mais se arrecada impostos através do IVA.:intrigante:

O valor que pagamos de imposto sobre os produtos petrolíferos é uma componente fixa mas o valor que pagamos de IVA nos produtos petrolíferos é variável: quanto maior for o valor final do gasóleo\gás\gasolina, maior será o valor de IVA que reverte para o estado.
O estado é o principal responsável pelos altos valores que pagamos...as petrolíferas como a GALP, a BP ou a REPSOL não lucram tanto quanto se pensa (embora seja muito!) pois a parte de leão é o nosso governo que fica com ele!
 
Desempregados e pensionistas com mais rendimentos passam a pagar taxas na saúde

Esta é uma verdadeira medida de direita...Todos a pagar, excepto os "coitadinhos" que recebem menos que o ordenado mínimo.

Desculpem mas tenho que me rir quando afirmam que a direita tem governado o país...e que as políticas que vão sendo colocadas em prática são políticas de direita.:lmao::lol:

Sem dúvida que muita gente de esquerda deve estar a cavar a sua própria cova para esconder-se...a vergonha deve ser tanta!!!:facepalm:

Mais importante que taxar as pessoas na doença é procurar gerir melhor a saúde e evitar os desperdícios - isso é uma verdadeira política de direita, não esta pseudo-política de esquerda.
 
Desempregados e pensionistas com mais rendimentos passam a pagar taxas na saúde

Esta é uma verdadeira medida de direita...Todos a pagar, excepto os "coitadinhos" que recebem menos que o ordenado mínimo.

Desculpem mas tenho que me rir quando afirmam que a direita tem governado o país...e que as políticas que vão sendo colocadas em prática são políticas de direita.:lmao::lol:

Sem dúvida que muita gente de esquerda deve estar a cavar a sua própria cova para esconder-se...a vergonha deve ser tanta!!!:facepalm:

Mais importante que taxar as pessoas na doença é procurar gerir melhor a saúde e evitar os desperdícios - isso é uma verdadeira política de direita, não esta pseudo-política de esquerda.

Mas mesmo os "coitadinhos" que restam, não se escapam a ter de pagar na factura de electricidade uma cota parte para subsídios às renováveis, ao gás natural e até ao carvão! Há uma rúbrica na factura, denominada de "Custos de interesse geral" o que me faz lembrar (para quem teve alguma cadeira de contabilidade geral) da conta "Diversos"! Mais uma medida de esquerda, sim porque é a esquerda que está a governar!
 
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