O Estado do País

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Estado
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Agreste, não consigo compreender a irracionalidade da Esquerda.

- Esperança média de vida a rondar os 80 anos;

- Entrada cada vez mais tardia no mercado de trabalho, na classe média, sendo que entre licenciatura, mestrado e ficar em casa à espera de emprego muita gente acaba por entrar no mercado de trabalho perto dos 30 anos;

- Natalidade cada vez mais reduzida, índice de fertilidade bem abaixo de 2.1, valor necessário para haver renovação de gerações.

Vês alguma sustentabilidade? Onde? Como?
 
O maior desafio neste momento é o combate às doenças crónicas. Diabetes, cancro, hipertensão, ateroesclerose, alguns problemas ósseos são doenças que podem ser prevenidas ou retardadas através da prática de desporto, bons hábitos de sono ou alimentação equilibrada. Tendo em conta que no futuro poderemos viver, em média, até aos 85 ou 90 anos, e trabalhar até aos 70, há que garantir uma velhice com saúde e bem-estar. E a prevenção começa logo na infância.

Haverá lugar para um aumento da esperança média de vida com quase 1 milhão de diabéticos em Portugal? Sabes bem como o estado do corpo nessa condição se debilita depois dos 55 anos, particularmente a visão e as funções renais. As tábuas de vida vão começar a reflectir a degradação das nossas condições de velhice. Se antigamente tínhamos subnutrição e taxas de mortalidade infantil altas agora vamos começar a morrer bem mais cedo.

E o código contributivo da segurança social é cada vez mais uma fraude porque as actividades financeiras escapam à sua responsabilidade social. O trabalho produtivo paga, o trabalho especulativo não.
 
Faro: Viatura foi projectada para a berma contrária

Despiste violento mata uma jovem


Uma jovem faleceu na sequência de um acidente de viação na EN125 entre Olhão e Faro, na madrugada de ontem, após o automóvel onde seguia ter capotado violentamente.

Segundo as autoridades, Liliana Serra, de 30 anos, seguia no lugar do pendura no Seat Ibiza comercial da empresa de construção civil do pai do condutor, o namorado, Nuno, 32 anos.

A viatura despistou-se entre as bombas de gasolina Galp e a rotunda dos Salgados, no sentido Faro-Olhão, e embateu violentamente no separador central, tendo sido projectada para a berma da estrada do sentido contrário, capotando por várias vezes.

Segundo fontes hospitalares, a vítima mortal foi assistida no local pelo INEM e foi transportada para o Hospital de Faro, onde deu entrada politraumatizada, mas não resistiu aos ferimentos. O ferido também foi transportado para aquela unidade hospitalar, mas não chegou a ser assistido. Ainda durante a manhã, Nuno esteve no Destacamento de Trânsito de Faro, em Albufeira, mas não foi ouvido por se encontrar muito transtornado. Após ter-se queixado de dores no corpo, foi chamado o INEM e foi admitido no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, em Portimão. O casal (ela, empregada na loja Zara, na baixa de Faro, e ele, segurança de um estabelecimento nocturno, também em Faro) regressava a casa após Nuno ter saído do trabalho, apurou o Correio da Manhã. A vítima deixa uma filha menor.

Segundo dados fornecidos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, no mês de Janeiro morreram seis pessoas nas estradas do Algarve.

Fonte: CM

Mais uma vez, a 125 levou-me uma amiga, uma colega de escola. Descansa em paz, Liliana Serra. :sad:

A 125 não é uma alternativa à A22, a 125 vai tornar-se outra vez na estrada da morte que tem sido conhecida, já foi considerada a estrada da morte da Europa, quantas mais pessoas terão que morrer na 125 para que ela seja uma estrada segura. Milhões para o TGV e as obras na 125 estão paradas, desde de 2007 anunciaram obras, estamos em 2011 e tudo continua igual. Nem quero imaginar, quando introduzirem portagens na A22 e começar a passar o transporte pesado pela 125, vamos recuar no tempo. Foi graças à A22 que a taxa de sinistralidade da 125 diminui, mas passados estes anos todos, a 125 continua a matar e vai continuar a matar. Enfim...
 
Num dos seus pertinentes comentários, o anónimo especialista de comboios que nos tem ajudado a discutir comboios e mobilidade, respondendo ao Nuno, que persistentemente questiona o fecho da linha de Leixões, tem uma resposta notável:

"O motivo principal [do fecho da linha de leixões para passageiros] parece-me ter sido as Câmaras Municipais, que no protocolo de re-abertura ... se tinham comprometido a comparticipar as obras nos apeadeiros previstos, depois terem dito que afinal não tinham dinheiro... Como da parte do Governo o interesse na linha também esmoreceu (com a saída da Ana Paula Vitorino)...".
Ora aqui está o retrato do país numa penada. Se o quisermos compor, é apenas acrescentar sobre as estradas e as scuts "Se queriam fazer as AE (que o povo também andou a exigir...) e não tendo o Estado dinheiro para as fazer, como é que estas haveriam de ser feitas?".

Esta no fundo é a versão transportes do que diz o Ministro da Agricultura sobre Alqueva: "Sejamos claros, sem apoios do Estado não há regadio que seja viável". Esta extraordinária afirmação, aliás de uma ignorância de bradar aos céus (tanto do Ministro como do jornalista que o entrevista e que chama a isto um facto incontornável) por esquecer que a maior parte do regadio do país não tem apoio do Estado e é em grande parte viável, mantendo-se há pelo menos quatrocentos anos, corresponde a uma ideia muito espalhada em quem decide sobre dinheiros públicos: é preciso fazer, o importante é encontrar a solução para fazer.

Raramente se pergunta mas fazer (com dinheiros públicos, insisto) para quê?
Se o regadio de Alqueva será sempre deficitário e não é viável sem o Estado (coisa que o movimento ambientalista diz há décadas, e que agora a KPMG vem afinal confirmar, como se lê hoje no Público), para que raio queremos nós o regadio e Alqueva? O que fizemos foi gastar uma pipa de massa num investimento, não para ter retorno, mas para continuarmos a perder valor todos os dias porque é politicamente insustentável assumir as perdas e parar a hemorragia de recursos.


O que nos torna mais ricos, produzir mais, com prejuízo, ou produzir menos, criando valor suficiente para ter lucro?


Ora toda a lógica da discussão do TGV segue as miragens anteriores: auto-estradas cujos efeitos económicos nos levariam ao Céu, Sines que nos colocaria no centro do mundo, Alqueva que libertaria o Alentejo da sua pobreza atávica e o país da sua dependência alimentar e muitos outros amanhãs que cantam, sempre com dinheiro dos outros.

Durante muitos anos os cofres do Estado tinham um limite claro e inultrapassável: o dinheiro libertado pela economia para o Estado. O problema agravou-se muito com a invenção de um sistema em que se faz agora, e os nossos filhos pagam depois, sem que os instrumentos que garantam esse pagamento sejam usados seriamente. Nada me move contra as PPP, mas tudo me move contra a manipulação das regras das PPPs que retiram o risco ao privado e o colocam no Estado, como é o caso do pagamento de rendas por disponibilidade, em vez da indexação ao tráfego.

O argumento é o de que o risco de adoptar esse modelo de pagamento é demasiado alto para o privado, o que conduziria a concursos de concessão desertos.

Bom, se assim é, é um excelente indicador de que as projecções de tráfego e económicas estão efectivamente com um problema de credibilidade.
E é fácil de explicar porquê, mesmo sendo os consultores muito bons. Tomemos um exemplo clássico: a contabilização das horas poupadas, que são um dos benefícios económicos sistematicamente usados nestes estudos.
Em primeiro lugar, se o tráfego for menor, também o número de horas poupadas é menor. Mas a objecção de fundo não é essa. A objecção de fundo é o pressuposto de que essas horas poupadas serão usadas a produzir riqueza, sendo por isso contabilizadas do lado dos benefícios económicos. Mas se o passageiro do TGV resolver usar as horas poupadas numa grande farra com a amante espanhola, não só não produz riqueza, como ainda vai acentuar os desequilíbrios económicos, sobretudo se usar champagne francês em vez de um raposeira super bruto, aliás bastante catita.

Para mim isto é tipicamente economia voodoo, mas eu não sou economista, sou simplesmente um pagante, coisa menor, como se sabe.
Não digo que muito deste investimento público não devesse ser feito e não tenha efeitos positivos, o que me parece é que seria preciso discutir um bocadinho mais.

Do que já consegui fazer download do estudo da alta velocidade há coisas que me parecem que poderiam ser afinadas. O anónimo especialista de comboios dizia que não havia previsões para agora, porque o projecto só entraria em operação em 2013, mas essa é uma afirmação imprecisa, um dos cenários é exactamente o de 2010. Onde já se verificam alguns desvios em relação à realidade (num dos casos, até favorável ao comboio, porque se afirma que entre Aveiro e Salamanca existiria uma auto-estrada sem pagamento (esta ideia de que as coisas pagas pelo Estado não são pagas, a mim faz-me muito confusão, portanto vou corrigir), sem portagem, o que passou a não ser verdade, como se sabe).

Do mesmo modo acho extraordinário que nas explicações sobre Leixões não existam os conselhos de administração da REFER e da CP, as explicações falam de decisões de presidentes de câmara e secretárias de estado, como se fosse função de políticos decidirem da abertura ou fecho de linhas.
O resultado é esta miserável maneira de tratar o dinheiro dos contribuintes, gastando dinheiro a levantar carris na Lousã, para depois dizer que afinal não se vai fazer o previsto, ou abrir uma linha que não serve para nada sem se fazerem investimentos complementares que afinal não se vão fazer, porque nada disso corresponde a estratégias empresariais claras, que os conselhos de administração defendem nas assembleias gerais de accionistas, mas sim aos humores do político do momento, que interfere permanentemente na gestão das empresas, onde os funcionários se sentem como baratas tontas a fazer hoje o que desfarão amanhã e onde os clientes não sabem o que esperar hoje das promessas de ontem.

Que CP e Refer tenham déficits gigantescos nestas circunstâncias não admira, o que admira é que ainda assim continuem a funcionar razoavelmente.
E entretanto, nestas brincadeiras em que os conselhos de administração destas empresas se deixam arrastar, sem grandeza mas com muito proveito próprio, foram gastos milhões de euros dos contribuintes (nunca é de mais lembrar, onde se incluem os impostos pagos pelos pescadores de rabo de peixe).


Blog Ambio
 

O que nos torna mais ricos, produzir mais, com prejuízo, ou produzir menos, criando valor suficiente para ter lucro?

A mais interessante das propagandas é desconstrução da obra pública numa lógica simples de uma tabela de custo/benefício...

a maior parte do regadio do país não tem apoio do Estado e é em grande parte viável, mantendo-se há pelo menos quatrocentos anos

O tipo que escreve isto é idiota, desconhece a importância da regulação do acesso à água na agro-industria e tem uma ideia da coisa assim parecida com as hortas urbanas de Lisboa. Ocupação do país e desertificação nunca existiram nos cadernos da escola.

Nada neste país é rentável sem a presença do Estado, mas como no fundo desprezam a constituição da República Portuguesa onde vivem, são os mesmos que na mesma linha desconstrutiva apoiam o abandono de todos os serviços públicos de saúde, educação, transporte, correios e policiamento, deixando muitos concidadãos em zonas mais remotas do país sem qualquer representatividade pública. Se não é rentável, fecha!
 
Nada neste país é rentável sem a presença do Estado, mas como no fundo desprezam a constituição da República Portuguesa onde vivem, são os mesmos que na mesma linha desconstrutiva apoiam o abandono de todos os serviços públicos de saúde, educação, transporte, correios e policiamento, deixando muitos concidadãos em zonas mais remotas do país sem qualquer representatividade pública. Se não é rentável, fecha!

Isso é mentira, o estado em Portugal nunca soube lidar com os verdadeiros problemas do pais...e mais, foi o estado o grande responsavel pela degeneração do nosso patrimonio e da nossa produtividade.

Nos tempos idos em que a influencia do governo afectava com menos importancia as regiões do interior, as pessoas que viviam nessas zonas eram quem tinha a responsabilidade não só pelas terras/campos como pelas aldeias
e pelas infraestruturas...as pessoas há 20 ou 30 anos atras tinham um sentimento de pertença muito maior pelos seus bens...as aldeias eram geridas pelos aldeãos, e cada um tinha as suas responsabilidades...desde limpar as ruas, arrajar os jardins, racionar a agua, tratar das estações dos comboios e mesmo das estações meteorologicas do IM, muitas vezes mantidas por pessoas "importantes" das vilas.

Com o estado a infiltrar-se em todo este mecanismo harmonico, o estado retirou ás pessoas o sentimento de pertença que tinham pelas suas coisas..e no fundo pelas suas terras...

Um exemplo..
Na Lagoa de Santo André, os pescadores que dantes geriam todas as actividades piscatorias e de caça na lagoa deixaram de o fazer...e o tornar da lagoa numa reserva natural impedio-os de continuar a exercer as suas profissões...desapareceram as barracas tipicas, as vendas de peixe...desapareceu o patrimonio que havia e os homens sem nada para fazer viraram trolhas...ou bebedos...é o que dá a intrusão excessiva do governo na vida das pessoas!

Se eu acho bem que haja limites á pesca? Acho, se eu acho bem que se faça uma reserva natural? Acho!
Mas fazer essas alterações sem arranjar um way-out para os pescadores e as pessoas que dependiam da lagoa, demontra uma falta de noção do governo perante as pessoas, que trata apenas como numeros..peças num jogo aleatorio com o proposito de se ganhar dinheiro á custa de quem sofre e trabalha!

Eu não sou anarca, mas defendo que as pessoas teem de ter o direito á sua vida, devem ter o direito de terem as suas terras e as suas preces sem que ninguem lhes ande a chatear e a implicar com leis absurdas e demagogicas...mas claro que tambem há que se ter sempre a noção que a minha liberdade acaba onde a do outro começa.
 
A minha família nunca recebeu um cêntimo de subsídios agrícolas, e no entanto nunca abandonou as propriedades, continua a explorar. Fomos um dos primeiros pomares a ter sistema de rega gota a gota, e a ter algumas variedades, vindas de Espanha. Não há grandes lucros, nalguns anos mal dá para as despesas, mas nunca precisámos do Estado para nada. O que queremos é menos Estado, menor carga fiscal, menos burocracia e um mercado com uma concorrência mais justa.
 
Na Lagoa de Santo André, os pescadores que dantes geriam todas as actividades piscatorias e de caça na lagoa deixaram de o fazer...e o tornar da lagoa numa reserva natural impedio-os de continuar a exercer as suas profissões...desapareceram as barracas tipicas, as vendas de peixe...desapareceu o patrimonio que havia e os homens sem nada para fazer viraram trolhas...ou bebedos...é o que dá a intrusão excessiva do governo na vida das pessoas!

E como se organizava essa pesca livre entre pescadores livres? Cada um colhia o que podia? Havia defeso? A pesca nunca falhava?

Na Costa Vicentina havia um "descanso" na apanha do percebe mas era apenas cumprida pelos locais. Quem vinha de fora apanhava o que queria porque no prato valia mais de 40 euros e portanto à bandalheira segui-se o saque e a enorme perda de qualidade do produto.

Chegou o Estado e organizou um sistema de licenças limitadas e com fiscalização pesada para os infractores. Separou-se a pesca lúdica da profissional e calendarizaram-se paragens para todos. Além disso identificaram-se locais próprios para apanhar percebes interditando zonas específicas de reprodução da espécie.
 
...
É isto o socialismo...Um batalhão de pessoas instaladas cheias de privilégios e garantias sociais a gastar fortunas do Estado para distribuir umas migalhas pelos pobres....


Não Vince.... isso não é o socialismo.
Isso? Isso é o PS que é igual ao PSD e igual ao CDS.
Isso? é o poder que temos tido nas últimas 3 décadas .
O poder instituído.
E não cabe pela cabeça de nenhum bem pensante ,aproveitar o nome do partido que ocasionalmente está no poder , distinguindo-o pela negativa face aos restantes 2 outros partidos .
Então terá que dizer : isto é o socialismo, a social democracia e a democracia cristã que temos (tido)...
Ou entra pelo populismo bacoco......
O Socialismo é outra coisa . Muito diferente.
E acho até, que o Vince sabe-o bem...
 
E como se organizava essa pesca livre entre pescadores livres? Cada um colhia o que podia? Havia defeso? A pesca nunca falhava?

Na Costa Vicentina havia um "descanso" na apanha do percebe mas era apenas cumprida pelos locais. Quem vinha de fora apanhava o que queria porque no prato valia mais de 40 euros e portanto à bandalheira segui-se o saque e a enorme perda de qualidade do produto.

Chegou o Estado e organizou um sistema de licenças limitadas e com fiscalização pesada para os infractores. Separou-se a pesca lúdica da profissional e calendarizaram-se paragens para todos. Além disso identificaram-se locais próprios para apanhar percebes interditando zonas específicas de reprodução da espécie.

Lógicamente que havia uma organização...até porque os pescadores tinham a responsabilidade de tomar conta da lagoa da qual se extraia parte das enguias de maior qualidade do pais!
A lagoa era ( e é) aberta ao mar pelas mares de equinocio em Março, estava aberta até que naturalmente fechasse, e todo o peixe que entrasse era deixado em paz a crescer até que pelo Outono se iniciava a pesca...

Todo o ciclo anual era um ritual de interacção pacifica entre as pessoas e o meio ambiente...hoje apesar da reserva natural...as ribeiras estão poluidas e querem fazer urbanizações ( ao que parece sem grandes estudos de impacto ambiental ou até mesmo de mercado...ridiculo!).

A nivel historico a lagoa foi colonizada por familias vindas da região de aveiro...familias essas que viviam da pesca, e que se intslaram devido á abundancia de peixe na lagoa e no mar.
Á medida que a pesca ia sendo introduzida as varzeas deixaram de ser cultivadas com arroz, pois este condicionava a qualidade da agua da lagoa..
Pode-se dizer que foram as pessoas que sempre tiveram em conta a preservação da lagoa e das suas culturas...e nunca o governo as ajudou..alias...quase toda a intervenção feita pelas "entidades superiores" foi nefasta, em grande parte pela falta de conhecimento sobre todo o ambiente social/cultural e natural da região.
 
Pois, isto para mim também nada tem de socialismo ... :lmao:

Bancos mantêm lucros e pagam menos impostos

As quatro maiores instituições da banca portuguesa lucraram cerca de 3,9 milhões de euros por dia em 2010, mas acabaram por pagar menos impostos do que no ano anterior, referem artigos publicados em vários títulos da imprensa diária esta quarta-feira. Apesar de registarem 1,4 mil milhões de euros de lucro, quase o mesmo que em 2009, os bancos Espirito Santo, Santander Totta, BPI e Milleniumbcp pagaram menos 168,8 milhões de euros em impostos, diz o Diário de Notícias.
Em 2009, os quatro maiores bancos privados tiveram encargos fiscais no valor de 306,8 milhões de euros, nota por seu lado o Correio da Manhã. Já o Diário Económico, refere que o valor pago em impostos caiu mais do que o resultado operacional. O sector acabou por pagar uma taxa efectiva média de 16,45%.
O decréscimo no volume global de impostos pagos ao Estado decorre da cada vez maior actividade internacional, de benefícios obtidos com créditos fiscais e, ainda, devido a um reforço de reservas para provisionar riscos de empréstimos. No ano passado, os cinco maiores bancos a operar em Portugal - CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta - lucraram, em conjunto, menos 0,3% do que em 2009. Apesar desta quase estagnação, pagaram menos 115 milhões de euros em impostos, um recuo de 23%, segundo as contas do Económico.

Fonte: DinheiroDigital

O problema é que estariamos bem piores se fossemos governados por partidos mais à esquerda :sad:
 
Esta discussão dos genéricos está bem enviesada. O princípio activo não é tudo num medicamento, também há excipientes dos quais pode depender a eficácia e biodisponibilidade do mesmo. Segundo professores meus há genéricos que são expelidos nas fezes dos doentes, e até há um genérico que não tem eficácia comprovada cientificamente. Esta batalha entre farmacêuticos e médicos é absurda e seria importante que a verdade científica, exposta em estudos independentes e sujeitos a peer-review prevalecesse sobre a politiquice e a interesses económicos.
 
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Segundo o CM, desde que a lei da interrupção voluntária de gravidez entrou em vigor em Julho de 2007, foram realizados mais de 63 mil abortos que custaram cerca de 100 milhões de euros por causa dos "subsídios sociais" e das "despesas com deslocações" das abortadeiras. Isto porque estas queridas, contrariamente às restantes trabalhadoras, recebem 100% do subsídio social ao passo que uma mãe que se encontra de baixa para dar assistência à prol fica-se pelos 65% da remuneração. Sei que é politicamente incorrecto dizer isto mas em Portugal parece que o crime compensa.

Portugal dos Pequeninos
 
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