Mário Barros
Furacão
Saiba o que muda com o programa de governo
São coisas simples que realmente interessam. O documento entregue na Assembleia da República aponta linhas de rumo, traça medidas estratégicas, mas também fala de pequenas coisas que podem realmente mudar a sua vida.
- A taxa de IVA aplicada a vários produtos deverá subir já em julho
- O IRS e IRC vão ser simplificados (menos escalões)
- As deduções e isenções ao nível do IRS e do IRC serão reduzidas
- As pequenas empresas só vão pagar IVA quando receberem dos clientes
- As obras de reabilitação urbana vão ter processos de licenciamento simplificados
- O Imposto Municipal sobre Imóveis será agravado para as casas e edifícios devolutos
- As despesas de reparação de edifícios poderão ser deduzidas nos rendimentos prediais
- As pensões mínimas serão atualizadas ao nível da inflação
- O regime do Rendimento Social de Inserção será revisto para ser encarado como um apoio transitório
- A gestão da água e dos resíduos será aberta ao setor privado (e as tarifas revistas)
- As datas de alguns feriados poderão ser alteradas para diminuir as pontes
- O Estado passará a poder proceder a rescisões por mútuo acordo
- As novas contratações de funcionários públicos serão restringidos e a mobilidade incentivada
- As remunerações dos gestores públicos serão limitadas
- Os privilégios injustificados nas empresas públicas têm fim à vista
- A TAP deverá ser totalmente alienada
- O novo aeroporto de Alcochete será reavaliado
- A ligação por TGV de Lisboa a Madrid é abandonada
- O modelo de privatização dos CTT, e a sua efetiva concretização, está previsto
- A natalidade será incentivada com benefícios fiscais às famílias com mais de dois filhos
- A presença e visibilidade de forças policiais será aumentada
- Os grupos privados vão poder operar ao níveis dos centros de Saúde
- Os utentes vão poder escolher os seus médicos de família
Visão

A única coisa que ouço sobre notícias regionais aqui no continente, é nas notícias do Atlântico que dá num canal pago (RTP-N). Então a imprensa escrita não se fala, conto pelos dedos de uma mão quantas vezes um estudo sobre qualquer coisa engloba os Açores e Madeira..o Correio da Manhã então é "Portugal bla bla", vou ver os gráficos, Açores e Madeira nem aparecem. (Eu sei que o Correio da Manhã não é exemplo para nada..). De resto Açores e Madeira na imprensa continental é sobre catástrofes naturais e o Alberto João Jardim quando manda a boca aos políticos do continente.
)..deve haver uma reestruturação da RTP-Açores tanto na imagem, nas infraestruturas e internamente, mas fechar?