O Estado do País

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Vou relatar-vos um caso que sucedeu este Verão.

Junto da casa dos meus pais existe uma quinta que está abandonada há mais de vinte anos. O mato nunca é limpo, e a terra não é passada por um tractor há largos anos. Tem um antigo pomar de sequeiro, com amendoeiras, alfarrobeiras, oliveiras e figueiras, mas nunca vi aqueles frutos serem apanhados, excepto em momentos ocasionais, em que os ciganos resolvem ir lá roubar umas alfarrobas.

O meu pai tentou comprar o terreno. A proprietária é uma economista natural da terra, que vive em Lisboa. Tem outras quintas na mesma situação, ao abandono. A resposta foi esta: não vendia bens, fosse por que preço fosse. Também já houve quem tentasse arrendar, mas a proprietária também negou.

A maior parte do Algarve está neste momento ao abandono. Os proprietários, na maioria dos casos, esperam eternamente pela chegada do construtor milionário que lhes dê o desejado milhão de euros pelos quinta. Outros puro e simplesmente abandonam, e não vendem nem arrendam. E ainda há imensos casos de terras e casas sem dono, porque os herdeiros nunca se entenderam (há bens imóveis que estão décadas a fio sem serem partilhados).

Ora, simultaneamente, há milhares e milhares de famílias afectadas pelo desemprego que poderiam arrendar estas terras. Nem que fosse para uma agricultura de subsistência. Uma pocilga, uns galinheiros, uns canteiros, algumas árvores de fruto e a cultura de legumes e leguminosas teria um enorme impacto no orçamento familiar dos mais pobres (mas que se praticassem rendas equilibradas, e não milionárias, como continua a ser a actual tendência).

É verdade o que vose esta a dizer, mais ha una coisa que vose esqueceu, mais lá da economía:

É UNA CUESTIAO SENTIMENTAL.

Os problemas mais dificiles de ter solusao sao os problemas sentimentais.

Esas persoas nao venden a terra por ser a terra dos pais, dos abuelos, dos pais dos abuelos, etc.....moitas geraciones.

É cando a cuestiao sentimental e afectiva esta por medio nao ha dinheiro nengumo que poda resolver.


En España acontece o mesmo en moitas areas mais en outras ja moitos venderan.

Una coisa bien estranha é que moitos dos que comprarn sao persoas do Norte de Europa, e estao a plantar olivos e naranjos e outras frutas.

No topic de "Biosfera" onde diz "trasvases sera solusao?" eu deixe uns links.

Un noruego que comprara na Andalucia 36 hectareas de terra e ten naranjos e outras frutas e vacas.

Tambén una inglesa que faz vinho en una aldeia española fronteriza con Portugal, na área de Douro internacional.


Tambén deixe o link de un portugues que fizera una empresa nos Pirineus, una empresa turística, con caes de neve, os huskys siberianos.
 
Enganas-te. Na Florida, por exemplo, é mesmo em escala. Os ricos de costa leste afluem para lá em grandes quantidades. Trata-se de um número incontável de empregos para médicos, enfermeiros, técnicos de saúde (fisioterapeutas, medicinas alternativas, etc.), e depois movimenta ainda restauração, hotelaria, golfe, comércio e outros serviços.

Recentemente soube-se que um dos maiores festivais do Reino Unido vai provavelmente terminar porque os promotores querem desviá-lo para um país do Sul da Europa, por causa das condições climáticas e das companhias de baixo custo. Duvido que venha para Portugal, mas seria uma boa oportunidade, já que o Estádio do Algarve está abandonado e tem por perto o aeroporto.

Uma fábrica de roupa pode empregar centenas de pessoas, e se estivermos a falar de alta costura são empregos bem remunerados.

No caso da agricultura biológica, por todo o país, desde a colheita, à apanha, e ao processamento em indústria alimentar também seriam muitos milhares de empregos.

E com estes sectores produtivos a funcionar, haveria mais dinheiro para gastar. Logo, mais empregos no comércio, clínicas, ginásios, hotéis, restauração...

Mas isto é uma perda de tempo. Os portugueses, na sua maioria, continuam à espera que o papá Estado lhes resolva a vidinha.

GRANDES IDEIAS:thumbsup::thumbsup::thumbsup:

Agora vamos tentar "roubarlas" e fazerlas nos:lmao::lmao::lmao:

"No caso da agricultura biológica, por todo o país, desde a colheita, à apanha, e ao processamento em indústria alimentar também seriam muitos milhares de empregos."

Como estaba a dizer eso é o que faz esta mulher inglesa en una aldeia española fronteriza con Portugal en Douro internacional, UN VINHO ECOLÓGICO........E ELA TEN PROBLEMAS POR CAUSA DE NAO ENCONTRAR PERSOAS PARA TRABALHAR, NEM EN ESPAÑA NEM EN PORTUGAL.

http://www.rtve.es/alacarta/videos/television/destino-castilla-leon-ii-charlotte/991568/

AS OUTRAS TERRAS TANTO DO LADO ESPAÑOL COMO PORTUGUES FICAN SEN TRABALHAR TOTALMENTE ABANDONADAS.
 
a escola democrática é um mito. Os ricos das zonas urbanas põem os filhos nos colégios e em explicadores. Têm o acesso garantido ao superior, pois na maior parte dos colégios a nota acima de 16 está garantida, e o explicador trata da preparação para os exames nacionais.

Quem não tem dinheiro, ou por morar no interior não tem acesso ao ensino privado, ou ainda quem não tem acesso à turma dos filhos dos «dótôres» de algumas secundárias leva com professores que não cumprem os programas e que se limitam a ensinar o básico, em turmas cheias de alunos que estão apenas a passar o tempo, sem qualquer motivação ou objectivos definidos.

Eu andei numa secundária na qual a professora de matemática deu ao longo dos três anos um terço do programa total de matemática, onde no 11.º ano havia alunos que não sabiam conjugar o verbo to be no presente, e eram alunos de nível 7 de inglês, onde um aluno com média de testes acima de 18.5 podia levar um 17 porque não «participava o suficiente», e um aluno com média de testes de 4 ou 5 levava um 9 «para não ficar desmotivado».

Esta é a realidade do ensino xuxa, do facilitismo, os alunos bons e médios que andam nas escolas públicas são prejudicados, e os preguiçosos são levados ao colo.

igualar por abajo, igualar en la mediocridad.
 
Vocês falam do sol, praia e turismo. Só vou dizer uma coisa muito simples. O Algarve reúne isso tudo, mas se alguém não fizer nada, adeus turismo e adeus receita que entra em Portugal.

Não travem a criminalidade existente na região e que este ano, têem afectado turistas estrangeiros desde de assaltos a residências, hóteis até a violações. Não travem esta imagem que o Algarve está a colocar lá fora e daqui a 2 anos no máximo não vem para cá ninguém, porque os turistas gostam do Algarve que antigamente era uma zona segura onde se podia conviver até altas horas da madrugada nunca houve estas cenas que se estão a passar este ano.

O Algarve com toda a imigração que existe cá, está a tornar-se num Brasil autêntico, onde as forças de segurança nada fazem, se um polícia mata um assaltante, o polícia é que se lixa, se o assaltante mata vai a tribunal e o juiz mete-o cá fora.

Enquanto, o Algarve não tiver segurança em condições vamos assistir à fuga dos turistas daqui.
 
Vocês falam do sol, praia e turismo. Só vou dizer uma coisa muito simples. O Algarve reúne isso tudo, mas se alguém não fizer nada, adeus turismo e adeus receita que entra em Portugal.

Não travem a criminalidade existente na região e que este ano, têem afectado turistas estrangeiros desde de assaltos a residências, hóteis até a violações. Não travem esta imagem que o Algarve está a colocar lá fora e daqui a 2 anos no máximo não vem para cá ninguém, porque os turistas gostam do Algarve que antigamente era uma zona segura onde se podia conviver até altas horas da madrugada nunca houve estas cenas que se estão a passar este ano.

O Algarve com toda a imigração que existe cá, está a tornar-se num Brasil autêntico, onde as forças de segurança nada fazem, se um polícia mata um assaltante, o polícia é que se lixa, se o assaltante mata vai a tribunal e o juiz mete-o cá fora.

Enquanto, o Algarve não tiver segurança em condições vamos assistir à fuga dos turistas daqui.

Aquí acontece o mismo.

Ao inicio do verao saltara a noticia que un mouro de marruecos andara ao hotel de dos miudas suecas (da Suecia) e tratara de asaltar e abusar de elas, con o resultado de que asesino a una de elas.

Tudos os jornais suecos estiveran a dizer a noticia de que una miuda sueca fora asesinada en España, e ainda moitos nem dizeran a nacionalidade do asesino.

En outra ocasiao una miuda de Centroeuropa que ficara aqui de Erasmus fora intentada violar por un boliviano (da Bolivia).

E mesmo a embajada de Japao esta a dizer que Madrid é una cidade moito perigrosa por os grandes robos e asaltos, cando a maioria sao de estrangeiros.

Triste.:hmm:
 
Não tenham dúvidas.

Eu sinto-me inseguro em Portugal.
É outra razão pela qual emigrei.
Noutros países europeus sinto-me tão seguro: Holanda, Áustria, Islândia.
Na Islândia toda a gente deixa os carrinhos com bebés na rua, enquanto vão almoçar dentro do restaurante. Em Viena de Áustria posso andar carregado de dinheiro às duas da manhã sem ter qualquer medo. No Porto ou Lisboa, vem sempre pessoas ter conosco e pedir dinheiro, mostrar uma faca e tentar assaltar.

Portugal está a caminhar na direcção do Brasil. É triste. Cidades grandes do pior planeamento urbano que existe na Europa, sem zonas de lazer, falta de pessoas na rua à noite, e falta de transportes nocturnos, bairros, pobreza e crise, drogas, falta de polícia ou polícia ineficaz, tudo gera um clima de insegurança e criminalidade.




Aquí acontece o mismo.

Ao inicio do verao saltara a noticia que un mouro de marruecos andara ao hotel de dos miudas suecas (da Suecia) e tratara de asaltar e abusar de elas, con o resultado de que asesino a una de elas.

Tudos os jornais suecos estiveran a dizer a noticia de que una miuda sueca fora asesinada en España, e ainda moitos nem dizeran a nacionalidade do asesino.

En outra ocasiao una miuda de Centroeuropa que ficara aqui de Erasmus fora intentada violar por un boliviano (da Bolivia).

E mesmo a embajada de Japao esta a dizer que Madrid é una cidade moito perigrosa por os grandes robos e asaltos, cando a maioria sao de estrangeiros.

Triste.:hmm:
 
Concordo! A paranóia da ASAE, só trouxe problemas. Fez-me sentir anti-europeu quando dantes era pela União Europeia. Tudo porque nos querem impingir estas regras duras ao comércio tradicional, local e pequeno.

Não vejo mal em apreenderem dvds gravados nas feiras, mas estarem a apreender os pasteis, ou as chouriças, acho um crime contra a economia e contra o povo. Tudo em nome da "segurança" alimentar. É treta e é triste.

Eu sinceramente acho que a economia paralela em Portugal já não é significativa, e aquela faixa que existe sempre em qualquer país, 15-25%, qualquer coisa por aí, nunca dá para baixar muito, e quando entras a matar nessa faixa nem é bom sinal, a coisa até funciona ao contrário, resulta em mais desemprego e encargos para o Estado.
Julgo até que em Portugal isso tem sucedido, falamos de milhares de pessoas que se vão (ou iam) safando, desde o Manel na aldeia que se ia entretendo no seu pequeno Café, ou a Maria da mercearia que vendia de forma informal os legumes e frutas colhidas na região, a Tia Rosa que fazia uns rissóis deliciosos para vender numa tasca, o Zé que vai arranjando uns móveis e fazendo uns biscates, etc,etc. Coisas como a ASAE e a legislação que a suporta tem desmantelado muitas coisas destas, e o resultado prático foi meter no desemprego milhares e milhares de pessoas que até aí lá se iam "safando" e agora tornaram-se dependentes do tal "Estado social"...

Como o Dan referiu, se queremos chegar ao ponto de controlar tudo e todos, basicamente precisaríamos de um polícia ou fiscal em cada esquina, e isso já seria sintoma de um Estado totalitário. Para lá caminhamos...
 
Não tenham dúvidas.

Eu sinto-me inseguro em Portugal.
É outra razão pela qual emigrei.
Noutros países europeus sinto-me tão seguro: Holanda, Áustria, Islândia.
Na Islândia toda a gente deixa os carrinhos com bebés na rua, enquanto vão almoçar dentro do restaurante. Em Viena de Áustria posso andar carregado de dinheiro às duas da manhã sem ter qualquer medo. No Porto ou Lisboa, vem sempre pessoas ter conosco e pedir dinheiro, mostrar uma faca e tentar assaltar.

Na Áustria/Salzburg, os agricultores deixam à beira da estrada das suas propriedades abóboras, e outras colheitas, junto a uma caixa com uma placa "leve o que precisar, deixe o dinheiro que achar que vale"! Aqui em Portugal isso seria impensável, além de roubar o que lá houvesse, levavam o dinheiro e ainda escreviam na placa qualquer parvoice!! :)

A ASAE não deve punir quem vende aperitivos/petiscos caseiros, é um crime contra a cultura portuguesa, os nossos valores e tradições!
 
Na Áustria/Salzburg, os agricultores deixam à beira da estrada das suas propriedades abóboras, e outras colheitas, junto a uma caixa com uma placa "leve o que precisar, deixe o dinheiro que achar que vale"! Aqui em Portugal isso seria impensável, além de roubar o que lá houvesse, levavam o dinheiro e ainda escreviam na placa qualquer parvoice!! :)

A ASAE não deve punir quem vende aperitivos/petiscos caseiros, é um crime contra a cultura portuguesa, os nossos valores e tradições!

:shocking:

Desconhecia tal facto, que brutalidade.
 
Na Áustria/Salzburg, os agricultores deixam à beira da estrada das suas propriedades abóboras, e outras colheitas, junto a uma caixa com uma placa "leve o que precisar, deixe o dinheiro que achar que vale"! Aqui em Portugal isso seria impensável, além de roubar o que lá houvesse, levavam o dinheiro e ainda escreviam na placa qualquer parvoice!! :)

A ASAE não deve punir quem vende aperitivos/petiscos caseiros, é um crime contra a cultura portuguesa, os nossos valores e tradições!

A ASAE tem a mesma finalidade que o SIS e o SIED e a PIDE, é uma policia politica do estado com estrutura para-militar e que goza de grande autonomia... e para quê? Para chatear quem trabalhar, espiar, caça à multa e comer subornos nos mais variados sítios.
 
Não tenham dúvidas.

Eu sinto-me inseguro em Portugal.
É outra razão pela qual emigrei.
Noutros países europeus sinto-me tão seguro: Holanda, Áustria, Islândia.
Na Islândia toda a gente deixa os carrinhos com bebés na rua, enquanto vão almoçar dentro do restaurante. Em Viena de Áustria posso andar carregado de dinheiro às duas da manhã sem ter qualquer medo. No Porto ou Lisboa, vem sempre pessoas ter conosco e pedir dinheiro, mostrar uma faca e tentar assaltar.

Portugal está a caminhar na direcção do Brasil. É triste. Cidades grandes do pior planeamento urbano que existe na Europa, sem zonas de lazer, falta de pessoas na rua à noite, e falta de transportes nocturnos, bairros, pobreza e crise, drogas, falta de polícia ou polícia ineficaz, tudo gera um clima de insegurança e criminalidade.

Islandia sim, pois sao poucas persoas e acho que tudos casi se conhecen ou sao familia.

Austria tamben, mais ja outras naçoes.........

Holanda ha areas que nao sao moito seguras, Bruselas (Bélgica) por a noite nao e moito segura, París ha areas que eu nao iria nem na hora con mais luz do día. Londres por áreas é peligroso.

Mais sim, ha areas que vao caminho de o peor de Brasil, mais nao só en Portugal, mesmo que en Brasil acho que ha areas moito boas como o Sul.
 
Islandia sim, pois sao poucas persoas e acho que tudos casi se conhecen ou sao familia.

Os irlandeses SÃO família! Nem que sejam primos em 20o Grau! :) Vi uma reportagem há uns anos na tv, todos eles são oriundos principalmente da Dinamarca há séculos atrás, e todos eles compartem herança genética de umas poucas famílias originais, que séculos depois de "combinação" podem ser considerados como primos afastados uns dos outros!
 
Soares dos Santos: "O dinheiro que pago de impostos foi mal gerido. Considero que fui roubado"
O presidente da Jerónimo Martins compreende porque é que ainda não há cortes na despesa por parte do Governo. Em entrevista à SIC, criticou ainda a forma como os portugueses enfrentam o trabalho e disse que teve ofertas de postos de trabalho que não foram ocupadas.

“Eu já pago mais impostos”. Foi assim que Alexandre Soares dos Santos respondeu à pergunta do jornalista Mário Crespo sobre se estaria disponível para uma maior carga fiscal.

O “chairman” da Jerónimo Martins assegurou que não se importa de pagar os impostos que considera “justos”. Mas disse que este dinheiro foi “mal gerido” nos últimos anos.

“Considero que fui roubado”, declarou Soares dos Santos. “Quando pagamos impostos, pretendemos retorno”, falando em melhores escolas e em melhor saúde. “Não me deram nada”, considerou numa entrevista à SIC Notícias.

O segundo homem mais rico de Portugal para a revista “Exame” afirmou que a população portuguesa tem de compreender que “tem de trabalhar”. “Não ouço ninguém a dizer porque é que não se trabalha mais horas”, indicou.

Por exemplo, Soares dos Santos disse que, na abertura de uma loja no Algarve tinha 29 postos de trabalho e apenas quatro foram ocupados. Da mesma forma, disse que, no Algarve, os funcionários falham ao trabalho vários dias por mês.

Soares dos Santos percebe porque é que ainda não há corte de despesa

“Quando Teixeira dos Santos chamou o FMI, ele já não tinha dinheiro em casa”, comentou o dono dos supermercados Pingo Doce. E depois vieram eleições, para as quais o Governo não estava preparado por não ter conhecimento da máquina do Estado.

“A única coisa que pode fazer é aumentar receitas” para “obedecer às exigências do credor”, disse Soares dos Santos. O corte de despesas é um “processo difícil”, é preciso saber o que cortar, onde cortar.

Por sua vez, o presidente da Jerónimo Martins assegurou que a banca faz parte do actual problema, já que não tem assegurado o financiamento do fundo de maneio. Disse mesmo que a empresa já perdeu “mais de 21 fornecedores”. “O problema da banca é um problema urgente”, defendeu.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=505183

Concordo em pleno, eu já defendia isto quando se falou da questão dos "ricos" franceses quererem pagar mais impostos.
 
Na Áustria/Salzburg, os agricultores deixam à beira da estrada das suas propriedades abóboras, e outras colheitas, junto a uma caixa com uma placa "leve o que precisar, deixe o dinheiro que achar que vale"! Aqui em Portugal isso seria impensável, além de roubar o que lá houvesse, levavam o dinheiro e ainda escreviam na placa qualquer parvoice!! :)

Curioso, no Brasil falam assim de Portugal ... :lmao: Por acaso vários turistas que nos visitam (pelo menos aqui pelo interior) ficam com essa impressão de Portugal.
 
Curioso, no Brasil falam assim de Portugal ... :lmao: Por acaso vários turistas que nos visitam (pelo menos aqui pelo interior) ficam com essa impressão de Portugal.

Sim o interior é muito diferente do litoral, ainda existe um espírito de partilha que vem de outros tempos.
 
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