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E a malta de lisboa que é super confiada, parece ao andar que não vêm pessoas. Para um Madeirense em Lisboa e sem mapa heys uma grande aventura lololol
Cheguei pela primeira vez ao Porto numa noite de São João até dizeram qual a camionete e onde apanhar...
 
O JM de sempre. Uma empresa sem qualquer actividade industrial, um intermediário banal, um vendedor de esquina que paga mal e não cumpre o código de trabalho. Acumula acções em tribunal na Polónia e em Portugal falta ao respeito àqueles a quem acusa de não quererem trabalhar nomeadamente os seus funcionários e agora também os desempregados. Recusa dizer quanto paga por mês e aquilo que um empregado das suas lojas é obrigado a fazer, mas já sabemos que os empregados lhe roubam a comida do armazém porque têm fome. Tempo de antena para este sujeito bafiento nunca falta, os Simpsons Portugueses não podiam viver sem ele porque é o mais poderoso e o mais bem sucedido analfabeto da velha guarda. Pode ser que um Obiang qualquer convide este espertalhão para abrir supermercados na Guiné Equatorial. O Paco "El Pocero" já anda por lá e os indígenas são membros observadores da CPLP!

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O JM de sempre. Uma empresa sem qualquer actividade industrial, um intermediário banal, um vendedor de esquina que paga mal e não cumpre o código de trabalho. Acumula acções em tribunal na Polónia e em Portugal falta ao respeito àqueles a quem acusa de não quererem trabalhar nomeadamente os seus funcionários e agora também os desempregados. Recusa dizer quanto paga por mês e aquilo que um empregado das suas lojas é obrigado a fazer, mas já sabemos que os empregados lhe roubam a comida do armazém porque têm fome. Tempo de antena para este sujeito bafiento nunca falta, os Simpsons Portugueses não podiam viver sem ele porque é o mais poderoso e o mais bem sucedido analfabeto da velha guarda. Pode ser que um Obiang qualquer convide este espertalhão para abrir supermercados na Guiné Equatorial. O Paco "El Pocero" já anda por lá e os indígenas são membros observadores da CPLP!

Alguns realmente não conseguem lidar com o sucesso empresarial de outros.

Felizmente conheço muita gente satisfeita por trabalhar no grupo JM. Gente que não se queixa do salário, que tem gosto de trabalhar em equipas com óptimo ambiente e alguns ainda beneficiam de apoios que provavelmente outras empresas não darão...

Mas estes ódios direccionados que se vêem de alguma esquerda já podem ser considerados "normais".
 
Ora aqui está uma coisa que espero venha a ter bons resultados no resto do país. Pena que não desapareçam todas as juntas de freguesia urbanas de Faro. São 3 e podia ser apenas 1.

«A reforma administrativa definida pelo Governo estabelece também a extinção de todas as juntas de freguesia com um número de eleitores inferior a 1 000, mas este valor tem como factor de ponderação a distância existente entre essa freguesia rural e a sede de concelho: quanto maior for a distância, menor é o número de eleitores exigidos para se manter a existência daquela estrutura político-administrativa. Neste particular, não deverá haver extinções de juntas de freguesia rurais no Algarve.»
 
Sucesso empresarial numa empresa que não produz nada. :lol:

E o que é uma empresa que produz? talvez uma das saídas das famosas nacionalizações do proletariado, uma Sorefame, uma CUF, uma Siderurgia, uma CP.. tudo empresas de grande sucesso, perfeito exemplo do magnifico estado providência e empregador. Aliás, nem sei porque não nacionalizamos já a Jerónimo Martins.
 
E o que é uma empresa que produz? talvez uma das saídas das famosas nacionalizações do proletariado, uma Sorefame, uma CUF, uma Siderurgia, uma CP.. tudo empresas de grande sucesso, perfeito exemplo do magnifico estado providência e empregador. Aliás, nem sei porque não nacionalizamos já a Jerónimo Martins.

A JM não tem qualquer estrutura industrial. Não cultiva, não processa, não transforma, não altera aquilo que vende. Armazena, distribui e cobra como qualquer intermediário. Não serve para nada.

O serviços públicos fazem coisas que nenhum privado fará. Mas teremos oportunidade de experimentar agora neste capítulo virtuoso de neoliberalidades quando todas essas empresas desaparecerem. Vamos ver quantos privados se chegam à frente.
 
A JM não tem qualquer estrutura industrial. Não cultiva, não processa, não transforma, não altera aquilo que vende. Armazena, distribui e cobra como qualquer intermediário. Não serve para nada.

O serviços públicos fazem coisas que nenhum privado fará. Mas teremos oportunidade de experimentar agora neste capítulo virtuoso de neoliberalidades quando todas essas empresas desaparecerem. Vamos ver quantos privados se chegam à frente.

Portanto, uma empresa só o é quando têm componente industrial. nem sei o que dizer... sabe que estamos em 2011 e não no século XIX de Marx?

Que fazem os serviços/empresas públicas para além de endividar e corrupção?
 
E o que é uma empresa que produz? talvez uma das saídas das famosas nacionalizações do proletariado, uma Sorefame, uma CUF, uma Siderurgia, uma CP.. tudo empresas de grande sucesso, perfeito exemplo do magnifico estado providência e empregador. Aliás, nem sei porque não nacionalizamos já a Jerónimo Martins.

:thumbsup:
 
É só para fomentar o crescimento da divida e da corrupção, creio que é bem o que precissamos. Até porque Sonae e LIDL não são concorrência forte.
Não é Agreste, nacionalizar aquilo e é já!!!
 
Até nem pode ser o caso desta, mas muitas empresas com o dinheiro que o estado já lá meteu e com a dependencia que têm do estado, estão mais que nacionalizadas....

A isso se chama Socialismo e corrupção e olha que há bastantes empresas nesses moldes é uma vergonha.
 
Portugal nunca teve uma verdadeira sociedade civil, capitalismo puro e duro ou mercado concorrencial ao estilo anglo-saxónico, nem nos tempos do liberalismo do século XIX, em que os observadores internacionais diziam que Portugal era ainda mais liberal que a protestante Suécia!

Aqui a iniciativa dos desígnios nacionais é sempre política, não parte da sociedade ou de empresários. Quem deu projecção ao Algarve como destino turístico internacional nos anos 60? O Estado Novo. Quem esteve por detrás da conversão de Monte Gordo em destino de sol e mar? O Estado Novo. Quem se lembrou de acabar paulatinamente com a agricultura, pescas e indústrias tradicionais para termos função pública ou centros comerciais? Os governos de Cavaco Silva e António Guterres. Quem teve a iniciativa de modernizar a Universidade de Coimbra? O Marquês de Pombal. E muitos, muitos mais exemplos poderia mencionar.

Vejam como surgiram as grandes empresas e as grandes marcas internacionais, partem sempre da iniciativa individual de alguém ou de um grupo de pessoas, emergem na sociedade civil.
 
Não sei se muitos leitores têm noção dos apoios que as grandes superfícies têm.

Primeiro, o projecto aparece com a promessa de milhares de postos de trabalho. O presidente da câmara vem logo anunciar pomposamente o novo investimento milagroso. O projecto é rapidamente aprovado, em nome do emprego e do desenvolvimento local, quando um pequeno ou um médio empresário tem por vezes de esperar anos pela aprovação dos seus projectos. Mas os benefícios não se ficam por aqui. Para a instalação das grandes superfícies, há por vezes cedências de terrenos a baixo custo, e até benefícios fiscais. Mais uma vez, em nome do emprego.

Mas o lado negro do conto de fadas nunca é mencionado pela comunicação social. Simultanemamente à abertura das grandes superfícies, um número incalculável de empregos desaparece do comércio tradicional. Para além disso, enquanto que no comércio tradicional os lucros da actividade são distribuídos por várias famílias, nas grandes superfícies os lucros ficam concentrados numa minoria de grandes empresários que dominam o sector. Mais. A decadência do comércio tradicional tem motivado o despovoamento dos centros urbanos, um caso único a nível europeu. E a relação qualidade/preço, não raras vezes, beneficia o comércio tradicional.
 
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