O Estado do País

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Já se sabe o que espera daqui a umas décadas, não há pensões para ninguém.

Eu não conto com mais que uma reforma de sobrevivência, e em breve serei médico, conto apenas com o dinheiro que poupar na vida activa e com os bens de família, que se chegarem de pé até lá, ainda servirão para arrendar a alguém e dar uns extras para ajudar futuros netos e pagar algumas viagens :D
 
Eu não conto com mais que uma reforma de sobrevivência, e em breve serei médico, conto apenas com o dinheiro que poupar na vida activa e com os bens de família, que se chegarem de pé até lá, ainda servirão para arrendar a alguém e dar uns extras para ajudar futuros netos e pagar algumas viagens :D

E fazer um PPR ? Aliás isso está no memorando da troika, incentivar a que as pessoas façam PPR's.
 
E fazer um PPR ? Aliás isso está no memorando da troika, incentivar a que as pessoas façam PPR's.

Já li opiniões de economistas que não recomendam PPR's, acho que o melhor é tentarmos dispersar um pouco, por um lado algum dinheiro para render juros, e usar em caso de urgência (operação no privado, por exemplo), por outro ter algumas rendas (apartamentos, lojas, restaurantes), PPR poderá também ser uma opção, há também quem recomende outras coisas como acções ou ouro, mas no cenário actual as acções não são uma boa opção, especialmente para amadores como eu. Cada um terá de se organizar de acordo com o património que irá mais tarde herdar da família e com os rendimentos que tiver ao longo da vida activa, e quanto mais cedo melhor, e quando digo cedo digo logo a partir da adolescência, temos de ser como os nórdicos e começar a ter cultura financeira logo a partir dos 12/13 anos.
 
Eu não conto com mais que uma reforma de sobrevivência, e em breve serei médico, conto apenas com o dinheiro que poupar na vida activa e com os bens de família, que se chegarem de pé até lá, ainda servirão para arrendar a alguém e dar uns extras para ajudar futuros netos e pagar algumas viagens :D

Infelizmente nem todos conseguem ter vencimentos que os permitam reter uma parte dos rendimentos para poupança. Noutros casos em que sofrem de desemprego de longa duração, são obrigados a gastar as poupanças para lidarem com as despesas domésticas (uma situação que por exemplo se agrava nos EUA).

Na minha opinião o sistema actual de pensões deveria ser alterado em virtude do grande aumento de pensões mais elevadas e torna-se-à insustentável a médio prazo.

Seria algo como:

Rendimentos mensais brutos até 1000€ - Obrigatório desconto mínimo 70% para SS e 30% para privados;

Rendimentos mensais brutos de 1001€ a 3000€ - Obrigatório desconto mínimo 60% para SS e 40% para privados;

Rendimentos mensais brutos superiores a 3000€ - Obrigatório desconto mínimo 50% para SS e 50% para privados;

Além de reduzir drasticamente o peso das pensões na SS e assim diminuir uma possível recapitalização da mesma por parte do Estado em caso de défice financeiro, protegia em parte as pensões mais baixas e possivelmente aumentaria a cultura de poupança.
 
E fazer um PPR ? Aliás isso está no memorando da troika, incentivar a que as pessoas façam PPR's.

Um PPR cheio de comissões que nem sequer é competitivo com um depósito a prazo de 3 meses. Eu sei o que é que a troika quer. More money into the same markets, business as usual...

Infelizmente nem todos conseguem ter vencimentos que os permitam reter uma parte dos rendimentos para poupança. Noutros casos em que sofrem de desemprego de longa duração, são obrigados a gastar as poupanças para lidarem com as despesas domésticas (uma situação que por exemplo se agrava nos EUA).

Na minha opinião o sistema actual de pensões deveria ser alterado em virtude do grande aumento de pensões mais elevadas e torna-se-à insustentável a médio prazo.

Seria algo como:

Rendimentos mensais brutos até 1000€ - Obrigatório desconto mínimo 70% para SS e 30% para privados;

Rendimentos mensais brutos de 1001€ a 3000€ - Obrigatório desconto mínimo 60% para SS e 40% para privados;

Rendimentos mensais brutos superiores a 3000€ - Obrigatório desconto mínimo 50% para SS e 50% para privados;

Além de reduzir drasticamente o peso das pensões na SS e assim diminuir uma possível recapitalização da mesma por parte do Estado em caso de défice financeiro, protegia em parte as pensões mais baixas e possivelmente aumentaria a cultura de poupança.

Pensões superiores a 2500 euros são fictícias. Refaz-se o cálculo para valores sérios e acabou o problema. Não é necessário mais do 2500 euros para ter uma vida confortável. A segurança social financia-se alterando quem contribui e como contribui.
 
Já li opiniões de economistas que não recomendam PPR's, acho que o melhor é tentarmos dispersar um pouco, por um lado algum dinheiro para render juros, e usar em caso de urgência (operação no privado, por exemplo), por outro ter algumas rendas (apartamentos, lojas, restaurantes), PPR poderá também ser uma opção, há também quem recomende outras coisas como acções ou ouro, mas no cenário actual as acções não são uma boa opção, especialmente para amadores como eu. Cada um terá de se organizar de acordo com o património que irá mais tarde herdar da família e com os rendimentos que tiver ao longo da vida activa, e quanto mais cedo melhor, e quando digo cedo digo logo a partir da adolescência, temos de ser como os nórdicos e começar a ter cultura financeira logo a partir dos 12/13 anos.

Um futuro médico com medo de operações no privado... Não és do mesmo país do que eu :)
 
A Bolsa de Lisboa é aquela que mais perde neste momento. Com 4.19% de perdas.
Seguindo a bolsa de Paris com 4.03% de perdas e de Madrid com 3.41%.

Os títulos com maiores perdas são: o BES (-7.73%), Mota-Engil (-6.79%) e a Sonae SGPS (-6.4%).

Mais um dia negro na bolsa portuguesa.
 
Parlamento da Andaluzia aprova pedido de intervenção do Governo de Espanha junto de Portugal
Portagens na A-22 rejeitadas na Andaluzia


A pretensão do Governo da República Portuguesa de impor o sistema de portagens na Via do Infante (A-22), tem levantado na vizinha Espanha alguns protestos, devido às dificuldades que se antevêem, designadamente no prosseguimento do intercâmbio existente entre os dois países irmãos, ao nível económico, turístico, social e cultural, que normalmente se estabelece através da Ponte Internacional de Ayamonte sobre o Guadiana e também com a mais recentemente inaugurada ponte de El-Granado - Pomarão, bem como no futuro pela que ainda está em contrução ligando Paymogo a San Marcos.

Nesse sentido, o Parlamento da Andaluzia, no passado dia 5 de setembro decidiu instar o Conselho de Governo regional para que por sua vez inste o Governo de Espanha no sentido de utilizar "todas as vias ao seu alcance para evitar a imposição de um sistema de portagens" na A-22, denominada Autovia do Algarve, por causar "repercussão negativa na economia da província de Huelva".

O Parlamento da Andaluzia acordou também apresentar uma queixa junto da União Europeia e decidiu propor uma "reflexão ao Governo da República de Portugal sobre a pretensão de impor esta medida num momento tão delicado para o emprego e o desenvolvimento económico, tanto em Portugal como em Espanha", solicitando que seja efectuado um estudo antes da medida ser colocada em funcionamento, para avaliação das consequências que dela advirão para a economia dos territórios afectados em Portugal e Espanha.

Fonte: Região Sul

Os espanhóis revoltam-se e agem, enquanto os portugueses deitam-se à sombra e nada fazem. Já todos vimos o impacto que as portagens no Norte do país deu uma valente quebra de espanhóis. Agora vai ser o Algarve e adeus aos espanhóis pela Páscoa no Algarve. :angry::angry:
 
Os espanhóis revoltam-se e agem, enquanto os portugueses deitam-se à sombra e nada fazem. Já todos vimos o impacto que as portagens no Norte do país deu uma valente quebra de espanhóis. Agora vai ser o Algarve e adeus aos espanhóis pela Páscoa no Algarve. :angry::angry:

As pessoas não têm tempo pra protestar, estão nas filas da segurança social e das finanças. Há lá tempo pra protestos :facepalm:
 
As pessoas não têm tempo pra protestar, estão nas filas da segurança social e das finanças. Há lá tempo pra protestos :facepalm:

Aqui, no Algarve mudam de opinião como muda o vento. O Macário Correia quando o PS estava no governo protestava e dizia que as portagens na Via do Infante iam ser uma desgraça, agora que está o PSD no governo já aceita as portagens. É este tipo de opiniões que não se aceitam, não é por estar outro governo que isto vai ser diferente.

Mas, quando a sinistralidade disparar na EN125 e morrerem todos os dias na EN125 aí sim, talvez acordem e com a EN125 em obras, preparem-se para assistirem na televisão quase todos os dias a acidentes na 125.
 
Aqui, no Algarve mudam de opinião como muda o vento. O Macário Correia quando o PS estava no governo protestava e dizia que as portagens na Via do Infante iam ser uma desgraça, agora que está o PSD no governo já aceita as portagens. É este tipo de opiniões que não se aceitam, não é por estar outro governo que isto vai ser diferente.

Mas, quando a sinistralidade disparar na EN125 e morrerem todos os dias na EN125 aí sim, talvez acordem e com a EN125 em obras, preparem-se para assistirem na televisão quase todos os dias a acidentes na 125.

O meu lado utópico diz que a EN125 não tem de ser uma estrada da morte. Os cidadãos, educados e civilizados como são, passarão a utilizar mais vezes o comboio, partilharão carro com amigos e familiares, e conduzirão com mais civilidade e cuidado. Ooops, não estamos na Holanda ou na Suécia :mad:
 
Os espanhóis revoltam-se e agem, enquanto os portugueses deitam-se à sombra e nada fazem. Já todos vimos o impacto que as portagens no Norte do país deu uma valente quebra de espanhóis. Agora vai ser o Algarve e adeus aos espanhóis pela Páscoa no Algarve. :angry::angry:

Páscoa, fins-de-semana e Verão! Ou seja, todo o ano! Os centros comerciais até à Guia, a Baixa de Faro e de Tavira, os restaurantes da Altura, Manta Rota, Cacela Velha, Cabanas, Santa Luzia, a noite algarvia, tudo depende muito do mercado espanhol!
 
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